30 abril, 2010 as 10:20
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Flamengo perdeu muito com a saída de Airton ao final da campanha do hexa. Andrade teve o mérito de fixá-lo a frente da zaga e conseguiu resolver um problema crônico do Flamengo nos últimos anos, que era o grande número de gols sofridos (independente do nível do adversário). Maldonado também foi fundamental nessa nova postura da zaga rubronegra.
Só que Andrade não teve mérito para remontar o seu sistema defensivo após a saída de Airton e a contusão de Maldonado. Não encontrou uma solução dentro do seu elenco e muito menos exigiu a contratação de substitutos à altura.
E passou a insistir com a escalação de Toró na função de cabeça de área. O resultado foi essa tragédia que perdurou enquanto Andrade foi treinador do Flamengo e que só ele não quis enxergar. Quando quis, e sacou o “destrambelhado” ainda no primeiro tempo do jogo contra o Caracas, já era tarde. Foi demitido no dia seguinte.
Não quero aqui encher a bola do mais ou menos interino Rogério Lourenço, até porque não acredito que ele tenha o perfil ideal para treinar um time naturalmente conturbado como o Flamengo. Mas o simples fato de ter tido a coragem de tirar Toró e colocar Rômulo, um jogador com as mesmas características de Airton, mas que não vinha sendo aproveitado por Andrade nem no banco, já lhe garantiu uma sobrevida na sua interinidade. Rômulo foi um dos destaques da vitória sobre o Corinthians e contribuiu decisivamente para a “virgindade” da defesa do Flamengo depois de longo e tenebroso inverno (tudo a ver com Toró).
Se Rômulo vai conseguir se fixar como titular e render no mesmo nível de Airton ou se Rogério Lourenço vai se transformar em mais uma grata revelação entre a nova safra de treinadores brasileiros, aí são outros quinhentos.
Vai que os dois – de um jeito ou de outro – entregam o jogo na próxima quarta?
Vire essa boca pra lá, Marco Túlio!
Por tulio
28 abril, 2010 as 12:00
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
A torcida do Flamengo está eufórica e vai lotar o Maracanã hoje à noite. Depois da sofrida classificação na Libertadores, nada como um clássico de dimensões continentais para devolver a auto-estima a “Nação Rubronegra”, que anda meio “escabriada” com os maus resultados desse início de temporada. Tá na hora desse grupo de jogadores, em sua maioria protagonistas na conquista do hexa, criar vergonha na cara e retribuir a expectativa de volta por cima da maior torcida do mundo.
Já a torcida do Corinthians, esperava tudo, menos pegar uma pedreira dessas logo no primeiro mata-mata, depois de terminar a fase de classificação como o melhor dos melhores. Enfrentar um “Banfield” da vida é uma coisa. Enfrentar o Flamengo, mesmo com o péssimo retrospecto de pior classificado é outra completamente diferentemente.
Os especialistas apontam o Corinthians como favorito pelo atual momento que atravessa. É um time sem crises. Já o Flamengo é o próprio retrato da crise. Para muitos, isso já seria suficiente para garantir a seqüencia do Corinthians na Libertadores. Para esse humilde blogueiro e “pitaqueiro” não é. Os elencos se equivalem e gordo por gordo, o nosso tá menos gordo.
Vai dar “Mengão”.
Por tulio
27 abril, 2010 as 16:05
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Rogério Lourenço resolveu manter o esquema com três volantes. Mas barrou Toró. Menos mal. Finalmente!
O substituto de Toró, Rômulo, surgiu no Flamengo há alguns anos atrás e despontou como um bom volante. Talvez no mesmo nível de Airton. Deu azar por causa de uma séria contusão. Não sabia nem que ele estava de volta ao Flamengo. O novo treinador o conhece desde as divisões de base e mostra confiança em seu futebol ao escalá-lo de cara em um jogo tão complicado como esse de amanhã.
