FICOU CALMIIIIIIIINHO!

20 abril, 2010 as 10:31 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Aguardei o noticiário esportivo da segunda, para saber quais teriam sido as vítimas da “besta quadrada” do Bruno, após a derrota para o Botafogo.

Vítimas em potencial: Angelim e Maldonado, que cometeram os pênaltis responsáveis pela derrota e Adriano, que jogou o empate fora. Aliás, nas mãos do goleiro Jefferson.

Cheguei a sentir pena de Angelim e Maldonado. Parecem dois anões na frente do troglodita e ainda tem o agravante da idade. Mas Angelim foi recompensado e absolvido do seu erro ao sofrer o pênalti que poderia ter mudado a história da partida e Maldonado foi o melhor jogador do Flamengo enquanto esteve em campo. Só seria necessário o imbecil do Bruno usar o único neurônio do seu cérebro, para não partir para a violência contra os dois.

A sua ira maior recairia então sobre Adriano que não jogou rigorosamente nada (será que ele fez “corpão molão”?) e ainda desperdiçou o pênalti que muito provavelmente levaria outra vez uma decisão entre Flamengo e Botafogo para os pênaltis, de onde ele – Bruno – poderia se sair novamente como herói.

Pense numa briga bonita! Bruno e Adriano! Briga de cachorro grande.

Nessa Bruno pipocou. Deu azar que Petkovic entrou com o jogo já acabando e não deu pra ele reclamar de corpo mole.

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E AGORA ANDRADE?

19 abril, 2010 as 13:39 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Andrade já declarou que chegou ao seu meio de campo ideal quando escalou Toró, Maldonado e Willians juntos. Confesso que senti calafrios quando li essa notícia. A primeira vez que isso aconteceu foi no segundo tempo do empate contra o Universidade do Chile. Não sei o que foi que ele viu de tão extraordinário nessa formação. Por infeliz coincidência, foi logo após a entrada do chileno, que o Flamengo começou a ser pressionado depois de conseguir a virada e acabou cedendo o empate. Não que Maldonado possa ser responsabilizado por esse resultado desastroso. Muito pelo contrário. Repito: dos três ele é o único com capacidade de ser titular no Flamengo.

Essas declarações e essas escalações estapafúrdias, só servem para fortalecer a idéia de que Andrade tá “perdidinho da silva” com essa situação imposta pela diretoria rubronegra, de não contar com Petkovic como titular absoluto do seu time.

Ele repetiu essa formação (sempre variando o quarto homem entre Michael, Vinícius Pacheco e Petkovic) nos jogos contra o Vasco – uma vitória que não convenceu ninguém – e contra o Universidad Católica, naquela vergonha que já entrou para a história dos grandes vexames do Flamengo em Libertadores.

E ontem contra o Botafogo ele insistiu com esse seu “meio de campo ideal”. Foi necessário que o Flamengo começasse o jogo sendo dominado pelo limitadíssimo time de Joel Santana até sofrer o primeiro gol (pênalti inexplicavelmente cometido por Angelim), para ele tomar a atitude mais ousada de sua carreira de treinador: trocar o inútil Toró por Vinícius Pacheco ainda aos vinte e cinco minutos. Que ousadia!

O Flamengo melhorou, pressionou um pouco mais e acabou chegando ao empate no final do primeiro tempo. Empate merecido.

E poderia ter chegado à virada no segundo tempo. Mas o “Império dos Privilégios Amorosos” não funcionou e em mais um cruzamento na área, Maldonado – também inexplicavelmente – cometeu pênalti e ainda foi expulso. O Botafogo fez 2 a 1 e se fechou definitivamente explorando os contra-ataques. Em um desses, o xodó de Joel, Caio, poderia ter definido o jogo. Perdeu um gol feito. O castigo pelo gol perdido, quase viria logo depois, quando o juiz marcou outro pênalti em agarra-agarra dentro da área. Pra ficar ainda melhor, Herrera por pouco não agrediu o juiz após a marcação do pênalti e acabou sendo expulso. Era só empatar e partir para a virada, agora que as duas equipes estavam iguais em número de jogadores. Mas prá fechar com chave de ouro a sua atuação discretíssima, Adriano perdeu o primeiro pênalti de sua carreira. Realmente era o dia do Botafogo.

Sobrou agora para esse Flamengo completamente sem comando e seu desarvorado treinador, brigar já nessa quarta-feira por uma vaga na próxima fase da Libertadores contra o inexpressivo Caracas. Uma vitória por dois gols de diferença já é suficiente. Não pensem que vai ser moleza. Com esse “meio de campo ideal” de Andrade, não tem jogo fácil.

