15 outubro, 2009 as 12:36
Categoria Futebol Internacional
Chegou ao fim a maior chatice do futebol mundial: as Eliminatórias Sulamericanas.
Foi preciso a Argentina correr risco de ficar de fora da Copa do Mundo, para que a última rodada ganhasse alguma emoção.
O Brasil se despediu bem ao estilo Dunga: perdeu para Bolívia e empatou com a Venezuela. Em outros tempos, qualquer desses resultados significava demissão sumária do treinador.
Mas aí de quem tentar questionar o trabalho do “abusado” durante as coletivas pós-jogo. Corre o risco de levar uns “piripapos”. Afinal esse “grupo”, como ele gosta sempre de enaltecer, já conquistou a Copa América, a Copa das Confederações e agora as Eliminatórias.
Portanto, vida longa a Dunga e a sua “Selecinha”!
Por tulio
31 março, 2009 as 11:39
Categoria Futebol Internacional+ Informações+ Opiniões
Vejam só essa manchete: “Dunga admite que vitória em casa é uma obrigação”. Só avisaram a ele!
É por essas e outras que eu não consigo mais torcer pela Seleção Brasileira. E lá se vão 23 anos! Eu sou do tempo em que era obrigação de qualquer jogador que fosse convocado, qualquer que fosse o treinador, vencer dentro ou fora de casa, principalmente contra times sulamericanos.
Osvaldo Brandão foi demitido após o primeiro jogo para as eliminatórias da Copa de 1978, depois de empatar em 0 a 0 com a Colômbia em Bogotá. Um absurdo.
No jogo da volta, no Maracanã o Brasil enfiou 6 a 0 já sob o comando de Cláudio Coutinho.
Nessas eliminatórias, o Brasil de Dunga e Ricardo Teixeira, uma equipe sem nenhuma identificação com o torcedor brasileiro, também estreou na Colômbia. Resultado? 0 a 0 e que foi comemorado como se fosse vitória e com muitas belas desculpas: “Houve o nervosismo da estréia”, “a equipe está começando a se formar”, e por aí vai. E Dunga nem se mexeu.
Outras proezas de Dunga: empate contra o freguês de carteirinha de outros tempos, Peru em 1 a 1 em Lima; empate em 0 a 0 com a Bolívia (com um jogador a menos) em casa e outro 0 a 0 contra a Colômbia e em casa. O Brasil em onze jogos, só conseguiu quatro vitórias. Uma a mais do que Venezuela e Colômbia, o mesmo número do Uruguai, duas a menos que o Chile, uma a menos do que a Argentina e três a menos que o Paraguai.
E eu não falei do “vareio” de bola que tomou do Equador no último domingo.
Mas o grande número de Dunga e que está segurando-o no comando da seleção é esse: a defesa menos vazada com apenas cinco gols sofridos. A cara dele.
Eu já escrevi demais sobre essa seleção ridícula e corro o risco de deixar a impressão de um torcedor revoltado.
Muito pelo contrário. Esses números são apenas para mostrar a minha satisfação com os rumos do Brasil nessas eliminatórias. O risco de não se classificar para a Copa ou de ter que disputar uma repescagem existe, e isso me deixa eufórico.
Dá-lhe Peru e vida longa ao nosso brilhante treinador na seleção brasileira.
Por tulio