TRECHO DA ENTREVISTA DO EGOCÊNTRICO EX-TREINADOR “VANDEMBURGO LUXERLEY” NO UOL

13 abril, 2011 as 13:57 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

A entrevista dividida em dois dias (ontem e hoje) não passa de um apanhado de auto-elogios, frases feitas e projetos que já sabemos, não vão dar em nada. Destaquei esse trecho:

Como é a sua relação com os jogadores afastados do Flamengo (Pet e Correa)?

Luxemburgo – “Não tenho contato com eles. Fico abismado com algumas coisas. Por exemplo, as pessoas dizem que o Flamengo tem que fazer uma homenagem para o Petkovic. Dizem que ele está aqui e faltamos com respeito. Isso não existe em nenhuma empresa. O Pet é uma pessoa maravilhosa. Me dou bem com ele. Trabalhamos juntos no Santos, no Flamengo, mas alguma coisa precisava ser feita. Tinha que fazer uma atuação profissional. Não fiz contra o Pet ou contra o Correa, fiz como gestor do Flamengo. Se está certo ou errado as pessoas podem analisar com o tempo. Me cobram coisas, homenagens… O Zico conquistou campeonatos brasileiros e foi homenageado algumas vezes. O Pet também vai ser homenageado muitas vezes, mas não tem que ser agora, ou arrumar outro cargo para ele. Vai ser no tempo que tiver de ser. O Pet é um jogador que está marcado no clube. Por acaso funciona assim nas empresas quando o cara é afastado ou muda de setor? É claro que não. Mas quando sou eu que faço junto com a diretoria as pessoas me tacam pedras”.

COMENTÁRIO IRADO DO BLOG:

Esse sujeito é realmente um imbecil. Como é que a Diretoria do Flamengo admite que um suposto treinador se dê ao direito de não manter qualquer contato com jogadores que constam na folha salarial do clube? Ele tá assumindo o prejuízo ou o Flamengo tá nadando em dinheiro?

Destaque para as frases:

1 – “Tinha que fazer uma atuação profissional. Não fiz contra o Pet ou contra o Correa, fiz como gestor do Flamengo”? Será que foi um deslize ou ele realmente se sente o dono do Flamengo? Dona Patrícia não tá vendo uma coisa dessas?

2-  “O Pet também vai ser homenageado muitas vezes, mas não tem que ser agora, ou arrumar outro cargo para ele. Vai ser no tempo que tiver de ser. O Pet é um jogador que está marcado no clube”. Quando diz “mas não tem que ser agora”, ele quis dizer: “nunca enquanto eu estiver no Flamengo”. Como já escrevi aqui no blog, esse energúmeno é um invejoso e mau caráter. Detesta os ídolos que brilham mais do que ele, um sujeitinho obscuro e sem qualquer carisma junto a qualquer torcida de qualquer clube no Brasil.

Abra o olho enquanto é tempo presidenta! Ao invés de um CT de primeiro mundo, o “profexô” não vai deixar pedra sobre pedra quando sair da Gávea.

E Zico, pelo amor de Deus não se meta com gente dessa laia. Você sabe o que teve que enfrentar na sua curta passagem pelo Flamengo.

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A INVEJA MATA

8 abril, 2011 as 13:06 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Ainda anestesiada com a visibilidade e o prestígio que lhe trouxe a contratação de Ronaldinho Gaúcho, a presidenta Patrícia Amorim faz vistas grossas às atrocidades que o imbecil e egocêntrico ex-treinador de futebol, Vandemburgo Luxerley, vem cometendo contra o maior ídolo da Nação Rubronegra pós geração Zico e Cia.

Petkovic continua treinando em separado ao lado de Correia. Esse é outro que não dá pra entender porque foi desprezado pela “besta quadrada”. Melhor do que Fernando, com certeza ele é.

Em relação à Petkovic, só encontro uma explicação: inveja. A “Nação Rubronegra” ama o Pet incondicionalmente. Isso deve custar muitas noites de insônia a esse sujeitinho prepotente e arrogante. Ele que nunca foi ídolo de ninguém como jogador (medíocre aos extremos) e muito menos como treinador, mesmo nas equipes onde ganhou alguma coisa.

