14 dezembro, 2010 as 15:33
Categoria Futebol Internacional


Esse Mundial de Clubes patrocinado pela FIFA é projetado para a final ser sempre entre o Campeão Europeu e Campeão da Libertadores. Nesse 2010, tudo caminhava para o clássico Inter X Inter. Que coisa linda! Até hoje vinha dando certo. Mas eis que surge o glorioso Tout Puissant Mazembe (em uma tradução literal “Todo Poderoso Mazembe”) e dá uma “cacetada” davidiana no Internacional de Celso Roth.
Eu sou do tipo que não torço por time brasileiro – que não seja Potiguar de Mossoró ou Flamengo – em competição internacional, nem sob tortura. Achei bom demais essa trauletada, tchê!
Ninguém vence de véspera, “gauchada vermelha”!
E pra cima dos “home” TODO PODEROSO MAZEMBE! Vamos ser Campeões Mundiais! Que venha o vencedor de Inter de Milão, da Itália, e o Seongnam, da Coreia do Sul. Já imaginaram outra zebra e uma final Mazembe X Seongnam?! Os “velhinhos” da FIFA vão ter uma síncope.
Por tulio
24 junho, 2010 as 15:02
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Todo ano de Copa do Mundo é a mesma coisa. Eu tenho que me explicar com os parentes, agregados, amigos e conhecidos eventuais porque não torço pela Seleção Brasileira. Lá se vão vinte anos e cinco copas. Em maio de 2006 eu escrevi esse artigo para a Revista Papangu. Pra mim, ele continua atualíssimo. É só acrescentar Dunga como treinador no contexto.
…E NUNCA MAIS TORCI PELO BRASIL
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio
15 junho, 2010 as 11:11
Categoria Brasileirão+ Campeonato Italiano+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
1 – Havia prometido somente Copa do Mundo durante um mês. Mas eu não resisti.
Como me emociona esse amor de alguns jogadores por seus clubes do coração.
Emerson chegou ao Flamengo em 2009 jurando amor eterno e não dando a mínima para o dinheiro (“no Flamengo eu jogo até de graça”). Fez ótimas partidas, se transformou em ídolo da “Nação”, mas na primeira proposta mais vantajosa se “empirulitou” de volta ao futebol árabe, sem, é claro, deixar de prometer um breve retorno (“só volto ao Brasil se for para o Flamengo”). Ontem assinou com o Fluminense. Será que jurou amor eterno?
2- Adriano foi para Roma e como não poderia deixar de ser, levou uma namorada a tiracolo. Enjoou rápido e já despachou a “coitada” de volta para o Brasil. Por esses dias estará no Brasil e quem voltará com ele, quem?! Joana Machado. O amor é lindo
Por tulio
14 junho, 2010 as 13:24
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Mais chato do que os jogos iniciais dessa Copa do Mundo, só mesmo as tais das “vuvuzelas”.
Em todos os jogos é aquele zunido irritante que parece um enxame de abelhas.
Os jogos com certeza vão melhorar de qualidade a partir da segunda rodada. Já as “vuvuzelas” vão nos infernizar até o fim da copa. A tendência é que aumentem de quantidade e volume a partir das fases eliminatórias.
Dentro de campo, a melhor seleção que eu vi jogar foi… Messi! Isso mesmo. Messi. A Argentina apresentou alguns momentos de bom futebol, mas não chegou a empolgar. Os jogadores comemoraram a vitória magra por 1 a 0 sobre a Nigéria como se fosse o título. Quem jogou mesmo e tem tudo para ser o destaque do mundial foi o baixinho Messi. Merecia ter feito um gol na estréia. No mais, a defesa é horrorosa e Veron não tem mais gás pra reger o meio de campo argentino durante os noventa minutos.
Não vi os 4 a 0 da Alemanha em cima da Austrália. A Austrália faz parte da oitava divisão do futebol mundial. Mas 4 a 0 é sempre 4 a 0. Outros favoritos tiveram dificuldades em suas estréias. A Inglaterra dominou, mas acabou no empate contra os Estados Unidos graças ao maior frango de todas as copas. Camarões, que não chega a ser um favorito, mas o era pelo menos no jogo contra o Japão, acabou de perder por 1 a 0. O badalado Eto´o não viu a cor da bola. A Holanda jogou pro gasto nos 2 a 0 contra a Dinamarca e a Itália entra em campo daqui a pouco contra o Paraguai. Jogo duro com cara de 0 a 0.
Dos asiáticos, Coréia de Sul e Japão venceram seus jogos de estréia. Amanhã será a vez da Coréia do Norte. 1 a 0 em cima do Brasil.
PS.: Se vocês estão cansados de alguns jogos horrorosos desta Copa, assistam o Campeonato do Nordeste no Canal Interativo. Aí vocês vão ver o que é ruindade explícita. O maior festival de “bisonhices” do futebol mundial.
Por tulio
10 junho, 2010 as 11:49
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Trinta dias sem se falar em Campeonato Brasileiro.
