Fotos da Comemoração do Hexa do Flamengo – Campeão Brasileirão 2009
2 janeiro, 2010 as 09:14 Categoria Brasileirão
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2 janeiro, 2010 as 09:14 Categoria Brasileirão
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1 janeiro, 2010 as 09:12 Categoria Brasileirão
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31 dezembro, 2009 as 09:09 Categoria Brasileirão
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30 dezembro, 2009 as 09:06 Categoria Brasileirão
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23 dezembro, 2009 as 13:45 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Opiniões+ Sem categoria
Esse Natal, sem dúvida terá um sabor diferente dos anteriores.
As festas de fim de ano em nossa família sempre foram muito divertidas. Todo mundo reunido, música boa, comida melhor ainda, distribuição de presentes, brincadeiras, amigo secreto, sorteio de presentes “mixurucas” (que a gente convencionou chamar de “um e noventa e nove” embora não exista praticamente mais nada pra se comprar por esse valor), enfim, diversão a rodo apesar das decepções futebolísticas que enfrentávamos durante o ano.
Agora, vocês imaginem o Natal de uma família em que todos os membros e agregados são flamenguistas “rubro-negros” (pra não dizer roxos), alguns dias após o “Mengão” ter nos presenteado com um hexa-campeonato maravilhoso, espetacular, sensacional, fantástico, lindo?! Será mais um adendo à comemoração que se iniciou em 06/12 e não tem data pra acabar.
Nesse momento solene, o blog entra em férias até meados de Janeiro de 2010 e eu quero desejar a todos que passeiam por aqui, um Natal e um Reveillon tranqüilos igual a Andrade, elegantes igual a Petkovic, emocionantes igual a Ronaldo Angelim, revigorantes igual a Adriano, inexplicáveis igual a “Nação Rubronegra” e “HEXAGERADOS” de bons, tal e qual o “MENGÃO”!
Até mais!
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23 dezembro, 2009 as 11:27 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Esse pessoal que fica fuçando na internet é engraçado demais. E mal educado também. Têm uma mania de chupa e engole, que “Ave Maria”!
Outro dia, um leitor colocou um comentário me esculachando porque eu havia previsto e torcido muito é lógico, pela queda do Fluminense. Ainda deve tá bêbado até essa hora, comemorando a sobrevivência do Fluminense na Série A e a manutenção de Cuca para 2010.
Agora eu recebi outro comentário (impossível de se reproduzir pelo linguajar chulo) de um torcedor – que deve ser flamenguista como eu – baixando a lenha em cima de um texto que postei em 02/07 falando sobre Zé Roberto. Não retiro uma vírgula do que escrevi àquela época. Realmente Zé “Bundão” tava uma draga só.
Se Andrade conseguiu recuperá-lo e ele foi importante na conquista do hexa, aí é outra história. Inclusive já escrevi aqui sobre sua recuperação.
Muita calma nessa hora, gente!
Por onde anda o tal do “Espírito Natalino”?
PS.: Não entendi nada de uma parte do comentário que diz: “Esse teu comentário foi ótimo para o ano 2000 kkkkk…”. Vai ver que eu sou burro mesmo.
Por tulio Seja o primeiro a comentar
11 dezembro, 2009 as 10:16 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
SELEÇÃO DO CAMPEONATO – PIORES (Sem maiores explicações)
Goleiro: Carini (Atlético Mineiro).
Lateral-Direito: Rui “Cabeção” (Fluminense).
Zagueiro-central: Renato Silva (São Paulo).
Quarto-zagueiro: Luis Alberto (Fluminense).
Lateral-esquerdo: Juan (Flamengo). Exceção só pra ele: foi de matar de raiva!
Primeiro-volante: Jailton (Coritiba).
Segundo-volante: Richarlysson (São Paulo).
Meia-esquerda: Lúcio Flávio (Botafogo).
Ponta de lança: Carlinhos “Paraíba” (Coritiba).
Atacante: Souza (Corinthians).
Centro-avante: Wagner “Love” (Palmeiras).
OUTRAS CATEGORIAS:
Troféu Revelação: Petkovic – O cara estava condenado a nem jogar mais em 2009 e se transformou no “Craque do Brasileirão”. Querem revelação maior?
Craque do Campeonato: Petkovic – O cara estava condenado… ops! Já escrevi isso.
Melhor Árbitro: Não existe. Todo juiz é ladrão.
Troféu Os “Miqueiros”: “Vandemburgo Luxerley” com sua comissão técnica de 1 milhão de reais e que merecia ter sido rebaixado com o Santos e Muricy Ramalho, que esteve muito perto de ser tetra e acabou fora até da Libertadores.
