CONTINUA EMPACADO

28 outubro, 2010 as 10:20 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

Trinta e nove pontos! Não passa dos quarenta nem a pau! E a imprensa fica exaltando a invecibilidade de “Vandemburgo” (fica assim por não ter tirado Willians logo no primeiro passe ridículo que ele errou. E foram 947 enquanto esteve em campo). Três empates e duas vitórias. Grande m….! O Flamengo não consegue um instante de sossego fora da zona de rebaixamento.

Ontem “Vandemburgo” quis dar uma de “êxperto” e inventou um esquema (furado) com três atacantes. Foi um desastre total. Léo Moura e Juan ficaram travados nas laterais e os 3D (Diego, Deivid e Diogo) não receberam uma “bolinha” sequer em condições de pelo menos tentar um drible. Esperar o quê? O armador desse esquema era simplesmente ele, o tapado do Willians. O maior ladrão de bolas do campeonato e também o jogador que mais erra passes. Simples assim e como eu já escrevi aqui: o típico bom ladrão. Rouba e devolve. Sem contar as bolas que ele recebe dos companheiros e entrega de mão beijada ao adversário mais próximo. Quer dizer: o número de passes errados é infinitamente superior ao de bolas roubadas. E é que o “profexô” está ministrando aulas de posicionamento e passes ao energúmeno e garante que ele vai chegar a seleção. Péssimo professor. Péssimo aluno. Zero no boletim.

E Renato só aparecia para cobrar faltas e escanteios. Muito mal por sinal.

Enfim, essa lambança não funcionou no primeiro tempo. O Corinthians, apenas com “Ronalducho” (seus “novecentos” quilos e sua cinta do Doctor Ray) na frente deixou a zaga rubronegra em polvorosa diversas vezes. Dois, três, quatro jogadores para marcar o “Bolão” e ele sempre levava vantagem.

Para sorte da “Nação”, o Flamengo conseguiu empatar logo no início do segundo tempo, numa jogada que nunca foi o seu ponto forte: escanteio, desvio no primeiro pau e a bola sobra livre para um atacante no meio da área. Diogo desencantou, mas também não jogou nada. De todos esses atacantes que ficam entrando e saindo sem nunca conseguir se firmar, o único que escapa é o prata da casa Diego Maurício.

Quem começa a ganhar espaço, é aquele “sunguelo” de cabelo pintado, Marquinhos. Pelo menos não tem nenhum pudor em mandar a bola para a área esteja onde estiver. Deu certo ontem e contra o Vasco. Mas é bom não apostar muito. Quando se empolga, se dana a fazer besteira.

A grande verdade é que a situação do Flamengo no campeonato vai continuar desconfortável até o fim do Brasileirão. Na próxima quarta (03/11) tem chumbo grosso em Fortaleza contra o Ceará. Pra mim, jogo mais difícil do que contra o Corinthians. De repente, até um empate pode servir. Afinal se o Flamengo empatar todos os seus jogos daqui pra frente consegue escapar do rebaixamento.

E finalmente sai da casa dos trinta e entra nos quarenta. E que esse 2010 acabe logo!

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SE O FLAMENGO PERDER HOJE, SERÁ REBAIXADO

7 outubro, 2010 as 09:45 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

O Flamengo que estréia hoje o seu terceiro treinador no Brasileirão, não tem nada de diferente do time dos dois anteriores.

Entra treinador, sai treinador, entra Zico, sai Zico, e não se muda nada. Isso porque, não tem o que se mudar.

O goleiro pode ser qualquer um. Marcelo Lomba não é nenhuma maravilha, mas o Flamengo já teve piores e sempre conseguiu ser campeão de alguma coisa.

Os laterais Léo Moura e Juan vão se aposentar em suas posições porque a diretoria e as comissões técnicas que passaram pela Gávea nos últimos cinco anos, nunca se preocuparam em contratar reservas à altura. Vide os últimos: Everton Silva e … bléééééérrgh! Rodrigo Alvim. A zaga de 75 anos – Jean e Angelim – passa o jogo todo correndo atrás dos atacantes adversários e perde todas pelo alto. Os reservas imediatos, os quase “adolescentes”, Welliton e David são dois “destrambelhados”.