Nada das contratações mirabolantes e impossíveis do Flamengo: Felipão, Riquelme, Ronaldinho Gaúcho, Rafael Sóbis, Montillo. Isso vai acabar em Jobson, ex-Botafogo. Cuca no Cruzeiro (você deve ler com um misto de espanto e interrogação e prolongando a pronúncia do “eiro”)?! Fábio Costa como salvação do Atlético Mineiro de “seu Vandemburgo”. Kléber “Porrada” no Palmeiras. Chega disso tudo! O negócio é Copa!
Eu gosto muito de Copa do Mundo. Até pelo fato de não torcer pelo Brasil. Stress praticamente zero. Esse ano pretendo acompanhar o máximo de jogos possível. Estou ansioso pelo clássico Argélia X Eslovênia pelo Grupo C.
Enquanto 99% dos brasileiros torcem e sofrem por uma única Seleção, eu tenho trinta e uma para me garantir.
Não deixo de ter as minhas prediletas:
Argentina, só pra curtir o desespero de “Babão” Bueno. Espanha, que tem praticado o futebol mais bonito desde as eliminatórias. Holanda, que já vem merecendo conquistar uma Copa do Mundo desde os anos 70 do século passado. Torço também pelos outros sulamericanos e gostaria muito de ver uma seleção africana campeã mundial pela primeira vez, ainda mais com a copa sendo disputada no seu continente. Bom demais, né não?
Uma seleção que eu não curto muito, mas que se for campeão não me causará nenhum aborrecimento, é a Itália. Já imaginaram a Itália também penta? O Brasil tendo que dividir a hegemonia do futebol mundial com os italianos? Acabar com a arrogância do “Doutor” Ricardo Teixeira?
Ah! Tem um detalhe que eu ia me esquecendo. Não tenho trinta e uma seleções para torcer. São trinta. Fugindo às minhas tradições, pela primeira vez vou deixar de torcer por um time africano: os anfitriões. Não torço por time treinado pelo “tapado” do Parreira nem que a “vaca tussa”. Nem pra ficar rico. Ainda mais depois da sacanagem que ele fez com Joel Santana.
É isso aí gente. Vai começar a festa.
Agora vocês me dêem licença que eu estou de partida para Mossoró a “Cidade Mais Bonita do Mundo”. Vou comemorar o aniversário do meu “bebê” mais velho (Isadora, 24 ontem), curtir Chico César e um bando de amigos que estão me esperando com umas dez caixas de cerveja estupidamente geladas.
Volto na segunda comentando os primeiros jogos da Copa do Mundo.
Não me abandonem.
Fui!
Por tulio
28 maio, 2010 as 10:11
Categoria Brasileirão+ Campeonato Italiano+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
Após jantar no Rio, Adriano se anima e viajará para assinar contrato com a Roma – Uol Esportes
De Gilmar Reinaldi, empresário de Adriano: “Jantamos ontem e o Adriano gostou muito do projeto. Ele gostou do ambiente família da Roma, e vai para lá nos próximos dias para acertar os últimos detalhes. Repito, o determinante foi o projeto que a Roma apresentou”, disse, complementando.
Do Blog: Adriano vai para a Roma estabelecer o seu “Império da Família”, afinal Roma tem tudo a ver com império. O destaque na frase acima é do blogueiro. Tá vendo?! Quem manda o Flamengo ter se transformado no “Cabaré de Creuza”? Aliás, “Dona” Creuza. Mil perdões. O seu “Cabaré” é infinitamente mais organizado do que o Flamengo.
Por tulio
20 novembro, 2009 as 14:46
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Humor
Essa história é verídica até nas vírgulas e quem quiser confirmar pode procurar minha irmã:
FÃ PERSISTENTE
Minha irmã Veraclides, ou simplesmente Vera, a exemplo de toda a minha família, é fã incondicional de Zico e torcedora apaixonada do Flamengo. Na época em que Zico estava para se transferir para o Udinese da Itália, ela entrou em parafuso e cismou que iria falar com ele para dissuadi-lo dessa idéia.
Ligou para o serviço de informações do Rio de Janeiro e pediu o telefone de Artur Antunes de Coimbra. A atendente informou que não podia dar esse tipo de informação por tratar-se de uma pessoa famosa, que não permitia que o seu telefone fosse divulgado.
Ela não desistiu. Foi até a Telern (antiga estatal telefônica do RN) e pediu uma lista telefônica da cidade do Rio de Janeiro. Encontrou alguns sobrenomes Antunes no bairro de Quintino e começou a ligar.
Na segunda tentativa, deu-se o diálogo:
- Quem está falando, por favor?
- É o Seu Antunes.
- Seu Antunes, pai do Zico?
- Isso mesmo.
- Seu Antunes, aqui quem fala é Vera, uma fã do seu filho, de Natal/RN e eu preciso muito falar com o Zico. O senhor poderia me dar o telefone da casa dele?
- Infelizmente não, minha filha. Ele não quer que eu divulgue o seu telefone para a imprensa.
- Mas eu não sou da imprensa, sou apenas uma fã que precisa muito falar com ele com urgência, blá, blá, blá,…
Depois de muita conversa, ela conseguiu convencer o Seu Antunes que lhe forneceu o telefone da casa de Zico.
