OS MÉRITOS DE ANDRADE

23 outubro, 2009 as 11:01 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Opiniões

Muito desse “renascimento” do Flamengo, se deve a excelente fase de Petkovic e Adriano e as chegadas de Álvaro e Maldonado.

Realmente Petkovic tem tido uma seqüência espetacular de boas atuações e com Adriano – depois de “séculos” – o Flamengo pode fazer o artilheiro do Campeonato Brasileiro.

Álvaro e Maldonado, caíram como uma luva e deram um jeito naquele sistema defensivo cheio de destrambelhados como: Wellinton, Fabrício, Willians, Toró, Lennon, Aírton e afins. A certa altura, o Flamengo chegou a ter a defesa mais vazada do campeonato. O coitado do Ronaldo Angelim, acostumado a ter como parceiro Fábio Luciano, chegou às raias do desespero.

Mas será que essa reviravolta de expectativas – de brigar pra não cair a brigar pelo título – teria acontecido se não fosse Andrade o comandante da nau rubro negra? Acho muito difícil. Com o tapado do Cuca (a torcida tricolor anda eufórica com seu treinador), o Flamengo continuaria por ali, patinando entre décimo e décimo sexto colocado, até o fim do campeonato.

O grande mérito de Andrade – que apesar de efetivado como treinador nunca abandona aquele seu ar de interino – foi recuperar alguns jogadores que já estavam desmotivados e sem maiores perspectivas dentro do elenco. Exemplos de Léo Moura, que só era titular absoluto por não ter um reserva à altura e Everton, que substituiu Juan com eficiência (embora não seja o jogador “dos meus sonhos”), durante o seu período de inatividade por contusão. Aliás, Juan é outro que precisa do comandante para voltar a jogar bem. Ainda está devendo nesse seu retorno.

Com a chegada de Álvaro, Aírton voltou para a sua verdadeira posição de primeiro volante, parou de fazer faltas desclassificáveis e hoje sem dúvida nenhuma, está entre os cinco melhores de sua posição no Brasil. Até Willians, o recordista de cartões no Brasileirão, deu uma melhorada. O problema é que sua fama já está consolidada e os árbitros não perdem uma oportunidade de “amarelá-lo” ou “avermelhá-lo”. Contra o Palmeiras, ele só fez uma falta (e sem nenhuma violência), mas tomou o amarelo que o deixa fora do clássico contra o Botafogo.

Zé Roberto é outro que recuperou a alegria de jogar nas mãos de Andrade. De mera moeda de troca (e o pior é que nem um clube o aceitou), se transformou em titular absoluto, vem jogando bem e tem feito gols decisivos para essa arrancada do Flamengo.

No campo tático, é nítida a transformação na maneira de jogar do time de uns três ou quatro anos atrás para o atual. O Flamengo era aquele time em que os treinadores adversários quando iam enfrentá-lo já tinham o discurso na ponta da língua: “É só marcar os laterais Léo Moura e Juan que eles não jogam”. Joel Santana foi o criador do esquema e Caio Júnior e Cuca, os seus sucessores, não tiveram a mínima competência ou preocupação em modificá-lo ou pelo menos aperfeiçoá-lo. Hoje é visível a variação de jogadas, para que a bola chegue aos atacantes rubronegros em condições de marcar.

O Flamengo de Andrade fez renascer nos gramados brasileiros a antiga, a esquecida, mas bela, linda e maravilhosa “tabelinha”. Como é bonito um gol fruto de uma “tabelinha”!

Vamos parando por aqui e prá cima dos “home” Mengão, que eu já tô quase chorando com saudades daquele meio de campo com Andrade, Adílio e Zico!

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SEM DEIXAR SAUDADES

16 dezembro, 2008 as 13:13 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Logo após aquele empate constrangedor contra o Goiás, alguns amigos leitores do blog e torcedores do Flamengo, vieram logo me perguntar: “E aí Túlio? Não vai escrever sobre esse três a três? Vai deixar “Tapado” Júnior passar batido”?

