3 setembro, 2010 as 10:50
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Na estréia contra o Cruzeiro, Silas já percebeu que não vai ter vida fácil no Flamengo. E mostrou que apesar do já batido discurso de quem chega pra assumir um time em crise, com frases do tipo: “o elenco é muito bom”, “com esse elenco podemos brigar pelo título”, “são jogadores de alto nível”, ele o conhece muito pouco. O que ele pretendia com aquela substituição de Val Baiano por Fernando? Um “embasbacado” Júnior (o torcedor/comentarista da Globo) imaginou que ele pretendia avançar Petkovic ou Renato para o ataque. Com os dois já se arrastando em campo àquela altura do jogo?! O pior é que Fernando entrou realmente para jogar de centroavante. E ficou lá, na área do Cruzeiro, atrapalhando quem tentava fazer alguma coisa de útil. No final ainda errou uma cabeçada que poderia ter sido o gol de empate.
Tudo bem que “qualquer coisa” que entrar no lugar de Val Baiano terá mais utilidade. Mas ele tinha gente do ramo no banco de reservas, ainda que não fosse nenhuma maravilha.
O Flamengo é o time mais óbvio do Campeonato Brasileiro. Qualquer adversário, por pior que seja, consegue anular o seu meio de campo e ataque, ainda mais quando não se tem um ataque que mereça o mínimo de respeito. Há cinco anos que as principais jogadas ofensivas do Flamengo são protagonizadas pelos laterais Léo Moura e Juan, que já não apresentam a mesma eficiência de outrora. Cuca, que já treinou o Flamengo e conhece muito bem os dois e que é um “tapado” de marca maior, não precisou nem gastar seus poucos neurônios para conseguir anulá-los: abriu Thiago Ribeiro de um lado e Montillo do outro. Cada subida ao ataque dos seus laterais era um “Deus nos acuda” na defesa rubro-negra. Mas desse time do Flamengo, uma coisa que é sempre cobrada pela torcida nos momentos de baixa, não pode ser cobrada agora: raça, falta de empenho. O que falta realmente é qualidade técnica e esquema tático eficiente. Os jogadores correm feito uns desesperados durante as partidas (nunca na direção correta) e sempre chegam ao seu final com um “palmo de língua de fora”. Correm em excesso e produzem em escassez.
Na conquista histórica do ano passado, Andrade conseguiu tirar um pouco da responsabilidade de Léo Moura e Juan de serem atacantes, porque contou com a segurança de Airton e Maldonado à frente da zaga, Willians menos destrambelhado e Petkovic numa fase esplendorosa. As jogadas fluíam naturalmente por todos os lados do ataque. No início do ano, ao perder Airton vendido, Maldonado machucado e entrar numa onda de “picuinhas” com o Pet, ele perdeu o seu meio de campo e nunca mais se aprumou. No Campeonato Carioca foi aquela inconstância que vocês viram. Vinícius Pacheco chegou a ser o “cara” (virou o “cupido” do malfadado “Império do Amor”). Botou Petkovic no banco pra se ter uma idéia. Quem andou salvando – mas não o suficiente para conquistar o inédito tetra carioca que parecia “favas contadas” depois da conquista do hexa brasileiro – foi a dupla “bad boy” Vágner Love e Adriano.
Andrade caiu, Rogério Lourenço assumiu, pagamos mais um mico na Libertadores, Vágner Love e Adriano se escafederam e voltamos a estaca zero. E começamos o Brasileirão 2010 ainda na estaca zero. Os reforços foram chegando a conta gotas e sem empolgar ninguém. As tentativas – ou supostas tentativas – é que deixavam o torcedor empolgado (Montillo, Zé Roberto, Maicossuel, Jobson, Emerson “Sheik”, Ronaldinho Gaúcho – pasmem!, etc, etc), mas nenhuma se confirmou. Tivemos que nos contentar com Correia, com o “Trem” Baiano e com ex-aposentado do INSS Leandro Amaral.
No apagar das luzes, chegaram Renato Abreu (em péssima forma física) e a dupla de atacantes Diogo (que já se machucou) e Deivid, em quem estão depositadas todas as esperanças de uma recuperação rubro-negra no Campeonato Brasileiro.
Um turno já se foi e o time que saiu para o recesso da Copa do Mundo em quinto lugar na classificação, só faz despencar e já começa a rondar a zona de rebaixamento.
Uma recuperação épica com a do ano passado é muito pouco provável. Mas daí a brigar para não cair, já seria demais.
PS: Pra que tanto esforço para renovar com Maldonado se ele não vai nem no banco?