Outra ligação:
- Quem está falando, por favor?
- É o Dolabella (Carlos Eduardo Dolabella (já falecido), ator da Globo já, flamenguista roxo e compadre de Zico).
- Dolabella da Globo?
- Esse mesmo.
- Oh! Dolabella, me deixe falar com Zico por favor!!!
- Zico não está falando com a imprensa, minha senhora.
- E começou a insistência de novo, até que Dolabella não resistiu e passou o telefone para outra pessoa:
- Alô, quem fala?
- É Sandra, esposa do Zico.
E começou tudo de novo, até que Sandra falou:
- Tudo bem minha filha, você vai falar com Zico.
- Alguns segundo depois:
- Zico?
- Sim?
- Zico, pelo amor de Deus não vá embora do Flamengo, não faça isso com os torcedores do Flamengo, nós não vamos agüentar se você for embora… e tome conversa.
- Olhe Vera, já está tudo acertado e infelizmente eu vou ter que deixar o nosso Flamengo. Eu não posso dar mais informações por telefone, mas amanhã estarei dando uma coletiva para explicar os motivos da minha saída. Muito obrigado por sua preocupação.
- Obrigado a você Zico, por ter falado comigo. Boa sorte e volte logo.
Valeu a insistência.
Para nossa alegria, alguns anos depois Zico voltou e ainda nos presenteou com vários títulos e atuações maravilhosas.
Não sei se esse telefonema teve alguma coisa a ver com isso.
Por tulio
22 junho, 2009 as 13:05
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
Até eu, que sou o sujeito que mais entende de futebol no mundo, fui surpreendido por alguns resultados do final de semana.
O Atlético Mineiro – o “cavalo paraguaio” da hora – venceu o Santos na Vila Belmiro com show de bola de Diego “Retardelli”. O Barueri venceu o Cruzeiro no Mineirão. Botafogo e Fluminense fizerem dois jogos muito parecidos contra Vitória e Avaí. Saíram em desvantagem de dois gols, conseguiram chegar ao empate e nos minutos finais entregaram o jogo.
Até na “sem graça nenhuma” Copa das Confederações pintaram algumas maluquices. Os Estados Unidos que vinha de duas derrotas, último colocado no grupo, surpreendeu ao vencer o surpreendente Egito – que havia engrossado o caldo contra o Brasil e vencido a Itália – por 3 a 0 e com o resultado de 3 a 0 do Brasil em cima dos atuais campeões do mundo, acabou se classificando em segundo no grupo. Os italianos voltaram pra casa mais cedo.
Mas surpresa, surpresa mesmo, foi a goleada de 4 a 0 do Flamengo em cima do Inter. Eu já estava preparado para mais um vexame e para a demissão de Cuca (pelo menos a provável derrota serviria para alguma coisa), mas Adriano em noite inspirada garantiu o emprego do “tapado” treinador. Por enquanto. Tudo bem que o Inter jogou desfalcado pela metade, mas mesmo aquele time que jogou ontem, não é pra tomar de quatro de ninguém nesse Brasileiro, ainda mais do Flamengo.
Cuca fica pelo menos até o próximo vexame, e vamos ver o que acontece no Fla-Flu na próxima rodada.
Por tulio
8 abril, 2009 as 15:34
Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Opiniões
Esse blog só trata de amenidades. Tanto em relação a futebol quanto a outros assuntos.
Esse sumiço – e agora aparecimento – misterioso de Adriano, bem que poderia ser tratado com galhofa, como no caso da festa que ele deu em sua mansão no Rio na semana do jogo contra o Equador ou ainda a história de “Ronalducho” com os travestis.
Mas a maneira como o assunto foi tratado, envolto em uma onda de mistério, gerou especulações de todos os tipos: Adriano fora seqüestrado por traficantes de uma favela carioca, havia tentado suicídio, estava com uma doença terminal, havia morrido!, e por aí vai. O mundo todo – e porque não – ficou preocupado com o sumiço do jogador. Eu, particularmente fiquei, daí não ter tratado do assunto com o tradicional tom de brincadeira, característico desse blog. Esse desencontro de informações é que foi responsável por esse clima de preocupação.
Seu empresário Gilmar Rinaldi, tentou de todas as maneiras abafar o caso com declarações sem nenhuma consistência, tratando os jornalistas com ironia, como se qualquer fato envolvendo o nome de Adriano, não merecesse destaque na mídia sensacionalista.
De repente Adriano aparece, pede sossego a imprensa, diz que tá tudo bem, que não aconteceu nada, que vai voltar a jogar futebol normalmente, enfim, que besta é quem se preocupou com o seu sumiço. Normalíssimo, segundo o próprio e seu empresário imbecil. E vida – apesar de bastante conturbada – que segue.
Esse rapaz de apenas 26 anos, excelente jogador, que uma dia já foi “Imperador” na Itália, que fez uma fortuna nesses poucos anos de futebol suficiente pra não trabalhar mais pelo resto da vida (vida de uma pessoa normal), precisa de acompanhamento psicológico imediatamente ou terá um fim trágico.
Por tulio