O Flamengo conquistou de forma brilhante o título de Bi-Campeão Brasileiro de Basquete. Esse ano já havia conquistado o título Sulamericano.
Esse grupo de sucesso nas quadras, continua sofrendo com a irresponsabilidade dos dirigentes rubro-negros, que não tão nem aí para colocar em dia salários e premiações dos atletas campeões.
Mas Márcio “Clodô” Braga, estava lá na quadra, todo afetado, comemorando com os jogadores. E ele não estava doente?!
Mas se sobra cara de pau nos cartolas do Flamengo, o que não falta também é criatividade na hora de fazer caixa. Depois da “vaquinha” para manter Íbson na equipe, outra idéia estupenda. Essa notícia saiu no Uol-Esportes:
“Flamengo cria baralho para quitar dívidas com atletas”
É muita cara de pau desse “picareta” Kléber Leite e sua corja.
Se não dá pra pagar, que vá embora. Daqui a pouco vão querer fazer “cotinha” pra pagar o lanche e o vale transporte dos funcionários, a manutenção dos equipamentos de musculação, a limpeza da piscina. Um trabalho sério para atrair o Sócio-Torcedor como fez o Internacional, nem pensar.
Para manter Ibson, Flamengo lançará campanha na televisão – UOL Esportes
Manter Ibson é o grande objetivo do Flamengo neste meio de ano. Para cumpri-lo, porém, o clube terá de desembolsar cerca de R$ 11 milhões ao Porto, de Portugal. Como não tem o dinheiro e atravessa um longo problema financeiro, a diretoria rubro-negra, mesmo encontrando algumas resistências entre os próprios dirigentes, resolveu apelar para a boa vontade de seus torcedores.
De acordo com o jornal O Globo, a intenção é lançar uma campanha intitulada “Fica, Ibson” em um espaço de comercial na televisão, na qual doações poderão ser feitas para ajudar o clube da Gávea nesta ‘empreitada’.
Quebrando a promessa – pense num cara ruim de promessa! – vamos a Santo André e Flamengo.
Se o Flamengo não ganhasse aquela partida de ontem, ia dar um “liso” em vitórias fora de casa no Brasileirão desse ano.
O time do Santo André é muito limitado e é sério candidato a voltar para Série B já em 2010.
O Flamengo começou igual aos últimos jogos pela Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Marcando bem no meio, tendo campo para o contra-ataque, mas sempre pecando na organização das jogadas de ataque e nas finalizações. Quando é que Cuca vai botar na cabeça que não dá pra jogar com Obina e Josiel, dois “trem-virado”, na frente? É começar o jogo sabendo que no intervalo ou no início do segundo tempo, um dos dois vai ser substituído. Como Josiel conseguiu desencantar e marcou um gol de cabeça numa cobrança de escanteio – como diz meu irmão Deppe, o último gol do Flamengo em cobrança de escanteio foi, aliás, havia sido a partir de ontem, o de Rondinelli na final do Carioca de 78 contra o Vasco -, dessa vez sobrou para Obina, que pelo visto vai passar o ano em branco.
Vencendo por 1 a 0, o Flamengo teve oportunidade de liquidar a partida, mas começou com aquele joguinho de “cerca Lourenço”, esperando o tempo passar e acabou cedendo o empate numa bobeira da defesa.
Aos vinte e um do segundo tempo, Bruno ia aprontando mais uma das suas “lambanças” ao tentar fazer golpe de vista num cruzamento despretensioso de Marcelinho Carioca, mas dessa vez a sorte lhe foi camarada. A bola bateu na trave e armou o contra-ataque do Flamengo. Íbson, que realizou talvez sua melhor partida na temporada, lançou Josiel com perfeição e o cabeludo marcou um golaço tocando por cima do goleiro.
“Jesus” é o cara! Será que depois de ontem ganhou a vaga de companheiro do “Imperador”?
Considerações finais, que o post já está enorme:
Kléberson não jogou absolutamente nada. A sua expressão de desânimo na hora do Hino Nacional, foi o retrato de sua participação na partida.
Léo Moura e Juan não fizeram falta nenhuma. Éverton Silva, a quem eu já chamei de pior jogador do Flamengo desde Merica, substituiu muito bem o inoperante Léo Moura dos últimos jogos. Compensou sua falta de categoria, com muito vigor físico e correria.