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JÁ ESTOU ME TORNANDO REPETITIVO

5 fevereiro, 2010 as 14:43 Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Mas não tenho como deixar de me irritar com esses jogos do Flamengo contra times minúsculos – podemos até incluir aí o primeiro tempo contra o Fluminense – nessa Taça Guanabara.

São umas verdadeiras aberrações táticas e técnicas. Ninguém se entende do meio de campo pra trás. Esse 3 a 3 contra o Olaria na quarta-feira, foi uma coisa de maluco. E concordo com Adriano: o Flamengo se dê por satisfeito com o empate, porque mereceu perder.

Duas simples ausências – Airton (vendido) e Maldonado (contudido) – em relação ao time do hexa provocaram esse pandemônio no sistema de marcação do time do técnico Andrade, que parece não ter nenhuma solução à vista. Muito pelo contrário. Tem insistido com Toró como primeiro volante e o “coisa ruim” continua sem conseguir marcar ninguém e aprontando suas “presepadas” como na expulsão e no pênalti que originou o terceiro gol do Olaria.

Essa lambança de Toró é muito mais passível de punição do que os “chiliques” de Petkovic no intervalo do jogo contra o Fluminense.

Por mais que critiquemos os privilégios de Adriano e Vagner Love dentro do elenco rubronegro, a verdade nua e crua é que a dupla “Império do Amor” vem salvando o Flamengo de maiores vexames no Campeonato Carioca.

E um aviso para o “Seu” Angelim, por quem nutro enorme respeito. Essa história de: “enquanto a defesa sofrer 3 e o ataque fizer 5 tá bom demais” é engraçada e funciona enquanto o time estiver ganhando. Mas na quarta-feira, o sistema defensivo do Flamengo esteve tão mal, que se tivesse ocorrido o contrário (5 a 3 para o Olaria), não seria nenhum absurdo.

Abra o olho, seu Andrade!

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DE CABEÇA UM POUCO INCHADA, MEIO FELIZ, MAS PREOCUPADO!

1 fevereiro, 2010 as 13:17 Categoria Campeonato Carioca+ Estadual do RN+ Futebol Nacional

Foi como acordei hoje.

A derrota do Potiguar para o Baraúnas por 3 a 1 é pra deixar a diretoria e comissão técnica do “Time Macho”, mais do que alerta. A torcida já está com os nervos à flor da pele e o treinador Erandi Montenegro já está mais pra lá do que pra cá.

Derrota em clássico costuma ter conseqüências catastróficas, a começar pela atual posição da equipe na tabela de classificação que é desoladora. Oitavo colocado (entre dez) e beirando a zona de rebaixamento.

A reação tem que vir de imediato ou teremos mais uma vez a eliminação precoce do Potiguar no Campeonato Estadual.

A tristeza pela derrota do meu “Potiguarzão do Coração” foi um pouco amenizada pela espetacular virada do Flamengo em cima do Fluminense. Eu bem que avisei, torcida tricolor: Cuca será sempre Cuca. O treinador mais pé frio e sem brilho do Brasil.

Foi mais uma ótima atuação da dupla “Império do Amor”, principalmente no segundo tempo, já que o Flamengo não existiu no primeiro tempo e os 3 a 1 saíram barato.

Apesar da alegria, a preocupação. Petkovic se desentendeu mais uma vez com o diretor Marcos Braz e o seu futuro na Gávea deve ser decidido hoje à tarde.

Eu sou fã incondicional de Pet e é inquestionável a sua participação decisiva na conquista do hexa. Eu e mais uma nação inteira vamos ser-lhe eternamente gratos. Mas desde o início da temporada percebe-se que ele ainda não está na forma ideal para disputar uma partida completa e ainda mais um clássico em que o Fluminense vinha com toda pinta de favorito, com uma defesa virgem até o momento. Nada, no entanto, justifica o seu destempero ao ser substituído. Ele foi no mínimo deselegante e injusto com Andrade, que desde esse seu polêmico retorno à Gávea acreditou no seu futebol, a despeito de Kleber Leite, Cuca e sua turma que queriam vê-lo pelas costas.

O Flamengo fez um primeiro tempo tenebroso e Petkovic afundou junto. Só não acho que ele tenha sido o único culpado por aquela atuação bisonha. A defesa do Flamengo continua uma peneira (a dupla Álvaro e Angelim parece que nunca jogou junta) e os volantes não marcam ninguém. Fernando, que vinha de boas atuações, de repente cismou de fazer mais gols do que seu irmão mais famoso do Vasco e a todo momento se lançava ao ataque deixando um rombo lá atrás. Toró… Bem vocês já conhecem a minha opinião sobre Toró.

