13 outubro, 2009 as 13:37
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Ele se acha.
Rogério Ceni – que já deu declarações a favor da ditadura – avança quase até pequena área em todos os pênaltis contra o São Paulo, peita juiz a seu bel prazer (e a maioria aceita passivamente) e é “paparicado” por toda a imprensa esportiva brasileira (em especial a paulista).
Sábado no Maracanã apareceu um bandeirinha que não teve medo de sua arrogância e mandou voltar o pênalti cobrado por Petkovic*.
O “boçal” saltitou feito uma gazela reclamando e se o juiz quisesse finalmente dar um basta em sua imbecilidade, o teria expulsado da partida. O cartão amarelo foi pouco.
E pra completar toma frango em quase todos os jogos.
*Aguardem comentário especial sobre o melhor jogador do “Brasileirão”.
Por tulio
21 agosto, 2009 as 15:41
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões
A última vez que eu escrevi nesse blog sobre o Flamengo, ainda estava na minha campanha “Fora Cuca!”. Felizmente aquele deprimido e depressivo foi-se.
Não vou aqui entrar em discussão se o problema do Flamengo é de treinador, de jogador ou da picaretagem dos seus dirigentes. Imbecis e tapados metidos a treinador existem aos montes espalhados por esse “Brasilzão” continental. E Cuca está enquadrado nessa classe. Pode abandonar a carreira a qualquer momento que dinheiro já ganhou o suficiente enganando trouxas e um mísero titulo de Campeão Carioca já está de bom tamanho para sua burrice.
Quanto aos dirigentes rubro-negros, esses se perpetuam no poder sempre com o mesmo discurso de que o Flamengo é o maior do mundo, que o seu maior patrimônio é a torcida, que não precisa de estádio próprio porque o Maracanã é sua casa. Estão sempre tentando engrupir o torcedor com esse lenga-lenga inútil de glórias do passado. Alguns engolem e eles continuam enchendo os bolsos.
A verdade é que o Flamengo de hoje é um barco à deriva. Sem comando dentro e fora de campo. Os jogadores são os menos culpados nesse calvário rubro-negro. Nos últimos 17 anos temos vivido de brilharecos esporádicos (tipo uma Copa do Brasil, alguns Cariocas) que ganham dimensões desproporcionais, tamanha a força da “Nação Rubronegra”.
Se eu “baixava a lenha” em Cuca devido aos maus resultados, o mesmo já não faço em relação a Andrade. O maior volante a vestir a camisa rubro-negra em todos os tempos está lá na beira do gramado por amor ao clube que defendeu nos tempos áureos. É um simples e humilde funcionário e que já foi inclusive, espinafrado em pleno campo de treino por algumas das “estrelas decadentes” da Gávea. E é o único treinador do Brasil que tem uma bandeira com sua imagem tremulando nas arquibancadas.
Jogadores de nível técnico bastante questionável esnobam a camisa vermelha e preta. Preferem jogar em equipes menores que pagam menos, mas em dia, do que se arriscar a só receber salários do Flamengo nos tribunais da Justiça do Trabalho. Mas vez por outra aparece um maluco feito esse Emerson, que veio do Japão sem muitas expectativas, mas que se transformou na única coisa digna de se ver em jogos do Flamengo. Ontem saiu de campo em frangalhos, depois de correr por ele e o resto do time.
Falar sobre o espetáculo patético que aconteceu na derrota para o Cruzeiro é perda de tempo. Criticar aquele bando de meninos que corriam feito uns malucos dentro de campo seria uma injustiça. Falar que Bruno é o goleiro com o maior índice de “frangos” no Campeonato Brasileiro também não adianta. No dia em que ele for barrado, pode destruir o que ainda resta da Gávea num acesso de fúria.
O que nos resta agora é esperar que mais esse ano perdido acabe logo e que pelo menos não seja de forma trágica com um inédito rebaixamento.
Por tulio
21 julho, 2009 as 17:11
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Aqueles comentaristas da Sportv são uns verdadeiros idiotas. O único que escapa é Renato Maurício Prado.
Mas dessa vez eu vou ter que concordar com o comentarista (não sei nem qual é o nome) do jogo Botafogo 2, Flamengo 2. Os dois times erraram tanto que o jogo acabou ficando emocionante.
Mas no aspecto técnico, o Flamengo continua horripilante. É um desperdício você ter dois jogadores como Émerson e Adriano no ataque, com um meio de campo que não consegue trocar dois passes certos.
O Flamengo de Cuca só não perdeu, porque o Botafogo de Nei Franco ainda consegue ser pior. E o mais interessante foi assistir as entrevistas dos dois “chorões” depois do jogo reclamando das arbitragens.
E dos nove pontos que Cuca havia prometido ganhar no Maracanã, cinco já se foram. E quarta-feira ele fecha a conta com apenas “unzinho” conquistado.
Aguardem PALPITES ESPETACULARES que retorna ao blog amanhã.
Por tulio
1 junho, 2009 as 13:08
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Nem o mais otimista dos rubronegros, inclusive o próprio, poderia imaginar uma estréia como a de Adriano ontem no Maracanã em festa, com setenta e um mil espectadores.
O futebol do “Imperador” está alguns níveis acima do que se pratica no Brasil atualmente.
