28 janeiro, 2010 as 09:34
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Enquanto Andrade fica se encantando com sua dupla de atacantes, a sua defesa continua tomando gols ridículos de times medíocres.
Sofrer dois gols de um time que até então só tinha feito um e ainda mais na goleada para o Olaria por 5 a 1, é injustificável.
É tão irritante assistir jogos do Flamengo nessa Taça Guanabara e vê o seu meio de campo ser envolvido por jogadores de nível técnico mais do que questionáveis, que até a maravilha de tabela entre Vagner Love e Adriano – jogada praticamente esquecida no futebol dos tempos modernos – e que originou o terceiro gol do Flamengo contra o Americano, fica em segundo plano quando analisamos a partida em um todo.
Só existe uma explicação para essa vulnerabilidade defensiva rubronegra: Toró. Ao que tudo indica, o mais novo “imexível” de Andrade. Toró não existe. Não consegue marcar nem um poste sem fazer falta e quando inventa de subir ao ataque é uma temeridade. E agora que ele “cismou das cachorras” de querer fazer um gol de fora da área a qualquer custo, é pra tirar qualquer um do sério.
Alô Joel Santana! Exija da diretoria “Chorafoguense”, a qualquer custo, como reforço para o seu elenco, o seu “Torozinho”! Vai tem embora desgraça!
Por tulio
18 dezembro, 2009 as 09:46
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Calma gente! Estou de volta. Andei meio derrubado esses últimos dois dias. Acho que ainda não consegui curar totalmente a ressaca pelo hexa do Flamengo.
Mas é que também tem uma coisa. Esse período de recesso futebolístico é de uma chatice sem tamanho. Até o início dos estaduais, as especulações sobre contratações, dispensas, renovações, troca-troca, pipocam de todos os lados.
No Flamengo – que é o que mais nos interessa -, tivemos o fim da novela da renovação de Andrade, que quer queiram quer não, deixou algumas rusgas entre o treinador campeão e a nova diretoria rubronegra. Vamos torcer para que isso não atrapalhe o trabalho na temporada 2010, que promete fortes emoções, com a possibilidade do tetra estadual e bi da Libertadores. O Brasileirão é outra história. Antes disso e diante da possibilidade da perda de Adriano, o Flamengo propôs ao Cruzeiro trocar meio time pelo atacante Kleber “Gladiator”. Ainda bem que não deu certo. E quanto ao “Imperador”, qualquer definição só quando ele terminar de comemorar o hexa do “Mengão”. Lá pro fim de janeiro. Certo, mas certo mesmo, caríssima “Nação Rubronegra”, é o retorno dele, o artilheiro das decisões, OBINA!
No mais, o Vasco contratou um time inteiro (só escapam um ou dois no máximo) antes de anunciar o novo treinador Wagner Mancini. Muriqui – quem diria – virou sonho de consumo dos grandes clubes brasileiros e acabou no Atlético Mineiro, que anunciou com pompas “Vandemburgo Luxerley” que mais uma vez chegou fazendo propaganda abusiva de si mesmo e prometendo um “projeto a médio prazo, os títulos são conseqüência” e não vai ganhar porcaria nenhuma. Richarlyson colocou apliques no cabelo e ficou uma graça.
E vamos seguindo com especulações, especulações, especulações…
Outra coisa certa, é que depois do Natal, esse modesto blogueiro vai tirar uns quinze dias de férias, longe de um teclado e de um monitor.
Por tulio
1 dezembro, 2009 as 11:53
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Peço desculpas aos meus “milhões” de leitores, mas não vou comentar mais nada sobre Flamengo e Grêmio até que esse jogo acabe.
Essa história de que o Flamengo já é campeão, que o Grêmio vai facilitar assim como o Corinthians facilitou (e confesso sem nenhum fanatismo, que não vi nada disso que a grande imprensa anda falando e escrevendo), que vai ser o jogo das faixas, já está me dando nos nervos.
Vai ser muita fofoca até a hora do jogo.
Eu só quero saber se até amanhã Adriano não vai queimar o outro pé numa lâmpada de jardim e se Petkovic vai estar inteiro no domingo. Em relação a essa queimadura esquisita do “Imperador”, eu estou mandando a história documentada para o Programa “Caçadores de Mitos” do Discovery Channel, para chegarmos a uma conclusão se realmente uma queimadura em lâmpada de jardim pode provocar todo aquele estrago.
Então ficamos assim. Até segunda ninguém fala em título, em jogo, em armação e outras “cositas más”.
Ah! Pode não ser até segunda e sim até terça. Se o “Mengão” for campeão eu vou tomar um “pifão” tão grande no domingo, que vou “feriar” na segunda.
Por tulio
27 novembro, 2009 as 17:35
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Adriano está fora do jogo contra o Corinthians.