Confesso que desde a derrota para o Cruzeiro, quando o Flamengo se despediu da disputa pelo título, a minha cota de paciência com “Imbecil” Júnior já havia se esgotado. Naquela época eu escrevi o comentário “Como jogar fora um campeonato em 10 licões – por “Tapado” Júnior”, e passei a não esperar mais nada desse time que tinha tudo pra ser campeão brasileiro depois de dezesseis anos e não foi, graças a esse “bundão”.

A insistência com a dupla Jailton e Toró, foi de levar qualquer torcedor ao desespero. E o que dizer da escalação de Sambueza na lateral esquerda na vergonhosa derrota por 3 a 0 para o Atlético Mineiro? E Jailton na zaga, em substituição a Fábio Luciano no fatídico 3 a 3 contra o Goiás? E sempre com uma desculpa esfarrapada na ponta da língua. Em momento algum, nas diversas derrapadas do Flamengo no campeonato, ele admitiu ou assumiu sua culpa.

Jailton, Airton e Toró, formando o meio de campo nos acachapantes 5 a 3 contra o Atlético Paranaense em sua despedida, só pode ter sido para devolver ao Palmeiras a vaga na Libertadores que ele deixou escapar na última rodada do Brasileirão do ano passado, quando era treinador do time do Parque Antártica.

E ainda teve o desplante de sair dizendo que a torcida do Flamengo deveria comemorar a ótima campanha e a quinta colocação no campeonato e não poupou críticas a diretoria do Flamengo ao citar as péssimas condições de trabalho que lhes foram oferecidas na Gávea. Quando foi para “forçar” aquela renovação de contrato antecipada, com o tal projeto “Libertadores 2009”, as condições eram de primeiro mundo.

Já foi tarde.

E por completa falta de tempo à época do episódio da demissão de “Tapado” Júnior, esse comentário também está saindo tarde.

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LÁ VEM BOMBA! – 2

14 novembro, 2008 as 15:24 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Eu bem que avisei!

Preparem os seus corações. Vem aí Renato “Gaúcho”!

Diretoria rubro-negra não confirma Caio Júnior para 2009

Js Online

Segundo Kléber Leite, desempenho nos próximos jogos será crucial para a decisão

Depois de garantir que estava “satisfeitíssimo” com o desempenho de Caio Júnior no Flamengo, o vice-presidente de futebol rubro- negro, Kléber Leite, voltou atrás e não garantiu a permanência do treinador na temporada 2009. Segundo o dirigente, não garantir a continuidade do técnico seria parte da filosofia do trabalho no clube, no qual tudo dependeria de resultados. No entanto, especula-se na Gávea que o tempo de Caio está mesmo no fim.

“Aqui no Flamengo tudo depende muito do resultado. Nem eu ou o Márcio Braga estamos garantidos. É uma característica do clube, e não algo em particular com o Caio Júnior”, diz Kléber Leite.

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HÁ CONTROVÉRSIAS!

24 outubro, 2008 as 14:42 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Jailton saiu de campo exaltado pelo seu “padrinho” Caio Júnior. Segundo o treinador, foi a melhor atuação do “troglodita” no campeonato.

Não concordo. Jailton é um jogador de recursos técnicos limitadíssimos. Pra ser mais direto, um verdadeiro perna-de-pau. É um perigo constante para a defesa do Flamengo, quando atua naquela trágica função de terceiro-zagueiro.

Ontem ele jogou à vontade. Quem ficou com a obrigação de fazer o seu “trabalho” no jogo, foi o garoto Airton. Esse sim, um volante à moda antiga, daqueles que desarmam sem falta, que sabem sair jogando e que são raros no péssimo futebol jogado no Brasil hoje em dia.

Jailton, sem obrigação de dar o primeiro combate, ficou “paradão” lá atrás, muito bem orientado por Ronaldo Angelim (que também jogou muito) e quando saia para a marcação, já chegava com o lance praticamente vencido, sempre contando com a cobertura perfeita de Ailton, e ainda com o auxílio de Toró. Contou também com a inoperância do ataque do Coritiba. Até eu, consigo jogar bem com uma “mãozona” dessas.

Nas próximas partidas, ele deve voltar a sua função de origem (só faltava Caio Júnior colocar Fábio Luciano no banco) e aí volta também aquele “Deus nos acuda” na defesa do Flamengo.

