COMEÇOU O BRASILEIRO?

14 maio, 2010 as 10:45 Categoria Futebol Nacional

Olhaí minha gente!

O Brasileirão começou. Já vamos para a segunda rodada.

“Se o campeonato terminasse hoje”, Fluminense, Goiás, Vitória e Grêmio Prudente estariam rebaixados. Avaí campeão com todos os méritos.

Eu até pensei em retornar com os PALPITES ESPETACULARES. Mas esse início de Brasileirão é chaaaaato… Dá uma preguiiiiiiiiiça…

Por tulio 2 comentários

Por título de 1987 e Taça das Bolinhas, Fla ‘declara guerra’ à CBF

15 abril, 2010 as 14:29 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores

Uol Esportes

“A briga só começou”. Com essas palavras a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, resumiu o sentimento que domina a Gávea em relação ao fato de a Taça das Bolinhas ter ido para o São Paulo e o título de 1987 ter sido legitimado para o Sport. Em coletiva convocada no fim da manhã desta quinta-feira na sede do clube, a ex-nadadora se mostrou contrariada com a decisão da CBF e prometeu lutar até o fim pelo reconhecimento do Campeonato Brasileiro de 1987.

DO BLOG: Ô Patrícia Amorim! Me perdoe “minha bichinha”! Mas você devia era “declarar guerra” a esse time ridículo do Flamengo que só faz papelão na Libertadores desde que voltou a disputá-la de uns tempos pra cá e às escalações e substituições estapafúrdias de Andrade. Eu quero lá saber de bolinhas, quadradinhas, retangularzinhas, losanguinhas, coisa nenhuma! Eu sou hexa brasileiro e pronto.

Vá cuidar do seu time e dos chifres de Adriano.

Por tulio 8 comentários

A ALEGRIA DE SER RUBRONEGRO!

7 dezembro, 2009 as 16:04 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Cá estou de volta. Sobrevivi. Ainda à meia boca. Doido pra voltar pra minha rede. A pressão arterial normalizando aos poucos. Mas numa felicidade que não tem tamanho. Impossível de dimensionar.

Tinha que ser daquele jeito?

O tricolor gaúcho surpreendeu a tudo e a todos e isso acabou sendo bom para a conquista do Flamengo. O torcedor sempre quer moleza. Sofrimento zero. Todo mundo falava em conquista do título ainda no primeiro tempo, mas o que vimos foi um Grêmio realizando talvez a sua melhor partida fora de casa no campeonato. Pense num sufoco!

Felizmente tudo acabou bem. Numa tarde em que Petkovic e Adriano não conseguiram jogar tudo o que sabem (a molecada do Grêmio marcou os dois muito bem), quem resolveu a parada foi o “destrambelhado” David e o novo “Deus da Raça” rubronegro (será que eu tô exagerando?), o cearense “cabra da peste” Ronaldo Angelim.

Valeu demais, “Mengão”!

No decorrer da semana, repercutirei mais essa maravilhosa conquista, com algumas imagens da festa que fizemos lá em casa ontem e comentarei também sobre a classificação final desse empolgante Brasileirão 09.

Agora eu vou voltar pra minha rede.

Por tulio 3 comentários

SENSAÇÃO ESTRANHA

2 dezembro, 2009 as 10:46 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Quando o Potiguar de Mossoró – o meu “Potiguarzão do Coração” – foi Campeão Estadual em 2004, vivi uma das maiores alegrias da minha vida. Até hoje eu comemoro esse título.

Mas vocês não imaginam o que eu sofri nos momentos que antecederam essa histórica conquista.

A final do campeonato foi entre América e Potiguar, com o time da capital jogando pelo empate. O primeiro jogo foi em Mossoró, e o “Time Macho”, como é conhecido o meu time do coração, “sapecou” um categórico 4 a 0 no América. Meus amigos – exceto os americanos, é lógico – que conheciam a minha paixão pelo time mossoroense começaram a me ligar dando os parabéns pelo título, perguntando sobre o churrasco da vitória, querendo ir lá pra casa pra tomar “umas” e eu pedindo calma. O jogo final seria num sábado à noite e a turma de Mossoró prometia invadir Natal. Só uma tragédia sem precedentes tiraria o nosso tão sonhado título. O Potiguar poderia perder por até três gols de diferença.