O meio de campo é mais manjado do que rapadura em feira do interior. Willians é “imexível”. Daqui a pouco “Vandeco” vai descobrir que Toró é o cara. Kleberson nem cheira nem fede. Renato só vai pegar pique lá pro Brasileirão de 2014. Petkovic, o único craque (na acepção da palavra) do time e que consegue acertar um passe de mais de metro, já é um “trêsoitão” e não consegue se firmar como titular desde o ano passado, quando brilhou com intensidade na conquista do Hexa. E não é possível que Maldonado não vire titular agora que voltou a trabalhar com o “sogrão”.

O ataque, eternamente órfão do malfadado “Império do Amor”, não se acerta nunca. O glorioso Val Baiano vai sair do Flamengo sem fazer nenhum gol. A aposta de Zico em Leandro “Aposentado” foi completamente equivocada e a dupla D2 também não consegue desencantar. Esse Diogo é um Vinícius Pacheco melhorado (porque não existe ninguém pior do que Vinícius Pacheco). Cisca muito e produz pouco. E Deivid, só amarrando na trave pra que não fique o tempo todo “fugindo” da área.

Eu li por aí que a diretoria do Flamengo tem um projeto para transformar Diego Maurício em um novo Adriano e conta com a experiência do novo treinador para concretizá-lo. Tá ruim hein!?

Enfim, esse é o triste retrato dessa temporada desastrosa do Flamengo no pós-hexa. Um ano perdido. Só resta agora evitar um desastre de proporções tsunâmicas que seria o rebaixamento. Se perder hoje para o Atlético Goianiense, esse desastre se configura de forma quase irreversível.

Mas como “Vandemburgo”, desde a sua passagem ridícula no Atlético Mineiro, já dizia que sonha treinar um time de segunda divisão…

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UM TIME DESARVORADO

3 setembro, 2010 as 10:50 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Na estréia contra o Cruzeiro, Silas já percebeu que não vai ter vida fácil no Flamengo. E mostrou que apesar do já batido discurso de quem chega pra assumir um time em crise, com frases do tipo: “o elenco é muito bom”, “com esse elenco podemos brigar pelo título”, “são jogadores de alto nível”, ele o conhece muito pouco. O que ele pretendia com aquela substituição de Val Baiano por Fernando? Um “embasbacado” Júnior (o torcedor/comentarista da Globo) imaginou que ele pretendia avançar Petkovic ou Renato para o ataque. Com os dois já se arrastando em campo àquela altura do jogo?! O pior é que Fernando entrou realmente para jogar de centroavante. E ficou lá, na área do Cruzeiro, atrapalhando quem tentava fazer alguma coisa de útil. No final ainda errou uma cabeçada que poderia ter sido o gol de empate.

Tudo bem que “qualquer coisa” que entrar no lugar de Val Baiano terá mais utilidade. Mas ele tinha gente do ramo no banco de reservas, ainda que não fosse nenhuma maravilha.

O Flamengo é o time mais óbvio do Campeonato Brasileiro. Qualquer adversário, por pior que seja, consegue anular o seu meio de campo e ataque, ainda mais quando não se tem um ataque que mereça o mínimo de respeito. Há cinco anos que as principais jogadas ofensivas do Flamengo são protagonizadas pelos laterais Léo Moura e Juan, que já não apresentam a mesma eficiência de outrora. Cuca, que já treinou o Flamengo e conhece muito bem os dois e que é um “tapado” de marca maior, não precisou nem gastar seus poucos neurônios para conseguir anulá-los: abriu Thiago Ribeiro de um lado e Montillo do outro. Cada subida ao ataque dos seus laterais era um “Deus nos acuda” na defesa rubro-negra. Mas desse time do Flamengo, uma coisa que é sempre cobrada pela torcida nos momentos de baixa, não pode ser cobrada agora: raça, falta de empenho. O que falta realmente é qualidade técnica e esquema tático eficiente. Os jogadores correm feito uns desesperados durante as partidas (nunca na direção correta) e sempre chegam ao seu final com um “palmo de língua de fora”. Correm em excesso e produzem em escassez.

