EU TÔ AQUI GENTE!

29 agosto, 2011 as 18:44 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Quero agradecer ao meus “milhões” de leitores pela preocupação com o meu sumiço. Realmente a cabeça não está lá essas coisas. Minha mãe, a “MESTRA DA VIDA” (tem diploma e tudo) e rubronegra das boas, atravessa sérios problemas de saúde e as preocupações são enormes. Junte-se a isso a minha crônica falta de tempo e o blog fica quase um mê sem ser atualizado.

Mas como eu sempre peço para vocês nunca me abadonarem, eu também jamais abandonarei vocês. Prometo me organizar durante essa semana e no máximo até sexta-feira estarei de volta com comentários atualizados.

Mas só para não passar em branco, alguns comentários sobre a rodada do fim de semana:

- O Vasco não sabe ganhar do Flamengo. Não ganhou ontem, não ganha mais nunca!

- O que é Wellinton meu “São Jesus Cristim”?! E “Vamdemburgo” ainda tenta defender aquele “trubufu”.

- Cuca vai completar dez derrotas seguidas no Atlético Mineiro antes de “pegar o beco”. Tite vai ser demitido, Cuca assume o Corinthians e o máximo que consegue é uma vaga na Sulamericana.

Até mais.

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TÁ EXPLICADO!

17 novembro, 2010 as 10:02 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Se prepare pra queda, “NAÇÃO RUBRONEGRA”!

Só não me venham com “chororô”, musiquinha ridícula ou frases de gosto duvidoso (aquele “O sentimento não pode parar” do Vasco ainda machuca os meus pobres ouvidos até hoje) pra embalar o time na Série B no próximo ano. Depois de mais essa palhaçada de Dona Patrícia, me recuso a qualquer sacrifício – tipo assistir aos jogos pela RedeTV nos sábados à tarde – pelo meu clube do coração.

OUSADIA OU IMBECILIDADE?

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MUITA GRANA PARA POUCO CÉREBRO

17 setembro, 2010 as 10:55 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

A categoria dos super treinadores, aqueles que ganham super salários, que fogem até do limite da compreensão de um cidadão comum, tamanha a exorbitância e falta de lógica, continuam aprontando e disparando suas pérolas de conhecimento nesse Campeonato Brasileiro.

Vamos nos ater aos três mais badalados. Um está no topo da tabela, outro no meio e outro na rabeira.

Muricy do Fluminense, se justificando após a derrota para o Corinthians – quando seu time simplesmente não entrou em campo – ao responder a uma repórter se Emerson (atacante ex-Flamengo) fez muita falta: “É, com Emerson nós jogamos no 4-4-2 com ele mais aberto e Washington centralizado. Sem ele nós jogamos no 3-5-2 com Conca (ficou esquisito, “conconca”) chegando mais no ataque”. Sensacional, né não? Não deu certo no primeiro tempo, quando saiu perdendo por 1 a 0 e ele voltou para o segundo com um atacante no lugar de um dos zagueiros. Rendeu-se ao tradicional 4-4-2, que também não deu certo e emplacou a terceira derrota em cinco jogos. Quinhentos mil (ou mais, talvez) por mês por esse brilhante e criativo raciocínio tático?

Felipão chegou ao Palmeiras com uma proposta de ser campeão brasileiro. Depois de alguns vexames, esculachou o seu elenco, soltou os cachorros para cima da imprensa e passou a ter pretensões mais modestas. Quando o treinador começa a dar declarações que tem um projeto para o futuro meu caro torcedor/leitor, esqueça título. Esse futuro não chega nunca.

Aqui acolá, ele ganha um jogo. E isso só acontece quando Marcos Assunção – até então esquecido pelos grandes clubes brasileiros e que veio do Grêmio Barueri pra tapar buraco – joga e faz um ou dois gols de falta. Aí tudo é alegria. A imprensa “babona” já começa a ver o Palmeiras com a “cara” de Felipão, o Palmeiras já pode sonhar com o G-4, e por aí vai. Toda essa badalação só dura até a próxima derrota, que via de regra já acontece na rodada seguinte. Oitocentos mil (ou mais talvez) por essa “regularíssima” irregularidade?

