TE CUIDA “CHORAFOGO”!

1 julho, 2009 as 08:44 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

O Botafogo tá brincando com fogo. Taí! Esse trocadilho ficou legal.

Manter Nei Franco depois de tomar de quatro do Goiás em casa e “assumir” a lanterna do Brasileirão, é uma temeridade.

Nei Franco é treinador de time pequeno e o Botafogo ainda não é. Embora esteja quase lá.

Mas eu não tenho nada a ver com isso. Quero mais é que o “Chorafogo” vá fazer companhia ao “Vascaído” na Segundona em 2010.

Vida longa a Nei Franco.

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GOLEADA DE 1 A 0

13 abril, 2009 as 11:31 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Foi um verdadeiro “vareio” de bola. Como há muito não se via em um clássico decisivo. Nem nos 4 a 0 que o Botafogo enfiou no Vasco no sábado, houve tanta supremacia de uma equipe sobre a outra.

Só Parreira que não enxergou isso. Aliás, não enxergar o que acontece em campo ou fora dele é uma característica do ex-treinador da Seleção. Ele não enxergou que sua dupla de atacantes na Copa de 2006 estava com no mínimo 40 quilos – juntando os dois, pra não ficar muito exagerado – acima do peso, não enxergou o oba-oba em cima da Seleção Brasileira que praticamente não treinou nos dias que antecederam a estréia na Copa do Mundo, não enxergou que Cafu e Roberto Carlos não estavam mais a fim de jogar pela Seleção.

Mas voltemos ao clássico, onde Parreira também não enxergou – e por isso não tentou consertar – a avenida que Juan tinha a sua frente e o lateral rubro-negro simplesmente passeou em campo. Isso quando não estava sendo caçado pelo lateral Mariano que deveria ter siso expulso antes dos vinte minutos de jogo.

O Flamengo se fartou de perder gols e essa falta de qualidade nas finalizações preocupa para a decisão contra o Botafogo. Teve gol perdido de tudo quanto é jeito. Dois no mesmo lance, com Léo Moura e Josiel. Cabeçada bisonha para a linha de fundo com Emerson. Chute em cima do goleiro com Zé Roberto e Juan. Linha de passes sem nenhuma objetividade dentro da área tricolor e conclusão errada outra vez com Léo Moura, sem contar os inúmeros contra-ataques desperdiçados por excesso de preciosismo e erros de passe na saída de bola, e que tranquilamente poderiam resultar em gol.

Há que se louvar a boa atuação do goleiro Fernando Henrique, que falhou bisonhamente no gol de Juan, mas depois evitou a goleada.

Boa e convincente atuação do Mengão – mas vamos treinar finalizações durante a semana, né “Seu” Cuca – que dá um novo gás em busca da conquista do Tri.

Que venha o “Chorafogo”!

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SINCERIDADE

4 dezembro, 2008 as 09:15 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Montenegro não é flor que se cheire. Mas pelo menos não é hipócrita como o “gagá” presidente do Flamengo:

“Se dependesse de mim, entrava com o time juvenil contra o Palmeiras. Torço contra o Flamengo sim, é claro. E se por acaso o Botafogo ganhar o jogo e contribuir com o Flamengo, eu vou ficar muito frustrado, mas muito frustrado mesmo. Eles (Flamengo) já nos prejudicaram muito”, disparou o dirigente.

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ME ENGANA QUE EU GOSTO

22 outubro, 2008 as 12:39 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Nei Franco chegou no “Chorafogo” com pinta de gênio inovador. Conseguiu emplacar uma série vitoriosa de jogos que tirou o time das últimas colocações e o levou a candidato ao título, e mais uma vez (quem não se lembra do Botafogo de Cuca do ano passado?), como trombetearam os entendidos da nossa crônica esportiva, jogando o futebol mais bonito do Brasil.

Escaldado pelo trabalho desse arremedo de treinador no Flamengo, eu nunca botei muita fé nessa ascensão meteórica do time dos “chorões”, Diguinho, Túlio e Lúcio Flávio.

E não deu outra.

Depois de voltar ao seu normal e “desistir” do título e da vaga na Libertadores no Brasileirão, o treinador afirmou que iria focar o seu trabalho na conquista da Sulamericana, título que estava bem ao alcance da qualidade de sua equipe. Ontem, com a derrota para o Estudiantes por 2 a 0 (o time argentino jogou desde os 18 minutos do primeiro tempo com um jogador a menos) ele começou também a se despedir desse torneio meia-boca.

Nei Franco, Caio Júnior, Cuca, PC Gusmão, Gallo, Renato Gaúcho, Adilson Batista (esse tá levando uma sorte desgraçada no Cruzeiro, mas daqui a pouco passa) e outros menos badalados, fazem parte de uma nova geração de treinadores, discípulos de VandeNburgo Luxerley, que vivem de “brilharecos” esporádicos em seus clubes, têm um discurso pra botar bode na chuva, mas que não têm consistência ou conhecimento tático e técnico nenhum para assumir projetos mais duradouros em equipes de ponta do futebol brasileiro.

Eles servem de paliativo para dirigentes de equipes que não têm “mufunfa” para contratar técnicos gabaritados e que na tentativa de dar uma satisfação às suas torcidas, vêm com aquele discurso fajuto de “vamos acreditar e apostar no novo”. Normalmente se estrepam.

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