O ideal seria simplesmente trocar Jailton por Airton. Mas vocês acham que depois de ontem o “Mauricinho” vai mexer com o seu “protegido”?

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NÃO INVENTA, CAIO JÚNIOR!

23 outubro, 2008 as 14:08 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Hoje é dia de sufoco.

Já estou me preparando para o sofrimento.

Esse time do Coritiba é arrumadinho, tem um jogador – Keirrison – que desequilibra e é bom “Cego” Júnior abrir do olho. Literalmente.

Mesmo sem chegar nem perto dos oitenta mil do jogo contra o Atlético, a torcida do Flamengo ainda deve proporcionar o maior público da rodada. Mas já está mais do que provado – principalmente em relação ao Flamengo – que só torcida não ganha jogo e pelo que vem jogando, o Flamengo não pode ser considerado favorito para essa partida de logo mais.

O “mauricinho” ameaça com mais improvisações para suprir as ausências de Fábio Luciano e Juan.

Jailton, Airton e Angelim formando uma linha de três zagueiros sem nunca terem treinado juntos essa formação. Porque não escalar um zagueiro de verdade? Dininho ou Thiago Sales? Ou até mesmo o “Arroz”?

E mais. O meia Fernando ou o lateral direito Luizinho na lateral esquerda (Sambueza nessa posição contra o Atlético Mineiro foi aquele desastre que vocês viram).

“Home”! Pega um garoto desses das divisões de base, lateral esquerdo de ofício, pede pra ele não ser muito afoito nas subidas ao ataque e bota o garoto pra jogar. De repente o Flamengo revela mais um craque na posição que já nos deu Júnior, Adalberto e Leonardo.

Mas vê se pára de inventar, Caio Júnior!

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ME ENGANA QUE EU GOSTO

22 outubro, 2008 as 12:39 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Nei Franco chegou no “Chorafogo” com pinta de gênio inovador. Conseguiu emplacar uma série vitoriosa de jogos que tirou o time das últimas colocações e o levou a candidato ao título, e mais uma vez (quem não se lembra do Botafogo de Cuca do ano passado?), como trombetearam os entendidos da nossa crônica esportiva, jogando o futebol mais bonito do Brasil.

Escaldado pelo trabalho desse arremedo de treinador no Flamengo, eu nunca botei muita fé nessa ascensão meteórica do time dos “chorões”, Diguinho, Túlio e Lúcio Flávio.

E não deu outra.

Depois de voltar ao seu normal e “desistir” do título e da vaga na Libertadores no Brasileirão, o treinador afirmou que iria focar o seu trabalho na conquista da Sulamericana, título que estava bem ao alcance da qualidade de sua equipe. Ontem, com a derrota para o Estudiantes por 2 a 0 (o time argentino jogou desde os 18 minutos do primeiro tempo com um jogador a menos) ele começou também a se despedir desse torneio meia-boca.

Nei Franco, Caio Júnior, Cuca, PC Gusmão, Gallo, Renato Gaúcho, Adilson Batista (esse tá levando uma sorte desgraçada no Cruzeiro, mas daqui a pouco passa) e outros menos badalados, fazem parte de uma nova geração de treinadores, discípulos de VandeNburgo Luxerley, que vivem de “brilharecos” esporádicos em seus clubes, têm um discurso pra botar bode na chuva, mas que não têm consistência ou conhecimento tático e técnico nenhum para assumir projetos mais duradouros em equipes de ponta do futebol brasileiro.

Eles servem de paliativo para dirigentes de equipes que não têm “mufunfa” para contratar técnicos gabaritados e que na tentativa de dar uma satisfação às suas torcidas, vêm com aquele discurso fajuto de “vamos acreditar e apostar no novo”. Normalmente se estrepam.

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PORQUE PEGO NO PÉ DE CAIO JÚNIOR E PORQUE ELE ME IRRITA TANTO – FINAL

15 outubro, 2008 as 11:34 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Não há mais o que se comentar sobre o vexame que o Flamengo aprontou no Maracanã no último sábado, diante de 80.000 fanáticos torcedores.