Por fim, “Vandemburgo Luxerley” e seu pacote de um milhão de reais por mês. O Atlético Mineiro gastou o que tinha e o que não tinha para bancar o “boçal” e o seu “projeto a longo prazo” e está seriamente ameaçado de novo rebaixamento. E olhe que o Atlético formou um elenco de respeito para esse Brasileirão. Time pra brigar pelo título. Estão lá: Fábio Costa, Ricardinho, Diego Souza, Daniel Carvalho, Rever, Diego Tardelli e outro menos cotados. “Vandemburgo” já se desentendeu com as estrelas do elenco, já resolveu apostar na garotada, muda o time a cada jogo e nada. Quem é que ainda resolve? O bom e simpático Obina, que se transformou no dono do time e tem feito gols a torto e a direito.

Mas o “Rei das Manicures” se mostra um homem de palavra. Prometeu a diretoria e ao torcedor atleticano, que se o “Galo” for rebaixado, ele vai treinar o time na segunda divisão. Um milhão de reais por uma promessa singela e emocionante dessas?!

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PROMESSA É DIVIDA

9 setembro, 2010 as 10:28 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Errei todos os “Palpites Espetaculares” nos jogos de ontem e não vou nem esperar os de hoje.

Portanto para felicidade dos meus milhões de leitores – minha também – e como havia prometido, esse foi o último.

Foi bom enquanto durou.

Mas como eu gosto muito de promessa, aqui vai mais uma: se o Flamengo conseguir vencer três jogos seguidos retorno com os “Palpites Espetaculares”.

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UM TIME DESARVORADO

3 setembro, 2010 as 10:50 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Na estréia contra o Cruzeiro, Silas já percebeu que não vai ter vida fácil no Flamengo. E mostrou que apesar do já batido discurso de quem chega pra assumir um time em crise, com frases do tipo: “o elenco é muito bom”, “com esse elenco podemos brigar pelo título”, “são jogadores de alto nível”, ele o conhece muito pouco. O que ele pretendia com aquela substituição de Val Baiano por Fernando? Um “embasbacado” Júnior (o torcedor/comentarista da Globo) imaginou que ele pretendia avançar Petkovic ou Renato para o ataque. Com os dois já se arrastando em campo àquela altura do jogo?! O pior é que Fernando entrou realmente para jogar de centroavante. E ficou lá, na área do Cruzeiro, atrapalhando quem tentava fazer alguma coisa de útil. No final ainda errou uma cabeçada que poderia ter sido o gol de empate.

Tudo bem que “qualquer coisa” que entrar no lugar de Val Baiano terá mais utilidade. Mas ele tinha gente do ramo no banco de reservas, ainda que não fosse nenhuma maravilha.

O Flamengo é o time mais óbvio do Campeonato Brasileiro. Qualquer adversário, por pior que seja, consegue anular o seu meio de campo e ataque, ainda mais quando não se tem um ataque que mereça o mínimo de respeito. Há cinco anos que as principais jogadas ofensivas do Flamengo são protagonizadas pelos laterais Léo Moura e Juan, que já não apresentam a mesma eficiência de outrora. Cuca, que já treinou o Flamengo e conhece muito bem os dois e que é um “tapado” de marca maior, não precisou nem gastar seus poucos neurônios para conseguir anulá-los: abriu Thiago Ribeiro de um lado e Montillo do outro. Cada subida ao ataque dos seus laterais era um “Deus nos acuda” na defesa rubro-negra. Mas desse time do Flamengo, uma coisa que é sempre cobrada pela torcida nos momentos de baixa, não pode ser cobrada agora: raça, falta de empenho. O que falta realmente é qualidade técnica e esquema tático eficiente. Os jogadores correm feito uns desesperados durante as partidas (nunca na direção correta) e sempre chegam ao seu final com um “palmo de língua de fora”. Correm em excesso e produzem em escassez.

