É O AMÔ Ô ÔÔÔÔ…
24 maio, 2011 as 12:08 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Que coisa linda! Isso não parece uma declaração de amor? Fernando Sihman, você abra o olho!
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24 maio, 2011 as 12:08 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Que coisa linda! Isso não parece uma declaração de amor? Fernando Sihman, você abra o olho!
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19 novembro, 2010 as 10:26 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Tudo nos leva a crer que uma vitória sobre o Guarani livra o Flamengo do rebaixamento. E isso é que me assusta. O Flamengo não vem jogando melhor do que o Guarani nas últimas rodadas. Aliás, em rodada nenhuma. Muito pelo contrário. De todos os times que brigam pra não cair, o Flamengo é o que tem apresentado o pior futebol. Até o já rebaixado Grêmio Prudente tem jogado melhor.
Apesar do tom meio relaxado com que tenho aventado a possibilidade de rebaixamento aqui no blog, não consigo imaginar um time do tamanho do Flamengo, hexa-campeão em 2009, jogando na Segunda Divisão em 2011. Mas a falta de responsabilidade, de estrutura, de planejamento , além de uma série interminável de apostas equivocadas, tanto em treinadores como em jogadores, um dia cobram o seu preço.
O Flamengo do ex-treinador “Vandemburgo Luxerley” chega à reta final de um Brasileirão que tinha tudo para ser tranqüilo, de briga por vaga na Libertadores, de risco zero de rebaixamento, completamente desarvorado, sem apresentar o mínimo resquício de um futebol digno de suas tradições. Nada diferente dos tempos de Rogério Lourenço ou Silas. Só que agora, qualquer vacilo pode ser fatal.
Que esse imbecil não invente de sair comemorando o não rebaixamento – caso isso aconteça – e de posar de herói e salvador da pátria. Mas é muito pouco provável que isso aconteça. O seu mega ego não lhe permite.
No mais é esperar pelo menos vergonha na cara para honrar o “Manto Sagrado”, desses jogadores que em sua maioria foram responsáveis pelo estado de euforia em que vivia a “Nação Rubronegra” a essa altura do ano passado.
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16 agosto, 2010 as 11:03 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Tá difícil assistir jogo do Flamengo com esse ataque de risos. Quando será que Val Baiano vai fazer o seu primeiro gol com a camisa do Flamengo? Está lançado o desafio e eu já dou o meu palpite: não nesse Brasileirão. E esperar o quê do ex-aposentado Leandro Amaral? Me desculpem pela franqueza ou pela falta de solidariedade, mas eu achei ele com um aspecto ainda meio doentio.
Só pode ser muito desespero da diretoria rubro-negra (e friso muito constrangido, de Zico) e do aprendiz de treinador Rogério Lourenço com a falta de gols, apostar num jogador nessas condições.
Não vou mais falar sobre quem vem, quem não vem ou quem deixou de vir. Todo dia surge um nome novo na imprensa.
Concordo que o Flamengo tinha que vencer o Ceará de qualquer jeito, sob pena de mudar de página na tabela de classificação do campeonato. E foi de “qualquer jeito” mesmo. Um pênalti “cavado” por um volante, embora realmente tenha acontecido.
Mas daí a Rogério Lourenço sair comemorando a volta da tranqüilidade à Gávea, existe uma diferença enorme. O Flamengo teve uma atuação melancólica sob todos os aspectos e por pouco não sai do Maracanã com outro 1 a 1.
Pra esse time ficar tranqüilo e conseguir tranqüilizar a Nação Rubronegra, falta muita, mas muita coisa mesmo.
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15 junho, 2010 as 11:11 Categoria Brasileirão+ Campeonato Italiano+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
1 – Havia prometido somente Copa do Mundo durante um mês. Mas eu não resisti.
Como me emociona esse amor de alguns jogadores por seus clubes do coração.
Emerson chegou ao Flamengo em 2009 jurando amor eterno e não dando a mínima para o dinheiro (“no Flamengo eu jogo até de graça”). Fez ótimas partidas, se transformou em ídolo da “Nação”, mas na primeira proposta mais vantajosa se “empirulitou” de volta ao futebol árabe, sem, é claro, deixar de prometer um breve retorno (“só volto ao Brasil se for para o Flamengo”). Ontem assinou com o Fluminense. Será que jurou amor eterno?
2- Adriano foi para Roma e como não poderia deixar de ser, levou uma namorada a tiracolo. Enjoou rápido e já despachou a “coitada” de volta para o Brasil. Por esses dias estará no Brasil e quem voltará com ele, quem?! Joana Machado. O amor é lindo
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31 maio, 2010 as 17:42 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Petkovic
De contrato renovado Petkovic fez a diferença no jogo contra o Grêmio no último sábado. Fez um golaço como só ele sabe fazer. Pena que Vágner Love continua perdendo gols incríveis, como só ele sabe perder. Por isso o empate chato em 1 a 1 e o Flamengo ainda patinando no meio da tabela de classificação.
