22 julho, 2010 as 11:17
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ SERIE D
Semana complicada. Aliás, semanas complicadas. Viagens a Mossoró, trabalheira desgraçada e o blog meio que abandonado.
O Potiguar perdeu na estréia na Série D, mas vai se recuperar. O Flamengo tá jogando pro gasto, mas poderia ter vencido o Avaí ontem se não tivesse recuado tanto no segundo tempo. O Pet tá levando o time nas costas e esse Correia vai dar certo no meio de campo. Quem vai sair para a entrada de Renato Abreu? Ah! Val Baiano é lá reforço!!! O cara já chega com cinquenta quilos acima do peso! E ainda reclamavam de Obina.
O Brasileirão tá muito nivelado. Basta ver que o lanterna Atlético Goianiense deu um baile no Corinthians que era líder invicto até então por puro acaso e pela ajuda das arbitragens. Ontem até que o juizão quis dar uma força inventando um pênalti que levaria ao empate quando o jogo estava 2 a 1 para o Atlético. Justiça feita, Chicão perdeu o segundo pênalti seguido.
É isso aí, meus caros. As coisas aos poucos estão voltando ao normal. Meu sogro, Antonio “Carnaúba”, vem melhorando gradativamente e deve ter alta hospitalar por esses dias.
Tudo nos conformes e a partir da próxima semana o nosso blog volta com comentários diários e fresquinhos.
Não me deixem só!
Por tulio
22 março, 2010 as 14:40
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
O Flamengo mais uma vez não jogou absolutamente nada. Sair comemorado empate com o Botafogo com um gol no último segundo do jogo é o cúmulo do ridículo.
Não vou mais questionar a escalação e as substituições de Andrade, evocando possíveis “Teorias da Conspiração” contra um ou outro jogador. Vou analisar pelo lado da notória “burrice” que se alojou no cérebro do treinador Campeão Brasileiro de 2009.
É escandalosamente visível a falta de criatividade no meio de campo desse Flamengo da temporada 2010. Sem querer entrar mais em polêmicas envolvendo a titularidade ou não de Petkovic – se a diretoria rubronegra quer se desfazer idiotamente de um dos responsáveis pelo hexa isso é problema dela – vou me concentrar somente no que aconteceu ontem no Engenhão.
Desfalcado de Léo Moura e Juan, o Flamengo perde uma de suas principais jogadas que é o avanço de seus laterais. Com os dois em campo, até que se justifica a presença de dois volantes tipicamente marcadores (Toró e Willians) para fazer a cobertura e um outro funcionando como armador (Kleberson), liberando um meia-atacante (Vinícius Pacheco ou Petkovic) para fazer companhia aos dois atacantes de ofício.
Os reservas que o treinador Andrade dispõe para as laterais são tétricos. Éverton Silva, todo mundo já conhece. É um “trem virado”. Completamente sem noção. Não consegue marcar na defesa e quando tenta o ataque é um “Deus nos acuda”. O outro que jogou ontem, Rodrigo Alvim, que foi contratado para fazer sombra a Juan, consegue ser pior do que o titular nos seus piores dias. Se depender da sua sombra, Juan pode dormir tranqüilo. Somália, um jogador apenas razoável (oriundo do América de Natal), jogou improvisado na lateral direita e passeou garbosamente entre um lado e outro da intermediária do Flamengo sem ser incomodado. Sorte rubronegra que ele se machucou e o Botafogo ficou sem a sua principal jogada de ataque.
No jogo de ontem, Andrade demonstrou todas as suas limitações em relação às suas alternativas táticas. Acho que nem as treina. Ele poderia tranquilamente fixar mais os laterais na marcação e liberar os meias para cair pelos lados do campo. E porque não escalar Vinícius Pacheco e Petkovic? Que “frescura” é essa de que os dois não podem jogar juntos? Mesmo quando já perdia o jogo por dois a um, ele insistiu na burocrática substituição: tirou Petkovic, único resquício de criatividade no meio de campo e colocou Vinícius Pacheco, que não fez nada nos trinta e cinco minutos que ficou em campo. Já escrevi aqui: tem que dá uma bola só pra esse rapaz. Substituição sem nenhum efeito, a exemplo da de Kleberson – que até tinha melhorado o passe em relação aos jogos anteriores – por Ramon (esse é outro “enrolador” que foi contratado a peso de ouro pra não fazer nada).
Vágner Love passou novamente em branco. Andou chutando algumas “catôtinhas” para o goleiro Jefersson e outras para fora e ia fazendo um golaço. Ficou no quase. Já Obina fez o seu golaço. O segundo na vitória do Atlético Mineiro em cima do Vila Nova por 3 a 1. Eu não tenho nenhum constrangimento em assumir: sou muito mais Obina do que Vágner Love.