Na conquista histórica do ano passado, Andrade conseguiu tirar um pouco da responsabilidade de Léo Moura e Juan de serem atacantes, porque contou com a segurança de Airton e Maldonado à frente da zaga, Willians menos destrambelhado e Petkovic numa fase esplendorosa. As jogadas fluíam naturalmente por todos os lados do ataque. No início do ano, ao perder Airton vendido, Maldonado machucado e entrar numa onda de “picuinhas” com o Pet, ele perdeu o seu meio de campo e nunca mais se aprumou. No Campeonato Carioca foi aquela inconstância que vocês viram. Vinícius Pacheco chegou a ser o “cara” (virou o “cupido” do malfadado “Império do Amor”). Botou Petkovic no banco pra se ter uma idéia. Quem andou salvando – mas não o suficiente para conquistar o inédito tetra carioca que parecia “favas contadas” depois da conquista do hexa brasileiro – foi a dupla “bad boy” Vágner Love e Adriano.

Andrade caiu, Rogério Lourenço assumiu, pagamos mais um mico na Libertadores, Vágner Love e Adriano se escafederam e voltamos a estaca zero. E começamos o Brasileirão 2010 ainda na estaca zero. Os reforços foram chegando a conta gotas e sem empolgar ninguém. As tentativas – ou supostas tentativas – é que deixavam o torcedor empolgado (Montillo, Zé Roberto, Maicossuel, Jobson, Emerson “Sheik”, Ronaldinho Gaúcho – pasmem!, etc, etc), mas nenhuma se confirmou. Tivemos que nos contentar com Correia, com o “Trem” Baiano e com ex-aposentado do INSS Leandro Amaral.

No apagar das luzes, chegaram Renato Abreu (em péssima forma física) e a dupla de atacantes Diogo (que já se machucou) e Deivid, em quem estão depositadas todas as esperanças de uma recuperação rubro-negra no Campeonato Brasileiro.

Um turno já se foi e o time que saiu para o recesso da Copa do Mundo em quinto lugar na classificação, só faz despencar e já começa a rondar a zona de rebaixamento.

Uma recuperação épica com a do ano passado é muito pouco provável. Mas daí a brigar para não cair, já seria demais.

PS: Pra que tanto esforço para renovar com Maldonado se ele não vai nem no banco?

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A GENTE RI, A GENTE CHORA…

12 maio, 2010 as 11:30 Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores

Como na música “Novo Amor” de Edu Krieger e gravada por Maria Rita, o Flamengo entra para o primeiro jogo contra o “calo” Universidad do Chile, mais ou menos assim: “A gente ri, a gente chora e joga fora o que passou”.

Fierro, que nunca conseguiu se firmar como titular no Flamengo foi convocado para a Seleção Chilena. Kleberson, que por mais boa vontade que tenhamos, nem em sua melhor fase no Flamengo, jamais jogou o suficiente para merecer ir a Copa do Mundo. Os dois estão rindo à toa.

Maldonado, titular em qualquer seleção ou time do mundo, foi injustiçado pelo treinador do Chile “El maluco” Bielsa, que “lhe provocou” uma contusão seriíssima ao convocá-lo para um amistoso “mixuruca” no ano passado. Deve ter ficado muito triste, mas não acredito que tenha chorado. Não faz parte do seu temperamento.

Já Adriano chorou e “jogou fora o que passou”: seu passado na Seleção Brasileira e no coração de Dunga. Fez tanta bobagem desde o início da temporada que – como citei em post anterior – “autodesconvocou-se”.

Que o excesso de alegria de uns e de tristeza de outros, não atrapalhe o “Mengão” nessa arrancada rumo ao Bi da Libertadores.

Petkovic mais uma vez começa no banco de reservas. Rogério Lourenço se rasgou em elogios à sua atuação contra o São Paulo (que realmente foi um alento em meio aquele bando de pernas-de-pau), mas nem isso o garantiu como titular nesse jogo em que só a vitória – e por uma boa margem de gols – interessa ao Flamengo. Fazer o quê? O complô contra o sérvio já está armado desde os tempos de Marcos Braz e não é qualquer treinadorzinho meia boca que vai ter a coragem de chegar e desmontá-lo.

