23 abril, 2010 as 15:18
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
Logo após a vitória sobre o Caracas por 3 a 2, resultado que parecia definitivo para o adeus do Flamengo à Libertadores, eu estava injuriado. Xingando e esbravejando com todo mundo e fiz coro com o”time sem vergonha” que vinha das arquibancadas. “Um time que toma dois gols de uma porcaria como esse Caracas, não merece se classificar pra p… nenhuma!”. “Não tô nem aí pro que vai acontecer na quinta”.
Mas não teve jeito. Quando se trata de Flamengo eu sou um fraco. Ontem à noite fiquei sofrendo até o final dos jogos que poderiam salvar o meu “Mengão” e fui dormir mais “alegre do que pinto em beira de cerca” com a definição de que tudo dera certo. Meu humor nessa sexta-feira é outro. Nem a garganta meio derrubada vai me impedir de tomar umas geladas logo após o trabalho. Amanhã eu dou um jeito de curar o estrago.
Não quero nem saber das confusões administrativas (pelo menos Marcos Braz foi-se). Quem vai ser o treinador na primeira partida do mata-mata. Se a presidenta Patrícia Amorim vai finalmente transformar o Flamengo num time sério.
Eu só sei que quarta-feira vai ter um jogão como há muito não se via no futebol brasileiro. Flamengo e Corinthians não tem favorito. O Corithians, que já estava quase jogando essa Libertadores com as faixas de campeão, vai sentir na pele que não adiantou de nada terminar como o melhor de todos. Vai lamentar o Flamengo ter feito uma primeira fase tão ruim.
Para o Flamengo é muito melhor enfrentar o Corinthians do que esses outros times sulamericanos, tudo “carne de pescoço”, principalmente nos jogos fora de casa.
Se os jogadores desse elenco hexa-campeão brasileiro ainda mantêm algum resquício de brio, a hora de demonstrar e de dar a volta por cima é agora.
Menino! Até eu tô surpreso com minha animação.
Por tulio
20 abril, 2010 as 10:54
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
A Presidenta Patrícia Amorim se reuniu com a sua diretoria ontem à tarde para adotar medidas enérgicas visando recolocar a “Casa da Mãe Joana Machado” em ordem.
A palavra mais ouvida foi PROFISSIONALISMO.
A Presidenta prometeu acabar com as mordomias, regalias, lombalgias, idiossincrasias (agora eu “aloprei”!) que contaminaram o ambiente rubronegro.
Pra começar esse choque de ordem, o primeiro a “pegar o beco” deveria ser o vice de futebol Marcos Braz, que fez aquele pronunciamento que se tornou símbolo do profissionalismo no futebol brasileiro, em que foi contundente ao afirmar: “No Flamengo, privilégios só para o ‘Império do Amor’”.
E alguém em sã consciência acredita que Adriano vai se encaixar nessa linha de “tolerância zero” que a Presidenta quer adotar?
Por tulio
20 abril, 2010 as 10:31
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Aguardei o noticiário esportivo da segunda, para saber quais teriam sido as vítimas da “besta quadrada” do Bruno, após a derrota para o Botafogo.
Vítimas em potencial: Angelim e Maldonado, que cometeram os pênaltis responsáveis pela derrota e Adriano, que jogou o empate fora. Aliás, nas mãos do goleiro Jefferson.
Cheguei a sentir pena de Angelim e Maldonado. Parecem dois anões na frente do troglodita e ainda tem o agravante da idade. Mas Angelim foi recompensado e absolvido do seu erro ao sofrer o pênalti que poderia ter mudado a história da partida e Maldonado foi o melhor jogador do Flamengo enquanto esteve em campo. Só seria necessário o imbecil do Bruno usar o único neurônio do seu cérebro, para não partir para a violência contra os dois.
