22 março, 2010 as 14:40
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
O Flamengo mais uma vez não jogou absolutamente nada. Sair comemorado empate com o Botafogo com um gol no último segundo do jogo é o cúmulo do ridículo.
Não vou mais questionar a escalação e as substituições de Andrade, evocando possíveis “Teorias da Conspiração” contra um ou outro jogador. Vou analisar pelo lado da notória “burrice” que se alojou no cérebro do treinador Campeão Brasileiro de 2009.
É escandalosamente visível a falta de criatividade no meio de campo desse Flamengo da temporada 2010. Sem querer entrar mais em polêmicas envolvendo a titularidade ou não de Petkovic – se a diretoria rubronegra quer se desfazer idiotamente de um dos responsáveis pelo hexa isso é problema dela – vou me concentrar somente no que aconteceu ontem no Engenhão.
Desfalcado de Léo Moura e Juan, o Flamengo perde uma de suas principais jogadas que é o avanço de seus laterais. Com os dois em campo, até que se justifica a presença de dois volantes tipicamente marcadores (Toró e Willians) para fazer a cobertura e um outro funcionando como armador (Kleberson), liberando um meia-atacante (Vinícius Pacheco ou Petkovic) para fazer companhia aos dois atacantes de ofício.
Os reservas que o treinador Andrade dispõe para as laterais são tétricos. Éverton Silva, todo mundo já conhece. É um “trem virado”. Completamente sem noção. Não consegue marcar na defesa e quando tenta o ataque é um “Deus nos acuda”. O outro que jogou ontem, Rodrigo Alvim, que foi contratado para fazer sombra a Juan, consegue ser pior do que o titular nos seus piores dias. Se depender da sua sombra, Juan pode dormir tranqüilo. Somália, um jogador apenas razoável (oriundo do América de Natal), jogou improvisado na lateral direita e passeou garbosamente entre um lado e outro da intermediária do Flamengo sem ser incomodado. Sorte rubronegra que ele se machucou e o Botafogo ficou sem a sua principal jogada de ataque.
No jogo de ontem, Andrade demonstrou todas as suas limitações em relação às suas alternativas táticas. Acho que nem as treina. Ele poderia tranquilamente fixar mais os laterais na marcação e liberar os meias para cair pelos lados do campo. E porque não escalar Vinícius Pacheco e Petkovic? Que “frescura” é essa de que os dois não podem jogar juntos? Mesmo quando já perdia o jogo por dois a um, ele insistiu na burocrática substituição: tirou Petkovic, único resquício de criatividade no meio de campo e colocou Vinícius Pacheco, que não fez nada nos trinta e cinco minutos que ficou em campo. Já escrevi aqui: tem que dá uma bola só pra esse rapaz. Substituição sem nenhum efeito, a exemplo da de Kleberson – que até tinha melhorado o passe em relação aos jogos anteriores – por Ramon (esse é outro “enrolador” que foi contratado a peso de ouro pra não fazer nada).
Vágner Love passou novamente em branco. Andou chutando algumas “catôtinhas” para o goleiro Jefersson e outras para fora e ia fazendo um golaço. Ficou no quase. Já Obina fez o seu golaço. O segundo na vitória do Atlético Mineiro em cima do Vila Nova por 3 a 1. Eu não tenho nenhum constrangimento em assumir: sou muito mais Obina do que Vágner Love.
E apesar das polêmicas envolvendo o seu nome (e as tais “pessoas ruins” ainda não foram identificadas), Adriano acabou salvando Andrade de sua segunda derrota para o Botafogo e pelo mesmo placar. Virar “freguês” do “Chorafogo” de Joel Santana é dose, né Andrade?!
Por tulio
18 março, 2010 as 11:54
Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Esse ano o Flamengo ainda não realizou uma partida decente. Digna do legítimo Campeão Brasileiro.
No Campeonato Carioca tem feito partidas ridículas e conseguiu levar gols de praticamente todos os times minúsculos (pequeno é um superlativo para essa “barangada”) que só servem para fazer volume no chamado “Campeonato mais charmoso do Brasil”. Assistimos a algum resquício de bom futebol naquela virada quase improvável em cima do Fluminense, mas não podemos esquecer que do outro lado estava o “pé-frio” do Cuca e seu histórico de vexames.