A torcida do Palmeiras (onde conquistou os maiores títulos de sua carreira) o detesta. A do Santos joga moedinhas em sua direção sempre que ele pisa na Vila Belmiro. A do quase rebaixado (por sua causa) Atlético Mineiro, prefere ver o cão na sua frente.

É um crime lesa patrimônio abrir mão da experiência de um craque como Petkovic, em um elenco com pouquíssimas opções de criatividade no meio de campo. O “jumento” o mantém longe do grupo principal de jogadores, porque sabe que ele vai começar a fazer ótimos coletivos e “cavar” uma vaga nem que seja no banco de reservas.

Aí teria início o seu pesadelo. Na primeira seqüência de passes errados (é só o que a gente vê nesse time do Flamengo), a torcida começaria a gritar o nome do craque. Isso já acontece em menor escala com Diego Maurício e deixa o “profexô” a beira de um ataque de nervos. Imagine com o Pet!

Mas tome cuidado, seu energúmeno: a inveja mata!

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POR ONDE ANDARÁ PETKOVIC?

4 fevereiro, 2011 as 17:11 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional+ Opiniões

A diretoria rubronegra se recusa a prestar todas as homenagens que o maior camisa dez do Flamengo depois de Zico merece.

Torço muito para que Ronaldinho Gaúcho acerte no Flamengo. Apesar das controvérsias em relação a sua contratação, sou “Mengão até morrer”. Mas duvido que ele consiga fazer pelo Flamengo o que Petkovic fez ou que consiga ocupar o seu lugar no coração da “Nação Rubronegra”.

O acerto com Petkovic no início do ano passado (ainda com Zico no comando do futebol) era de um contrato até o final de 2011, quando ele se aposentaria e o Flamengo faria a festa que ele mais do ninguém merece.

Depois de um ano horroroso, de um quase rebaixamento, de uma temporada em que nenhum jogador do elenco conseguiu se destacar (a não ser negativamente) chega um imbecil, trambiqueiro, envolvido com falcatruas em todos os níveis e decreta que o responsável pelo título mais importante do Flamengo no século 21 está acabado para o futebol e não serve mais para o clube cuja torcida o idolatra e com toda razão.

“Vandemburgo Luxerley” não teve nem a hombridade de conversar com o jogador pessoalmente. Descartou Petkovic pela imprensa enquanto ele ainda estava de férias no seu país natal. Tremenda sacanagem, bem característica da personalidade desse prepotente e arrogante ex-treinador de futebol.

A presidenta Patrícia Amorim deslumbrada com a visibilidade que as contratações de Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho lhe trouxe, depois de um ano de pesadelos e sobressaltos, faz de conta que não tá acontecendo nada. Mas o Pet tem contrato até o final do ano e o Flamengo ainda lhe deve parcelas do acordo feito referente a dívida que vem desde a sua primeira passagem pela Gávea. Que ele não dispense um centavo do que o Flamengo lhe deve.

Andei lendo por esses dias que a diretoria pretendia “nomeá-lo” Embaixador do Flamengo. Que idéia de jerico! Embaixador do Flamengo aonde? Na ONU, na OEA, na UNESCO, no Iraque, no Egito, no Complexo do Alemão? Bote o craque pra jogar, porque futebol ele ainda tem e muito. Se não dá pra ser titular, Petkovic ainda pode ser útil numa hora em que os medalhões estiverem sem condições de atuar.

Respondendo a pergunta do título, ontem eu vi o Pet fazendo uma participação na novela global “Enjoado Coração”. Será que já faz parte do seu trabalho de Embaixador?

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O QUE ME IRRITA E MUITO NO FUTEBOL (Além de Willians, é lógico)

12 novembro, 2010 as 11:40 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Dirigente, treinador e jogador prometendo ou garantindo alguma coisa.

O ex-presidente do América (que já abandonou a “barca”) José Maria Figueiredo, GARANTIU, que o América não seria rebaixado, aí por volta da 25º rodada da Série B. De lá pra cá o América não conseguiu nem deixar a lanterna e está rebaixado faltando três rodadas.

Sou fã incondicional de Petkovic e tenho plena convicção, de que o Flamengo sairá dessa pasmaceira que tem sido os últimos jogos a partir da sua volta ao meio campo rubronegro. Renato realmente não dá!