Tomara que dê certo. E vai dar.
Continua a incógnita em relação a Petkovic. Será que o novo treinador vai bancar a sua titularidade? Contra o Corinthians o sérvio não deve sair jogando. Até pelo clima tumultuado que paira sobre a Gávea e pelo momento de insegurança técnica e tática que o time atravessa, Rogério optou por manter um esquema mais cauteloso. Mas com certeza o “Pet” vai entrar no decorrer da partida e será o maior responsável pela boa vitória do “Mengão”. Meu palpite: 3 a 1 Mengão.
Se segura Falcão Neto, que o “home” tá empolgado!
Por tulio
26 abril, 2010 as 16:52
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Andrade era o único treinador do mundo, que tinha uma bandeira com o seu rosto estampado tremulando nos estádios em dias de jogos. A torcida do Flamengo sempre teve um certo pudor em vaiá-lo.
Não existe alegria maior para uma torcida, do que conquistar um título importante como um hexa Campeonato Brasileiro, tendo a frente da equipe um dos seus maiores ídolos.
E Andrade é o meu ídolo, ídolo de uma geração, ídolo de uma nação. O Flamengo jamais terá um volante com a qualidade de Andrade. Andrade era tão refinado, que no futebol que se pratica hoje em dia no Brasil e no mundo, ele deixaria de ser volante e passaria a atuar como meia de armação. Seria o camisa 10 – pelo menos na função – em qualquer equipe que jogasse. E com certeza daria conta do recado e muito bem.
Após deixar os gramados, nunca deixou de freqüentar a Gávea. Treinou todas as categorias das divisões de base e nos últimos dez anos foi auxiliar técnico de todos os treinadores que passaram pelo Flamengo sendo interino inúmeras vezes. Funcionário de carteira e de carreira exemplar, nunca teve o seu trabalho devidamente reconhecido.
Uma conjunção de fatores levou o Flamengo à inesperada e fantástica conquista do hexa brasileiro sob o seu comando.
Tudo deu certo naquela ocasião: as contratações de Álvaro e Maldonado e a fixação de Airton a frente da linha de zaga, atuando às vezes como terceiro zagueiro, arrumaram de vez a defesa do Flamengo, que a certa altura do Brasileirão chegou a ser a mais vazada do campeonato. No meio de campo, Petkovic, que veio a contragosto de tudo e de todos, se transformou no maestro da equipe e com atuações espetaculares em jogos fundamentais acabou se tornando um dos principais responsáveis pela conquista do título. Zé Roberto voltou a jogar seu bom futebol da época de Botafogo e Adriano no auge de sua motivação, fez gols decisivos e acabou como artilheiro do campeonato, embora já nas últimas rodadas tenha começado a se envolver com problemas extra-campo (a tal da bolha assassina) ficando fora de algumas partidas importantes.
Andrade sentiu que aquele era o momento de se valorizar e começar a conquistar sua independência financeira. Nada mais justo. A renovação do seu contrato foi aquela novela que todos já conhecem. As conversas com o vice de futebol Marcos Braz não foram nada amistosas. Enfim houve a renovação, mas com ela veio todo o desgaste de uma negociação conturbada.
Ele conseguiu o reconhecimento financeiro tão sonhado, mas ao mesmo tempo fechou os olhos para os problemas disciplinares que vinham desde 2009 e que o título conseguiu mascarar.
A partir do início da temporada, ele deveria ter imposto seus métodos de trabalho (se é que havia algum) e usado da sua autoridade de “comandante em chefe” da comissão técnica para acabar com os privilégios e desmandos que haviam se instalado na Gávea. No entanto, ao contrário, ele continuou colocando panos quentes em tudo de errado que acontecia no Departamento de Futebol rubronegro e ainda teve que agüentar a oficialização das regalias da dupla Adriano e Vágner Love, estabelecidas pelo diretor de futebol Marcos Braz.