Troféu Desejo de Matar “Só 1”!: Belluzo – Foi visto na segunda feira numa academia de boxe na periferia de São Paulo, esmurrando um saco de areia com a foto de Simon e gritando feito um louco: “a culpa é sua”, “a culpa é sua”, “ainda lhe pego”, “ainda lhe pego”.
Troféu Come Quieto: Andrade – Pois num é que o cara é mineiro “sô”? Foi comendo pelas beiradas e quando se deram conta… MENGÃO HEXA!
Troféu Tite: Tite.
Troféu “Chororô” Até o Fim: Cuca – Conseguiu livrar o Fluminense do rebaixamento, mas vai chorar até o fim da vida o quinto gol que sofreu da LDU no Equador.
Troféu “Eu Sou F…”: Estevão Soares – Escapou do rebaixamento na última rodada, mas continua jurando de pés juntos que o Botafogo fez uma excelente campanha no Brasileirão e graças a ele. E por incrível que pareça a diretoria do “Chorafogo” acreditou. Renovou seu contrato para 2010.
Troféu “Ladeira Abaixo”: Ney Franco – Próxima parada: Ipatinga.
Troféu “Bem Feito pra Deixar de Ser Imbecil”: Marcelinho Paraíba – Só porque passou “apenas” quatro meses sem receber salários no Flamengo, saiu falando mal do clube e foi para o Coritiba, onde dizia se sentir no paraíso. Deixou de ser hexa e acabou rebaixado e no meio do inferno do Couto Pereira.
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7 dezembro, 2009 as 16:04 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Cá estou de volta. Sobrevivi. Ainda à meia boca. Doido pra voltar pra minha rede. A pressão arterial normalizando aos poucos. Mas numa felicidade que não tem tamanho. Impossível de dimensionar.
Tinha que ser daquele jeito?
O tricolor gaúcho surpreendeu a tudo e a todos e isso acabou sendo bom para a conquista do Flamengo. O torcedor sempre quer moleza. Sofrimento zero. Todo mundo falava em conquista do título ainda no primeiro tempo, mas o que vimos foi um Grêmio realizando talvez a sua melhor partida fora de casa no campeonato. Pense num sufoco!
Felizmente tudo acabou bem. Numa tarde em que Petkovic e Adriano não conseguiram jogar tudo o que sabem (a molecada do Grêmio marcou os dois muito bem), quem resolveu a parada foi o “destrambelhado” David e o novo “Deus da Raça” rubronegro (será que eu tô exagerando?), o cearense “cabra da peste” Ronaldo Angelim.
Valeu demais, “Mengão”!
No decorrer da semana, repercutirei mais essa maravilhosa conquista, com algumas imagens da festa que fizemos lá em casa ontem e comentarei também sobre a classificação final desse empolgante Brasileirão 09.
Agora eu vou voltar pra minha rede.
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3 dezembro, 2009 as 10:29 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões
Para criar um pouco de polêmica nessa reta final de Campeonato Brasileiro e até porque eu não estou com a cabeça muito boa – e vocês sabem por que – para escrever sobre futebol, vou republicar um texto de 16/05/2006 que escrevi para a revista “Papangu”, lá de Mossoró. Não reclamem do tamanho do texto. Juca Kfouri já publicou coisa maior no seu famoso blog e recebeu mais de 200 comentários:
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio 4 comentários
1 dezembro, 2009 as 11:53 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
Peço desculpas aos meus “milhões” de leitores, mas não vou comentar mais nada sobre Flamengo e Grêmio até que esse jogo acabe.
Essa história de que o Flamengo já é campeão, que o Grêmio vai facilitar assim como o Corinthians facilitou (e confesso sem nenhum fanatismo, que não vi nada disso que a grande imprensa anda falando e escrevendo), que vai ser o jogo das faixas, já está me dando nos nervos.
Vai ser muita fofoca até a hora do jogo.
Eu só quero saber se até amanhã Adriano não vai queimar o outro pé numa lâmpada de jardim e se Petkovic vai estar inteiro no domingo. Em relação a essa queimadura esquisita do “Imperador”, eu estou mandando a história documentada para o Programa “Caçadores de Mitos” do Discovery Channel, para chegarmos a uma conclusão se realmente uma queimadura em lâmpada de jardim pode provocar todo aquele estrago.
Então ficamos assim. Até segunda ninguém fala em título, em jogo, em armação e outras “cositas más”.
Ah! Pode não ser até segunda e sim até terça. Se o “Mengão” for campeão eu vou tomar um “pifão” tão grande no domingo, que vou “feriar” na segunda.
Por tulio 2 comentários