A sua ira maior recairia então sobre Adriano que não jogou rigorosamente nada (será que ele fez “corpão molão”?) e ainda desperdiçou o pênalti que muito provavelmente levaria outra vez uma decisão entre Flamengo e Botafogo para os pênaltis, de onde ele – Bruno – poderia se sair novamente como herói.
Pense numa briga bonita! Bruno e Adriano! Briga de cachorro grande.
Nessa Bruno pipocou. Deu azar que Petkovic entrou com o jogo já acabando e não deu pra ele reclamar de corpo mole.
Por tulio
19 abril, 2010 as 13:39
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Andrade já declarou que chegou ao seu meio de campo ideal quando escalou Toró, Maldonado e Willians juntos. Confesso que senti calafrios quando li essa notícia. A primeira vez que isso aconteceu foi no segundo tempo do empate contra o Universidade do Chile. Não sei o que foi que ele viu de tão extraordinário nessa formação. Por infeliz coincidência, foi logo após a entrada do chileno, que o Flamengo começou a ser pressionado depois de conseguir a virada e acabou cedendo o empate. Não que Maldonado possa ser responsabilizado por esse resultado desastroso. Muito pelo contrário. Repito: dos três ele é o único com capacidade de ser titular no Flamengo.
Essas declarações e essas escalações estapafúrdias, só servem para fortalecer a idéia de que Andrade tá “perdidinho da silva” com essa situação imposta pela diretoria rubronegra, de não contar com Petkovic como titular absoluto do seu time.
Ele repetiu essa formação (sempre variando o quarto homem entre Michael, Vinícius Pacheco e Petkovic) nos jogos contra o Vasco – uma vitória que não convenceu ninguém – e contra o Universidad Católica, naquela vergonha que já entrou para a história dos grandes vexames do Flamengo em Libertadores.
E ontem contra o Botafogo ele insistiu com esse seu “meio de campo ideal”. Foi necessário que o Flamengo começasse o jogo sendo dominado pelo limitadíssimo time de Joel Santana até sofrer o primeiro gol (pênalti inexplicavelmente cometido por Angelim), para ele tomar a atitude mais ousada de sua carreira de treinador: trocar o inútil Toró por Vinícius Pacheco ainda aos vinte e cinco minutos. Que ousadia!
O Flamengo melhorou, pressionou um pouco mais e acabou chegando ao empate no final do primeiro tempo. Empate merecido.
E poderia ter chegado à virada no segundo tempo. Mas o “Império dos Privilégios Amorosos” não funcionou e em mais um cruzamento na área, Maldonado – também inexplicavelmente – cometeu pênalti e ainda foi expulso. O Botafogo fez 2 a 1 e se fechou definitivamente explorando os contra-ataques. Em um desses, o xodó de Joel, Caio, poderia ter definido o jogo. Perdeu um gol feito. O castigo pelo gol perdido, quase viria logo depois, quando o juiz marcou outro pênalti em agarra-agarra dentro da área. Pra ficar ainda melhor, Herrera por pouco não agrediu o juiz após a marcação do pênalti e acabou sendo expulso. Era só empatar e partir para a virada, agora que as duas equipes estavam iguais em número de jogadores. Mas prá fechar com chave de ouro a sua atuação discretíssima, Adriano perdeu o primeiro pênalti de sua carreira. Realmente era o dia do Botafogo.
Sobrou agora para esse Flamengo completamente sem comando e seu desarvorado treinador, brigar já nessa quarta-feira por uma vaga na próxima fase da Libertadores contra o inexpressivo Caracas. Uma vitória por dois gols de diferença já é suficiente. Não pensem que vai ser moleza. Com esse “meio de campo ideal” de Andrade, não tem jogo fácil.
Por tulio
16 abril, 2010 as 15:28
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Prá não dizer outro nome.