Por tulio
1 junho, 2010 as 11:07
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Opiniões
Era uma arma de paintball, a nova moda entre os milionários é abajur dourado em formato de fuzil e aquele CV que Adriano fazia com as mãos significa “Companheiros Voluntariosos”. Não tem nada a ver com o “Comando Vermelho”.
“Que Deus perdoe essas pessoas ruins”, já dizia o ilustre “Filósofo da Chatuba”.
Por tulio
24 maio, 2010 as 15:00
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Aquela “coisa” que eu prometi jamais voltar a citar o nome, não existe mais. Desmoronou. Desintegrou-se.
Adriano já está de malas prontas para Roma e para “a” Roma. O outro também vai-se por esses dias.
E a inocente presidenta Patrícia Amorim acreditava no amor do “artilheiro presepeiro” ao Flamengo para mantê-lo na Gávea no segundo semestre.
Mas não se preocupe não minha cara presidenta. No começo de 2011 ele começa a sentir saudades da Chatuba (é isso mesmo?), das baladas e dos companheiros de baladas, das mordomias, da namorada barraqueira e vai voltar todo infeliz jurando amor renovado e eterno ao Flamengo.
Por tulio
21 maio, 2010 as 14:56
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
Gente, não tem nada a ver com a desclassificação do Flamengo. Essa decepção bem que merecia um comentário muito bem escrito.
Mas é que hoje o meu tempo tá no gargalo.
Mas eu gostaria de dizer que faço minhas as palavras (até as que ele pede desculpas por ter escrito) do caríssimo e assíduo leitor Sérgio e da palmeirense sofredora e amante do bom futebol Denise, nos comentários do post anterior.
Agora é penar no Campeonato Brasileiro e se divertir com as presepadas da Selecinha de Dunga.
Segunda eu volto.
Não me abandonem.
Por tulio
20 maio, 2010 as 14:14
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
O discurso entre todos os jogadores e comissão técnica do Flamengo é o mesmo: “esse é o jogo de nossas vidas”, “eu vou dar minha vida em campo”, “eu vou me matar em campo”, “o Flamengo tem que ser guerreiro” e outras baboseiras do gênero envolvendo vida, morte e guerra. Conversa pra “boi dormir”. Não vai ter guerra, ninguém vai se matar, ninguém vai morrer em campo. Se tem alguém que corre risco de morrer – e de raiva – é o torcedor rubronegro. Já os jogadores, não vão jogar nada como sempre, vão perder como sempre, não vão faltar desculpas esfarrapadas como sempre e depois como sempre vão voltar para suas vidas milionárias, suas favelas e suas baladas (já deve ter uma marcada para o retorno ao Brasil independente do resultado).
É por isso que eu sou ranzinza, birrento ou coisa que o valha e não acredito nessa superação sem limites. Porque esses que agora prometem suar sangue, dar a vida, não fizeram isso no Maracanã superlotado com a torcida mais linda do mundo naquele vexame da quarta feira passada?
E também não acredito em milagre.
Por tulio
6 maio, 2010 as 17:26
Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Flamengo simplesmente não existiu no primeiro tempo. Ainda assim teve duas oportunidades de marcar um gol salvador. Vinícius Pacheco mais uma vez teve uma atuação bisonha. Ridícula. Estarrecedora de tão ruim. Não acredito que Rogério Lourenço, efetivado como treinador – pelo menos informalmente – pela presidenta Patrícia Amorim depois da partida de ontem, ainda vá insistir com essa “baranga” como homem de criação no meio de campo do Flamengo daqui pra frente.
O Corinthians dominou por completo, teve mais oportunidades, mas só fez 2 a 0, placar que lhe servia, graças a um gol contra de David que “Ronalducho” ainda ajudou com a mão e a uma cabeçada do próprio “Ronalducho” em cima de Bruno que aceitou. Depois disso o Corinthians se deu por satisfeito e achou que já tinha resolvido a parada no primeiro tempo.
Qualquer “coisa” que voltasse no lugar de Vinícius Pacheco no segundo tempo – a vaca do Tabajara Futebol Clube, por exemplo – tornaria o Flamengo mais criativo. O escolhido foi Kleberson. Petkovic mais uma vez foi preterido, deixando claro que não faz parte dos planos da diretoria e comissão técnica rubronegra para o restante da temporada. Uma pena. Sem o “Pet” o Flamengo não passará de um mero coadjuvante no Brasileirão. É bastante provável que brigue pra não cair.
E o Flamengo só precisou trocar três ou quatro passes certos para fazer o gol que lhe garantiria a sequência na Libertadores. Vágner Love que vinha matando o torcedor de raiva conseguiu se redimir. Isso logo aos quatro minutos. Os quarenta e cinco minutos a partir daí, se transformaram numa eternidade.