Se Andrade agiu certo ao substituir o craque do Brasileirão 2009, isso é outra questão. Eu não teria feito essa alteração. Mas a verdade é que ele tinha que fazer alguma coisa para evitar um vexame maior, o que para mim já parecia definitivo tamanha a superioridade do Fluminense na partida. Mas o “danado” é que as entradas de Vínicius Pacheco e Willians deram tão certo, que o treinador não só evitou um vexame histórico no Maracanã, como foi protagonista de uma das viradas mais espetaculares da história desse clássico.

Nem a injusta expulsão de Álvaro, abalou a performance avassaladora do Flamengo em busca da vitória. Talvez se Petkovic permanecesse no Maracanã para assistir ao restante do jogo, tivesse entrado no clima de euforia que tomou conta dos jogadores ao seu final e esse arranca-rabo infrutífero tivesse sido evitado.

Vamos esperar que o bom sendo prevaleça nessa reunião de logo mais e Pet e o Flamengo voltem às boas. Um precisa muito do outro. E a torcida dos dois.

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PRÓSPERO NATAL E FELIZ ANO NOVO PRA TODOS

23 dezembro, 2009 as 13:45 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Opiniões+ Sem categoria

Esse Natal, sem dúvida terá um sabor diferente dos anteriores.

As festas de fim de ano em nossa família sempre foram muito divertidas. Todo mundo reunido, música boa, comida melhor ainda, distribuição de presentes, brincadeiras, amigo secreto, sorteio de presentes “mixurucas” (que a gente convencionou chamar de “um e noventa e nove” embora não exista praticamente mais nada pra se comprar por esse valor), enfim, diversão a rodo apesar das decepções futebolísticas que enfrentávamos durante o ano.

Agora, vocês imaginem o Natal de uma família em que todos os membros e agregados são flamenguistas “rubro-negros” (pra não dizer roxos), alguns dias após o “Mengão” ter nos presenteado com um hexa-campeonato maravilhoso, espetacular, sensacional, fantástico, lindo?! Será mais um adendo à comemoração que se iniciou em 06/12 e não tem data pra acabar.

Nesse momento solene, o blog entra em férias até meados de Janeiro de 2010 e eu quero desejar a todos que passeiam por aqui, um Natal e um Reveillon tranqüilos igual a Andrade, elegantes igual a Petkovic, emocionantes igual a Ronaldo Angelim, revigorantes igual a Adriano, inexplicáveis igual a “Nação Rubronegra” e    “HEXAGERADOS” de bons, tal e qual o “MENGÃO”!

Até mais!

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NO MAIS, TÁ TUDO EM PAZ!

15 junho, 2009 as 15:35 Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

O Flamengo tomou de quatro do Sport, tomou de cinco do lanterna Coritiba, mas continua tudo tranqüilo lá pelas bandas da Gávea, segundo o megalomaníaco Kléber Leite.

Bruno segue fazendo merda a cada jogo, mas ninguém mexe com ele. Ontem ele assumiu a culpa pelo vexame. Emocionante!

A diretoria e a comissão técnica continuam achando que Ronaldo Angelim é um novo Gamarra e que esse destrambelhado Welinton tem plenas condições de substituir Fábio Luciano.

Toró continua insubstituível mesmo sem saber qual é a sua posição dentro de campo e esse menino Airton precisa de um psicólogo urgente. De grata revelação se transformou num carniceiro. Do pescoço prá baixo é canela. Já deu um “pisão” nas costelas de Nilmar e ontem inovou ao enfiar o pé sem dó nem piedade nos “possuídos” do atacante Ariel do Coritiba. O juiz contemporizou e expulsou os dois. O “dolorido” Ariel não fez nada pra ser expulso e Aírton deveria ter saído do estádio direto pra uma delegacia.

Juan continua no seu eterno cai-cai. Prefere cavar uma falta a dar prosseguimento na jogada. E ainda fica reclamando o tempo todo. Merecia ser expulso em todas as partidas. Esse Éverton Silva se salvou ontem pela correria e pelas chegadas na linha de fundo. Mas é uma tragédia cruzando bolas na área. Uns cinco anos de treinos ininterruptos, pode ser que dê jeito. Léo Moura não jogou ontem, mas também não fez falta.

Íbson já encerrou seu ciclo no Flamengo. Mal escalado e desmotivado não é nem sombra do jogador decisivo das duas últimas temporadas. É melhor não insistir na renovação do seu empréstimo.

Éverton nem cheira nem fede e os que entram no decorrer da partida não produzem nada de útil.