Na conquista histórica do ano passado, Andrade conseguiu tirar um pouco da responsabilidade de Léo Moura e Juan de serem atacantes, porque contou com a segurança de Airton e Maldonado à frente da zaga, Willians menos destrambelhado e Petkovic numa fase esplendorosa. As jogadas fluíam naturalmente por todos os lados do ataque. No início do ano, ao perder Airton vendido, Maldonado machucado e entrar numa onda de “picuinhas” com o Pet, ele perdeu o seu meio de campo e nunca mais se aprumou. No Campeonato Carioca foi aquela inconstância que vocês viram. Vinícius Pacheco chegou a ser o “cara” (virou o “cupido” do malfadado “Império do Amor”). Botou Petkovic no banco pra se ter uma idéia. Quem andou salvando – mas não o suficiente para conquistar o inédito tetra carioca que parecia “favas contadas” depois da conquista do hexa brasileiro – foi a dupla “bad boy” Vágner Love e Adriano.

Andrade caiu, Rogério Lourenço assumiu, pagamos mais um mico na Libertadores, Vágner Love e Adriano se escafederam e voltamos a estaca zero. E começamos o Brasileirão 2010 ainda na estaca zero. Os reforços foram chegando a conta gotas e sem empolgar ninguém. As tentativas – ou supostas tentativas – é que deixavam o torcedor empolgado (Montillo, Zé Roberto, Maicossuel, Jobson, Emerson “Sheik”, Ronaldinho Gaúcho – pasmem!, etc, etc), mas nenhuma se confirmou. Tivemos que nos contentar com Correia, com o “Trem” Baiano e com ex-aposentado do INSS Leandro Amaral.

No apagar das luzes, chegaram Renato Abreu (em péssima forma física) e a dupla de atacantes Diogo (que já se machucou) e Deivid, em quem estão depositadas todas as esperanças de uma recuperação rubro-negra no Campeonato Brasileiro.

Um turno já se foi e o time que saiu para o recesso da Copa do Mundo em quinto lugar na classificação, só faz despencar e já começa a rondar a zona de rebaixamento.

Uma recuperação épica com a do ano passado é muito pouco provável. Mas daí a brigar para não cair, já seria demais.

PS: Pra que tanto esforço para renovar com Maldonado se ele não vai nem no banco?

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PODE SER TARDE DEMAIS

25 agosto, 2010 as 16:22 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Vai ser preciso o Flamengo encostar na turma da zona de rebaixamento para que Zico se livre de Rogério Lourenço?

O Botafogo já nos passou (com folga), o Vasco encostou e também passou, o Fluminense está anos luz a nossa frente e o Flamengo do inoperante Rogério fica patinando no mesmo lugar. Não marca gol em ninguém e o treinador acha que perder só de 1 a 0 zero é uma grande vantagem.

Quando vemos o Flamengo em campo, tem-se a impressão que esse time nunca treinou, nunca jogou junto. Parece um bando.

Na semana passada, preocupado com o jejum de gols do ataque, Rogério Lourenço “descobriu” que o Flamengo chutava muito pouco (ou quase nada) de fora da área. Os treinos para o jogo contra o Atlético Paranaense foram todos baseados nesse fundamento. Mas “pense” num troço mal treinado. Os chutes (se é que podemos chamar aquilo de chute) de fora da área, protagonizados em sua maioria por Willians, que agora decidiu ser atacante, foram ridículos. Era de se esperar alguma coisa decente nesse sentido, de Renato e Petkovic. Renato simplesmente não entrou em campo. Está completamente fora de ritmo. Já Petkovic não consegue acertar mais nada. Chutes de fora da área em jogadas normais, não tentou nehuma vez mesmo quando teve oportunidade. As cobranças de faltas não conseguem mais nem passar pela barreira. Os escanteios, outrora fatais, agora terminam sempre com a bola na mão do goleiro adversário. Eu que sou – e sempre serei – um eterno defensor do Pet, tenho que reconhecer que ele não é nem sombra do jogador que foi eleito o craque do “Hexa”. Isso só pode ter alguma coisa a ver com a falta de capacidade de Rogério Lourenço.

