11 fevereiro, 2011 as 09:39
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional+ Opiniões

Veterano na base, zagueiro David quer usar fase no Fla para chegar à seleção – Uol Esportes
“Você pode não saber, mas depois de Ronaldinho Gaúcho, um dos jogadores do Flamengo que tem mais experiência com a camisa da seleção brasileira é o zagueiro David. É verdade que o tempo com a amarelinha foi passado nos times das categorias de base, mas isso não diminui a vontade de voltar a defender o país.
E, jogando pelo Flamengo, o zagueirão acha que está mais perto do que nunca de, agora sim, defender a seleção principal. “Joguei em quase todas as categorias de base da seleção, sei o que é vestir essa camisa, o valor que a amarelinha possui. É o meu principal objetivo no momento. O Mano Menezes está dando oportunidade para vários garotos e acredito que posso chegar lá. Se continuar o trabalho bem feito no Flamengo, acho que tenho condições”.
DO BLOG: Eu sempre achei que esse rapaz não batia bem da “cachola”. Ou seja: maluco total!
Taí a prova.
Por tulio
17 dezembro, 2010 as 13:58
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Vai ficar pra próxima semana.
A Seleção tá pronta. Mas tenho que consultar melhor os astros para fazer as previsões para 2011.
Aguardem.
PS.: Só tem uma previsão que já tá pronta desde que ele chegou ao Flamengo: Vandemburgo não chega ao final do Carioca.
Por tulio
30 julho, 2010 as 11:49
Categoria Indefinida
Que Neymar é um jogador diferenciado, não existe mais dúvidas. Mas alguém precisa dar uns conselhos a esse rapaz. Aquele pênalti que ele cobrou contra o Vitória foi uma palhaçada. E Dorival Júnior fica colocando panos quentes, falando que ele é acostumado a bater pênalti daquela forma ridícula e que tem um alto índice de aproveitamento. Conversa fiada. Ele tá é muito “puto”!
Se eu fosse Mano Menzes, já o teria “desconvocado”.
Por tulio
12 julho, 2010 as 15:21
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
SELEÇÃO DA COPA – Os melhores
GOLEIRO
Casillas (Espanha) – Salvou a Espanha na final.
LATERAL DIREITO
Maicon (Brasil) – O único que se salvou no vexame brasileiro.
ZAGUEIROS
Marco Túlio Tanaka (Japão) – Honrou o nome que carrega, apesar da entrada violenta em Drogbar num amistoso antes da copa. Zico deveria trazê-lo pro Flamengo.
Puyol (Espanha) – Encarnou toda a “fúria” espanhola na fase de mata-mata.
LATERAL ESQUERDO
Muller (Alemanha) – Tinha que achar uma vaga pra ele na minha seleção.
MEIO DE CAMPO
Schweinsteiger (Alemanha) – Excelente no desarme e no passe. Melhor jogador alemão na Copa.
Xavi (Espanha) – Cérebro do meio de campo espanhol. Camisa 8 com futebol de 10. O 10, Fábregas era reserva.
Forlan (Uruguai) – Torci muito pelo Uruguai e por Forlan. Carregou o limitado time uruguaio nas costas, jogou fora de posição e ainda assim fez belos gols. O segundo contra a Alemanha, entra em qualquer lista dos mais belos gols da copa. Tinha até cantado a bola (infelizmente não postei): se o Uruguai pelo menos ganhasse da Alemanha e fosse terceiro, Forlan seria o craque da copa. Mesmo em quarto, ele foi premiado.
Iniesta (Espanha) – O jogador mais habilidoso da copa, capaz de dribles que lembram o futebol “das antigas”, quando o drible era a principal arma numa partida de futebol.
ATACANTES
Sneijder (Holanda) – Justificou a ótima temporada na Internazionale, com belas atuações. E ainda tirou o Brasil da copa.
Villa (Espanha) – Poderia ter terminado a copa como artilheiro isolado se tivesse sido mais incisivo na final. Mas só fato de ter feito 5 dos 8 gols espanhóis, já vale uma vaga na minha seleção.
O MELHOR TREINADOR
O comedor de “catôta” Joaquin Low
SELEÇÃO DA COPA – Os piores
GOLEIRO
Muslera (Uruguai) – “Evitou” que o Uruguai terminasse em terceiro.
LATERAL DIREITO
Otamendi (Argentina) – Péssima invenção de Maradona.
