15 dezembro, 2010 as 13:37
Categoria Futebol Internacional+ MUNDIAL DE CLUBES
Essa corja da CBF capitaneada por Ricardo Teixeira, parece não ter mesmo o que fazer.
Agora inventaram essa de unificação dos títulos de Campeão Brasileiro. Da noite pro dia Santos e Palmeiras viraram octacampeões brasileiros. Podem comemorar a vontade, santistas e palmeirenses. Vocês ultrapassaram São Paulo e Flamengo em número de títulos. Mas eu não troco meus seis pelos seus oito.
Eu não vou nem entrar no mérito dessa questão.
E que saber de uma coisa: é bom que tenhamos dois octas. Agora temos de quem correr atrás. Até 2014, ano da Copa do Mundo, o Flamengo empata com esses babacas!
PS.: Ah! Ainda sobre o vexame do Inter. CELSO ROTH É CELSO ROTH! Aquele “botoxado” (vocês viram como ele tá a cara de Hebe Camargo?) lá tem cara de Campeão do Mundo!
Por tulio
3 dezembro, 2009 as 10:29
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões
Para criar um pouco de polêmica nessa reta final de Campeonato Brasileiro e até porque eu não estou com a cabeça muito boa – e vocês sabem por que – para escrever sobre futebol, vou republicar um texto de 16/05/2006 que escrevi para a revista “Papangu”, lá de Mossoró. Não reclamem do tamanho do texto. Juca Kfouri já publicou coisa maior no seu famoso blog e recebeu mais de 200 comentários:
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio
29 maio, 2009 as 17:42
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Será que Cuca vai deixar?
A Globo, a CBF e “Seu” Ricardo Teixeira já prepararam a festa.
Vão aproveitar a oportunidade para anunciar as sedes para a Copa 2014.
Até a data do jogo mudaram. Passou do sábado para o domingo.
O Atlético Paranaense está uma verdadeira “draga”. Geninho está por um fio. Jogo ideal para a estréia de Adriano?
Com Cuca não tem jogo fácil. É melhor esperar e deixar pra fazer a festa depois. Ou não!
Por tulio
30 março, 2009 as 11:30
Categoria Futebol Internacional+ Opiniões
Eu detesto assistir jogo da Seleção Brasileira, detesto a cobertura da imprensa (o tempo todo paparicando aquele bando de boçais), detesto as entrevistas dos jogadores e principalmente do treinador antes e depois dos jogos, detesto a CBF e seu presidente “picareta”.
E ontem surgiu mais um item na minha lista de coisas detestáveis no que diz respeito à Seleção Brasileira: a sorte desse time de Dunga.
Vai ter sorte assim lá no quinto dos infernos! O empate foi um castigo para o time do Equador que sufocou o Brasil durante o jogo inteiro e por pouco não acontece a maior injustiça do futebol mundial em todos os tempos, que seria uma vitória daquele arremedo de time de futebol escalado por Dunga. Júlio César com uma atuação impecável conseguiu evitar o que seria a maior goleada sofrida por uma Seleção Brasileira em todos os tempos. Felizmente ele não conseguiu evitar – mas foi por pouco – o gol de empate do Equador, já no final do jogo, e a grande injustiça pôde ser reparada ainda que parcialmente.
O que dizer de um meio de campo com Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano e Ronaldinho “Gaúcho” (sem nenhuma vontade de jogar)? E eu ainda reclamo do meio campo do Flamengo com Willians, Íbson, Léo Moura e Erick Flores.
O Brasil terminou essa rodada das Eliminatórias na quarta colocação. Mas Dunga está achando tudo uma maravilha e nesse ponto eu tenho que concordar com ele: já imaginaram que maravilha seria o Brasil fora de uma Copa do Mundo?
Por tulio
19 janeiro, 2009 as 13:45
Categoria Futebol Nacional+ Opiniões
Está começando a temporada 2009 do futebol brasileiro.
Para meu completo desgosto, o São Paulo mais uma vez é favorito a tudo que disputar esse ano. Campeonato Paulista, Libertadores, Brasileiro, Recopa Sulamericana (não sei se o nome é esse, mas é aquela disputa entre o campeão da Libertadores e o da Sulamericana), Mundial de Clubes e de lambuja ainda pode conquistar a Taça São Paulo de Juniores que se encontra na sua reta final.
Mantendo uma estrutura de primeiro mundo em seu departamento de futebol há alguns anos e ainda contando com o melhor treinador do futebol brasileiro e entre os cinco melhores do mundo, Muricy Ramalho, só quem pode interromper essa hegemonia do tricolor paulista é a própria CBF. Explico: demitindo Dunga e levando Muricy para a Seleção Brasileira.
De repente isso acontece e a diretoria do São Paulo resolve repatriar “Imbecil” Júnior… Sei lá.
Por tulio