CRAQUES DE VIDRO

10 junho, 2010 as 10:28 Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional

Não acredito que em outras ocasiões tenham acontecido tantas contusões de jogadores importantes às vésperas de uma Copa do Mundo como agora. Algumas em partidas ainda pelos campeonatos que disputavam até o mês passado, outras em imprudências durantes amistosos sem nenhuma importância e até em simples treinamentos.

Ballack da Alemanha, Torres da Espanha (esse conseguiu voltar), Beckham da Inglaterra, Drogba da Costa do Marfim (deve jogar à meia boca), Pirlo da Itália (ainda é dúvida se joga a Copa), Robben da Holanda (outro à meia boca), Nani de Portugal e outros menos cotados.

O Brasil também tem seu machucado: Júlio César. Mas sobre esse não sai nenhuma informação de dentro da “Concentração de Segurança Máxima” da Seleção Brasileira de Dunga.

Talvez só na estréia do Brasil.

PS.: O Brasil ganhou uma Copa graças a contusão de um dos seus titulares incontestes. Em 2002 Emerson foi “brincar” de goleiro em um “rachão”, se machucou, Kleberson herdou a posição e acabou como um dos melhores jogadores naquela conquista. Só um detalhe: Emerson não se enquadra no título desse comentário. Sempre foi um tremendo perna-de-pau.

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“CUMDUNGA” É ASSIM!

4 junho, 2010 as 15:41 Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional

“Sim, a seleção é minha, porque não é a da maioria dos presentes. Temos aqui uns 300 jornalistas que torcem contra só para poderem dizer depois que tinham razão”.

“CUMDUNGA” é assim!

Depois dessa até Túlio Filho tremeu nas bases e ameaça não torcer pelo Brasil na Copa: “Esse imbecil não merece ganhar uma Copa do Mundo!”.

Fique a vontade meu garoto!

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A SELECINHA DE ZANGADO, ISTO É, ZAGALLO E DUNGA DE 1998

28 maio, 2010 as 09:55 Categoria Copa do Mundo 2010+ COPA DO MUNDO 2014+ Futebol Internacional

Outro dia eu assisti na ESPN o vt na íntegra da final da Copa de 98. França 3, Brasil 0. Que espetáculo! Se tivesse terminado uns 6 a 0 para a França não teria sido nenhum exagero.

Acabei indo dormir tarde para os meus padrões. A mulher até estranhou: “Porque você tá assistindo esse jogo que já passou a tanto tempo, uma hora dessas?”. Eu só respondi: “Por nada” e continuei na minha. Mas por dentro eu dizia: “Eu adoro ver o Brasil perder nem que seja em reprise. Ainda mais “CUMDUNGA” em campo”. Só não falei isso porque ela podia perder o sono e a discussão entrar madrugada adentro.

Mas como era ruim o tal do Dunga! E como me diverti com a lambança de Roberto Carlos que tentou dar uma “pucheta” na linha de fundo e acabou cedendo o escanteio para o primeiro gol de Zidane! No segundo, ele estava quase em cima da linha do gol, a bola passou raspando e ele lá, “paradão”. E aos quarenta do segundo tempo, já com a “vaca indo pro brejo”, o portentoso lateral ainda arriscava infrutíferas jogadas de efeito, que via de regra acabava em contra-ataque inimigo. Acho linda essa identificação de Roberto Carlos com o libertário povo francês. Vide 2006.

Outras figuras hilárias também marcaram presença nessa final histórica: Denilson, que entrou no segundo tempo, ciscou, ciscou, não acertou nenhum drible e nenhum passe. Edmundo, cuja participação se resumiu a uma discussão com meio time por causa de uma bola colocada para fora para atendimento a um jogador francês. Leonardo, mas perdido do que cego em tiroteio jogando no meio de campo. Júnior Baiano, tomando bola nas costas a todo instante. Cafu, errando todos os cruzamentos. Rivaldo e Bebeto tentando tabelas que nunca davam certo. E Dunga, é claro. Que coisa tenebrosa e engraçada ao mesmo tempo (se é que é possível) era ver Dunga jogando!

Na verdade, se salvaram Tafarel, que evitou uma goleada maior e Ronaldo, que mesmo “desacordado” foi o único que conseguiu levar perigo ao gol do baixinho Bartez.