ZAGUEIROS
Demichelis (Argentina) – Comandante da pior defesa da copa. Na hora do “vamos ver” mostrou toda a sua ruindade.
Osório (México) – A melhor assistência da copa no gol de Higuain na derrota para a Argentina por 3 a 1.
LATERAL ESQUERDO
Heinze (Argentina) – Mais um para justificar a péssima safra de laterais esquerdos nessa copa. Outro equívoco fatal de Maradona que não quis levar Zanetti.
MEIO DE CAMPO
Felipe Melo (Brasil) – Precisa dizer alguma coisa?
De Jong (Holanda) – Até que vinha fazendo uma copa razoável. Mas depois da tentativa de assassinato na final contra a Espanha, não podia ficar de fora dessa lista.
Rooney (Inglaterra) – Desse aí se pode dizer que realmente não fez nada na copa. Aliás, fez: reclamar de Deus e o mundo.
Lampard (Inglaterra) – A segunda copa que esse rapaz “pipoca”. Deve ter sido a última.
ATACANTES
Ribery (França) – Muito barulho por nada. Principal jogador da tumultuada seleção francesa, afundou junto com as “doidices” do técnico Domenech.
E´too (Camarões) – Mais um que só jogou com o nome. O resto do time não ajudou muito, mas ele fugiu do jogo como o diabo da cruz.
O PIOR TREINADOR
Não é Dunga, que nunca foi e nem nunca será treinador de futebol. O título vai para a “besta quadrada” do Parreira, que conseguiu deixar o país anfitrião fora da segunda fase de uma copa pela primeira vez na história.
Por tulio
5 julho, 2010 as 15:59
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Itália e França caíram ainda na primeira fase. Mas chegaram à África do Sul com seleções desgastadas, sem renovação e com treinadores previamente demitidos. Inusitado? Nem um pouco.
A Inglaterra foi literalmente atropelada pela Alemanha nas oitavas, apesar do gol mal anulado. Acreditou demais no treinador mais caro do mundo, Fábio Capelo e nas estrelas Lampard, Gerrard e o estressadinho do Rooney, que só conseguem jogar nos seus clubes. Inusitado? Depois do frango espetacular do goleiro no jogo contra os Estados Unidos e a classificação no sufoco, tava na cara que os britânicos não iriam muito longe.
Pela primeira vez na história das Copas o país sede não passou da primeira fase. Mas o treinador anfitrião era ninguém mais, ninguém menos do que ultrapassado e tapado Parreira. Inusitado? De maneira alguma.
A Argentina chegou à Copa com o melhor elenco, com o melhor jogador do mundo e com uma defesa que não transmitia nenhuma confiança. Nem ao time, nem ao torcedor e nem a imprensa mundial. Fez partidas regulares na primeira fase com atuações magistrais de Messi, que encobriram toda a fragilidade do seu setor defensivo. Nas oitavas contra o México levou vários sustos, teve um gol irregular validado, ganhou outro de presente dos mexicanos, mas mais uma vez a criatividade de Messi e a sorte do “garapeiro” Higuain prevaleceram. Contra a Alemanha a defesa entregou de vez ao tomar um gol com três minutos de jogo e a maionese desandou de vez. Maradona mostrou que embora tenha sido a alegria da Copa com suas atitudes extravagantes (essas sim, inusitadas para um treinador de futebol numa Copa do Mundo), não entende bulhufas de esquema tático de futebol. Tomou um sapeca de 4 da Alemanha. Inusitado? Talvez pelo placar, mas Maradona e seus “bambinos” levaram um “vareio” de bola alemão.
O Exército Brasileiro de Futebol, do comandante Dunga levou um time titular que só sabia jogar no contra-ataque, com alguns resultados e títulos na bagagem que não vão ficar na memória de ninguém e com o seu principal jogador à meia boca. Os reservas, exceção feita a Ramirez, foram para a África do Sul apenas para fazer turismo. O Brasil jogou pro gasto contra adversários inexpressivos (quando a coisa complicou um pouquinho mais contra Portugal, não saiu do zero a zero) até a vitória contra o Chile nas oitavas. Dunga insistiu com o seu alter ego Felipe Melo apesar de todos os avisos e evidências de que esse rapaz não bate bem da “cachola”. Na hora do vamos ver contra a Holanda, adversário um pouco mais qualificado… vocês viram! Inusitado? Simplesmente a “crônica de uma morte anunciada”.