Qualquer um que substituísse Juan se sairia melhor. Quem sabe durante esse período sem jogar, ele consiga recuperar o bom futebol da temporada passada. E Cuca talvez tenha encontrado a solução para a lateral esquerda durante os 30 dias de suspensão do “esquentadinho”. Éverton não foi brilhante – ficou muito preso no campo de defesa – mas também não comprometeu. Pode render muito mais com a sequência de jogos.
E Cuca vai ter que arranjar um lugar para Erick Flores nesse time. Quando ele entrou no lugar de Obina, a equipe ficou mais ágil e solta no ataque.
Agora é esperar pelo “Imperador” Adriano no próximo domingo.
Esse ano tem sido difícil assistir jogos do Flamengo. O meu grau de irritação com esse time de Cuca, com suas escalações e substituições absurdas, com atuações ridículas de alguns jogadores que não saem do time nem por decreto, tem alcançado níveis estratosféricos.
Nem na conquista do Campeonato Carioca eu consegui relaxar. Cuca, com sua burrice crônica, conseguiu levar um jogo ganho para a disputa nos pênaltis e ainda saiu cheio de “marra”.
A estréia no Brasileirão na derrota para o Cruzeiro foi um teste pra cardíacos.
Diante desse quadro, fui assistir Flamengo e Internacional já preparado para o pior. O Internacional, o time da moda, com média de “duzentos” gols por jogo, contra o Flamengo, o time que não faz gols a “duzentos” jogos – como diria Gerson, o “Canhotinha de Ouro”.
Mas confesso que me surpreendi. O Flamengo fez talvez a sua melhor partida na temporada. Alguns jogadores tiveram participações acima da média. A marcação em cima do “Trio Fantástico”, D´Alessandro, Nilmar e Taison funcionou as mil maravilhas. Ailton (esse garoto vai longe), Toró e Willians (mais concentrado na marcação do que nas suas subidas atabalhoadas ao ataque) conseguiram anular completamente os três atacantes colorados, que acabaram substituídos. Ronaldo Angelim foi espetacular, embora já no finalzinho – talvez empolgado pela boa atuação – tenha perdido uma bola no meio de campo ao tentar sair jogando, ocasionando o lance em que Bruno teve que se virar com as mãos e com as pernas para evitar o gol do Inter.
Até Juan subiu de produção. Não foi nenhuma maravilha, mas pelo menos fez menos raiva. Léo Moura é que continua devendo. Esse puxa e encolhe, acaba e começa dele com a gostosona Perlla, com certeza tá atrapalhando o seu desempenho. E aquele cabelinho safado também não tem ajudado muito. O problema é o reserva dele: Everton Silva. O pior jogador que surgiu no Flamengo desde Merica (quando eu tiver tempo eu explico para os mais novos quem foi Merica). Kleberson voltou a jogar bem e Íbson continua sem saber onde jogar – culpa do treinador – e correndo feito um desesperado. Tem potencial para render mais.
Agora problema, problema mesmo no Flamengo, é o diabo desse ataque. E Cuca com suas mexidas sem nenhum sentido, é o principal responsável por esse jejum de gols dos atacantes. Não culpo o trio Emerson, Josiel e Obina e muito menos os dois garotos – Éverton e Erick Flores – que costumeiramente têm entrado para fazer dupla com um dos três.
Para o imbecil do Cuca, não existe alternativa. É por isso que eu sempre comento quando estou assistindo algum jogo do Flamengo: esse time não treina, não existem jogadas ensaiadas. Os jogadores devem se reunir todos os dias na Gávea para participar de um “rachão” entre solteiros e casados. Só pode ser isso.
As opções de ataque de Cuca são medíocres. Ele começa com Emerson e Everton e depois substitui por Josiel ou Obina e Erick Flores. Não acontece nada. Muito pelo contrário, o time piora. Ontem ele ainda cometeu outro despropósito. Trocou Toró – que vinha cumprindo muito bem o seu papel na marcação – por Josiel, que mais uma vez foi uma peça nula. Por pouco o treinador babaca não entrega o jogo.