Na semifinal da Taça Guanabara contra o Botafogo, o time entrou com um “sapato alto” ao nível do teor alcoólico pós-carnaval de sua “privilegiada” dupla de atacantes. Acabou entregando o jogo para um time que beira a mediocridade.
E assim segue no Segundo Turno. Aquela vitória em cima do Vasco acabou se tornando engraçada e merecendo comemoração, mais pelas circunstâncias da derrota vascaína, com os dois pênaltis perdidos por Dodô e o pênalti inexistente a favor do Flamengo. O time de Andrade não jogou absolutamente nada! Vagner Love e Adriano (exceto na cobrança do pênalti) não existiram em campo.
Na Libertadores, os dois primeiros jogos (um em casa e outro fora) foram contra adversários limitadíssimos. Ainda assim o Flamengo fez péssimas partidas e sofreu para vencê-los. “Jogou pro gasto”, como tenho sempre destacado aqui. Só que apenas “jogar pro gasto” não leva time algum a lugar algum, muito menos a conquista de títulos importantes.
Quando precisou encarar o primeiro desafio mais complicado, foi aquela aberração futebolística que tivemos o desprazer de assistir ontem. E essa Universidade do Chile que venceu o Flamengo por 2 a 1, não está muito acima dos outros dois companheiros de grupo. Basta ver os seus resultados anteriores: 1 a 0 no Caracas em casa e empate em 2 a 2 contra a outra Universidade, a Católica.
Foi um sacrifício suportar tanta bisonhice e ver Andrade impassível à beira do campo, falando (nele) ou ajeitando aquele microfone ridículo no ouvido e assistindo o seu “Império do Amor” se desmilinguir em campo e a sua equipe bater todos os recordes de erros de passe.
Andrade vem me decepcionando a cada jogo. Depois de renovar o contrato e alcançar rendimentos como treinador que jamais chegou nem a sonhar, caiu no lugar comum da maioria dos treinadores brasileiros, que só se preocupam em garantir o emprego. O bom futebol ficou em segundo plano. O que vale agora é não perder. Nos dois sentidos.
E para não voltar a ser um simples funcionário na Gávea, Andrade se transformou em “pau mandado” de Marcos Braz, bancando a barracão de Petkovic, o único resquício de qualidade técnica entre os jogadores de meio de campo do Flamengo. Como desculpa, ele usa o argumento absurdo de que Petkovic é reserva de Vinícius Pacheco (ou vice e versa) e que o momento deste é melhor. Eles não podem jogar juntos. Não consigo e nem quero entender. Os dois tem características completamente distintas. Vinícius Pacheco é praticamente um atacante. Pet é um clássico meia-armador. Um típico e clássico camisa 10. Um criador de jogadas. Infelizmente esse tipo de jogador não tem mais vez no time do neo-retranqueiro Andrade.
Sou rubro-negro de velha e boa cepa. Mas esse Flamengo de 2010 de privilégios para alguns, de punições injustas para outros e principalmente de péssimo futebol, está me cansando (outros “flamengos” de anos atrás também me cansaram e causaram asco, é bom que fique claro).
Estou pensando seriamente em dar um tempo.
PS.: E por favor! Não me peçam para comentar sobre os problemas extra-campo de Adriano, Vagner Love, Bruno e Cia. Vocês vão encontrar sempre notícias fresquinhas nas páginas policiais dos jornais cariocas.
Por tulio
11 março, 2010 as 17:32
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
A Libertadores realmente é uma competição diferente.
Eu me lembro que quando o Flamengo foi campeão em 81, mesmo com aquele inigualável timaço, não teve vida fácil.
A final então, foi uma odisséia. Os jogos contra o Cobreloa se transformaram em lenda entre a “Nação Rubro-Negra”.
Então exigir sempre bom futebol contra nossos rivais sulamericanos ou mexicanos, principalmente em jogos fora de casa, torna-se às vezes incongruente.
O jogo de ontem, foi um clássico jogo de Libertadores. O Flamengo é infinitamente superior ao Caracas, mas em campo os dois se equivaleram. Prevaleceu então a qualidade individual de alguns jogadores rubronegros que resolveram nos momentos decisivos e ainda conseguiram suprir as lambanças de Toró e a preguiça de Kleberson.