Mas vamos com calma, né Pet. Prometer e garantir que o Flamengo não será rebaixado, não faz parte de suas atribuições (“Sabedor da dificuldade no Brasileiro, Pet garante: ‘O Flamengo vai escapar’ – UOL Esportes”). Com essa “barangada” que você vai ter que carregar nas costas, não dá pra prometer muita coisa não.

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SERÁ QUE AGORA VAI?

8 outubro, 2010 as 11:52 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Quem me acompanha aqui nesse espaço, sabe da minha ojeriza ao novo treinador do Flamengo. Nem tanto pela sua capacidade como técnico, mas pela sua arrogância, prepotência, falta de humildade, enfim, como a gente diz lá em Mossoró, “bosteiragem”!

Essa sua história de projeto a longo prazo, de ser o “manager” dos clubes por onde passa, de só andar com uma comissão técnica milionária a tiracolo e de ter participação em passes de jogadores dos quais pede a contratação, me leva aos píncaros da irritação.

Nunca quis ele de volta ao Flamengo.

Mas acima de tudo, eu sou Flamengo. E na atual situação em que se encontra o maior time do mundo, era necessário um choque de ordem. Não dava mais para aturar aprendizes de treinador que vinham colocando o Flamengo numa rota quase irreversível rumo ao rebaixamento.

Não me empolga nenhum pouco esse seu projeto de dois anos para o Flamengo (seu contrato vai até dezembro de 2012), até porque se surgir qualquer proposta financeira melhor ele vai embora sem nenhum pudor. Isso já aconteceu inúmeras vezes.

Eu só me empolgo é com a possibilidade do torcedor rubronegro ter um final de ano mais tranqüilo, podendo ainda saborear o hexa fantástico do ano passado sem qualquer atropelo.

E pelo jogo de ontem, acho que essa possibilidade tornou-se bastante viável. Acredito que até o final desse mês, nós vamos poder respirar aliviados.

Não que o Flamengo tenha feito uma partida espetacular. O número de passes errados continua assustador e a falta de ofensividade do ataque continua deixando o torcedor a beira de um ataque de nervos. Mas ontem, depois de muito tempo, o Flamengo teve um treinador à beira do campo e não faltou vontade aos jogadores. Se não vai na categoria, vai na marra, na raça.

Eu vou me permitir escrever pela primeira vez, o seu nome correto. Vanderlei (ainda o original, com i) conseguiu colocar alguma ordem naquela bagunça que era o Flamengo de Silas. O simples fato de fixar Wiilians como volante, já foi uma ótima inovação tática. Se prendeu mais os laterais Léo Moura e Juan, praticamente eliminando a principal jogada de ataque do Flamengo nos últimos cinco anos, conseguiu deixar a defesa menos vulnerável e deu mais liberdade aos jogadores de meio de campo para chegar ao ataque. Laterais no ataque, só na boa. Nesse esquema, Petkovic tem tudo pra voltar a jogar o seu belo futebol do ano passado. Ontem ele já foi mais efetivo do que quando entrava com o time quase sempre perdendo e tendo que resolver tudo sozinho.

E, enfim, o milagre! Val Baiano entrou no lugar do inoperante Deivid e fez um gol. Aleluia!

Diego “Drogba” Maurício fez um golaço e fechou a “goleada” histórica em cima do perigosíssimo Atlético Goianiense. Será que finalmente o Flamengo encontrou a sua dupla de ataque ideal?

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SE O FLAMENGO PERDER HOJE, SERÁ REBAIXADO

7 outubro, 2010 as 09:45 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

O Flamengo que estréia hoje o seu terceiro treinador no Brasileirão, não tem nada de diferente do time dos dois anteriores.

Entra treinador, sai treinador, entra Zico, sai Zico, e não se muda nada. Isso porque, não tem o que se mudar.

O goleiro pode ser qualquer um. Marcelo Lomba não é nenhuma maravilha, mas o Flamengo já teve piores e sempre conseguiu ser campeão de alguma coisa.

Os laterais Léo Moura e Juan vão se aposentar em suas posições porque a diretoria e as comissões técnicas que passaram pela Gávea nos últimos cinco anos, nunca se preocuparam em contratar reservas à altura. Vide os últimos: Everton Silva e … bléééééérrgh! Rodrigo Alvim. A zaga de 75 anos – Jean e Angelim – passa o jogo todo correndo atrás dos atacantes adversários e perde todas pelo alto. Os reservas imediatos, os quase “adolescentes”, Welliton e David são dois “destrambelhados”.