Amanhã, contra o vice-lanterna Atlético Mineiro, sofrendo pressões de todos os lados, ele resolveu “inventar” mais uma vez adotando um tal de 3-6-1, com o estreante Diogo isolado na frente. Já vai começar a queimar o rapaz. E quem vai sair para a entrada de Deivid? E quem será do “Quarteto Desástrico” que vai para o banco: Val Baiano, Leandro Amaral, Borja ou Vinícius Pacheco (minha paciência com esse rapaz já chegou no limite do limite!)?

O Flamengo e Zico- que inexplicavelmente vem bancando a permanência desse tapado como treinador – já perderam tempo demais.

Perder para o Atlético Mineiro em casa é um desastre total. Até um empate é considerado terrível.

Vamos ter que esperar esse desastre acontecer para poder tomas as providências?

Pode ser tarde demais!

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E POR QUE NÃO, A VOLTA DE ANDRADE?

19 agosto, 2010 as 11:39 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Não acredito que as portas do Flamengo estejam fechadas para Andrade, até por sua amizade de longa data com Zico.

Andrade pecou ao tentar se supervalorizar após a conquista do Hexa e ao “engolir corda” do ex-diretor de futebol Marcos Braz, comprando briga com quem não devia. Mas não restam dúvidas quanto a importância do seu trabalho na maior conquista rubro-negra nos últimos 18 anos.

Inexplicavelmente o técnico campeão brasileiro de 2009 é um dos poucos desempregados nesse mercado cheio de enganadores. Estevão Soares, Geninho, Leão, PC Gusmão, Antonio Lopes e outros menos cotados, estão sempre pulando de galho em galho, vivendo de “brilharecos” esporádicos e enchendo os bolsos de grana à custa de dirigentes incautos ou simplesmente mal intencionados. Será que o salário de Andrade é tão assustador?

Quem é mais competente, quem tem mais experiência, quem conhece melhor o elenco do Flamengo, Rogério Lourenço ou Andrade? Não restam dúvidas: Andrade.

A Gávea, finalmente, depois de longos períodos de turbulência, volta a viver um clima de tranqüilidade (o desempenho da equipe em campo é que tem atrapalhado) tanto administrativo, quanto dentro do elenco. Alguns bons reforços (só comento depois da oficialização) estão pintando e de repente brigar pelo hepta volta a ser uma realidade.

Esse é o ambiente ideal para o retorno de Andrade.

Uma boa conversa resolve tudo.

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LADEIRA ABAIXO. E SEM FREIO!

4 agosto, 2010 as 11:42 Categoria Futebol Nacional+ Série B

Lá vai o América de “mala e cuia” para a Terceirona. Mais uma derrota em casa de maneira ridícula. Portuguesa 3 a 1.

Mas tem uma novidade: segundo o falante Lula Pereira e os “gênios” da crônica esportiva natalense, o América tem jogado bem.

Esse tipo de declaração após seguidos fiascos, me remete ao meu amigo Lupércio Luiz (“cabra bom” lá de Mossoró) na época em que era comentarista da Rádio Globo/Cabugi (hoje nós temos que aguentar Pedro Neto). Foi na era Artuzinho. O América ia de mal a pior, mas o treinador insistia em que o time vinha jogando bem. Após mais uma derrota e mais um caminhão de desculplas esfarrapadas, Lupércio perguntou: “Artuzinho, quando é que o América vai jogar mal e conseguir uma vitória?”. O “baixinho” soltou os cachorros pra cima do “Lupa” e não se falaram mais até o “enjoado” sumir do América.

Mas ontem foi lamentável. Como é que um time quer chegar a algum lugar com um jogador como o volante Jackson que agride um jogador adversário dentro da sua área, é expulso e ainda dá o primeiro gol de presente ao adversário aos 28 minutos do primeiro tempo? Esse rapaz é expulso um jogo outro não. E continua titular.

E aquele segundo gol? Já entrou para o rol das maiores bizarrices do futebol mundial.

É triste. Só resta ao América torcer para ainda se encontrar com o ABC na Série C no próximo ano.

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ONTEM FOI DIA DE MENGÃO!