Não que o Pet não viesse fazendo a sua parte nas partidas que realizou quando ainda existia o suspense sobre sua renovação. Muito pelo contrário. Sempre que entrou (na maioria das vezes substituindo o perna de pau metido a craque da vez) ele conseguiu render mais que o substituído. Agora com a cabeça voltada apenas para os gramados ele vai ter plenas condições de mais uma vez mostrar o belo e diferenciado futebol que o transformou no “Melhor Jogador do Brasileirão 2009”.
Atenção Rogério Lourenço ou quem venha para o seu lugar: devolva a camisa 10 ao seu legítimo dono!
Zico
A torcida do Flamengo comemorou como se fosse um título.
O maior ídolo da “Nação Rubronegra” em todos os tempos está de volta a Gávea, agora como Executivo de Futebol.
A euforia se justifica. Zico é sinônimo de seriedade em meio à bagunça em que o Flamengo está mergulhado há décadas.
Estou feliz, mas prefiro não embarcar nessa onda exagerada de otimismo que tomou conta dos rubronegros logo após o anúncio.
A torcida comemora, mas ao mesmo tempo quer resultados imediatos. Se Zico vier com um discurso de soluções a longo prazo (o que muito provavelmente vai acontecer) e não conseguir resolver os problemas de elenco que devem vir a tona com força total após a Copa do Mundo, essa mesma torcida que o idolatra vai esquecer de tudo que ele já fez pelo seu clube de coração e vai cobrar sem dó e piedade.
Eu não espero milagres (até porque não acredito). Espero trabalho honesto e sem rabo preso a nenhum grupo político dentro da fogueira das vaidades que é conselho diretivo do Flamengo.
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26 abril, 2010 as 16:52 Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Andrade era o único treinador do mundo, que tinha uma bandeira com o seu rosto estampado tremulando nos estádios em dias de jogos. A torcida do Flamengo sempre teve um certo pudor em vaiá-lo.
Não existe alegria maior para uma torcida, do que conquistar um título importante como um hexa Campeonato Brasileiro, tendo a frente da equipe um dos seus maiores ídolos.
E Andrade é o meu ídolo, ídolo de uma geração, ídolo de uma nação. O Flamengo jamais terá um volante com a qualidade de Andrade. Andrade era tão refinado, que no futebol que se pratica hoje em dia no Brasil e no mundo, ele deixaria de ser volante e passaria a atuar como meia de armação. Seria o camisa 10 – pelo menos na função – em qualquer equipe que jogasse. E com certeza daria conta do recado e muito bem.
Após deixar os gramados, nunca deixou de freqüentar a Gávea. Treinou todas as categorias das divisões de base e nos últimos dez anos foi auxiliar técnico de todos os treinadores que passaram pelo Flamengo sendo interino inúmeras vezes. Funcionário de carteira e de carreira exemplar, nunca teve o seu trabalho devidamente reconhecido.
Uma conjunção de fatores levou o Flamengo à inesperada e fantástica conquista do hexa brasileiro sob o seu comando.
Tudo deu certo naquela ocasião: as contratações de Álvaro e Maldonado e a fixação de Airton a frente da linha de zaga, atuando às vezes como terceiro zagueiro, arrumaram de vez a defesa do Flamengo, que a certa altura do Brasileirão chegou a ser a mais vazada do campeonato. No meio de campo, Petkovic, que veio a contragosto de tudo e de todos, se transformou no maestro da equipe e com atuações espetaculares em jogos fundamentais acabou se tornando um dos principais responsáveis pela conquista do título. Zé Roberto voltou a jogar seu bom futebol da época de Botafogo e Adriano no auge de sua motivação, fez gols decisivos e acabou como artilheiro do campeonato, embora já nas últimas rodadas tenha começado a se envolver com problemas extra-campo (a tal da bolha assassina) ficando fora de algumas partidas importantes.
Andrade sentiu que aquele era o momento de se valorizar e começar a conquistar sua independência financeira. Nada mais justo. A renovação do seu contrato foi aquela novela que todos já conhecem. As conversas com o vice de futebol Marcos Braz não foram nada amistosas. Enfim houve a renovação, mas com ela veio todo o desgaste de uma negociação conturbada.
Ele conseguiu o reconhecimento financeiro tão sonhado, mas ao mesmo tempo fechou os olhos para os problemas disciplinares que vinham desde 2009 e que o título conseguiu mascarar.
A partir do início da temporada, ele deveria ter imposto seus métodos de trabalho (se é que havia algum) e usado da sua autoridade de “comandante em chefe” da comissão técnica para acabar com os privilégios e desmandos que haviam se instalado na Gávea. No entanto, ao contrário, ele continuou colocando panos quentes em tudo de errado que acontecia no Departamento de Futebol rubronegro e ainda teve que agüentar a oficialização das regalias da dupla Adriano e Vágner Love, estabelecidas pelo diretor de futebol Marcos Braz.
As confusões extra campo, por mais que ele insistisse “que estava tudo bem”, “que tudo no Flamengo é supervalorizado”, “que o grupo está unido (mesmo após os tapas de Bruno em Petkovic)”, refletiram dentro de campo.