As confusões extra campo, por mais que ele insistisse “que estava tudo bem”, “que tudo no Flamengo é supervalorizado”, “que o grupo está unido (mesmo após os tapas de Bruno em Petkovic)”, refletiram dentro de campo.
O nível técnico ridículo do Campeonato Carioca encobriu nos jogos contra os times “nanicos” o péssimo futebol que o Flamengo vinha – ou vem – jogando em 2010. A prova é tanta, que em duas decisões (uma semifinal e uma final de turno) contra o limitadíssimo Botafogo de Joel Santana, o Flamengo saiu derrotado. A classificação na “bacia das almas” na Libertadores também deixou evidente o baixo nível técnico da equipe de Andrade.
E ele insistia em afirmar nas entrevistas pós jogo que a equipe vinha jogando bem, embora os resultados nunca traduzissem isso. O Flamengo de Andrade era – e continua sendo – uma bagunça dentro e fora de campo.
Enfim, a era Andrade chega ao fim no Flamengo bem antes do que se esperava. Do que eu esperava. A sua falta de pulso na condução desse elenco cheio de estrelas, de “barangas” metidas a besta, de jogadores sem compromisso com o “Manto Sagrado”, levaram o ídolo rubronegro à demissão.
De resto, é esperar que a presidenta consiga colocar o Flamengo novamente nos eixos e o transforme num clube que volte a merecer o respeito e o carinho do torcedor.
De cara, ela deveria começar com a demissão sumária da “turma da batucada” no vestiário.
E boa sorte para Andrade aonde ele for.
Por tulio
20 abril, 2010 as 10:31
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Aguardei o noticiário esportivo da segunda, para saber quais teriam sido as vítimas da “besta quadrada” do Bruno, após a derrota para o Botafogo.
Vítimas em potencial: Angelim e Maldonado, que cometeram os pênaltis responsáveis pela derrota e Adriano, que jogou o empate fora. Aliás, nas mãos do goleiro Jefferson.
Cheguei a sentir pena de Angelim e Maldonado. Parecem dois anões na frente do troglodita e ainda tem o agravante da idade. Mas Angelim foi recompensado e absolvido do seu erro ao sofrer o pênalti que poderia ter mudado a história da partida e Maldonado foi o melhor jogador do Flamengo enquanto esteve em campo. Só seria necessário o imbecil do Bruno usar o único neurônio do seu cérebro, para não partir para a violência contra os dois.
A sua ira maior recairia então sobre Adriano que não jogou rigorosamente nada (será que ele fez “corpão molão”?) e ainda desperdiçou o pênalti que muito provavelmente levaria outra vez uma decisão entre Flamengo e Botafogo para os pênaltis, de onde ele – Bruno – poderia se sair novamente como herói.
Pense numa briga bonita! Bruno e Adriano! Briga de cachorro grande.
Nessa Bruno pipocou. Deu azar que Petkovic entrou com o jogo já acabando e não deu pra ele reclamar de corpo mole.
Por tulio
16 abril, 2010 as 15:28
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Prá não dizer outro nome.
É inadmissível que a diretoria do Flamengo não tome nenhuma medida punitiva contra o marginal do Bruno, que partiu para a agressão em cima de Petkovic no vestiário, durante o intervalo da partida contra o Universad Católica. Se o troglodita fosse partir pra briga com quem ele achou que estava fazendo corpo mole naquela atuação medíocre, teria que brigar com o time todo. E analisando friamente, o único que escaparia de sua fúria assassina, teria sido Petkovic, a quem o Flamengo saiu do primeiro tempo devendo as únicas jogadas de ataque que o time protagonizou: um cruzamento da linha de fundo em jogada individual que o goleiro defendeu, o único chute a gol, também defendido pelo goleiro e dois lançamentos perfeitos, um para Bruno Mezenga e outro para Willians, desperdiçados bisonhamente. E Andrade ainda teve a cara de pau de dizer que esse fato lamentável não teve nada a ver com o não retorno do sérvio para o segundo tempo. A substituição foi simples e puramente técnica. Quem quiser que engula.