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RÔMULO É O CARA?

30 abril, 2010 as 10:20 Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores

O Flamengo perdeu muito com a saída de Airton ao final da campanha do hexa. Andrade teve o mérito de fixá-lo a frente da zaga e conseguiu resolver um problema crônico do Flamengo nos últimos anos, que era o grande número de gols sofridos (independente do nível do adversário). Maldonado também foi fundamental nessa nova postura da zaga rubronegra.

Só que Andrade não teve mérito para remontar o seu sistema defensivo após a saída de Airton e a contusão de Maldonado. Não encontrou uma solução dentro do seu elenco e muito menos exigiu a contratação de substitutos à altura.

E passou a insistir com a escalação de Toró na função de cabeça de área. O resultado foi essa tragédia que perdurou enquanto Andrade foi treinador do Flamengo e que só ele não quis enxergar. Quando quis, e sacou o “destrambelhado” ainda no primeiro tempo do jogo contra o Caracas, já era tarde. Foi demitido no dia seguinte.

Não quero aqui encher a bola do mais ou menos interino Rogério Lourenço, até porque não acredito que ele tenha o perfil ideal para treinar um time naturalmente conturbado como o Flamengo. Mas o simples fato de ter tido a coragem de tirar Toró e colocar Rômulo, um jogador com as mesmas características de Airton, mas que não vinha sendo aproveitado por Andrade nem no banco, já lhe garantiu uma sobrevida na sua interinidade. Rômulo foi um dos destaques da vitória sobre o Corinthians e contribuiu decisivamente para a “virgindade” da defesa do Flamengo depois de longo e tenebroso inverno (tudo a ver com Toró).

Se Rômulo vai conseguir se fixar como titular e render no mesmo nível de Airton ou se Rogério Lourenço vai se transformar em mais uma grata revelação entre a nova safra de treinadores brasileiros, aí são outros quinhentos.

Vai que os dois – de um jeito ou de outro – entregam o jogo na próxima quarta?

Vire essa boca pra lá, Marco Túlio!

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FICOU CALMIIIIIIIINHO!

20 abril, 2010 as 10:31 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Aguardei o noticiário esportivo da segunda, para saber quais teriam sido as vítimas da “besta quadrada” do Bruno, após a derrota para o Botafogo.

Vítimas em potencial: Angelim e Maldonado, que cometeram os pênaltis responsáveis pela derrota e Adriano, que jogou o empate fora. Aliás, nas mãos do goleiro Jefferson.

Cheguei a sentir pena de Angelim e Maldonado. Parecem dois anões na frente do troglodita e ainda tem o agravante da idade. Mas Angelim foi recompensado e absolvido do seu erro ao sofrer o pênalti que poderia ter mudado a história da partida e Maldonado foi o melhor jogador do Flamengo enquanto esteve em campo. Só seria necessário o imbecil do Bruno usar o único neurônio do seu cérebro, para não partir para a violência contra os dois.

A sua ira maior recairia então sobre Adriano que não jogou rigorosamente nada (será que ele fez “corpão molão”?) e ainda desperdiçou o pênalti que muito provavelmente levaria outra vez uma decisão entre Flamengo e Botafogo para os pênaltis, de onde ele – Bruno – poderia se sair novamente como herói.

Pense numa briga bonita! Bruno e Adriano! Briga de cachorro grande.

Nessa Bruno pipocou. Deu azar que Petkovic entrou com o jogo já acabando e não deu pra ele reclamar de corpo mole.

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E AGORA ANDRADE?

19 abril, 2010 as 13:39 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Andrade já declarou que chegou ao seu meio de campo ideal quando escalou Toró, Maldonado e Willians juntos. Confesso que senti calafrios quando li essa notícia. A primeira vez que isso aconteceu foi no segundo tempo do empate contra o Universidade do Chile. Não sei o que foi que ele viu de tão extraordinário nessa formação. Por infeliz coincidência, foi logo após a entrada do chileno, que o Flamengo começou a ser pressionado depois de conseguir a virada e acabou cedendo o empate. Não que Maldonado possa ser responsabilizado por esse resultado desastroso. Muito pelo contrário. Repito: dos três ele é o único com capacidade de ser titular no Flamengo.