O meio de campo é mais manjado do que rapadura em feira do interior. Willians é “imexível”. Daqui a pouco “Vandeco” vai descobrir que Toró é o cara. Kleberson nem cheira nem fede. Renato só vai pegar pique lá pro Brasileirão de 2014. Petkovic, o único craque (na acepção da palavra) do time e que consegue acertar um passe de mais de metro, já é um “trêsoitão” e não consegue se firmar como titular desde o ano passado, quando brilhou com intensidade na conquista do Hexa. E não é possível que Maldonado não vire titular agora que voltou a trabalhar com o “sogrão”.

O ataque, eternamente órfão do malfadado “Império do Amor”, não se acerta nunca. O glorioso Val Baiano vai sair do Flamengo sem fazer nenhum gol. A aposta de Zico em Leandro “Aposentado” foi completamente equivocada e a dupla D2 também não consegue desencantar. Esse Diogo é um Vinícius Pacheco melhorado (porque não existe ninguém pior do que Vinícius Pacheco). Cisca muito e produz pouco. E Deivid, só amarrando na trave pra que não fique o tempo todo “fugindo” da área.

Eu li por aí que a diretoria do Flamengo tem um projeto para transformar Diego Maurício em um novo Adriano e conta com a experiência do novo treinador para concretizá-lo. Tá ruim hein!?

Enfim, esse é o triste retrato dessa temporada desastrosa do Flamengo no pós-hexa. Um ano perdido. Só resta agora evitar um desastre de proporções tsunâmicas que seria o rebaixamento. Se perder hoje para o Atlético Goianiense, esse desastre se configura de forma quase irreversível.

Mas como “Vandemburgo”, desde a sua passagem ridícula no Atlético Mineiro, já dizia que sonha treinar um time de segunda divisão…

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NADA É TÃO RUIM QUE NÃO POSSA PIORAR

9 setembro, 2010 as 11:28 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Parece incrível, mas é verdade.

Silas conseguiu fazer o Flamengo ficar pior do que no período de Rogério Lourenço.

Muita gente se enganou com aquele empate contra o Santos. Alguns comentaristas viram uma “evolução” na equipe. Eu não vi – mas também não sou comentarista – porcaria de “evolução” nenhuma.

O Flamengo continuou criando muito pouco e não perdeu porque Marcelo Lomba salvou.

A derrota de ontem para o São Paulo foi patética. O São Paulo só não goleou porque tirou o pé do freio no segundo tempo.

O que esperar de um meio de campo com Toró, Correia, Willians e Renato “morto dentro das calças” como jogador de criação? Pra completar a merda (me perdoem a expressão, mas é que eu tô puto, ops, me perdoem de novo) Silas ainda fez aquela substituição estapafúrdia colocando o inoperante e irritante Vinícius Pacheco no lugar de Correia, logo aos vinte minutos do primeiro tempo. O que já era ruim ficou pior.

Vou confessar uma coisa: só vi o jogo até a expulsão imbecil de Diogo. Isso é que dá essa história de atacante voltar para marcar. Fez três faltas seguidas, tomou o amarelo e numa simulação idiota de pênalti foi expulso. Em seguida o Flamengo tomou o segundo gol.

Quando acontece uma troca de treinador, o torcedor sempre espera alguma mudança radical no comportamento da equipe. Alguma inovação tática. Uma nova maneira de jogar.

Aí chega Silas e como maior novidade, promove a volta de Toró. É o retorno da dupla de “destrambelhados” Toró e Willians.

O Flamengo contrata dois atacantes para resolver o problema da falta de gols e a bola não chega até eles nem que a vaca tussa. Quem é que aparece no ataque? Willians, com seus passes e cruzamentos ridículos.

E que me perdoem os seus detratores, mas tenho que voltar a bater nessa tecla: Petkovic se arrastando em campo é melhor que qualquer outro meia que entre no seu lugar.

Essa história de Silas, de querer “preservar” (perguntem ao Pet se ele tá satisfeito com essa idiotice?) o único craque na acepção da palavra dentro do elenco rubronegro, é uma balela sem tamanho. O que ele quer mesmo é montar um ferrolho desgraçado, com quatro jogadores de marcação no meio de campo. Bem típico de treinador que já assume uma equipe pensando em preservar o emprego. Não acredito que ele insista nessa bobagem daqui pra frente.  A não ser que já tenha se arrependido de encarar a “boca quente” que é treinar o maior time do mundo.