Fiquemos então, com a bela e inesquecível frase – já repercutida aqui nesse modesto blog – proferida pelo “Mauricinho” metido a treinador, dias antes da tragédia:

“Eles (torcida) precisam entender que, se perdermos esta partida, as chances do título brasileiro será só em 2009. Precisamos de moral até quando o time errar um passe”.

E a torcida entendeu. E muito bem entendido. Tanto que não lhe poupou gritos de “burro”, “burro”, “burro”, durante boa parte do jogo fatídico, ao perceber que o Flamengo estava jogando fora a oportunidade de ser campeão brasileiro depois de 16 anos, graças à incompetência – burrice, porque não – de um treinador cheio de “nhen-nhen-nhen”, mas que não entende patavina de futebol.

Durante as entrevistas pós-jogo, num arroubo de humildade jamais vista, o treinador reconheceu que o seu time não jogou porcaria nenhuma e pediu desculpas a imensa nação rubro-negra. Mas vocês acreditam que ele ainda tentou arrumar uma “desculpazinha” para o fiasco, ao reclamar da falta de “fair-play” dos jogadores do Atlético no lance do segundo gol? E não faltou o clássico: “se não tivéssemos tomado aquele gol, naquelas circunstâncias, o jogo poderia ter mudado de figura e ter tido outro resultado”.

Vem aí o clássico contra o Vasco – que consegue ser pior do que o Atlético Mineiro – e um novo tropeço pode marcar o fim da era Caio Júnior no Flamengo. Vamos ver o que ele vai aprontar dessa vez.

E está lançada a enquete: Se Caio Júnior cair, quem será o novo treinador do Flamengo na reta final do campeonato?

Meu palpite: Cuca! Hahahahaahahahahahahahahahaha!

PS.: O “post” PORQUE PEGO NO PÉ DE CAIO JÚNIOR E PORQUE ELE ME IRRITA TANTO – Parte 1, proporcionou dois comentários brilhantes – Falcão Neto e Deppe Roncalli. Vão lá. Não deixem de ler.

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PALPITES ESPETACULARES – Comentários

13 outubro, 2008 as 14:16 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Sábado, 11 de outubro

Goiás x Internacional – … Goiás, sempre subindo, 2 a 0. Empate em 1 a 1, ruim para os dois que se distanciaram do G4. Mais um erro.

Portuguesa x Coritiba – … Palpite de torcedor: Portuguesa 2 a 1. Outro empate – esse um 0 a 0 chato de doer – que só serviu pra complicar a vida dos dois. A Lusa não consegue escapar da zona e o Coritiba não consegue chegar na turma da frente.

Atlético-PR x Fluminense – … Já o Fluminense, nem o psicólogo Renê Simões vai conseguir dar jeito. Atlético 3 a 1. Foi ao contrário, 3 a 1 para o Flu que saiu da zona. Oh! rodadazinha cruel!

Flamengo x Atlético-MG – … Como eu já disse inúmeras vezes, quem tem Caio Júnior e Jailton, não tem jogo fácil. Outro 2 a 1, de virada. Um verdadeiro pesadelo. Aguardem comentário especial sobre esse jogo e a segunda parte do “Porque pego no pé de Caio Júnior…”

Resultado: Um acerto em 10 jogos, isto é, 11, já que errei também no palpite do clássico. Aliás, eu tava meio de ressaca – ou ainda “bebo” – quando escrevi aquele comentário e disse que se o jogo não fosse 0 a 0 eu parava de escrever no blog. Ainda bem que eu não sou muito de cumprir promessas, principalmente quando envolvem futebol. 9,09% de acerto. O pior desempenho desde o início dos “Palpites Espetaculares”. O “Mecão” salvou meu fim de semana!!!