O Corinthians partiu para o desespero e ofereceu o contra-ataque ao Flamengo que não soube aproveitar para se tranqüilizar na partida. Ou errava na finalização ou no último passe.
Tensão até o último minuto, quando Bruno evitou o terceiro gol corintiano numa cobrança de falta de Chicão. Festa rubronegra muito justa no final. O pior classificado eliminou o melhor em seus domínios.
O Corinthians se acovardou no Maracanã quando com um jogador a mais foi dominado pelo Flamengo e perdeu por apenas um gol de diferença e quando fez dois a zero no Pacaembu e tentou administrar esse resultado. Pagou caro por sua covardia. Libertadores no centenário já era. Quem sabe na festa do bicentenário. Daqui pra lá, com certeza, “Ronalducho” terá perdido os quilinhos – ou seriam quilões? – em excesso.
Ia esquecendo. Adriano só resolveu jogar nos últimos cinco minutos. Kleberson só acertou o passe para o gol de Vágner Love e no mais foi aquela lentidão de sempre. Mas os dois acham que jogaram o suficiente para ir para a Copa. Boa viagem.
Por tulio
5 maio, 2010 as 16:53
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Resolvi dar um tempo com as minhas picuinhas e manifestos contra a diretoria do Flamengo, contra privilégios esdrúxulos, contra treinadores efetivos, semi-interinos e interinos e contra escalações equivocadas e injustas.
Vou extravasar minha paixão rubronegra e torcer feito um doido no jogo mais importante do ano para o Flamengo. Um resultado contra o Corinthians, que o garanta na próxima fase da LIbertadores e o “Mengão” já terá salvo o seu conturbado primeiro semestre.
Que vença o melhor e haja unha!
Por tulio
29 abril, 2010 as 13:52
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
E tudo o mais que precisa ser lavado. E o que não faltou foi água.
Não sei se a chuvarada que caiu ontem no Maracanã ajudou ou atrapalhou.
Só sei que fazia tempo que eu não via os jogadores do Flamengo com tanta vontade. Até em excesso, como ficou explícito na expulsão idiota de Michael aos trinta e seis minutos do primeiro tempo. Mas ele nem chegou a fazer muita falta. Com onze ou com dez, o Flamengo foi sempre superior ao Corinthians. Só quem ficou devendo foi Vágner Love. Aquelas trancinhas horrorosas dele deviam estar pesando uma tonelada com aquele aguaceiro todo.
O Flamengo ficou uma partida sem levar gol depois de quase um século.
Venceu por 1 a 0 e poderia ter sido de mais, se Adriano não tivesse cabeceado aquela bola em cima do goleirinho do Corinthians.
Mas ficou de bom tamanho. O Corinthians vai ter que se virar no Pacaembu na próxima quarta. A responsabilidade de não poder levar gol em casa vai pesar. Um gol do Flamengo, o obriga a fazer três. Esse é o jogo ideal para Petkovic, com seus lançamentos precisos para puxar os contra-ataques. Infelizmente isso não vai acontecer, pelo menos de início. Rogério deve começar a partida com Fierro no lugar de Michael.
Jogue quem jogar, só não pode é entrar cheio de “frescuragem” (e esse é o grande perigo) achando que já tá tudo ganho.
Eliminar o Corinthians – o melhor dos melhores – nessa fase da Libertadores tem até um gostinho de título.
Por tulio
28 abril, 2010 as 12:00
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
A torcida do Flamengo está eufórica e vai lotar o Maracanã hoje à noite. Depois da sofrida classificação na Libertadores, nada como um clássico de dimensões continentais para devolver a auto-estima a “Nação Rubronegra”, que anda meio “escabriada” com os maus resultados desse início de temporada. Tá na hora desse grupo de jogadores, em sua maioria protagonistas na conquista do hexa, criar vergonha na cara e retribuir a expectativa de volta por cima da maior torcida do mundo.
Já a torcida do Corinthians, esperava tudo, menos pegar uma pedreira dessas logo no primeiro mata-mata, depois de terminar a fase de classificação como o melhor dos melhores. Enfrentar um “Banfield” da vida é uma coisa. Enfrentar o Flamengo, mesmo com o péssimo retrospecto de pior classificado é outra completamente diferentemente.
Os especialistas apontam o Corinthians como favorito pelo atual momento que atravessa. É um time sem crises. Já o Flamengo é o próprio retrato da crise. Para muitos, isso já seria suficiente para garantir a seqüencia do Corinthians na Libertadores. Para esse humilde blogueiro e “pitaqueiro” não é. Os elencos se equivalem e gordo por gordo, o nosso tá menos gordo.
Vai dar “Mengão”.