Essas declarações e essas escalações estapafúrdias, só servem para fortalecer a idéia de que Andrade tá “perdidinho da silva” com essa situação imposta pela diretoria rubronegra, de não contar com Petkovic como titular absoluto do seu time.

Ele repetiu essa formação (sempre variando o quarto homem entre Michael, Vinícius Pacheco e Petkovic) nos jogos contra o Vasco – uma vitória que não convenceu ninguém – e contra o Universidad Católica, naquela vergonha que já entrou para a história dos grandes vexames do Flamengo em Libertadores.

E ontem contra o Botafogo ele insistiu com esse seu “meio de campo ideal”. Foi necessário que o Flamengo começasse o jogo sendo dominado pelo limitadíssimo time de Joel Santana até sofrer o primeiro gol (pênalti inexplicavelmente cometido por Angelim), para ele tomar a atitude mais ousada de sua carreira de treinador: trocar o inútil Toró por Vinícius Pacheco ainda aos vinte e cinco minutos. Que ousadia!

O Flamengo melhorou, pressionou um pouco mais e acabou chegando ao empate no final do primeiro tempo. Empate merecido.

E poderia ter chegado à virada no segundo tempo. Mas o “Império dos Privilégios Amorosos” não funcionou e em mais um cruzamento na área, Maldonado – também inexplicavelmente – cometeu pênalti e ainda foi expulso. O Botafogo fez 2 a 1 e se fechou definitivamente explorando os contra-ataques. Em um desses, o xodó de Joel, Caio, poderia ter definido o jogo. Perdeu um gol feito. O castigo pelo gol perdido, quase viria logo depois, quando o juiz marcou outro pênalti em agarra-agarra dentro da área. Pra ficar ainda melhor, Herrera por pouco não agrediu o juiz após a marcação do pênalti e acabou sendo expulso. Era só empatar e partir para a virada, agora que as duas equipes estavam iguais em número de jogadores. Mas prá fechar com chave de ouro a sua atuação discretíssima, Adriano perdeu o primeiro pênalti de sua carreira. Realmente era o dia do Botafogo.

Sobrou agora para esse Flamengo completamente sem comando e seu desarvorado treinador, brigar já nessa quarta-feira por uma vaga na próxima fase da Libertadores contra o inexpressivo Caracas. Uma vitória por dois gols de diferença já é suficiente. Não pensem que vai ser moleza. Com esse “meio de campo ideal” de Andrade, não tem jogo fácil.

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A CULPA É DE ANDRADE

9 abril, 2010 as 11:20 Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores

O Flamengo não vai se classificar para a segunda fase da Libertadores e a culpa é totalmente de Andrade.

Ele vai entrar com trezentos volantes no jogo da quarta-feira no Chile contra o Universad mais fraco e ainda assim vai perder por 2 a 1. No último jogo em casa contra o ridículo Caracas, só vai empatar em 2 a 2.

O jogo de ontem foi pra matar qualquer um de raiva. Eu tinha cantado o meio de campo com Toró, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco, mas Andrade quis inovar e avançou o meia para o ataque colocando Michael no meio. Mais uma vez o primeiro tempo foi desperdiçado com o “destrambelhamento” natural de Toró e Willians, a lerdeza absurdamente irritante de Kleberson e o cai-cai nojento de Juan e Vinícius Pacheco.

Vou repetir aqui as palavras de um desafeto de Petkovic, o meu irmão Deppe: “Depois de hoje (ontem) não dá pra entender Petkovic ser reserva nesse time”. Sem querer retomar a polêmica, esse Vinícius Pacheco realmente não dá. Erick Flores que tem muito mais potencial que ele para jogar no meio de campo, teve pouquíssimas oportunidades e foi parar no Ceará (clube e estado). Nada contra o Ceará (clube e estado) que fique bem claro. Tomara que Erick Flores faça muito sucesso por lá.

Depois de terminar o primeiro tempo perdendo por 1 a 0, Andrade voltou com Bruno Mezenga no lugar de Kleberson e atribuiu a subida de produção da equipe apenas a essa substituição. Para ele a entrada de Petkovic no lugar do inoperante Vinícius Pacheco não teve serventia nenhuma.