Explicações do jogador para a queimadura no pé que vai afastá-lo do jogo mais importante de sua carreira:
“As pessoas falam muita coisa, mas o que houve foi que eu cheguei em casa quarta-feira, estava escuro, eu encostei na luz do jardim e queimou. Não foi nada de moto”.
Uma pergunta não quer calar:
Se ele encostou o pé na luz do jardim e ela provocou a queimadura, deveria estar acesa. Se estava acesa, como é que estava escuro?
Não sei porque, mas tudo que envolve Adriano no Flamengo é obscuro. Pra não fugir do tema “escuridão”, “apagão”, “blecaute”…
Por tulio
23 outubro, 2009 as 11:01
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões
Muito desse “renascimento” do Flamengo, se deve a excelente fase de Petkovic e Adriano e as chegadas de Álvaro e Maldonado.
Realmente Petkovic tem tido uma seqüência espetacular de boas atuações e com Adriano – depois de “séculos” – o Flamengo pode fazer o artilheiro do Campeonato Brasileiro.
Álvaro e Maldonado, caíram como uma luva e deram um jeito naquele sistema defensivo cheio de destrambelhados como: Wellinton, Fabrício, Willians, Toró, Lennon, Aírton e afins. A certa altura, o Flamengo chegou a ter a defesa mais vazada do campeonato. O coitado do Ronaldo Angelim, acostumado a ter como parceiro Fábio Luciano, chegou às raias do desespero.
Mas será que essa reviravolta de expectativas – de brigar pra não cair a brigar pelo título – teria acontecido se não fosse Andrade o comandante da nau rubro negra? Acho muito difícil. Com o tapado do Cuca (a torcida tricolor anda eufórica com seu treinador), o Flamengo continuaria por ali, patinando entre décimo e décimo sexto colocado, até o fim do campeonato.
O grande mérito de Andrade – que apesar de efetivado como treinador nunca abandona aquele seu ar de interino – foi recuperar alguns jogadores que já estavam desmotivados e sem maiores perspectivas dentro do elenco. Exemplos de Léo Moura, que só era titular absoluto por não ter um reserva à altura e Everton, que substituiu Juan com eficiência (embora não seja o jogador “dos meus sonhos”), durante o seu período de inatividade por contusão. Aliás, Juan é outro que precisa do comandante para voltar a jogar bem. Ainda está devendo nesse seu retorno.
Com a chegada de Álvaro, Aírton voltou para a sua verdadeira posição de primeiro volante, parou de fazer faltas desclassificáveis e hoje sem dúvida nenhuma, está entre os cinco melhores de sua posição no Brasil. Até Willians, o recordista de cartões no Brasileirão, deu uma melhorada. O problema é que sua fama já está consolidada e os árbitros não perdem uma oportunidade de “amarelá-lo” ou “avermelhá-lo”. Contra o Palmeiras, ele só fez uma falta (e sem nenhuma violência), mas tomou o amarelo que o deixa fora do clássico contra o Botafogo.
Zé Roberto é outro que recuperou a alegria de jogar nas mãos de Andrade. De mera moeda de troca (e o pior é que nem um clube o aceitou), se transformou em titular absoluto, vem jogando bem e tem feito gols decisivos para essa arrancada do Flamengo.
No campo tático, é nítida a transformação na maneira de jogar do time de uns três ou quatro anos atrás para o atual. O Flamengo era aquele time em que os treinadores adversários quando iam enfrentá-lo já tinham o discurso na ponta da língua: “É só marcar os laterais Léo Moura e Juan que eles não jogam”. Joel Santana foi o criador do esquema e Caio Júnior e Cuca, os seus sucessores, não tiveram a mínima competência ou preocupação em modificá-lo ou pelo menos aperfeiçoá-lo. Hoje é visível a variação de jogadas, para que a bola chegue aos atacantes rubronegros em condições de marcar.
O Flamengo de Andrade fez renascer nos gramados brasileiros a antiga, a esquecida, mas bela, linda e maravilhosa “tabelinha”. Como é bonito um gol fruto de uma “tabelinha”!
Vamos parando por aqui e prá cima dos “home” Mengão, que eu já tô quase chorando com saudades daquele meio de campo com Andrade, Adílio e Zico!
Por tulio
21 agosto, 2009 as 15:51
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões
O vírus “Influenza de Dunga” voltou a atacar na Gávea.
Depois de encerrar com as carreiras de Juan, Léo Moura e Kleberson, agora foi a vez de Adriano.
Não precisou nem se apresentar a Seleção.
O simples anúncio de sua convocação, já fez com que o artilheiro do Brasileirão passasse em branco no vexame contra o Cruzeiro, jogando uma partida abaixo da crítica.
Imagine quando voltar dessa contagiosa e inesperada convocação.
Abra o olho “Imperador”!
Por tulio
17 julho, 2009 as 15:51
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Ver esse Flamengo de Cuca jogar, com a ruindade explícita de Wellinton, Éverton, Willians e Éverton Silva, mais Léo Moura desorientado jogando no meio, Emerson correndo prum lado e pro outro tentando criar alguma coisa e Adriano isolado no ataque, é um teste pra cardíaco.