Um ataque com Josiel e Adriano só mesmo na “cuca fragilizada” de Cuca.

Por falar em Adriano, ele não desembarcou no Rio junto com o resto da delegação. Vamos esperar pra ver qual vai ser a desculpa pela falta de amanhã.

Apesar de tudo, o clima é ótimo e Cuca continua prestigiado.

E podem me cobrar depois. Petkovic ainda vai ser a salvação desse meio de campo ridículo do Flamengo.

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MELHOR DO QUE A ENCOMENDA

14 maio, 2009 as 11:37 Categoria Brasileirão+ Copa do Brasil+ Futebol Nacional+ Opiniões

Esse ano tem sido difícil assistir jogos do Flamengo. O meu grau de irritação com esse time de Cuca, com suas escalações e substituições absurdas, com atuações ridículas de alguns jogadores que não saem do time nem por decreto, tem alcançado níveis estratosféricos.

Nem na conquista do Campeonato Carioca eu consegui relaxar. Cuca, com sua burrice crônica, conseguiu levar um jogo ganho para a disputa nos pênaltis e ainda saiu cheio de “marra”.

A estréia no Brasileirão na derrota para o Cruzeiro foi um teste pra cardíacos.

Diante desse quadro, fui assistir Flamengo e Internacional já preparado para o pior. O Internacional, o time da moda, com média de “duzentos” gols por jogo, contra o Flamengo, o time que não faz gols a “duzentos” jogos – como diria Gerson, o “Canhotinha de Ouro”.

Mas confesso que me surpreendi. O Flamengo fez talvez a sua melhor partida na temporada. Alguns jogadores tiveram participações acima da média. A marcação em cima do “Trio Fantástico”, D´Alessandro, Nilmar e Taison funcionou as mil maravilhas. Ailton (esse garoto vai longe), Toró e Willians (mais concentrado na marcação do que nas suas subidas atabalhoadas ao ataque) conseguiram anular completamente os três atacantes colorados, que acabaram substituídos. Ronaldo Angelim foi espetacular, embora já no finalzinho – talvez empolgado pela boa atuação – tenha perdido uma bola no meio de campo ao tentar sair jogando, ocasionando o lance em que Bruno teve que se virar com as mãos e com as pernas para evitar o gol do Inter.

Até Juan subiu de produção. Não foi nenhuma maravilha, mas pelo menos fez menos raiva. Léo Moura é que continua devendo. Esse puxa e encolhe, acaba e começa dele com a gostosona Perlla, com certeza tá atrapalhando o seu desempenho. E aquele cabelinho safado também não tem ajudado muito. O problema é o reserva dele: Everton Silva. O pior jogador que surgiu no Flamengo desde Merica (quando eu tiver tempo eu explico para os mais novos quem foi Merica). Kleberson voltou a jogar bem e Íbson continua sem saber onde jogar – culpa do treinador – e correndo feito um desesperado. Tem potencial para render mais.

Agora problema, problema mesmo no Flamengo, é o diabo desse ataque. E Cuca com suas mexidas sem nenhum sentido, é o principal responsável por esse jejum de gols dos atacantes. Não culpo o trio Emerson, Josiel e Obina e muito menos os dois garotos – Éverton e Erick Flores – que costumeiramente têm entrado para fazer dupla com um dos três.

Para o imbecil do Cuca, não existe alternativa. É por isso que eu sempre comento quando estou assistindo algum jogo do Flamengo: esse time não treina, não existem jogadas ensaiadas. Os jogadores devem se reunir todos os dias na Gávea para participar de um “rachão” entre solteiros e casados. Só pode ser isso.

As opções de ataque de Cuca são medíocres. Ele começa com Emerson e Everton e depois substitui por Josiel ou Obina e Erick Flores. Não acontece nada. Muito pelo contrário, o time piora. Ontem ele ainda cometeu outro despropósito. Trocou Toró – que vinha cumprindo muito bem o seu papel na marcação – por Josiel, que mais uma vez foi uma peça nula. Por pouco o treinador babaca não entrega o jogo.

Resumo da ópera: o Internacional não é esse bicho papão que pintaram, Nilmar só volta a fazer um gol igual aquele contra o Corinthians no próximo século e o Flamengo tem plenas condições de seguir na Copa do Brasil.

Quanto a esse “pequeno detalhe” que é o gol, o jeito é esperar pelo “Imperador”. Até eu estou acreditando que ele vá dar um jeito. Tomara que acabe logo esse período de desintoxicação etílica que os dirigentes e o departamento médico do Flamengo estão chamando de testes físicos e clínicos.

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