É inadmissível que a diretoria do Flamengo não tome nenhuma medida punitiva contra o marginal do Bruno, que partiu para a agressão em cima de Petkovic no vestiário, durante o intervalo da partida contra o Universad Católica. Se o troglodita fosse partir pra briga com quem ele achou que estava fazendo corpo mole naquela atuação medíocre, teria que brigar com o time todo. E analisando friamente, o único que escaparia de sua fúria assassina, teria sido Petkovic, a quem o Flamengo saiu do primeiro tempo devendo as únicas jogadas de ataque que o time protagonizou: um cruzamento da linha de fundo em jogada individual que o goleiro defendeu, o único chute a gol, também defendido pelo goleiro e dois lançamentos perfeitos, um para Bruno Mezenga e outro para Willians, desperdiçados bisonhamente. E Andrade ainda teve a cara de pau de dizer que esse fato lamentável não teve nada a ver com o não retorno do sérvio para o segundo tempo. A substituição foi simples e puramente técnica. Quem quiser que engula.
Alguns leitores que comentam aqui no blog ou outros com quem discuto acaloradamente nos finais de semana ludopédicos, acham que eu enxergo teoria da conspiração em todos os episódios que envolvem Petkovic desde o início da temporada.
Mas não dá pra analisar o tratamento que tem sido dispensado ao “Craque do Hexa” pela diretoria do Flamengo, comissão técnica e por alguns colegas de elenco, de outra forma.
Estão testando a paciência de Petkovic ao limite. Porque Andrade não tem a hombridade de simplesmente abrir mão de sua presença no grupo de jogadores com quem pretende trabalhar nessa temporada e comunica essa decisão a sua diretoria? Respondo: porque não é do interesse de Marcos Braz e seus asseclas uma rescisão de contrato unilateral (dispensa sem justa causa), o que provocaria nova pendenga jurídica e trabalhista, em que Petkovic com certeza voltaria a sair vitorioso, como na que provocou o seu retorno a Gávea, negociado por Delair Drumbosky.
Se Andrade se der ao luxo de abrir mão do único craque – na acepção da palavra – em atividade no futebol brasileiro e conseguir levar um time com um meio de campo formado por Toró, Maldonado (o único que tem futebol para ser titular no Flamengo), Willians e Vinícius Pacheco, à conquista de algum título relevante, ele vai entrar para o rol dos gênios do futebol mundial.
Em tempo: O craque injustiçado não reagiu às agressões de Bruno “Marginal”. Isso só demonstra a distância abissal de caráter que existe entre Petkovic e grande parte dos seus colegas de Flamengo.
Ah! E a presidenta agora só tem tempo para se preocupar com “bolinhas”. Pelo menos ela encontrou uma maneira de mudar o foco dos problemas gravíssimos de relacionamento e até casos de polícia que vem ocorrendo no elenco do Flamengo, desde do advento do malfadado “Império das Regalias Amorosas”.
Por tulio
16 abril, 2010 as 09:52
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Flamengo não faz sua parte na Libertadores, mas os outros fazem por ele.
Ao final dessa rodada, a possibilidade de classificação que parecia mínima após o vexame no Chile, se tornou bastante viável. Uma vitória por uma boa margem de gols (até de dois poderia dar certo) diante do Caracas na próxima quarta, praticamente garante o Flamengo na próxima fase da Libertadores.
Eu imagino que Bruno e sua gang já devem estar providenciando um churrasco com muito “funk” e “rebolation” para comemorar essa nova situação.
Acho bom não comemorar por antecipação. Jogando do jeito que esse time tá jogando, golear qualquer equipe, por mais ridícula que seja, se transforma em um feito histórico.
Mantenho meu palpite para Flamengo e Caracas: 2 a 2. Contra o Universidad Católica eu errei por pouco. Cantei 2 a 1 e foi 2 a 0.
Por tulio
15 abril, 2010 as 13:07
Categoria Indefinida
Sem comentários!