Por tulio
26 abril, 2010 as 16:52
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Andrade era o único treinador do mundo, que tinha uma bandeira com o seu rosto estampado tremulando nos estádios em dias de jogos. A torcida do Flamengo sempre teve um certo pudor em vaiá-lo.
Não existe alegria maior para uma torcida, do que conquistar um título importante como um hexa Campeonato Brasileiro, tendo a frente da equipe um dos seus maiores ídolos.
E Andrade é o meu ídolo, ídolo de uma geração, ídolo de uma nação. O Flamengo jamais terá um volante com a qualidade de Andrade. Andrade era tão refinado, que no futebol que se pratica hoje em dia no Brasil e no mundo, ele deixaria de ser volante e passaria a atuar como meia de armação. Seria o camisa 10 – pelo menos na função – em qualquer equipe que jogasse. E com certeza daria conta do recado e muito bem.
Após deixar os gramados, nunca deixou de freqüentar a Gávea. Treinou todas as categorias das divisões de base e nos últimos dez anos foi auxiliar técnico de todos os treinadores que passaram pelo Flamengo sendo interino inúmeras vezes. Funcionário de carteira e de carreira exemplar, nunca teve o seu trabalho devidamente reconhecido.
Uma conjunção de fatores levou o Flamengo à inesperada e fantástica conquista do hexa brasileiro sob o seu comando.
Tudo deu certo naquela ocasião: as contratações de Álvaro e Maldonado e a fixação de Airton a frente da linha de zaga, atuando às vezes como terceiro zagueiro, arrumaram de vez a defesa do Flamengo, que a certa altura do Brasileirão chegou a ser a mais vazada do campeonato. No meio de campo, Petkovic, que veio a contragosto de tudo e de todos, se transformou no maestro da equipe e com atuações espetaculares em jogos fundamentais acabou se tornando um dos principais responsáveis pela conquista do título. Zé Roberto voltou a jogar seu bom futebol da época de Botafogo e Adriano no auge de sua motivação, fez gols decisivos e acabou como artilheiro do campeonato, embora já nas últimas rodadas tenha começado a se envolver com problemas extra-campo (a tal da bolha assassina) ficando fora de algumas partidas importantes.
Andrade sentiu que aquele era o momento de se valorizar e começar a conquistar sua independência financeira. Nada mais justo. A renovação do seu contrato foi aquela novela que todos já conhecem. As conversas com o vice de futebol Marcos Braz não foram nada amistosas. Enfim houve a renovação, mas com ela veio todo o desgaste de uma negociação conturbada.
Ele conseguiu o reconhecimento financeiro tão sonhado, mas ao mesmo tempo fechou os olhos para os problemas disciplinares que vinham desde 2009 e que o título conseguiu mascarar.
A partir do início da temporada, ele deveria ter imposto seus métodos de trabalho (se é que havia algum) e usado da sua autoridade de “comandante em chefe” da comissão técnica para acabar com os privilégios e desmandos que haviam se instalado na Gávea. No entanto, ao contrário, ele continuou colocando panos quentes em tudo de errado que acontecia no Departamento de Futebol rubronegro e ainda teve que agüentar a oficialização das regalias da dupla Adriano e Vágner Love, estabelecidas pelo diretor de futebol Marcos Braz.
As confusões extra campo, por mais que ele insistisse “que estava tudo bem”, “que tudo no Flamengo é supervalorizado”, “que o grupo está unido (mesmo após os tapas de Bruno em Petkovic)”, refletiram dentro de campo.
O nível técnico ridículo do Campeonato Carioca encobriu nos jogos contra os times “nanicos” o péssimo futebol que o Flamengo vinha – ou vem – jogando em 2010. A prova é tanta, que em duas decisões (uma semifinal e uma final de turno) contra o limitadíssimo Botafogo de Joel Santana, o Flamengo saiu derrotado. A classificação na “bacia das almas” na Libertadores também deixou evidente o baixo nível técnico da equipe de Andrade.
E ele insistia em afirmar nas entrevistas pós jogo que a equipe vinha jogando bem, embora os resultados nunca traduzissem isso. O Flamengo de Andrade era – e continua sendo – uma bagunça dentro e fora de campo.
Enfim, a era Andrade chega ao fim no Flamengo bem antes do que se esperava. Do que eu esperava. A sua falta de pulso na condução desse elenco cheio de estrelas, de “barangas” metidas a besta, de jogadores sem compromisso com o “Manto Sagrado”, levaram o ídolo rubronegro à demissão.
De resto, é esperar que a presidenta consiga colocar o Flamengo novamente nos eixos e o transforme num clube que volte a merecer o respeito e o carinho do torcedor.
De cara, ela deveria começar com a demissão sumária da “turma da batucada” no vestiário.
E boa sorte para Andrade aonde ele for.
Por tulio
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