Final de semana darei um tempo pro Flamengo. O jogo contra o Vitória vai ser no sábado às 18:30 hs. Nesse dia e hora, vou estar fazendo algo bem mais agradável: comemorando o aniversário de minha esposa, tomando uma cerveja bem geladinha ao lado dos amigos e familiares. Não pretendo me irritar com Toró, Willians, Renato, Juan, Vinicius Pacheco e Cia.

PS: E Maldonado?

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UM TIME DESARVORADO

3 setembro, 2010 as 10:50 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Na estréia contra o Cruzeiro, Silas já percebeu que não vai ter vida fácil no Flamengo. E mostrou que apesar do já batido discurso de quem chega pra assumir um time em crise, com frases do tipo: “o elenco é muito bom”, “com esse elenco podemos brigar pelo título”, “são jogadores de alto nível”, ele o conhece muito pouco. O que ele pretendia com aquela substituição de Val Baiano por Fernando? Um “embasbacado” Júnior (o torcedor/comentarista da Globo) imaginou que ele pretendia avançar Petkovic ou Renato para o ataque. Com os dois já se arrastando em campo àquela altura do jogo?! O pior é que Fernando entrou realmente para jogar de centroavante. E ficou lá, na área do Cruzeiro, atrapalhando quem tentava fazer alguma coisa de útil. No final ainda errou uma cabeçada que poderia ter sido o gol de empate.

Tudo bem que “qualquer coisa” que entrar no lugar de Val Baiano terá mais utilidade. Mas ele tinha gente do ramo no banco de reservas, ainda que não fosse nenhuma maravilha.

O Flamengo é o time mais óbvio do Campeonato Brasileiro. Qualquer adversário, por pior que seja, consegue anular o seu meio de campo e ataque, ainda mais quando não se tem um ataque que mereça o mínimo de respeito. Há cinco anos que as principais jogadas ofensivas do Flamengo são protagonizadas pelos laterais Léo Moura e Juan, que já não apresentam a mesma eficiência de outrora. Cuca, que já treinou o Flamengo e conhece muito bem os dois e que é um “tapado” de marca maior, não precisou nem gastar seus poucos neurônios para conseguir anulá-los: abriu Thiago Ribeiro de um lado e Montillo do outro. Cada subida ao ataque dos seus laterais era um “Deus nos acuda” na defesa rubro-negra. Mas desse time do Flamengo, uma coisa que é sempre cobrada pela torcida nos momentos de baixa, não pode ser cobrada agora: raça, falta de empenho. O que falta realmente é qualidade técnica e esquema tático eficiente. Os jogadores correm feito uns desesperados durante as partidas (nunca na direção correta) e sempre chegam ao seu final com um “palmo de língua de fora”. Correm em excesso e produzem em escassez.

Na conquista histórica do ano passado, Andrade conseguiu tirar um pouco da responsabilidade de Léo Moura e Juan de serem atacantes, porque contou com a segurança de Airton e Maldonado à frente da zaga, Willians menos destrambelhado e Petkovic numa fase esplendorosa. As jogadas fluíam naturalmente por todos os lados do ataque. No início do ano, ao perder Airton vendido, Maldonado machucado e entrar numa onda de “picuinhas” com o Pet, ele perdeu o seu meio de campo e nunca mais se aprumou. No Campeonato Carioca foi aquela inconstância que vocês viram. Vinícius Pacheco chegou a ser o “cara” (virou o “cupido” do malfadado “Império do Amor”). Botou Petkovic no banco pra se ter uma idéia. Quem andou salvando – mas não o suficiente para conquistar o inédito tetra carioca que parecia “favas contadas” depois da conquista do hexa brasileiro – foi a dupla “bad boy” Vágner Love e Adriano.

Andrade caiu, Rogério Lourenço assumiu, pagamos mais um mico na Libertadores, Vágner Love e Adriano se escafederam e voltamos a estaca zero. E começamos o Brasileirão 2010 ainda na estaca zero. Os reforços foram chegando a conta gotas e sem empolgar ninguém. As tentativas – ou supostas tentativas – é que deixavam o torcedor empolgado (Montillo, Zé Roberto, Maicossuel, Jobson, Emerson “Sheik”, Ronaldinho Gaúcho – pasmem!, etc, etc), mas nenhuma se confirmou. Tivemos que nos contentar com Correia, com o “Trem” Baiano e com ex-aposentado do INSS Leandro Amaral.