O Flamengo realmente partiu pra cima, criou várias oportunidades de gol e conseguiu chegar à virada que parecia definitiva e garantiria a liderança do grupo. Mas o vírus do retranquismo que se alojou no cérebro de Andrade desde que ele entrou para o “Clube dos Técnicos Milionários” do futebol brasileiro, mais uma vez mostrou o seu poder letal e imediatamente após a virada, ele resolve tirar o melhor jogador em campo, Michael (autor do primeiro gol e coadjuvante no da virada) para colocar Maldonado, chamando o Universidad para o campo do Flamengo. E o castigo veio pouco depois com o gol de empate.

Interessante que nas entrevistas pós-jogo, nenhum repórter questionou a substituição imbecil do treinador. O empate trágico foi atribuído apenas à falta de atenção no minuto final da partida.

Mas é bom Andrade ficar alerta. Domingo já tem a semifinal do segundo turno do Carioca contra o Vasco. Um novo tropeço e sua batata vai começar a assar. “Chefinho” Marcos Braz pode começar a ficar zangado!

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LIBERTADORES NO CAOS

8 abril, 2010 as 12:46 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores

Apesar do caos em que se encontra o Rio de Janeiro, Flamengo e Universidad do Chile se enfrentam às 16 horas no Maracanã.

Já que eu prometi não tocar mais no assunto Petkovic, vou adotar um novo gringo pra fazer campanha: Maldonado.

Dá pra aguentar Maldonado ser reserva de Toró? E não me venham com essa de que o chileno não está cem por cento fisicamente. Ele mesmo já afirmou que está em plena forma e já deu provas disso nas partidas em que atuou. Essa é mais uma “frescura” de Andrade. Vai ver é um complô para exterminar os “gringos” da Gávea. Daqui há pouco ele se irrita com a essa situação absurda e abandona o banco de reservas. E ainda tem Fierro.

Me perdoem, mas eu não consigo resistir: Toró, Willians, Kleberson e Vinícius “Cupido” Pacheco no meio de campo. Vágner Love e Bruno Mezenga no ataque. E Petkovic fora?!!!!

Vai te catar Andrade!!!!

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FLAMENGO X PET

1 abril, 2010 as 13:55 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

Não restam dúvidas de que o Flamengo está querendo se livrar de Petkovic. Ele não combina com essa fase de “Império dos Privilégios Amorosos”, de “barraco” de mulher de jogador durante os treinos, de páginas policiais, de convívio sem qualquer constrangimento de jogador com traficantes e seus parentes, que se instalou na gestão de Marcos Braz.

Quer dizer que o Flamengo agora se transformou num exemplo de organização orçamentária? E esses novos preceitos econômicos só se aplicam a Petkovic? O único contrato que pode provocar um “estouro” nesse orçamento maravilhoso e bem elaborado é o de Petkovic? Qual o problema em renovar o contrato de Petkovic até o final de 2011? Querem mantê-lo no clube através de um contrato do tipo “Contrato de Locação de Imóveis” renovável a cada seis meses?

Tem uma “barangada” fazendo volume aí na Gávea, alguns contratados recentemente a peso de ouro e outros que não tem problemas de renovação porque fazem parte da panelinha da diretoria e do treinador, que não jogam porcaria nenhuma. Juntando tudo não dá uma perna do sérvio.

A diretoria rubronegra gasta o que não tem – ou que nunca teve – para manter esse ridículo “Império do Amor” que já tem seus dias contados para desabar. O final da Copa do Mundo. Qual o time do Flamengo para o segundo semestre? Será que Andrade, que não faz esforço nenhum para manter Petkovic no seu grupo (aliás, o único esforço que Andrade faz é para se manter no cargo) acredita que esse “boçalzinho” do Vinícius Pacheco vai substituir Petkovic à altura num campeonato acirrado como é o Brasileirão? E ainda corremos o sério risco de ter que suportar um ataque formado por Dênis Marques e Bruno Mezenga.

Que os críticos de Petkovic façam bom proveito.

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