Resumo da ópera: o Internacional não é esse bicho papão que pintaram, Nilmar só volta a fazer um gol igual aquele contra o Corinthians no próximo século e o Flamengo tem plenas condições de seguir na Copa do Brasil.
Quanto a esse “pequeno detalhe” que é o gol, o jeito é esperar pelo “Imperador”. Até eu estou acreditando que ele vá dar um jeito. Tomara que acabe logo esse período de desintoxicação etílica que os dirigentes e o departamento médico do Flamengo estão chamando de testes físicos e clínicos.
“Acabei de ler uma das melhores noticias dos últimos tempos!!! Bruno, Juan, Leo Moura, Ibson e Josiel estao de partida. QUE MARAVILHA. Nada contra Bruno. Mas não acredito em time que o goleiro é a principal estrela. O resto é resto mesmo. Fico na torcida que se deem bem em outro time. No Flamengo já deram o que tinham que dar”.
Neto Falcao
Do blog: Desde ontem que eu procuro essa notícia na internet e não encontro. Onde diabos você leu isso Falcão?
Tem um zagueiro promissor vindo das divisões de base, Tiago Sales, que teve poucas oportunidades no time titular, mas quando entrou se saiu bem, inclusive marcando gols e ele resolve improvisar um volante, Airton, na zaga, para o jogo contra o Remo pela Copa do Brasil.
Portanto, o “mistão” que vai a campo logo mais à noite tem uma zaga improvisada e um meio de campo formado somente por volantes de origem: Toró, Willians – oh! dupla -, Íbson e Kleberson. No ataque, Erick Flores e Emerson.
Acho que Cuca está certo em poupar alguns jogadores para o Fla-Flu de domingo. O Flamengo tem elenco para montar um time – preservando alguns titulares – com condições de ganhar do Remo em qualquer lugar, inclusive com um placar suficiente para eliminar o jogo da volta (dois gols de diferença).
Mas porque não fazer o trivial, “seu” Cuca? Diego, Everton Silva, Welington, Tiago Sales e Juan, Airton, Kleberson, Íbson e Erick Flores, Max e Emerson.
Cuca acha melhor isso: Diego, Everton Silva, Wellington, Airton e Juan, Toró, Willians – Deus nos acuda! -, Íbson e Kleberson, Erick Flores e Emerson. Aí o jogo se complica e ele se dana a trocar volante por atacante.
O Flamengo praticamente se garantiu na final do segundo turno do Carioca ao vencer o Americano, em Campos, ontem à noite. Mas foi um sufoco sem tamanho.
Cuca mais uma vez escalou mal o time, substituiu mal, Bruno fez uma defesa espetacular e evitou o gol do Americano em um contra-ataque (que teria sido fatal àquela altura do jogo) e depois evitou o gol de empate em uma cobrança de falta.
Josiel voltou ao normal e perdeu uns cinco gols feitos, Léo Moura perdeu o seu, Íbson e Juan também. Muitas faltas na entrada da área foram desperdiçadas por Juan e Léo Moura e eu não entendo porque não deixam mais Bruno cobrar essas faltas, já que ele tem 100% de aproveitamento. Bateu três e converteu as três. Deve ser ciúmes desses dois, que de cada vinte acertam uma.
O empate seria um resultado injusto para o Flamengo. Talvez por isso o “juizão” tenha resolvido dar uma mãozinha e arrumou um pênalti aos 42 do segundo tempo (queria ver se ele teria coragem de dar um pênalti daqueles na época do finado “Caixa D´Água”) que Juan cobrou bem e garantiu a vitória.
Agora vamos para o clássico contra o Fluminense.
Se Cuca não inventar…
PS. E o salvador Emerson mais uma vez não deu as caras.
A torcida do Flamengo finalmente gritou o nome do “Imbecil” Júnior no Maracanã. Deve ter sido de sacanagem, depois do chororô dele durante a semana, reclamando da falta de carinho do torcedor. Ele não tem mérito nenhum em relação à bela vitória de ontem. Continua escalando Marcelinho Paraíba equivocadamente e insiste com o “troglodita” do Jailton como terceiro zagueiro. Algumas atuações individuais, raras num futebol de baixo nível como tem sido o apresentado nesse Campeonato Brasileiro é que foram fundamentais para esse resultado surpreendente.