Os “bacanas” ficaram no meio do caminho – só sobrou a cadeira cativa em semifinais Alemanha – e aí vamos pras finais da Copa do Mundo com Uruguai, Espanha e Holanda. Na minha opinião pode dar qualquer um dos quatro, embora o favoritismo penda para a Alemanha pelas goleadas históricas que aplicou até agora.
Inusitado? Nem tanto!
Por tulio
24 junho, 2010 as 15:02
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Todo ano de Copa do Mundo é a mesma coisa. Eu tenho que me explicar com os parentes, agregados, amigos e conhecidos eventuais porque não torço pela Seleção Brasileira. Lá se vão vinte anos e cinco copas. Em maio de 2006 eu escrevi esse artigo para a Revista Papangu. Pra mim, ele continua atualíssimo. É só acrescentar Dunga como treinador no contexto.
…E NUNCA MAIS TORCI PELO BRASIL
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio
24 junho, 2010 as 10:28
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Dunga não cumprimentou o presidente Lula quando de sua passagem por Brasília com destino a África do Sul, porque Lula a exemplo de 99,99% dos torcedores brasileiros manifestou a sua vontade de ver Ganso e Neymar na Seleção Brasileira. Segundo os padrões “dunguianos” o Presidente da República Federativa do Brasil também não torce pelo Brasil.
Então é bom Lula ficar atento. Se o Brasil for hexa, com certeza a comitiva vitoriosa fará uma escala em Brasília e nem os 85% de aprovação ao presidente segundo a última pesquisa do Ibope podem evitar que o Coronel Dunga tente um golpe de estado para assumir a presidência. Afinal se a Seleção Brasileira já é dele, porque não o país todo de uma vez? É claro que isso é brincadeira, embora “CUMDUNGA” tudo seja possível e imaginável.
Mas é bom a turma do Planalto se preparar para cenas constrangedoras – caso o Brasil seja campeão – durante essa visita. Se Dunga não cumprimentou Lula na despedida para a Copa, quando sua convocação era bastante questionada por toda a nação, imagine se ele voltar por cima da carne seca e nos braços do povo?
Abra o olho, Lula!
Por tulio
23 junho, 2010 as 10:50
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
A rejeição à Rede Globo – embora os seus imbatíveis índices de audiência jamais apontem para essa tendência do telespectador – é tão grande, que conseguiu unir toda a torcida brasileira em defesa do destemperado treinador da sua seleção.
Muito dessa ojeriza – e mais uma vez os índices de audiência globais não justificam – se deve ao ícone da narração global, o chatérrimo Galvão Bueno e o seu patriotismo e ufanismo exacerbados em todas as transmissões esportivas envolvendo o Brasil (futebol, automobilismo, vôlei, basquete, atletismo, jogo de bila, dominó, jogo de castanha). O movimento “Cala a boca, Galvão”, difundido na internet, ganhou destaque internacional e virou capa da Veja, a revista semanal de maior circulação do Brasil.
Quer dizer então que agora tá todo mundo “CUMDUNGA”?! Não entendo. Existem duas “coisas” mais ideologicamente parecidas no universo esportivo mundial do que Dunga e Galvão Bueno? Os dois não são brasileiros acima de tudo? Existe cobertura mais irritantemente nacionalista e patriótica do que a da TV Globo? Os “bandidos” e os inimigos não são os imbecis da ESPN (Juca Kfouri e os seus asseclas)?
Acho até louvável que Dunga se rebele contra o seu patrão Ricardo Teixeira e a Rede Globo, duas entidades intocáveis e corruptas que se locupletam. Dunga pôs um fim as injustificáveis regalias da TV dos Marinho durante a cobertura da Seleção Brasileira na África do Sul? Nada mais justo.
Mas nada justifica as ofensas contra um jornalista – seja em qual organização ele trabalhe – durante uma entrevista coletiva transmitida para o mundo todo. Ao atingir Alex Escobar (que eu também acho um chato), Dunga não atingiu a poderosa Rede Globo. Ele atingiu toda a classe jornalística brasileira – e porque não mundial -, que deve sim, sair em defesa de um dos seus membros, seja ele da Globo ou da Rádio Rural de Mossoró.
Acho lamentável que o torcedor brasileiro tenha virado mais brasileiro e mais patriota, tenha começado a acreditar mais na Seleção Brasileira e tenha transformado um imbecil, despreparado, mal educado e sem cultura em ídolo e herói de uma nação, simplesmente porque ele vomitou um monte de palavrões em uma entrevista coletiva e hipoteticamente “brigou com a Globo”. Que heróico!