Foi muito bom ver Petkovic iniciando uma partida e jogando bem. Só não conseguiu produzir mais porque a saída de bola do Flamengo era terrível, com o excesso de passes errados do trio Toró, Fernando e Kleberson. As condições do gramado também não ajudaram.
Aos poucos Andrade vai voltar a perceber a importância do craque para a equipe e ele reassume seu posto. Esse Vinícius Pacheco ainda vai ter que “comer muita farinha” para que possa pelo menos começar a merecer algum tipo de comparação com o sérvio.
Na ausência de Adriano, Wagner “Love” vem se virando bem sozinho. Tem feito gols em todos os jogos e foi humilde – coisa rara no “Imperio do Amor” – ao admitir que precisa treinar cobrança de pênaltis. Ontem ele se saiu bem.
Só não me peçam para comentar alguma coisa sobre Toró. Todos já conhecem minha opinião sobre esse destrambelhado. Ele já me bateu nos “gurguminhos”.
Enfim. Foi um boa vitória – apesar do sufoco – e que garantiu a liderança do grupo. Acredito que o Flamengo se classifica sem maiores dificuldades. O problema é quando chega a fase de mata-mata. Os vexames de anos anteriores ainda assombram.
Por tulio
5 março, 2010 as 14:55
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Não gosto e não acho ético responder diretamente a comentários dos meus leitores. Procuro sempre colocar algo que se relacione em um novo comentário.
Mas não posso deixar de responder ao leitor Túlio Filho – que só conhece futebol a partir do maldito advento da “Era Dunga” – que lista o meio de campo do Flamengo nos anos 2007, 2008 e 2009, querendo estabelecer como padrão a utilização de três volantes.
O título mais importante que o Flamengo conquistou nesse período foi o Hexa em 2009. E por quê? Porque o Pet fazia a diferença.
Agora não existe justificativa para o meio de campo que Andrade escalou contra o Madureira em pleno Maracanã – Toró, Fernando, Willians e Fierro – deixando Petkovic no banco de reservas, para só entrar quando faltavam 10 minutos para o final do jogo.
Isso é “sacanagem” pura – não só com Petkovic, mas com toda a “Nação Rubronegra” – e nada me convence do contrário.
PS.: Ah! Eu tô aí sim para o Carioca e quero o Tetra inédito. Durante muito tempo esse foi o único título que nos deu alguma alegria.
Por tulio
4 março, 2010 as 09:42
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional

Andrade foi o melhor volante que eu vi jogar.
Sucessor de Paulo Cesar Carpegianni no meio de campo do Flamengo, em pouco tempo ele conseguiu superar em qualidade o seu antecessor.
Aquele Flamengo de sonhos se dava ao luxo de ter Andrade e Adílio como “marcadores”. Os dois sabiam fazer gols e colocar os atacantes na cara do gol. Andrade é autor do sexto e antológico gol no jogo pelo Carioca de 1981, quando o Flamengo sapecou um 6 a 0 no Botafogo devolvendo a humilhação sofrida nove anos antes. Um golaço de fora da área. Agora vocês imaginem Toró acertando um chute daqueles!
Como treinador, Andrade decepciona, e muito, quando se trata de armar um meio de campo com um mínimo de criatividade. Logo ele!
O jogo de ontem foi desolador.
Tivemos que suportar Toró, Fernando, Willians e Fierro em campo, enquanto o único craque que realmente merece esse adjetivo no futebol brasileiro estava sentado no banco de reservas. E encheram demais a bola desse Vinícius Pacheco, fizeram um novo contrato até 2015 e agora ele não solta mais a bola pra ninguém. Quer resolver tudo sozinho. Deve estar em alguma cláusula do novo contrato. Até o fim do ano ninguém fala mais nele. Vai ser mais um Paulo César, Erick Flores, Radar (ai novo!), da vida.
Definitivamente estão querendo “sacanear” com Petkovic. E a partir de ontem, eu não tenho mais nenhuma dúvida de que Andrade faz parte do complô armado e liderado pelo diretor de futebol Marcos Braz para se livrar do maior ídolo da “Nação Rubronegra” depois de Zico.
Essa história de colocá-lo faltando cinco, dez minutos para terminar o jogo é pura provocação. Estão doidos para que ele cometa alguma indisciplina, tipo se recusar a entrar em campo, para rescindirem seu contrato. Tá lembrando a época de Cuca. Eu já teria chutado o balde.