Por tulio
14 abril, 2010 as 11:09
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
“Imperador não diz o motivo, mas confirma a separação. ‘Imperatriz’ tem convite para posar nua, hipótese que teria irritado o jogador” – GLOBO.COM
Do Blog: Isso é uma palhaçada (com todo respeito aos dignos palhaços). E o Flamengo penando no Chile, com a obrigação de vencer o seu jogo contra a Universidad Católica para tentar se classificar entre os melhores segundos colocados.
O Universidad do Chile venceu o inexpressivo Caracas fora de casa por 3 a 1 e dificilmente vai perder a primeira colocação.
“Imperatriz”?! Essa imprensa carioca só pode tá de brincadeira.
Por tulio
9 abril, 2010 as 11:28
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Adriano não está jogando porque está com dor nas costas. Isso é lá doença de jogador! O cara ganha 600 mil por mês e fica de fora de jogos decisivos por causa de uma dorzinha nas costas?!
Coloca uns dez Emplastro Sabiá (esse é um clássico) nas costas e vai pro jogo, idiota!
O que será que provocou essa lombalgia em Adriano? Será que ele tentou ressuscitar a malfada “Dancinha da Boquinha da Garrafa” em uma de suas farras funkeiras?
Por tulio
9 abril, 2010 as 11:20
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Flamengo não vai se classificar para a segunda fase da Libertadores e a culpa é totalmente de Andrade.
Ele vai entrar com trezentos volantes no jogo da quarta-feira no Chile contra o Universad mais fraco e ainda assim vai perder por 2 a 1. No último jogo em casa contra o ridículo Caracas, só vai empatar em 2 a 2.
O jogo de ontem foi pra matar qualquer um de raiva. Eu tinha cantado o meio de campo com Toró, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco, mas Andrade quis inovar e avançou o meia para o ataque colocando Michael no meio. Mais uma vez o primeiro tempo foi desperdiçado com o “destrambelhamento” natural de Toró e Willians, a lerdeza absurdamente irritante de Kleberson e o cai-cai nojento de Juan e Vinícius Pacheco.
Vou repetir aqui as palavras de um desafeto de Petkovic, o meu irmão Deppe: “Depois de hoje (ontem) não dá pra entender Petkovic ser reserva nesse time”. Sem querer retomar a polêmica, esse Vinícius Pacheco realmente não dá. Erick Flores que tem muito mais potencial que ele para jogar no meio de campo, teve pouquíssimas oportunidades e foi parar no Ceará (clube e estado). Nada contra o Ceará (clube e estado) que fique bem claro. Tomara que Erick Flores faça muito sucesso por lá.
Depois de terminar o primeiro tempo perdendo por 1 a 0, Andrade voltou com Bruno Mezenga no lugar de Kleberson e atribuiu a subida de produção da equipe apenas a essa substituição. Para ele a entrada de Petkovic no lugar do inoperante Vinícius Pacheco não teve serventia nenhuma.
O Flamengo realmente partiu pra cima, criou várias oportunidades de gol e conseguiu chegar à virada que parecia definitiva e garantiria a liderança do grupo. Mas o vírus do retranquismo que se alojou no cérebro de Andrade desde que ele entrou para o “Clube dos Técnicos Milionários” do futebol brasileiro, mais uma vez mostrou o seu poder letal e imediatamente após a virada, ele resolve tirar o melhor jogador em campo, Michael (autor do primeiro gol e coadjuvante no da virada) para colocar Maldonado, chamando o Universidad para o campo do Flamengo. E o castigo veio pouco depois com o gol de empate.
Interessante que nas entrevistas pós-jogo, nenhum repórter questionou a substituição imbecil do treinador. O empate trágico foi atribuído apenas à falta de atenção no minuto final da partida.
Mas é bom Andrade ficar alerta. Domingo já tem a semifinal do segundo turno do Carioca contra o Vasco. Um novo tropeço e sua batata vai começar a assar. “Chefinho” Marcos Braz pode começar a ficar zangado!
Por tulio
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