Quais são as verdadeiras intenções do treinador brasileiro com esse seu ato de rebeldia contra o “status quo” do futebol brasileiro? Será que ele pretende se candidatar a presidente da CBF e acabar com o monopólio global nas transmissões esportivas no Brasil? Não se iludam, meus caros. Sua capacidade mental e intelectual não chega a tanto. O que ele procura – e dessa vez obteve um êxito astronômico – com esses seus arroubos de má educação explícita, é tirar o foco do péssimo futebol que sua seleção apresentou até agora nessa Copa do Mundo.
E alguém precisa avisar a Dunga (poderia ser Jorginho, mas esse parece mais alucinado do que o chefe), que a copa não acabou e que o Brasil ainda não foi campeão. Ele que trate de conquistar o título – e não é mandando jornalista “tomar naquele lugar” que ele vai conseguir isso – ou essa lua de mel com o torcedor brasileiro acaba rapidinho, rapidinho…
Por tulio
21 junho, 2010 as 16:14
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
A Argentina até hoje reverencia o gol de mão que Maradona fez na vitória sobre a Inglaterra por 2 a 1, pelas quartas de final da Copa do Mundo de 1986. O próprio Maradona declarou após a partida que o gol havia sido marcado “un poco con la cabeza y un poco con la mano de Dios”. A partir daí esse gol ficou batizado como a “mão de Deus” e se tornou uma das principais peças do portfólio de malandragens de Maradona.
O Brasil a partir de ontem já pode se orgulhar de exibir em sua histórica participação em mundiais, um gol digno da mais pura malandragem brasileira. Até então, o supra sumo dessa virtude brasileira, era o pênalti contra o Brasil que Nilton Santos transformou em falta fora da área na vitória por 2 a 1 contra a Espanha na Copa de 1962.
Sob as vistas do panaca francês Stephane Lannoy, Luis Fabiano ajeitou a bola com a mão e depois com o braço antes de marcar o segundo gol brasileiro na Costa do Marfim. Belo gol não fosse irregular. Mas isso é apenas um detalhe. Ganhar roubado é sempre mais gostoso para os éticos padrões futebolísticos brasileiros. “Babão” Bueno achou lindo: “foi só uma mãozinha de nada”. E ainda tem “neguim” indignado com a arrumada de mão de Henry para o gol que classificou a França para a Copa da África do Sul.
O Sr. Lannoy ainda saiu rindo ao lado de Luis Fabiano após validar o gol, fazendo gestos como se perguntasse se ele havia dominado a bola com o braço ou com o peito. Ridículo.
Plagiando Maradona, Luis Fabiano também evocou entidades sobrenaturais para definir o seu gol: “Foi uma mão santa involuntária. O que vale mais foi a pintura do gol”. Maradona foi mais original.
Por tulio
17 junho, 2010 as 15:33
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Essa é a copa do: “vocês viram os outros?”. A única exceção é Maradona que não teve pudor nenhum em chegar numa coletiva e falar que a Coréia do Sul não teria chance alguma diante da Argentina. Quatro a um com show de Messi e Cia.
Os outros treinadores morrem de medo de assumir qualquer favoritismo.
Tentam de todas as maneiras jogar essa responsabilidade para os adversários.
A Seleção Brasileira não jogou absolutamente nada, mas venceu a Coréia do Norte. O Brasil entrou em pânico. Desse jeito não passa da primeira fase, bradaram os especialistas. Bastou a Espanha jogando muito sucumbir diante do “ferrolho” suíço para que tudo voltasse ao normal. “Vocês viram a Espanha?”. Agora tá tudo bom demais. Jogar bonito é coisa de imbecil. E Dunga entra em êxtase diante da confirmação de sua teoria.
Ainda bem que existe Messi para nos brindar com um futebol digno de Copa do Mundo. E ele ainda não fez gol.
A Argentina pode até ficar pelo caminho. Sua defesa é fraquíssima e na fase de mata-mata ou morre-morre qualquer vacilo pode ser fatal. Mas Messi já é o craque da Copa.
Enquanto isso Kaka continua macambúzio. Deve ser porque o Bispo Hernandes e a Bispa Sônia não conseguem se desvencilhar dos seus problemas com a justiça americana.
Por tulio
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