Nada como uma vitória acachapante sobre um adversário poderoso como o Palmeiras, comandado pelo treinador dono do maior “lobby” dentro da imprensa esportiva brasileira, cantado e decantado como o maior treinador em atividade no Brasil, para transformar o humor de uma “nação”.
Foi realmente uma exibição de gala, com destaque para quatro jogadores que sobraram em campo em relação aos demais.
Fábio Luciano, soberano na defesa, em duas subidas ao ataque acertou dois passes com açúcar que resultaram no segundo e quarto gols rubro-negros. O “capitão” foi perfeito.
Airton, finalmente virou titular. Esse garoto vai longe. A sua segurança a frente da zaga, permitiu que Kleberson e Ibson se movimentassem a vontade no campo de defesa do Palmeiras. E ainda ajudou na cobertura das lambanças de Jailton, mais uma vez o pior jogador em campo, e que por várias vezes – além do pênalti ridículo que cometeu – colocou em risco a ótima atuação da equipe.
Kleberson, fez sem dúvida nenhuma a sua melhor partida desde que chegou ao Flamengo. Armou, desarmou, cruzou, tabelou e no final foi premiado com um golaço de cabeça, digno de um centroavante nato. Só não foi o melhor do jogo, porque… bem, porque Íbson também estava no jogo.
Eu sempre defendi Íbson aqui nesse espaço. É na minha modesta opinião, o melhor jogador do elenco rubro-negro e está entre os cinco melhores jogadores do Brasileirão. Por várias vezes, mal escalado e mal substituído por “Cego” Júnior, sofreu com a injustiça das vaias recebidas das arquibancadas do Maracanã. Mas soube dar a volta por cima e ontem foi coroado com uma atuação magistral, digna dos grandes craques que já vestiram o “manto sagrado”. Não é todo dia que um jogador de meio de campo – volante de origem – consegue fazer três gols em um time gabaritado como o Palmeiras. No primeiro, ele mostrou o oportunismo dos grandes centroavantes, aproveitando-se de um vacilo da zaga palmeirense. O segundo foi ao estilo dele, do nosso ídolo maior, o maior jogador de todos os tempos pós-Pelé, Zico. O ajuste do corpo para a colocada sensacional no ângulo, tirando quaisquer chances de defesa do goleiro, lembrou um gol que o “Galinho” marcou pela Seleção Brasileira, num jogo contra o Paraguai pelas eliminatórias para a Copa de 86. Os flamenguistas de minha geração devem se lembrar desse jogo e desse golaço (depois eu vou procurá-lo e editar no blog).
O terceiro foi uma obra prima. É daqueles que a gente não esquece jamais. Passei a noite de ontem zapeando por todos os programas esportivos, para vê-lo e revê-lo quantas vezes fosse possível. A vontade ainda não passou.
E quanto ao resto do time? Algumas considerações:
Léo Moura: desde a convocação de Dunga e que a namorada gostosona, a cantora de funk Perlla, tatuou seu nome no cóccix, que ele não é mais o mesmo. Acorda, Léo Moura!
Juan: voltando de contusão e fora de ritmo. Foi substituído por Éverton, que não acrescentou absolutamente nada.
Marcelinho Paraíba: fez um golaço e ainda tentou algumas jogadas individuais sem sucesso no primeiro tempo. Só “Tapado” Júnior não consegue perceber que o “Paraíba”, não tem mais pique para jogar como primeiro atacante. Toda partida é substituído e sai reclamando.
Obina: não podemos dizer que jogou mal. Só não foi decisivo como na goleada também de cinco, contra o Coritiba. Foi muito esperto na cobrança da falta para o segundo gol e enquanto teve gás atazanou a vida dos limitados Roque Júnior e Gustavo.
Ronaldo Angelim: as subidas ao ataque de Fábio Luciano se mostraram mais eficientes do que as suas. Dessa vez ficou mais na defesa e teve muito trabalho com Cléber e Alex Mineiro.
Jailton: o pior de todos, pra variar.
E Bruno, quando exigido – e o foi muito pouco por sinal – não comprometeu.