E apesar das polêmicas envolvendo o seu nome (e as tais “pessoas ruins” ainda não foram identificadas), Adriano acabou salvando Andrade de sua segunda derrota para o Botafogo e pelo mesmo placar. Virar “freguês” do “Chorafogo” de Joel Santana é dose, né Andrade?!
Por tulio
1 março, 2010 as 10:01
Categoria Futebol Nacional+ Opiniões
Tem amigo meu que soltou foguetão comemorando a saída de Obina do Flamengo.
Eu nunca consegui ter raiva de Obina. Mesmo nos seus períodos de jejum com a camisa rubro-negra, quando perdia gols inacreditáveis. Obina ainda tem crédito junto “Nação Rubronegra”. Gol perdido por gol perdido, Vágner Love, o privilegiado, já extrapolou sua cota somente naquela semifinal contra o Botafogo.
Torço pelo baiano gente boa, onde ele estiver.
E nessa semana ele assombrou o meio futebolístico mundial ao marcar oito gols em dois jogos. Alguns dos cinco gols do meio de semana pela Copa do Brasil podem ser questionados. O time que o Atlético enfrentou, um tal de Juventus do Acre, simplesmente não existe. Mas cinco gols são cinco gols.
Já ontem, pelo Campeonato Mineiro, o jogo foi contra o Uberlândia fora de casa e foram três golaços. O primeiro então, aquele “chutaço” de fora da área, foi espetacular.
Ele tá de volta! E a torcida do galo já está cantando: “Obina é melhor que E´too!”.
Por tulio
15 janeiro, 2010 as 11:24
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Vágner “Love” finalmente se acertou com o Flamengo. Faço parte da grande parcela da torcida rubro-negra que não está assim tãããããõooooo entusiasmada com essa contratação.
A última passagem de Vágner “Love” pelo Palmeiras foi ridícula. Chegou a ser ofuscado por Obina em alguns momentos. Coincidentemente os dois voltam a se encontrar no Flamengo e devem formar dupla de ataque em alguns jogos, até Adriano se curar da “bolha assassina”.
Vamos ver no que vai dar. Eu, como entendo “bulhufas” de futebol, costumo queimar minha língua. Pra se ter uma idéia, eu apostei todas as minhas fichas em Dênis Marques e deu no que deu.
Por tulio
19 novembro, 2009 as 10:19
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzo, umas das maiores cabeças pensantes deste país (pesquisem na Wikipédia) perdeu a sua – cabeça – e o prumo depois daquela derrota para o Fluminense no Maracanã, quando Simon anulou um gol legítimo de Obina. Foi julgado pelo STJD pelas sandices que disparou depois desse jogo e pegou um gancho de nove meses.
Depois de empatar na sequência com Sport em casa (dessa vez com a ajuda da arbitragem), o jogo da redenção seria o de ontem contra o Grêmio no Olímpico.
O discurso da diretoria e de Murici Ramalho – apesar dos últimos tropeços que provocaram o fim da liderança e o risco de até ficar de fora da Libertadores – era de tranqüilidade. O esquentado treinador concedeu uma entrevista coletiva em que mais parecia um monge budista, pregando o clima de família que existia no elenco palmeirense e a volta da alegria de jogar futebol. Tudo muito bonito. Começou barrando a estrela Wagner “Love” que quase arranca as tranças de tanto ódio.
Foi só o Grêmio fazer 1 a 0 e o juiz apitar o fim do primeiro tempo, que o “pau cantou na casa de Noca”. Obina, o “Da Paz”, e o zagueiro prata da casa Maurício, perderam a cabeça, trocaram bofetões a torto e a direito, um acertou a cabeça do outro e não voltaram para o segundo tempo.
Com dois jogadores a mais o Grêmio ficou “frescando” no segundo tempo e só conseguiu fazer mais um gol.
Definitivamente o Palmeiras é um time sem “o cabeça” e sem cabeça. E também não chega mais “nas cabeça”.
Por tulio
11 novembro, 2009 as 13:23
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Série B
Faltam apenas quatro rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro e a escadinha no G4 (59, 58, 57 e 56 pontos), transformou essa edição 2009, na mais empolgante desde o advento dos pontos corridos. E os quatro ainda contam com o mesmo número de vitórias, primeiro critério de desempate.
Estaria tudo uma maravilha, com o torcedor talvez só podendo comemorar o título ou lamentar sua perda na última rodada, não fosse a esculhambação em que se transformou a arbitragem.
