12 maio, 2010 as 11:30
Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Como na música “Novo Amor” de Edu Krieger e gravada por Maria Rita, o Flamengo entra para o primeiro jogo contra o “calo” Universidad do Chile, mais ou menos assim: “A gente ri, a gente chora e joga fora o que passou”.
Fierro, que nunca conseguiu se firmar como titular no Flamengo foi convocado para a Seleção Chilena. Kleberson, que por mais boa vontade que tenhamos, nem em sua melhor fase no Flamengo, jamais jogou o suficiente para merecer ir a Copa do Mundo. Os dois estão rindo à toa.
Maldonado, titular em qualquer seleção ou time do mundo, foi injustiçado pelo treinador do Chile “El maluco” Bielsa, que “lhe provocou” uma contusão seriíssima ao convocá-lo para um amistoso “mixuruca” no ano passado. Deve ter ficado muito triste, mas não acredito que tenha chorado. Não faz parte do seu temperamento.
Já Adriano chorou e “jogou fora o que passou”: seu passado na Seleção Brasileira e no coração de Dunga. Fez tanta bobagem desde o início da temporada que – como citei em post anterior – “autodesconvocou-se”.
Que o excesso de alegria de uns e de tristeza de outros, não atrapalhe o “Mengão” nessa arrancada rumo ao Bi da Libertadores.
Petkovic mais uma vez começa no banco de reservas. Rogério Lourenço se rasgou em elogios à sua atuação contra o São Paulo (que realmente foi um alento em meio aquele bando de pernas-de-pau), mas nem isso o garantiu como titular nesse jogo em que só a vitória – e por uma boa margem de gols – interessa ao Flamengo. Fazer o quê? O complô contra o sérvio já está armado desde os tempos de Marcos Braz e não é qualquer treinadorzinho meia boca que vai ter a coragem de chegar e desmontá-lo.
Por tulio
19 novembro, 2009 as 09:41
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Anda-se falando numa tal de “Maldição da Seleção” lá p´ras bandas da Gávea. Os jogadores e a comissão técnica, talvez temendo uma represália das forças ocultas nessa reta final de Brasileirão, minimizam as contusões sofridas pelos jogadores rubro-negros que foram convocados para as seleções dos seus países.
Mas não custa lembrar.
Kleberson, quando começou a jogar alguma coisa no Flamengo foi convocado por Dunga e num amistoso contra a Estônia em agosto, sofreu uma séria contusão no ombro. Tá voltando agora e só Deus sabe em que condições técnicas.
Adriano cortou o pé contra a Bolívia em jogo pelas eliminatórias e deixou toda a “Nação Rubro-Negra” em polvorosa. Felizmente não chegou a desfalcar a equipe em jogos do campeonato.
Maldonado, chegou em meio a muitas dúvidas quanto ao seu rendimento e de imediato deu um jeito no meio de campo defensivo do Flamengo. Suas atuações fizeram com que Marcelo Bielsa – que passou todas as eliminatórias sem lhe dar a mínima – o convocasse para os últimos amistosos da Seleção Chilena em 2009. Machucou-se contra a Eslováquia e está fora do Brasileirão.
Esses são casos envolvendo contusões. Mas não podemos esquecer que Léo Moura e Juan quando foram para a “Selecinha de Dunga” desaprenderam a jogar futebol. Léo Moura, aos poucos tá voltando à sua velha forma. Juan nunca mais se recuperou.
Por tulio
17 novembro, 2009 as 16:40
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Chile vence Eslováquia, mas vê Maldonado e Valdívia machucados – Uol Esportes
Lá vem m….! Maldonado saiu de campo aos 26 minutos do segundo tempo com torção no joelho, na vitória do Chile por 2 a 1 em cima da Eslováquia, e corre sérios riscos de ficar de fora do jogo do próximo domingo contra o Goiás.
Ah! Em mais um desses amistosos sem futuro, o Brasil venceu Omã por 2 a 0 com direito a tomar sufoco e gol contra.
Por tulio
31 março, 2009 as 11:39
Categoria Futebol Internacional+ Informações+ Opiniões
Vejam só essa manchete: “Dunga admite que vitória em casa é uma obrigação”. Só avisaram a ele!
É por essas e outras que eu não consigo mais torcer pela Seleção Brasileira. E lá se vão 23 anos! Eu sou do tempo em que era obrigação de qualquer jogador que fosse convocado, qualquer que fosse o treinador, vencer dentro ou fora de casa, principalmente contra times sulamericanos.
Osvaldo Brandão foi demitido após o primeiro jogo para as eliminatórias da Copa de 1978, depois de empatar em 0 a 0 com a Colômbia em Bogotá. Um absurdo.
No jogo da volta, no Maracanã o Brasil enfiou 6 a 0 já sob o comando de Cláudio Coutinho.
Nessas eliminatórias, o Brasil de Dunga e Ricardo Teixeira, uma equipe sem nenhuma identificação com o torcedor brasileiro, também estreou na Colômbia. Resultado? 0 a 0 e que foi comemorado como se fosse vitória e com muitas belas desculpas: “Houve o nervosismo da estréia”, “a equipe está começando a se formar”, e por aí vai. E Dunga nem se mexeu.
Outras proezas de Dunga: empate contra o freguês de carteirinha de outros tempos, Peru em 1 a 1 em Lima; empate em 0 a 0 com a Bolívia (com um jogador a menos) em casa e outro 0 a 0 contra a Colômbia e em casa. O Brasil em onze jogos, só conseguiu quatro vitórias. Uma a mais do que Venezuela e Colômbia, o mesmo número do Uruguai, duas a menos que o Chile, uma a menos do que a Argentina e três a menos que o Paraguai.
E eu não falei do “vareio” de bola que tomou do Equador no último domingo.
Mas o grande número de Dunga e que está segurando-o no comando da seleção é esse: a defesa menos vazada com apenas cinco gols sofridos. A cara dele.
Eu já escrevi demais sobre essa seleção ridícula e corro o risco de deixar a impressão de um torcedor revoltado.
Muito pelo contrário. Esses números são apenas para mostrar a minha satisfação com os rumos do Brasil nessas eliminatórias. O risco de não se classificar para a Copa ou de ter que disputar uma repescagem existe, e isso me deixa eufórico.
Dá-lhe Peru e vida longa ao nosso brilhante treinador na seleção brasileira.
Por tulio