Alguns leitores que comentam aqui no blog ou outros com quem discuto acaloradamente nos finais de semana ludopédicos, acham que eu enxergo teoria da conspiração em todos os episódios que envolvem Petkovic desde o início da temporada.
Mas não dá pra analisar o tratamento que tem sido dispensado ao “Craque do Hexa” pela diretoria do Flamengo, comissão técnica e por alguns colegas de elenco, de outra forma.
Estão testando a paciência de Petkovic ao limite. Porque Andrade não tem a hombridade de simplesmente abrir mão de sua presença no grupo de jogadores com quem pretende trabalhar nessa temporada e comunica essa decisão a sua diretoria? Respondo: porque não é do interesse de Marcos Braz e seus asseclas uma rescisão de contrato unilateral (dispensa sem justa causa), o que provocaria nova pendenga jurídica e trabalhista, em que Petkovic com certeza voltaria a sair vitorioso, como na que provocou o seu retorno a Gávea, negociado por Delair Drumbosky.
Se Andrade se der ao luxo de abrir mão do único craque – na acepção da palavra – em atividade no futebol brasileiro e conseguir levar um time com um meio de campo formado por Toró, Maldonado (o único que tem futebol para ser titular no Flamengo), Willians e Vinícius Pacheco, à conquista de algum título relevante, ele vai entrar para o rol dos gênios do futebol mundial.
Em tempo: O craque injustiçado não reagiu às agressões de Bruno “Marginal”. Isso só demonstra a distância abissal de caráter que existe entre Petkovic e grande parte dos seus colegas de Flamengo.
Ah! E a presidenta agora só tem tempo para se preocupar com “bolinhas”. Pelo menos ela encontrou uma maneira de mudar o foco dos problemas gravíssimos de relacionamento e até casos de polícia que vem ocorrendo no elenco do Flamengo, desde do advento do malfadado “Império das Regalias Amorosas”.
Por tulio
15 abril, 2010 as 14:29
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Uol Esportes
“A briga só começou”. Com essas palavras a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, resumiu o sentimento que domina a Gávea em relação ao fato de a Taça das Bolinhas ter ido para o São Paulo e o título de 1987 ter sido legitimado para o Sport. Em coletiva convocada no fim da manhã desta quinta-feira na sede do clube, a ex-nadadora se mostrou contrariada com a decisão da CBF e prometeu lutar até o fim pelo reconhecimento do Campeonato Brasileiro de 1987.
DO BLOG: Ô Patrícia Amorim! Me perdoe “minha bichinha”! Mas você devia era “declarar guerra” a esse time ridículo do Flamengo que só faz papelão na Libertadores desde que voltou a disputá-la de uns tempos pra cá e às escalações e substituições estapafúrdias de Andrade. Eu quero lá saber de bolinhas, quadradinhas, retangularzinhas, losanguinhas, coisa nenhuma! Eu sou hexa brasileiro e pronto.
Vá cuidar do seu time e dos chifres de Adriano.
Por tulio
15 abril, 2010 as 13:07
Categoria Indefinida
Sem comentários!
Por tulio
9 abril, 2010 as 11:28
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Adriano não está jogando porque está com dor nas costas. Isso é lá doença de jogador! O cara ganha 600 mil por mês e fica de fora de jogos decisivos por causa de uma dorzinha nas costas?!
Coloca uns dez Emplastro Sabiá (esse é um clássico) nas costas e vai pro jogo, idiota!
O que será que provocou essa lombalgia em Adriano? Será que ele tentou ressuscitar a malfada “Dancinha da Boquinha da Garrafa” em uma de suas farras funkeiras?
Por tulio
Próximos Posts
Posts antigos