CASO DE POLÍCIA

6 julho, 2010 as 11:09 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

O Flamengo definitivamente saiu das páginas esportivas da mídia e foi parar nas páginas policiais.

Ninguém tem idéia do time que vai enfrentar o Botafogo no retorno do Brasileirão, os contratados, que não chegam a empolgar ninguém, só podem estrear em agosto e pra completar Petkovic e Willians ainda partiram pros tapas durante um treino.

Notícias mesmo somente sobre caso Eliza Damuzio/Bruno.

Que roubada, Zico!

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É O AMÔÔÔ!

15 junho, 2010 as 11:11 Categoria Brasileirão+ Campeonato Italiano+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional

1 – Havia prometido somente Copa do Mundo durante um mês. Mas eu não resisti.

Como me emociona esse amor de alguns jogadores por seus clubes do coração.

Emerson chegou ao Flamengo em 2009 jurando amor eterno e não dando a mínima para o dinheiro (“no Flamengo eu jogo até de graça”). Fez ótimas partidas, se transformou em ídolo da “Nação”, mas na primeira proposta mais vantajosa se “empirulitou” de volta ao futebol árabe, sem, é claro, deixar de prometer um breve retorno (“só volto ao Brasil se for para o Flamengo”). Ontem assinou com o Fluminense. Será que jurou amor eterno?

2- Adriano foi para Roma e como não poderia deixar de ser, levou uma namorada a tiracolo. Enjoou rápido e já despachou a “coitada” de volta para o Brasil. Por esses dias estará no Brasil e quem voltará com ele, quem?! Joana Machado. O amor é lindo

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PALPITES ESPETACULARES BRASILEIRÃO – Comentários e Resultados

28 maio, 2010 as 10:20 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Errei os três jogos de ontem. O percentual de acertos caiu para 30%. Péssimo. Deu até preguiça de fazer os PALPITES ESPETACULARES para a quinta rodada.

E o Vasco, hein?! Será que vou ter que rever os meus conceitos? Daqui a pouco passa do Flamengo.

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EM BANHO MARIA

24 maio, 2010 as 16:10 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Terceira rodada do Brasileirão.

“Se o campeonato acabasse ontem” o Corinthians seria campeão e o Vasco estaria de volta a Série B.

Não acredito que o Corinthians consiga manter esse aproveitamento até a paralisação para a Copa do Mundo. Esse é o sonho de consumo de Mano Menezes, mas o seu time não tá jogando essa bola toda que a imprensa paulista anda decantando. Ontem só venceu o Fluminense porque Fred andou perdendo gols que só ele mesmo consegue perder. Quarta-feira contra o Grêmio Prudente esses 100% já vão pro espaço. Prudente 2 a 1.

Em relação ao Vasco, a sua colocação na tabela de classificação, ainda que com apenas três rodadas, é preocupante. O time é muito fraco, não existe grana para contratações e não é Celso Roth que vai conseguir dar um jeito.

O sinal de alerta já está ligado em São Januário. Eurico Miranda já está de tocaia. Abra o olho, “Dinamite”!

O resto é tudo japonês. De novidade mesmo só a subida de produção do São Paulo nos últimos jogos, inclusive na Libertadores. A simples entrada de Fernandão no lugar de Washington mudou a maneira do time jogar. Fernandão é tudo isso mesmo? Prefiro acreditar que Washington é que só atrapalhava. E o Flamengo ainda está atrás desse “trambolho”.

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COMEÇOU O BRASILEIRO?

14 maio, 2010 as 10:45 Categoria Futebol Nacional

Olhaí minha gente!

O Brasileirão começou. Já vamos para a segunda rodada.

“Se o campeonato terminasse hoje”, Fluminense, Goiás, Vitória e Grêmio Prudente estariam rebaixados. Avaí campeão com todos os méritos.

Eu até pensei em retornar com os PALPITES ESPETACULARES. Mas esse início de Brasileirão é chaaaaato… Dá uma preguiiiiiiiiiça…

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…E NUNCA MAIS TORCI PELO BRASIL

3 dezembro, 2009 as 10:29 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões

Para criar um pouco de polêmica nessa reta final de Campeonato Brasileiro e até porque eu não estou com a cabeça muito boa – e vocês sabem por que – para escrever sobre futebol, vou republicar um texto de 16/05/2006 que escrevi para a revista “Papangu”, lá de Mossoró. Não reclamem do tamanho do texto. Juca Kfouri já publicou coisa maior no seu famoso blog e recebeu mais de 200 comentários:

Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.

Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.

Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.

Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.

Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.

Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.

Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.

A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.

E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.

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A VERGONHA DO BRASILEIRÃO

11 novembro, 2009 as 13:23 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Série B

Faltam apenas quatro rodadas para o fim do Campeonato Brasileiro e a escadinha no G4 (59, 58, 57 e 56 pontos), transformou essa edição 2009, na mais empolgante desde o advento dos pontos corridos. E os quatro ainda contam com o mesmo número de vitórias, primeiro critério de desempate.

Estaria tudo uma maravilha, com o torcedor talvez só podendo comemorar o título ou lamentar sua perda na última rodada, não fosse a esculhambação em que se transformou a arbitragem.

Todos os 20 participantes da Série A têm do que reclamar (e na Série B não é diferente). Quem cair, vai ser porque foi prejudicado pela arbitragem. Quem ficar em segundo, vai se lembrar daqueles pontinhos perdidos por erros de algum juiz tapado e que lhe tiraram o título. Quem ficar em quinto vai reclamar que só não vai pra Libertadores porque também foi garfado em algum jogo, e por aí vai.