No apagar das luzes, chegaram Renato Abreu (em péssima forma física) e a dupla de atacantes Diogo (que já se machucou) e Deivid, em quem estão depositadas todas as esperanças de uma recuperação rubro-negra no Campeonato Brasileiro.

Um turno já se foi e o time que saiu para o recesso da Copa do Mundo em quinto lugar na classificação, só faz despencar e já começa a rondar a zona de rebaixamento.

Uma recuperação épica com a do ano passado é muito pouco provável. Mas daí a brigar para não cair, já seria demais.

PS: Pra que tanto esforço para renovar com Maldonado se ele não vai nem no banco?

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O QUE ESPERAR DESSE FLAMENGO DE SILAS CONTRA O CRUZEIRO?

1 setembro, 2010 as 10:06 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Pelo lado prático, “nadica de nada”!

O time é praticamente o mesmo que pagou aquele mico contra o Guarani. Diogo que estreou muito bem contra o Atlético-MG se machucou logo no início daquele vexame em Campinas e está fora. Deivid só estréia no domingo contra o Santos.

Portanto vamos ter que continuar sofrendo com o “Trem” Baiano e com a provável volta de Leandro Amaral. Aliás, quem vai jogar na frente é o que menos interessa. Quem entrar, com certeza vai passar mais um jogo em branco.

Quadro finalizado para mais uma vitória cruzeirense. Nem me lembro da última vez em que o Flamengo ganhou do Cruzeiro

Mas aí, vamos ao emocional.

O MAIS QUERIDO DO MUNDO, nunca foi de se entregar de véspera, mesmo nos piores momentos de crise.

Se Silas pretende ter vida longa à frente do Flamengo, vai ter que encontrar uma maneira de fazer esse time jogar e de motivar seus jogadores para essa partida mesmo com apenas um ou dois dias de trabalho. Se tomar um “sapeca” e vier com a desculpa de que precisa de tempo para arrumar a casa, já vai começar a ser detonado aqui no blog.

Contra tudo e contra todos e principalmente contra o explícito favoritismo do Cruzeiro, a mística do “Manto Sagrado Rubronegro” vai prevalecer e nós vamos prá cima dos “home”. Mengão 2 a 1 com gols de Pet e Renato.

E tem mais. O mando de campo é do Cruzeiro, mas é o Flamengo que vai jogar em casa. Uberlândia é 100% vermelho e preto. Portanto a desculpa de jogar fora de casa já está descartada. Entendeu “Seu” Silas?!

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TÁ DIFÍCIL!

16 agosto, 2010 as 11:03 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Tá difícil assistir jogo do Flamengo com esse ataque de risos. Quando será que Val Baiano vai fazer o seu primeiro gol com a camisa do Flamengo? Está lançado o desafio e eu já dou o meu palpite: não nesse Brasileirão. E esperar o quê do ex-aposentado Leandro Amaral? Me desculpem pela franqueza ou pela falta de solidariedade, mas eu achei ele com um aspecto ainda meio doentio.

Só pode ser muito desespero da diretoria rubro-negra (e friso muito constrangido, de Zico) e do aprendiz de treinador Rogério Lourenço com a falta de gols, apostar num jogador nessas condições.

Não vou mais falar sobre quem vem, quem não vem ou quem deixou de vir. Todo dia surge um nome novo na imprensa.

Concordo que o Flamengo tinha que vencer o Ceará de qualquer jeito, sob pena de mudar de página na tabela de classificação do campeonato. E foi de “qualquer jeito” mesmo. Um pênalti “cavado” por um volante, embora realmente tenha acontecido.

Mas daí a Rogério Lourenço sair comemorando a volta da tranqüilidade à Gávea, existe uma diferença enorme. O Flamengo teve uma atuação melancólica sob todos os aspectos e por pouco não sai do Maracanã com outro 1 a 1.

Pra esse time ficar tranqüilo e conseguir tranqüilizar a Nação Rubronegra, falta muita, mas muita coisa mesmo.

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