VAI DANDO PRO GASTO

11 março, 2010 as 17:32 Categoria Futebol Internacional+ Libertadores

A Libertadores realmente é uma competição diferente.

Eu me lembro que quando o Flamengo foi campeão em 81, mesmo com aquele inigualável timaço, não teve vida fácil.

A final então, foi uma odisséia. Os jogos contra o Cobreloa se transformaram em lenda entre a “Nação Rubro-Negra”.

Então exigir sempre bom futebol contra nossos rivais sulamericanos ou mexicanos, principalmente em jogos fora de casa, torna-se às vezes incongruente.

O jogo de ontem, foi um clássico jogo de Libertadores. O Flamengo é infinitamente superior ao Caracas, mas em campo os dois se equivaleram. Prevaleceu então a qualidade individual de alguns jogadores rubronegros que resolveram nos momentos decisivos e ainda conseguiram suprir as lambanças de Toró e a preguiça de Kleberson.

Foi muito bom ver Petkovic iniciando uma partida e jogando bem. Só não conseguiu produzir mais porque a saída de bola do Flamengo era terrível, com o excesso de passes errados do trio Toró, Fernando e Kleberson. As condições do gramado também não ajudaram.

Aos poucos Andrade vai voltar a perceber a importância do craque para a equipe e ele reassume seu posto. Esse Vinícius Pacheco ainda vai ter que “comer muita farinha” para que possa pelo menos começar a merecer algum tipo de comparação com o sérvio.

Na ausência de Adriano, Wagner “Love” vem se virando bem sozinho. Tem feito gols em todos os jogos e foi humilde – coisa rara no “Imperio do Amor” – ao admitir que precisa treinar cobrança de pênaltis. Ontem ele se saiu bem.

Só não me peçam para comentar alguma coisa sobre Toró. Todos já conhecem minha opinião sobre esse destrambelhado. Ele já me bateu nos “gurguminhos”.

Enfim. Foi um boa vitória – apesar do sufoco – e que garantiu a liderança do grupo. Acredito que o Flamengo se classifica sem maiores dificuldades. O problema é quando chega a fase de mata-mata. Os vexames de anos anteriores ainda assombram.

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HOMENAGEM DE BRUNO AO “DIA INTERNACIONAL DA MULHER”

8 março, 2010 as 16:42 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Informações+ Libertadores

Mais uma frase infeliz desse “cavalo batizado” que é o goleiro Bruno, tentando defender o colega de farra e de “Império da Baixaria”:

“Qual homem não saiu na mão com a mulher?”

Esse é um dos líderes do elenco rubro-negro e capitão da equipe.

Que belo exemplo para os garotos das divisões de base do Flamengo.

Por tulio 2 comentários

O IMPÉRIO DO AMOR ACABOU EM “BARRACO”!

8 março, 2010 as 16:29 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

O “Império do Amor” desmoronou!

E de maneira tragicômica.

Um “quebra-pau” num baile funk.

Não adianta nem tentar descrever a baixaria. O mundo todo já conhece a história.

O Sr. Marcos Braz mais uma vez tenta colocar panos quentes e a punição para Adriano foi não viajar para Volta Redonda e Caracas.

E Patrícia Amorim mantém o seu silencio sepulcral.

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UM TIME SEM CABEÇA.

19 novembro, 2009 as 10:19 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzo, umas das maiores cabeças pensantes deste país (pesquisem na Wikipédia) perdeu a sua – cabeça – e o prumo depois daquela derrota para o Fluminense no Maracanã, quando Simon anulou um gol legítimo de Obina. Foi julgado pelo STJD pelas sandices que disparou depois desse jogo e pegou um gancho de nove meses.

Depois de empatar na sequência com Sport em casa (dessa vez com a ajuda da arbitragem), o jogo da redenção seria o de ontem contra o Grêmio no Olímpico.

O discurso da diretoria e de Murici Ramalho – apesar dos últimos tropeços que provocaram o fim da liderança e o risco de até ficar de fora da Libertadores – era de tranqüilidade. O esquentado treinador concedeu uma entrevista coletiva em que mais parecia um monge budista, pregando o clima de família que existia no elenco palmeirense e a volta da alegria de jogar futebol. Tudo muito bonito. Começou barrando a estrela Wagner “Love” que quase arranca as tranças de tanto ódio.

Foi só o Grêmio fazer 1 a 0 e o juiz apitar o fim do primeiro tempo, que o “pau cantou na casa de Noca”. Obina, o “Da Paz”, e o zagueiro prata da casa Maurício, perderam a cabeça, trocaram bofetões a torto e a direito, um acertou a cabeça do outro e não voltaram para o segundo tempo.

Com dois jogadores a mais o Grêmio ficou “frescando” no segundo tempo e só conseguiu fazer mais um gol.

Definitivamente o Palmeiras é um time sem “o cabeça” e sem cabeça. E também não chega mais “nas cabeça”.

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