O pior é que todo mundo tem razão. Uns mais e outro menos.

O São Paulo foi visivelmente favorecido nos jogos contra Barueri e Grêmio com dois pênaltis não marcados. Hoje, poderia ser o quarto ou quinto colocado. É líder isolado.

O Palmeiras, até os fins dos tempos, não vai esquecer do gol anulado de Obina.

O Botafogo se sente tão prejudicado, que pelas suas contas estaria hoje no G4, não fossem os erros absurdos de que foi vítima.

O Flamengo poderia estar completamente alijado da luta pelo título ou por uma vaga na Libertadores, se Bruno não tivesse defendido os quatro (ou três?) pênaltis inventados pelos juízes nessas últimas rodadas.

Enfim, cada qual com o seu cada qual.

E tem “neguim” cheio dos “diproma” prometendo “porrada”, caso se encontre com o desafeto na rua.

Esse negócio não vai acabar bem!

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UM DOS DOIS

24 setembro, 2009 as 14:24 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

A última esperança para que o Brasileirão não fique nas mãos de Palmeiras ou São Paulo esvaiu-se ontem.

O Palmeiras, mais uma vez contando com uma vergonhosa ajuda da arbitragem, venceu o Cruzeiro de virada em pleno Mineirão por 2 a 1.

Incrível o poder que os clubes paulistas exercem sobre as arbitragens no Campeonato Brasileiro. Isso já é caso para uma investigação policial séria.

Quem ainda poderia colocar alguma pressão sobre os poderosos paulistas, seria o Internacional. Mas como vai perder para o Flamengo domingo no Beira-Rio, já pode ir se despedindo do título.

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AINDA IMPERADOR?

8 maio, 2009 as 14:02 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

Adriano se apresentou na Gávea em meio a muita festa, discursos e chororô e com previsão de estréia para o dia 30/05.

Vou começar de agora a achar que não vai dar certo pra ver se queimo minha língua igual aconteceu com “Ronalducho”.

Não vou aqui entrar em detalhes sobre as condições físicas, psicológicas ou psicodélicas do maior reforço do Flamengo para a temporada. Que Adriano tem uma cabeça meio complicada e que tem um histórico de “presepadas” acima da média, o mundo todo já sabe. Essa cura repentina de uma depressão (três semanas) nem Freud explica. Em compensação tem a saúde de um cavalo puro sangue.

Então voltemos ao velho lenga-lenga, já dito e repetido diversas vezes por todos os metidos a psicólogos e a entendidos de futebol do Brasil: Adriano só depende dele mesmo pra voltar a brilhar no futebol. Acredite quem quiser e se quiser.

Eu não boto muita fé nisso não. E vou mais longe. Ele só vai estrear lá pra Julho, e olhe lá.

Tá valendo um litro de Sapupara como ele não faz nenhum gol no Campeonato Brasileiro. O torcedor rubro-negro ainda vai voltar a ter saudades de Obina.

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O “BOLO” E A BOLA

29 abril, 2009 as 09:30 Categoria Futebol Nacional+ Opiniões

Ronaldo nunca foi “Fenômeno” no Brasil. Construiu sua carreira e sua fama no futebol europeu. Foi o primeiro brasileiro a ser praticamente “criado” no estrangeiro. Romário, seu antecessor mais imediato, fez grande sucesso no Brasil, foi pra Europa, onde também se deu muito bem e voltou para o Brasil a tempo de fazer um périplo por Flamengo, Fluminense e Vasco até encerrar a carreira quase que na marra.

Agora, quando já parecia inutilizado para o futebol, depois de mais uma contusão séria e de outra cirurgia também muito séria no joelho, Ronaldo voltou ao futebol brasileiro e o torcedor – principalmente o corintiano que vive um momento de puro êxtase – acostumado a vê-lo somente pela TV, em jogos da seleção e dos clubes europeus por onde passou, agora tem o prazer de curtir “in loco” as jogadas e os gols fenomenais do “Balofo”.

Os dois gols que Ronaldo marcou contra os Santos foram antológicos e simbolizam essa sua nova característica, desenvolvida para suprir a falta de mobilidade e o excesso de peso. Gols rápidos. O mínimo de toques na bola e finalizações precisas. Até no gol que fez contra o São Paulo, quando ganhou na corrida do zagueiro Rodrigo, ele foi “econômico”. Logo que vislumbrou a possibilidade do arremate, ele deixou o goleiro sem pai nem mãe. Noutros tempos, teria entrado com bola e tudo.

Eu nunca duvidei da qualidade de Ronaldo. Ele foi – e pelo andar da carruagem ainda pode voltar a ser – o melhor atacante do mundo. Duvidei sim – eu e mais uns 90% da população brasileira – que depois de sua última contusão, de sua fase de travestis e de lutador de sumô, ele voltasse a jogar futebol com alto grau de competição. Queimei minha língua – e acabei perdendo uma garrafa de Vale Verde por causa disso – e aí está o que diferencia o craque do perna de pau e do jogador comum. O craque se reinventa. Se não dá de um jeito, vai de outro. Foi assim com Romário, que jogou até os 40 anos e se quisesse teria jogado mais uns 5. Júnior também jogou até os 40. Cícero Ramalho, falando sério, também.

Vem aí o Campeonato Brasileiro, teste de fogo para “Ronalducho”, onde ele vai ter que provar que realmente voltou a jogar futebol competitivo e com qualidade. Isto se não voltar para a Europa logo após o Campeonato Paulista. O “bafafá” por lá tá grande depois dos últimos gols que ele fez em gramados brasileiros.

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