Gordo, pesado, sem mobilidade, sem preparo físico para agüentar noventa minutos?
Que nada! O “grandão” fez a diferença na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético Paranaense.
O Flamengo não fez uma partida brilhante. O “Furacão” desse ano, não passa de uma brisa e o time de Cuca não soube se aproveitar da fragilidade do adversário para aplicar uma sonora goleada.
Depois de fazer 2 a 0 logo a 1 minuto do segundo tempo, numa cabeçada bem ao estilo “Imperador”, o time começou com aquele toquinho de bola irritante e infrutífero (sem contar o número absurdo de passes errados) no meio de campo, sofreu o gol num pênalti inexistente, mas que o juiz só deu porque os homens do meio de campo e da zaga permitiram que o lateral atleticano fosse avançando com a bola até cair dentro da área e por pouco não complica um jogo fácil.
O primeiro efeito da presença de Adriano como referência dentro da área, foi a subida de produção de Léo Moura e Juan (fazia séculos que o “abusadinho” não fazia uma partida como a de ontem). Agora quando eles chegam à linha de fundo e olham para a área, vislumbram um jogador que sabe o que fazer com a bola quando ela chega.
Vida longa ao “Imperador”!
Por tulio
31 março, 2009 as 11:39
Categoria Futebol Internacional+ Informações+ Opiniões
Vejam só essa manchete: “Dunga admite que vitória em casa é uma obrigação”. Só avisaram a ele!
É por essas e outras que eu não consigo mais torcer pela Seleção Brasileira. E lá se vão 23 anos! Eu sou do tempo em que era obrigação de qualquer jogador que fosse convocado, qualquer que fosse o treinador, vencer dentro ou fora de casa, principalmente contra times sulamericanos.
Osvaldo Brandão foi demitido após o primeiro jogo para as eliminatórias da Copa de 1978, depois de empatar em 0 a 0 com a Colômbia em Bogotá. Um absurdo.
No jogo da volta, no Maracanã o Brasil enfiou 6 a 0 já sob o comando de Cláudio Coutinho.
Nessas eliminatórias, o Brasil de Dunga e Ricardo Teixeira, uma equipe sem nenhuma identificação com o torcedor brasileiro, também estreou na Colômbia. Resultado? 0 a 0 e que foi comemorado como se fosse vitória e com muitas belas desculpas: “Houve o nervosismo da estréia”, “a equipe está começando a se formar”, e por aí vai. E Dunga nem se mexeu.
Outras proezas de Dunga: empate contra o freguês de carteirinha de outros tempos, Peru em 1 a 1 em Lima; empate em 0 a 0 com a Bolívia (com um jogador a menos) em casa e outro 0 a 0 contra a Colômbia e em casa. O Brasil em onze jogos, só conseguiu quatro vitórias. Uma a mais do que Venezuela e Colômbia, o mesmo número do Uruguai, duas a menos que o Chile, uma a menos do que a Argentina e três a menos que o Paraguai.
E eu não falei do “vareio” de bola que tomou do Equador no último domingo.
Mas o grande número de Dunga e que está segurando-o no comando da seleção é esse: a defesa menos vazada com apenas cinco gols sofridos. A cara dele.
Eu já escrevi demais sobre essa seleção ridícula e corro o risco de deixar a impressão de um torcedor revoltado.
Muito pelo contrário. Esses números são apenas para mostrar a minha satisfação com os rumos do Brasil nessas eliminatórias. O risco de não se classificar para a Copa ou de ter que disputar uma repescagem existe, e isso me deixa eufórico.
Dá-lhe Peru e vida longa ao nosso brilhante treinador na seleção brasileira.
Por tulio
23 março, 2009 as 10:47
Categoria campeonato carioca+ Futebol Nacional
O Flamengo está um verdadeiro caos. Fora e dentro de campo.
Fora é o caos administrativo, com dívidas astronômicas promovidas pela gestão desastrosa de Márcio Braga, Kléber Leite e Cia.
Dentro é um time totalmente desorientado. Jogadores a beira de um ataque de nervos – vide a expulsão de Léo Moura na derrota por 2 a 0 no clássico contra o Vasco -, sem esquema tático, com atletas sem conseguir render metade do seu potencial e outros sem a mínima condição de vestir a camisa rubro-negra. Esse Willians – expulso aos 16 minutos do primeiro tempo – só pode ser uma brincadeira de mau gosto dos dirigentes do Flamengo. Quando a torcida ainda comemorava a saída do “trubufu” Jailton, nos aparece uma desgraça dessas.
A “ziquizira” que tomou conta de Cuca desde a eliminação do Botafogo na Copa Sulamericana há dois anos, parece não acabar nunca. Pense num cara pé frio!
O Flamengo não consegue render, não consegue empolgar o seu torcedor, é uma coisa triste de se ver. Ontem poderia ter saído do Maracanã com um balaio de gols nas costas. O Vasco, o nosso velho freguês, um time de segunda divisão, deitou e rolou em cima do atabalhoado time do treinador azarado e chorão.
Cuca já deu o que tinha que dar. O melhor que ele faz é dar um tempo nessa sua carreira de treinador.
Vai plantar batatas, Cuca!
Por tulio
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