Mas o tal do Dunga…

A diversão só não foi completa, porque a narração não era de “Babão” Bueno.

E a única coisa que me deixava um pouco triste, era quando aparecia Zico desolado no banco de reservas. Depois de ter sido ministro de Collor (embora ele – Zico – tenha boas explicações para justificar essa maluquice), aceitar ser auxiliar de Zagallo foi a maior loucura que o meu ídolo maior cometeu na vida.

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“CUMDUNGA” É ASSIM!

27 maio, 2010 as 10:39 Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional

Parece o desembarque das tropas americanas no Iraque.

“SEPARADOS NO BERÇO”

E Kaká não tá a cara de Denis Quaid no cartaz do filme “O Vôo da Fênix”?

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“CUMDUNGA” É ASSIM!

12 maio, 2010 as 09:55 Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional+ Indefinida

Ontem eu me dei ao trabalho de acompanhar a convocação da Seleção Brasileira. Pra mim, nenhuma novidade.

Adriano se “autodesconvocou”. E ainda chorou depois do anúncio final. Vai acabar sobrando para o Flamengo na Libertadores.

Trabalho mais árduo foi assistir grande parte da entrevista coletiva de Dunga. Puro masoquismo. Ver Dunga jogando já era um suplício. Ouvi-lo, autoflagelação.

Ele até que estava preocupado com o vernáculo. A cada vez que dizia “com nós”, se apressava em pedir desculpas e corrigir-se: “conosco”.

Mas quando tentou se aprofundar nos seus conhecimentos gerais foi patético. De repente começou a falar sobre Mandela e que por causa de declarações mal entendidas – ou mal explicadas – alguns jornalistas publicaram que ele era a favor do apartheid. Para tentar se justificar disparou essas pérolas: “eu não posso dizer se sou a favor ou não do apartheid porque eu não vivi no apartheid”, “eu não posso dizer se sou favor ou não da ditadura, porque eu não vivi na ditadura”, “eu não posso dizer se sou a favor ou não da escravidão, porque não vivi na época da escravidão”. Poderia ter completado: eu não posso dizer se fezes (pra não dizer, merda) é bom ou não porque nunca comi. Vai ver comeu. Desculpem a escatologia.

De qualquer maneira, obrigado Dunga. Com essa seleção o Brasil não passa da primeira fase. Até sugiro minha seleção ideal a partir dos 23 convocados: Doni, Michel Bastos, Juan, Luisão e Gilberto; Josué, Gilberto Silva, Elano e Kleberson; Grafitte e Nilmar.

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“CUMDUNGA” É ASSIM!

9 fevereiro, 2010 as 16:37 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

O prêmio de Gilberto por ter nocauteado um jogador do Potosi na primeira partida do Cruzeiro pela pré-Libertadores, foi ser convocado por Dunga.

Não sei nem se ele já foi julgado por aquele episódio. Mas deveria pegar no mínimo seis meses de “gancho”.

Vai acabar na Copa.

PS. Por falar em convocação, lá se vai Kleberson de novo para a “Selecinha de Dunga”, correndo riscos de se machucar – de novo! – num amistoso “borréia” e passar mais seis meses sem jogar nada pelo Flamengo.

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INVERSÃO DE VALORES?!

8 fevereiro, 2010 as 11:10 Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional

Robinho voltou e já na estréia fez o golaço da vitória do Santos em cima do São Paulo. Só por causa disso, já garantiu sua vaga na “Selecinha de Dunga”.

Agora é assim. Só o que tem é jogador que já foi convocado querendo voltar para o Brasil ou rejeitando convites para ir para o exterior, para ficar mais perto da seleção. Sinal dos tempos.

Houve uma época, não muito distante, em que o primeiro requisito pra se jogar na “Selecinha de Dunga” era atuar no “estrangeiro”. Até um tal de Afonso, artilheiro do campeonato holandês pelo inexpressivo Heerenveen chegou a ser convocado. Foram inúmeras as convocações em que só apareciam um ou dois gatos pingados que tinham o azar de praticar sua profissão no paupérrimo futebol brasileiro.

Alô Ronaldinho Gaúcho! Ainda tem uma vaguinha pra você no time do Flamengo.