15 julho, 2010 as 17:05 Categoria Indefinida

O Mengão de Zico!

Valeu a bronca do novo chefe. “O Flamengo está acima de tudo e de todos”.

Parece que não avisaram isso ao Botafogo, que entrou cheio das “ondas” e foi surpreendido pela disposição dos jogadores rubronegros debaixo de mais um “pé d´água”.

O Flamengo foi melhor em 80% da partida e o goleiro Jefersson evitou um placar mais elástico. Do outro lado, o novo dono da camisa 1, Marcelo Lomba, só teve trabalho numa cobrança de falta de Lúcio Flávio.

Angelim tomou de conta de Herrera e Caio e ainda consertou algumas lambanças de Welinton e Rômulo. Léo Moura e Juan presos na marcação do veloz ataque botafoguense, pouco atacaram. Mas foram irrepreensíveis como laterais marcadores.

Até Kleberson correu, minha gente. Fez uma ótima partida para o padrão de suas últimas atuações antes de ir fazer turismo na África do Sul. E Petkovic é Petkovic. Só precisa de uma “brechinha” de nada pra deixar os atacantes na cara do gol. Correu até a exaustão e quando foi substituído ficou na beira do gramado gritando com o time e ao final comemorou a vitória como se fosse um título. Esse é o “cara”!

Vinícius Pacheco fez talvez a sua melhor partida com a camisa do Flamengo. Deixou de lado aquele “cai cai” irritante e não foi fominha na hora de servir Paulo Sérgio (pode ser um bom reserva) no lance do gol. Diego Maurício não comprometeu. Tem potencial o garoto. Agora essa turma não toma jeito! Já estão chamando o rapaz de Diego “Drogbar”.

Deixei pra falar sobre Willians por último, por que depois de ontem vou começar a rever os meus princípios a seu respeito. Foi na minha opinião, o melhor jogador em campo. No primeiro tempo, enquanto o Botafogo deu espaço, chegou com desenvoltura várias vezes ao ataque pelo lado direito (precisa aprender a cruzar, né Willians?). No segundo, quando o Botafogo ameaçou uma pressão, ele voltou a ser o marcador implacável do ano passado e o mais incrível: errou poucos passes e quase não fez falta. A Copa do Mundo lhe fez bem. Tomara que não tenha uma recaída.

Gostei demais desse retorno. Não dá ainda pra soltar “foguetão” e começar a achar que o Flamengo é favorito ao título. Ainda tem que melhorar muito. Mas depois de tudo que aconteceu e vem acontecendo no Flamengo, com esse terrível e assustador caso Bruno, ganhar do Botafogo de Joel Santana, que se acha a “última latinha do isopor” e de maneira incontestável é muito gostoso. E virar freguês do “Chorafogo” é dose!

PS.: O blog vai entrar em recesso até segunda ou terça feira. Estou indo pra Mossoró, a melhor cidade do mundo. Infelizmente dessa vez a viagem não tem caráter de diversão. Vou visitar o meu sogro, Antonio “Carnaúba”, flamenguista “arretado”, que está passando por sérios problemas de saúde e dar uma força a minha mulher, Mazé, que já está por lá. Mas isso vai passar. A “Nação Rubronegra” está na torcida pra que o nosso “Carnaúba” saia dessa. Esse “Carnaúba” é porque ele tem dois metros de altura. É sem dúvida, um “grande” rubronegro!

Por tulio 2 comentários

TÔ MORRENDO DE MEDO!

9 julho, 2010 as 11:27 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

A grande maioria dos jogadores de futebol dessa safra atual, que se transformam em celebridades da noite pro dia, é tudo uma “raça” sem noção.

Eu tô morrendo de medo de que no jogo do Flamengo contra o Botafogo, os jogadores rubronegros entrem em campo com uma faixa do tipo: “Força Bruno”, “Bruno, estamos com você”, e por aí vai.

Aí eu dou um tempo pro futebol e pro Flamengo.

É bom Zico e a presidenta Patrícia Amorim ficarem de olho nesse tipo de manifestação. Tudo pode acontecer vindo dos comandados do capitão Bruno.

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