Na sexta-feira anterior ao jogo, eu estava jogando sinuca na casa do meu amigo Marcelo, americano encarnado, e me encontrei com o seu pai, Seu Eunélio, conselheiro e dirigente do América e brinquei: “Seu Eunélio, esse ano não tem quem tome!”. Aí ele falou na maior tranqüilidade: “Não comemore nada não. Estou vindo agora de uma reunião na sede do América e já está tudo certo. O América vence por 4 a 0 e é campeão”.

Eu comecei a suar frio e não consegui ganhar mais nenhuma partida de sinuca. E olhe que eu até que sou bom de tacada. Também não consegui dormir direito. Aquela conversa de Seu Eunélio não me saía da cabeça.

Conhecendo como eu conheço a pilantragem dos clubes de Natal contra os clubes do interior e ainda mais numa final de campeonato, já contava como certa uma armação pra cima do meu “Potiguarzão do Coração”.

Acordei no sábado um pouco febril e numa ressaca de sono e cerveja desgraçada. Resolvi não ir ao jogo temendo o pior. Minha esposa Maria José e os filhos Isadora, Túlio Filho e Débora, começaram a curtir com a minha cara: “Pense num “cabra frôxo”! Vamos pro jogo “painho”, vamos ver o povo de Mossoró. O Potiguar já é campeão!”.

Mas eu não conseguia me animar. Uma sensação estranha tomava conta de mim e a “suadeira” ia aumentando na medida em que se aproximava a hora daquela partida histórica.

Seis e pouco da noite (o jogo começaria as oito) e de repente minha casa é invadida por um bando de gente de vermelho. Fui arrastado para o estádio.

Incrivelmente, quando a bola começou a rolar eu relaxei um pouco. O Potiguar dominava o jogo completamente, colocou bola na trave, o goleiro do América salvou outras e o primeiro tempo terminou zero a zero. A torcida do alvirrubro mossoroense que havia invadido o “Machadão” como prometera, já começava com os primeiro gritos de “é campeão”. Mas aquela coisa ainda ficava martelando o meu juízo: “A armação tá preparada para o segundo tempo”. E quando o jogo recomeçou, realmente o América partiu para a pressão. O Potiguar se defendia bem, mas o tempo não passava. Quando finalmente chegamos aos trinta e cinco minutos, eu pensei: “Não é possível. Qualquer coisa a partir de agora seria um escândalo sem proporções dentro do futebol mundial”. Quando me virei para abraçar um torcedor que estava ao meu lado e colocar a faixa de campeão que havia comprado na entrada e guardado no bolso da bermuda, o América fez um gol. Guardei a malfadada faixa de novo e me veio mais um pensamento ruim: “Tá vendo? Foi só pegar na faixa que o América fez um gol”.

Mas finalmente essa minha saga sofredora chegou a fim da melhor maneira possível e sem nenhuma “armação”: “POTIGUARZÃO DO CORAÇÃO” CAMPEÃO ESTADUAL DE 2004”. Seu Eunélio tava era de “sacanagem” comigo e a fim de detonar a minha performance na sinuca naquela sexta à noite.

Porque contei essa história agora? Porque também agora, estou me sentindo como há cinco anos, com essa perspectiva de ver o meu “Mengão” Campeão Brasileiro depois de dezessete anos. Simplesmente… estranho. Ou “Muito Estranho”, como naquela música de Dalto. As situações são diferentes em termos de “armações” – embora eu não acredite e nem delire com isso dessa vez -, mas as expectativas são as mesmas.

Lá atrás o sofrimento acabou em felicidade. Vamos ver domingo.

Por tulio 3 comentários


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