Todos os 20 participantes da Série A têm do que reclamar (e na Série B não é diferente). Quem cair, vai ser porque foi prejudicado pela arbitragem. Quem ficar em segundo, vai se lembrar daqueles pontinhos perdidos por erros de algum juiz tapado e que lhe tiraram o título. Quem ficar em quinto vai reclamar que só não vai pra Libertadores porque também foi garfado em algum jogo, e por aí vai.
O pior é que todo mundo tem razão. Uns mais e outro menos.
O São Paulo foi visivelmente favorecido nos jogos contra Barueri e Grêmio com dois pênaltis não marcados. Hoje, poderia ser o quarto ou quinto colocado. É líder isolado.
O Palmeiras, até os fins dos tempos, não vai esquecer do gol anulado de Obina.
O Botafogo se sente tão prejudicado, que pelas suas contas estaria hoje no G4, não fossem os erros absurdos de que foi vítima.
O Flamengo poderia estar completamente alijado da luta pelo título ou por uma vaga na Libertadores, se Bruno não tivesse defendido os quatro (ou três?) pênaltis inventados pelos juízes nessas últimas rodadas.
Enfim, cada qual com o seu cada qual.
E tem “neguim” cheio dos “diproma” prometendo “porrada”, caso se encontre com o desafeto na rua.
Esse negócio não vai acabar bem!
Por tulio
30 outubro, 2009 as 10:08
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Show de Obina ontem à noite, com direito a passe de calcanhar “a la Sócrates” para o único gol que não foi seu na goleada por 4 a 0 em cima do decadente Goiás.
O Palmeiras volta a liderança e agora mais relaxado. Muricy Ramalho, o único da turma da frente que não se contenta com pouco (pra ele esse negócio de vaga na Libertadores é “palhaçada”) vai ser campão brasileiro pela milésima vez.
Por tulio
8 julho, 2009 as 10:01
Categoria Brasileirão+ Estadual do RN+ Futebol Nacional+ Série B
O verde é a cor da moda.
Aqui em Natal, depois que a “mariposa deslumbrada” Micarla assumiu a prefeitura, só se vê verde no meio da rua. É gari, Guarda Municipal, canteiro, o escambau!
O Guarani, rebaixado no Paulistão 2009, faz uma campanha irrepreensível na Série B. Superior, até o momento, a do Corinthians no ano passado. É líder invicto com 26 pontos em 10 jogos e só uma catástrofe de dimensões tsunâmicas consegue evitar o seu retorno a Série A em 2010.
Depois que vestiu a camisa verde do Palmeiras, Obina voltou a fazer gols (alô Neto Falcão!), virou “xodó” da torcida palmeirense e vai brigar pela artilharia do Brasileirão.
Até o nosso simpático “periquito” ressurgiu das cinzas!
Pois é! O Alecrim depois de topar o desafio de encarar a Série D sem qualquer ajuda da CBF, montou uma seleção do Estadual RN 2009 e estreou com vitória fora de casa na competição. Um a zero em cima do Ferroviário no Presidente Vargas.
E o danado é que eu não sou fã dessa cor. Prefiro azul, embora seja alvirrubro (Potiguarzão do Coração) e rubro-negro (Mengão).
Por tulio
1 junho, 2009 as 13:25
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Tá bom demais! É assim que eu quero.
Obina voltando a marcar – um golaço diga-se de passagem – depois de longo e tenebroso inverno e o Palmeiras se estrepando. Por muito pouco, não tomou a virada depois de abrir dois a zero em cima do Grêmio Barueri.
Adriano artilheiro do Brasileirão e Obina vice!
Por tulio
29 maio, 2009 as 10:48
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
Se tem um time dos “meus abusos” é o tal do Palmeiras. Ainda mais treinado pelo imbecil do “Vandemburgo Luxerley”.
Mas não é que ontem eu me vi torcendo por um gol de Obina?
Os leitores flamenguistas desse blog podem pensar e escrever o “diabo”, mas eu não mudo de opinião em relação ao “negão boa praça”. Obina foi injustiçado no Flamengo e vai dar a volta por cima no Palmeiras.
Aos 26 minutos do primeiro tempo, a torcida palmeirense começou a pedir a sua entrada. “Luxerley” atendeu e daí em diante foi um completo frisson nas arquibancadas. A cada jogada do novo ídolo do Parque Antarctica, as arquibancadas só faltavam vir abaixo.
O Palmeiras não jogou nada, o empate em 1 a 1 contra o Nacional em casa complicou sua situação na Libertadores, mas Obina já começa a garantir o seu lugar no coração do torcedor alviverde.
Então vamos ficar assim. No jogo da volta no Uruguai, o Palmeiras perde por 3 a 2 com dois gols de Obina e é eliminado da Libertadores.
Por tulio
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