O nível técnico ridículo do Campeonato Carioca encobriu nos jogos contra os times “nanicos” o péssimo futebol que o Flamengo vinha – ou vem – jogando em 2010. A prova é tanta, que em duas decisões (uma semifinal e uma final de turno) contra o limitadíssimo Botafogo de Joel Santana, o Flamengo saiu derrotado. A classificação na “bacia das almas” na Libertadores também deixou evidente o baixo nível técnico da equipe de Andrade.
E ele insistia em afirmar nas entrevistas pós jogo que a equipe vinha jogando bem, embora os resultados nunca traduzissem isso. O Flamengo de Andrade era – e continua sendo – uma bagunça dentro e fora de campo.
Enfim, a era Andrade chega ao fim no Flamengo bem antes do que se esperava. Do que eu esperava. A sua falta de pulso na condução desse elenco cheio de estrelas, de “barangas” metidas a besta, de jogadores sem compromisso com o “Manto Sagrado”, levaram o ídolo rubronegro à demissão.
De resto, é esperar que a presidenta consiga colocar o Flamengo novamente nos eixos e o transforme num clube que volte a merecer o respeito e o carinho do torcedor.
De cara, ela deveria começar com a demissão sumária da “turma da batucada” no vestiário.
E boa sorte para Andrade aonde ele for.
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5 março, 2010 as 14:55 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Não gosto e não acho ético responder diretamente a comentários dos meus leitores. Procuro sempre colocar algo que se relacione em um novo comentário.
Mas não posso deixar de responder ao leitor Túlio Filho – que só conhece futebol a partir do maldito advento da “Era Dunga” – que lista o meio de campo do Flamengo nos anos 2007, 2008 e 2009, querendo estabelecer como padrão a utilização de três volantes.
O título mais importante que o Flamengo conquistou nesse período foi o Hexa em 2009. E por quê? Porque o Pet fazia a diferença.
Agora não existe justificativa para o meio de campo que Andrade escalou contra o Madureira em pleno Maracanã – Toró, Fernando, Willians e Fierro – deixando Petkovic no banco de reservas, para só entrar quando faltavam 10 minutos para o final do jogo.
Isso é “sacanagem” pura – não só com Petkovic, mas com toda a “Nação Rubronegra” – e nada me convence do contrário.
PS.: Ah! Eu tô aí sim para o Carioca e quero o Tetra inédito. Durante muito tempo esse foi o único título que nos deu alguma alegria.
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1 março, 2010 as 10:01 Categoria Futebol Nacional+ Opiniões
Tem amigo meu que soltou foguetão comemorando a saída de Obina do Flamengo.
Eu nunca consegui ter raiva de Obina. Mesmo nos seus períodos de jejum com a camisa rubro-negra, quando perdia gols inacreditáveis. Obina ainda tem crédito junto “Nação Rubronegra”. Gol perdido por gol perdido, Vágner Love, o privilegiado, já extrapolou sua cota somente naquela semifinal contra o Botafogo.
Torço pelo baiano gente boa, onde ele estiver.
E nessa semana ele assombrou o meio futebolístico mundial ao marcar oito gols em dois jogos. Alguns dos cinco gols do meio de semana pela Copa do Brasil podem ser questionados. O time que o Atlético enfrentou, um tal de Juventus do Acre, simplesmente não existe. Mas cinco gols são cinco gols.
Já ontem, pelo Campeonato Mineiro, o jogo foi contra o Uberlândia fora de casa e foram três golaços. O primeiro então, aquele “chutaço” de fora da área, foi espetacular.
Ele tá de volta! E a torcida do galo já está cantando: “Obina é melhor que E´too!”.
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26 fevereiro, 2010 as 11:45 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Diretor de Futebol Marcos Braz, o detesta e deseja vê-lo pelas costas o mais rápido possível.
A presidente Patrícia Amorim, o suporta e faz tudo para levar o seu contrato até o fim sem maiores atropelos.
O técnico Andrade está sempre em cima do muro e tenta colocar panos quentes em todas as situações constrangedoras que o envolvem e lhe caem nas mãos.
Os outros jogadores do elenco se dividem entre os mais novos (pratas da casa) que o idolatram porque vivenciaram as glórias que ele proporcionou ao seu clube do coração, os que compõem elenco (titulares ou reservas) que reconhecem a sua importância para a equipe e as estrelas cheias de privilégios que morrem de ciúmes de não receber da torcida o mesmo carinho que ele recebe.
Porque uma coisa é certa e é o que importa:
CEM POR CENTO DA “NAÇÃO RUBRONEGRA” ADORA PETKOVIC!
Por tulio 3 comentários
22 janeiro, 2010 as 14:28 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Não sou fã do futebol de Vagner Love, e isso eu já deixei claro aqui nesse espaço.
Mas não posso deixar de registrar a criatividade da torcida rubronegra ao batizar a nova dupla de ataque do Flamengo, que se não acontecer nenhum imprevisto daqui até lá, deve estrear amanhã contra o Bangu: “Império do Amor”. Sensacional.
Vai que dá certo? Afinal nesses tempos conturbados em que vivemos, quem sabe um “Império do Amor” não venha nos trazer um pouco de tranqüilidade?
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