Mas espero que ele tenha paciência e consiga calar a boca dos seus desafetos mais uma vez, como aconteceu no Brasileirão do ano passado. Agora para suportar ser reserva de Toró, Fernando, Willians, Fierro ou Vinícius Pacheco… haja paciência!
Por tulio
26 fevereiro, 2010 as 11:45
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Diretor de Futebol Marcos Braz, o detesta e deseja vê-lo pelas costas o mais rápido possível.
A presidente Patrícia Amorim, o suporta e faz tudo para levar o seu contrato até o fim sem maiores atropelos.
O técnico Andrade está sempre em cima do muro e tenta colocar panos quentes em todas as situações constrangedoras que o envolvem e lhe caem nas mãos.
Os outros jogadores do elenco se dividem entre os mais novos (pratas da casa) que o idolatram porque vivenciaram as glórias que ele proporcionou ao seu clube do coração, os que compõem elenco (titulares ou reservas) que reconhecem a sua importância para a equipe e as estrelas cheias de privilégios que morrem de ciúmes de não receber da torcida o mesmo carinho que ele recebe.
Porque uma coisa é certa e é o que importa:
CEM POR CENTO DA “NAÇÃO RUBRONEGRA” ADORA PETKOVIC!
Por tulio
25 fevereiro, 2010 as 15:34
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
Depois de nove Libertadores, o Flamengo conseguiu estrear na desse ano com vitória.
Não sei se isso significa alguma coisa. Se é prenúncio de alguma coisa. Pra mim o título continua tão distante quanto na época em que a briga no Campeonato Brasileiro de 2009 era apenas para não ser rebaixado.
Mas tudo bem. Vamos lá. Vamos deixar de rabugice. Até Zico, que estava no Maracanã ontem, se empolgou com a vitória e aponta o Flamengo como favorito ao título. Quem sou eu para contradizer o ídolo maior da “Nação Rubronegra”.
Num pequeno comentário que fiz ontem, escrevi que não esperava muita coisa do jogo, mas que também esperava queimar a língua.
De cara, fiquei logo estupefato com a sandice protagonizada por Willians (parecia que ele tinha tomado jeito) aos 2 minutos de jogo. Aí definitivamente comecei a temer o pior. O que diabo será que passa na cabeça de um jogador para cometer uma barbaridade daquelas mal a bola começou a rolar? Isso merece um estudo aprofundado dos especialistas na mente humana. Toró e Willians. Dois destrambelhados. Essa é a dupla de volantes idealizada por Andrade, após a venda de Ailton e a contusão de Maldonado, para o Flamengo tentar chegar ao título mais cobiçado das Américas.
Após a expulsão, justíssima por sinal, do “maior ladrão de bolas do Brasil” (e também o “maior devolvedor”, já que não acerta um passe) o time ficou completamente atordoado em campo, não acertava um passe, era chutão pra tudo que é lado. Mas eis que surgiu uma falta na entrada da área e Léo Moura cobrou com maestria e abriu o placar.
A limitadíssima equipe da Universidad Católica, só ameaçava com chutes de longa distância, e numa cobrança de falta que explodiu no travessão, no rebote, o seu melhor jogador – Mirosevic – na tentativa do chute acabou pisando em Toró (infelizmente não quebrou nada) e foi expulso. Injustamente, em minha opinião.
Com os dois times com dez jogadores, o Flamengo voltou mais tranqüilo para o segundo tempo e em mais uma bela jogada de Léo Moura – finalmente voltando a fazer uma boa partida no Flamengo – Adriano, meio cansadão durante todo jogo, deixou sua marca.
Poderia ter saído uma goleada na estréia. Mas aí sobrou preciosismo.
E em mais uma “frescura” que eu detesto no futebol, que essa história do cobrador oficial de pênaltis entregar a bola na hora da cobrança para um “colega” tentando dar uma “força”, Vagner Love chutou nas nuvens (lembrando o Palmeiras e Flamengo do ano passado) e o Flamengo deixou de vencer com um placar mais folgado. Espero que essa tenha sido a última “frescura” do tipo entre a dupla “Império do Amor”, que já é uma “frescura” enooooooooorrrrrmeeee!.
PS. Prometo comentar sobre o assunto Petkovic com mais calma.