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PREVISÕES PARA 2010

23 dezembro, 2009 as 13:39 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Copa do Brasil+ Estadual do RN+ Futebol Nacional+ Série B

CASO QUEIRA VISITAR O POST PREVISÕES PARA O BRASILEIRÃO 2010 ACESSAR ESSE LINK

Campeonato Carioca: Estevão Soares é demitido na quinta rodada do primeiro turno e Nei Franco assume no Botafogo. Cuca demora um pouco mais no Fluminense. Cai depois de levar uma goleada de 4 a 1 do Flamengo na final do turno. Quem assume é Joel Santana. O Vasco não se classifica para nenhuma semifinal e o Flamengo é Tetra.

Campeonato Paulista: Vai continuar a chatice de sempre. Só quem assiste é aquele pessoal da mesa redonda da Gazeta.

Campeonato Estadual do RN: O “time macho”, o meu “Potiguarzão do Coração” com um time caseiro, vai surpreender a todos e ser bi-campeão. América e ABC vão trocar de técnico cinco vezes cada um no decorrer do campeonato.

Copa do Brasil: O campeão vai ser o Ceará com um gol de Sérgio Alves na final.

Libertadores: O único clube brasileiro que se classifica na primeira fase é o Flamengo que acaba campeão. Ou bi-campeão.

Copa do Mundo: O Brasil fica de fora na primeira fase. Classificam-se no seu grupo Portugal e Costa do Marfim, que vai acabar como a primeira seleção africana campeã mundial.

Brasileirão: “Mengão” hepta campeão. Fluminense, Botafogo, Vasco e São Paulo rebaixados.

Série B: Os quatro que caíram esse ano, sobem no próximo.

Mundial de Clubes: “Mengão” bi-mundial com outro 3 a 0 na final. Dessa vez contra o Olympiakos treinado por Zico, que vai comemorar junto com os jogadores do Flamengo.

Podem me cobrar em 23/12/2010.

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…E NUNCA MAIS TORCI PELO BRASIL

3 dezembro, 2009 as 10:29 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões

Para criar um pouco de polêmica nessa reta final de Campeonato Brasileiro e até porque eu não estou com a cabeça muito boa – e vocês sabem por que – para escrever sobre futebol, vou republicar um texto de 16/05/2006 que escrevi para a revista “Papangu”, lá de Mossoró. Não reclamem do tamanho do texto. Juca Kfouri já publicou coisa maior no seu famoso blog e recebeu mais de 200 comentários:

Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.

Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.

Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.

Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.

Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.

Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.

Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.

A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.

E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.

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O “SALVADOR” TÁ DESEMPREGADO

21 outubro, 2009 as 15:58 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

Parreira pode ser burro e tapado como treinador. Mas na hora de fazer negócio não tem como ele.

Foi contratado pra treinar a África do Sul faltando mais de dois anos para a Copa. Imagine passar esse tempo todo no longínquo continente e tendo que aturar um bando de pernas de pau.

Então inventou uns mal explicados problemas pessoais, pediu demissão, botou no bolso (ou numa conta na Suíça) uma grana que um cidadão comum não ganha mesmo que trabalhe até os derradeiros dias de sua vida e indicou o amigo Joel Santana para substituí-lo. A torcida do Flamengo ficou uma “arara” com a atitude de “Papai” Joel, que se mandou pra África de mala e cuia pra tentar realizar o sonho de disputar uma Copa do Mundo. Nem uma desgastante e dificílima eliminatória africana ele teria que encarar. O sonho para qualquer treinador.

Joel Santana chegou e de cara se transformou em ídolo na África do Sul. Mas aos poucos os bons resultados foram minguando e a lua de mel com o torcedor africano foi azedando. Na Copa das Confederações eles voltaram às boas, principalmente depois dos “Bafana-Bafana” terem aplicado o maior sufoco na Seleção Brasileira na semifinal.

De lá pra cá a maionese desandou de novo. Foram oito derrotas em nove amistosos disputados. Não deu mais pro simpático “papudinho”.

Quem é o favorito para o cargo? Novamente Parreira. Agora faltando pouco mais de sete meses para a Copa do Mundo. E ele já declarou que está disponível e pronto para reassumir o cargo. Nada mais cômodo, né não?

E atenção diretoria tricolor! O “salvador” tá disponível. Vai que dá certo outra vez?!

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