O nível de irritação chega ao limite da explosão (tipo jogar uma banda de tijolo na televisão).
Eu parei por aqui. Depois daquele empate com o São Paulo e aquela partida ridícula, absurda, canhestra, bisonha, contra o Palmeiras, não dá mais. Eu sou hipertenso.
Por tulio
3 julho, 2009 as 14:01
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões
Dizer, afirmar, escrever, esbravejar, que o Flamengo dessa era Kléber Leite não é um clube sério, é chover no molhado. Se eu fosse descrever aqui todas as lambanças que esse pilantra megalomaníaco já protagonizou, seria necessário no mínimo uma semana de textos.
Essa última polêmica envolvendo o número da camisa de Adriano (atenção: o garoto mimado faltou ao treino de hoje pela manhã e ficou de apresentar suas desculpas esfarrapadas – avalizadas por “Painho” Kléber – quando aparecer à tarde para a concentração. Se aparecer.) foge de todas as regras do bom senso e da seriedade.
O Flamengo lançou uma pesquisa na internet para a torcida escolher qual o número da camisa do “Imperador” e a nação rubro-negra escolheu a 9. Adriano agora diz que quer jogar com a 10, que estava reservada para Petkovic. A opinião da torcida não serviu pra nada.
Para contornar mais esse “mico”, ficou acertado que Adriano começa jogando com a 9 e depois de algum tempo muda para a 10.
Vá entender um “troço” desses!
É muita presepada para um time só!
Por tulio
22 junho, 2009 as 13:05
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
Até eu, que sou o sujeito que mais entende de futebol no mundo, fui surpreendido por alguns resultados do final de semana.
O Atlético Mineiro – o “cavalo paraguaio” da hora – venceu o Santos na Vila Belmiro com show de bola de Diego “Retardelli”. O Barueri venceu o Cruzeiro no Mineirão. Botafogo e Fluminense fizerem dois jogos muito parecidos contra Vitória e Avaí. Saíram em desvantagem de dois gols, conseguiram chegar ao empate e nos minutos finais entregaram o jogo.
Até na “sem graça nenhuma” Copa das Confederações pintaram algumas maluquices. Os Estados Unidos que vinha de duas derrotas, último colocado no grupo, surpreendeu ao vencer o surpreendente Egito – que havia engrossado o caldo contra o Brasil e vencido a Itália – por 3 a 0 e com o resultado de 3 a 0 do Brasil em cima dos atuais campeões do mundo, acabou se classificando em segundo no grupo. Os italianos voltaram pra casa mais cedo.
Mas surpresa, surpresa mesmo, foi a goleada de 4 a 0 do Flamengo em cima do Inter. Eu já estava preparado para mais um vexame e para a demissão de Cuca (pelo menos a provável derrota serviria para alguma coisa), mas Adriano em noite inspirada garantiu o emprego do “tapado” treinador. Por enquanto. Tudo bem que o Inter jogou desfalcado pela metade, mas mesmo aquele time que jogou ontem, não é pra tomar de quatro de ninguém nesse Brasileiro, ainda mais do Flamengo.
Cuca fica pelo menos até o próximo vexame, e vamos ver o que acontece no Fla-Flu na próxima rodada.
Por tulio
1 junho, 2009 as 13:08
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Nem o mais otimista dos rubronegros, inclusive o próprio, poderia imaginar uma estréia como a de Adriano ontem no Maracanã em festa, com setenta e um mil espectadores.
O futebol do “Imperador” está alguns níveis acima do que se pratica no Brasil atualmente.
Gordo, pesado, sem mobilidade, sem preparo físico para agüentar noventa minutos?
Que nada! O “grandão” fez a diferença na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético Paranaense.
O Flamengo não fez uma partida brilhante. O “Furacão” desse ano, não passa de uma brisa e o time de Cuca não soube se aproveitar da fragilidade do adversário para aplicar uma sonora goleada.
Depois de fazer 2 a 0 logo a 1 minuto do segundo tempo, numa cabeçada bem ao estilo “Imperador”, o time começou com aquele toquinho de bola irritante e infrutífero (sem contar o número absurdo de passes errados) no meio de campo, sofreu o gol num pênalti inexistente, mas que o juiz só deu porque os homens do meio de campo e da zaga permitiram que o lateral atleticano fosse avançando com a bola até cair dentro da área e por pouco não complica um jogo fácil.
O primeiro efeito da presença de Adriano como referência dentro da área, foi a subida de produção de Léo Moura e Juan (fazia séculos que o “abusadinho” não fazia uma partida como a de ontem). Agora quando eles chegam à linha de fundo e olham para a área, vislumbram um jogador que sabe o que fazer com a bola quando ela chega.
Vida longa ao “Imperador”!
Por tulio
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