Por tulio
10 fevereiro, 2010 as 11:08
Categoria Campeonato Carioca+ Estadual do RN+ Futebol Nacional
Bem gente. O blog entra em recesso hoje e só volta no dia 22 ou 23.
Muita coisa pode acontecer até lá.
Primeiro com o meu “Potiguarzão do Coração”, que enfrenta o segundo colocado Alecrim amanhã em Açu (e eu não me conformo com esse negócio) e no dia 18 encara o líder ABC no “Frasqueirão” onde permanece invicto. Como sonhar não paga imposto, eu posso voltar desse recesso como vice ou até mesmo líder do primeiro turno do Estadual.
PRÁ CIMA DOS “HOME” TIME MACHO!!!
Em relação ao “Mengão”, eu posso voltar como Campeão da Taça Guanabara. Para isso não precisa sonhar muito não. Basta que os jogadores rubronegros tenham vergonha na cara e honrem o “Manto Sagrado”, porque mais time do que os outros três grandes cariocas, o Flamengo tem. E se Andrade tiver um pouco de bom senso, mantém Toró fora do time.
Bom carnaval para todos. Não exagerem e muita calma nessa hora.
Por tulio
8 fevereiro, 2010 as 10:24
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Mais um jogo horroroso contra time pequeno, mais um gol sofrido com falha da defesa e um dois a um sem graça nenhuma que acabou colocando o Flamengo como primeiro de sua chave e pra jogar a semifinal na quarta-feira de cinzas às 22 horas. A outra semifinal acontece no sábado de carnaval.
Foi bom ou foi ruim?
O Fluminense nem se esforçou para vencer o seu jogo contra o Olaria que acabou zero a zero, pra não correr riscos de ter que encarar a ressaca do Carnaval.
Tanto faz ser primeiro ou segundo. Não existe vantagem nos jogos da semifinal. Assim é a tabela do dito “campeonato mais charmoso do Brasil”.
Não sei nem se pode ser considerado vantagem enfrentar o Botafogo ao invés do Vasco. O nosso “eterno vice” não jogou absolutamente nada no empate em 2 a 2 – merecia ter perdido – contra o Madureira e o Botafogo vem “enloucoabreucido” depois que Joel assumiu.
Agora, torcedor rubronegro, imagine só a disposição da dupla Vagner Love e Adriano para esse jogo!
Andrade garantiu que o elenco só vai ter o domingo de carnaval de folga e isso tá valendo até pra “dupla super-privilegiada” do Sr. Marcos Braz.
Tô pagando pra ver!
Por tulio
5 fevereiro, 2010 as 14:43
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Mas não tenho como deixar de me irritar com esses jogos do Flamengo contra times minúsculos – podemos até incluir aí o primeiro tempo contra o Fluminense – nessa Taça Guanabara.
São umas verdadeiras aberrações táticas e técnicas. Ninguém se entende do meio de campo pra trás. Esse 3 a 3 contra o Olaria na quarta-feira, foi uma coisa de maluco. E concordo com Adriano: o Flamengo se dê por satisfeito com o empate, porque mereceu perder.
Duas simples ausências – Airton (vendido) e Maldonado (contudido) – em relação ao time do hexa provocaram esse pandemônio no sistema de marcação do time do técnico Andrade, que parece não ter nenhuma solução à vista. Muito pelo contrário. Tem insistido com Toró como primeiro volante e o “coisa ruim” continua sem conseguir marcar ninguém e aprontando suas “presepadas” como na expulsão e no pênalti que originou o terceiro gol do Olaria.
Essa lambança de Toró é muito mais passível de punição do que os “chiliques” de Petkovic no intervalo do jogo contra o Fluminense.
Por mais que critiquemos os privilégios de Adriano e Vagner Love dentro do elenco rubronegro, a verdade nua e crua é que a dupla “Império do Amor” vem salvando o Flamengo de maiores vexames no Campeonato Carioca.
E um aviso para o “Seu” Angelim, por quem nutro enorme respeito. Essa história de: “enquanto a defesa sofrer 3 e o ataque fizer 5 tá bom demais” é engraçada e funciona enquanto o time estiver ganhando. Mas na quarta-feira, o sistema defensivo do Flamengo esteve tão mal, que se tivesse ocorrido o contrário (5 a 3 para o Olaria), não seria nenhum absurdo.
Abra o olho, seu Andrade!
Por tulio
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