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PORQUE PEGO NO PÉ DE CAIO JÚNIOR E PORQUE ELE ME IRRITA TANTO – PARTE 1

10 outubro, 2008 as 15:31 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Não tenho poupado críticas ao trabalho de Caio Júnior no Flamengo, desde aquele mal explicado episódio de uma possível transferência milionária para as Arábias, que na minha opinião, não passou de uma “corda” muito bem jogada para o babaca do Kléber Leite, que por sua vez a engoliu muito bem engolida. Essa história surgiu logo após a última excelente atuação do Flamengo no campeonato, que foi aquele 3 a 1 em cima do Vasco. Esse jogo aconteceu no dia 13 de julho, pela 11ª rodada. Aquela altura, o rubro-negro era líder com folga, e o título parecia ser “favas contadas”. Até pra mim, devo confessar, que sempre tenho um pé atrás quando se trata do Flamengo da administração Márcio “Clodôbraga”/Kléber “Megalomaníaco” Leite.

Na rodada seguinte, no dia 17 de julho, veio a primeira derrota de uma série de maus resultados e de péssimas atuações, que tiraram o Flamengo da liderança e o jogaram lá para o 6º ou 7º lugar. Foi o 1 a 0 contra o Coritiba, com um gol de “bunda” de Fábio Luciano, quando o Flamengo não jogou absolutamente nada – o Coritiba também não, é bom que se frise – em que o treinador teve a cara de pau de afirmar que o placar foi injusto porque “sua equipe teve maior posse de bola durante toda a partida”. Sem criar uma única oportunidade de gol, é bom também que se frise. Por coincidência, essa partida marcou o retorno de Jaílton ao time.

A partir daí, veio a derrota para o Vitória em casa em outra partida horrorosa – e a desculpa “mas o Flamengo outra vez teve mais posse de bola” se tornou marca registrada do “mauricinho” -, empates contra Botafogo (não perdeu por pouco) e contra Portuguesa, derrotas para o Palmeiras, Cruzeiro (em casa) e Goiás, e o time desandou de vez na tabela.

Nesse período de maus resultados, Caio Júnior mudou a maneira do Flamengo jogar e resolveu “adotar” Jaílton, lhe atribuindo a maldita função de “terceiro zagueiro”. No esquema 3-5-2 adotado por várias equipes do futebol brasileiro, o “terceiro-zagueiro” é o jogador que fica logo a frente dos dois zagueiros de área. Essa função tanto pode ser exercida por um zagueiro de ofício ou por um volante de contenção, que fica com a responsabilidade de cobrir os avanços de um dos laterais quando sua equipe está no ataque e de reforçar a marcação na defesa quando é atacada.

O “terceiro-zagueiro” de Caio Júnior, o “destrambelhado” Jailton, não faz nada disso. Muito pelo contrário: ele se coloca atrás dos dois zagueiros de área e permite que os atacantes adversários estejam sempre rondando a sua área, não faz cobertura de ninguém, é um desastre no desarme – se for dentro da área, o risco de pênalti é enorme – e está sempre chegando atrasado na marcação das bolas cruzadas. O Flamengo é uma equipe que cria pouquíssimas oportunidades de gol durante uma partida e que toma sufoco de qualquer “Ipatinga” da vida, jogando fora ou em casa.

Continua na próxima semana… (Dependendo do resultado deste sábado, teremos mudança no tom do comentário)

Por tulio 3 comentários

ESSA É DE LASCAR!

9 outubro, 2008 as 15:31 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

Para Caio Jr, se Fla não bater o Atlético, dará adeus ao título do BR – UOL Esportes

“Eles (torcida) precisam entender que, se perdermos esta partida, as chances do título brasileiro será só em 2009. Precisamos de moral até quando o time errar um passe”, decretou o treinador.

Do Blog: Só faltava essa do “tapadinho”! Já está “ameaçando” jogar a culpa na torcida por algum fiasco que possa acontecer no jogo contra o Atlético. Se ele quer a torcida ao lado do time, que o faça jogar bem. Elenco para isso, o Flamengo tem.

E não é só a torcida que precisa entender (aliás, o mundo inteiro já sabe disso) que se o Flamengo perder no próximo sábado dá adeus ao título do Brasileiro. Ele, “Cego” Júnior, principalmente, é que precisa botar isso na cabeça. Ir dormir com esse pensamento martelando no “juízo”: “Ou ganho, ou adeus!”.

E vamos jogar bola, ora bolas, seu “bundão”!!!

Por tulio 1 comentário

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