6 maio, 2010 as 17:26
Categoria Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Flamengo simplesmente não existiu no primeiro tempo. Ainda assim teve duas oportunidades de marcar um gol salvador. Vinícius Pacheco mais uma vez teve uma atuação bisonha. Ridícula. Estarrecedora de tão ruim. Não acredito que Rogério Lourenço, efetivado como treinador – pelo menos informalmente – pela presidenta Patrícia Amorim depois da partida de ontem, ainda vá insistir com essa “baranga” como homem de criação no meio de campo do Flamengo daqui pra frente.
O Corinthians dominou por completo, teve mais oportunidades, mas só fez 2 a 0, placar que lhe servia, graças a um gol contra de David que “Ronalducho” ainda ajudou com a mão e a uma cabeçada do próprio “Ronalducho” em cima de Bruno que aceitou. Depois disso o Corinthians se deu por satisfeito e achou que já tinha resolvido a parada no primeiro tempo.
Qualquer “coisa” que voltasse no lugar de Vinícius Pacheco no segundo tempo – a vaca do Tabajara Futebol Clube, por exemplo – tornaria o Flamengo mais criativo. O escolhido foi Kleberson. Petkovic mais uma vez foi preterido, deixando claro que não faz parte dos planos da diretoria e comissão técnica rubronegra para o restante da temporada. Uma pena. Sem o “Pet” o Flamengo não passará de um mero coadjuvante no Brasileirão. É bastante provável que brigue pra não cair.
E o Flamengo só precisou trocar três ou quatro passes certos para fazer o gol que lhe garantiria a sequência na Libertadores. Vágner Love que vinha matando o torcedor de raiva conseguiu se redimir. Isso logo aos quatro minutos. Os quarenta e cinco minutos a partir daí, se transformaram numa eternidade.
O Corinthians partiu para o desespero e ofereceu o contra-ataque ao Flamengo que não soube aproveitar para se tranqüilizar na partida. Ou errava na finalização ou no último passe.
Tensão até o último minuto, quando Bruno evitou o terceiro gol corintiano numa cobrança de falta de Chicão. Festa rubronegra muito justa no final. O pior classificado eliminou o melhor em seus domínios.
O Corinthians se acovardou no Maracanã quando com um jogador a mais foi dominado pelo Flamengo e perdeu por apenas um gol de diferença e quando fez dois a zero no Pacaembu e tentou administrar esse resultado. Pagou caro por sua covardia. Libertadores no centenário já era. Quem sabe na festa do bicentenário. Daqui pra lá, com certeza, “Ronalducho” terá perdido os quilinhos – ou seriam quilões? – em excesso.
Ia esquecendo. Adriano só resolveu jogar nos últimos cinco minutos. Kleberson só acertou o passe para o gol de Vágner Love e no mais foi aquela lentidão de sempre. Mas os dois acham que jogaram o suficiente para ir para a Copa. Boa viagem.
Por tulio
29 abril, 2010 as 13:52
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional
E tudo o mais que precisa ser lavado. E o que não faltou foi água.
Não sei se a chuvarada que caiu ontem no Maracanã ajudou ou atrapalhou.
Só sei que fazia tempo que eu não via os jogadores do Flamengo com tanta vontade. Até em excesso, como ficou explícito na expulsão idiota de Michael aos trinta e seis minutos do primeiro tempo. Mas ele nem chegou a fazer muita falta. Com onze ou com dez, o Flamengo foi sempre superior ao Corinthians. Só quem ficou devendo foi Vágner Love. Aquelas trancinhas horrorosas dele deviam estar pesando uma tonelada com aquele aguaceiro todo.
O Flamengo ficou uma partida sem levar gol depois de quase um século.
Venceu por 1 a 0 e poderia ter sido de mais, se Adriano não tivesse cabeceado aquela bola em cima do goleirinho do Corinthians.
Mas ficou de bom tamanho. O Corinthians vai ter que se virar no Pacaembu na próxima quarta. A responsabilidade de não poder levar gol em casa vai pesar. Um gol do Flamengo, o obriga a fazer três. Esse é o jogo ideal para Petkovic, com seus lançamentos precisos para puxar os contra-ataques. Infelizmente isso não vai acontecer, pelo menos de início. Rogério deve começar a partida com Fierro no lugar de Michael.
Jogue quem jogar, só não pode é entrar cheio de “frescuragem” (e esse é o grande perigo) achando que já tá tudo ganho.
Eliminar o Corinthians – o melhor dos melhores – nessa fase da Libertadores tem até um gostinho de título.
Por tulio
28 abril, 2010 as 12:00
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
A torcida do Flamengo está eufórica e vai lotar o Maracanã hoje à noite. Depois da sofrida classificação na Libertadores, nada como um clássico de dimensões continentais para devolver a auto-estima a “Nação Rubronegra”, que anda meio “escabriada” com os maus resultados desse início de temporada. Tá na hora desse grupo de jogadores, em sua maioria protagonistas na conquista do hexa, criar vergonha na cara e retribuir a expectativa de volta por cima da maior torcida do mundo.
Já a torcida do Corinthians, esperava tudo, menos pegar uma pedreira dessas logo no primeiro mata-mata, depois de terminar a fase de classificação como o melhor dos melhores. Enfrentar um “Banfield” da vida é uma coisa. Enfrentar o Flamengo, mesmo com o péssimo retrospecto de pior classificado é outra completamente diferentemente.
Os especialistas apontam o Corinthians como favorito pelo atual momento que atravessa. É um time sem crises. Já o Flamengo é o próprio retrato da crise. Para muitos, isso já seria suficiente para garantir a seqüencia do Corinthians na Libertadores. Para esse humilde blogueiro e “pitaqueiro” não é. Os elencos se equivalem e gordo por gordo, o nosso tá menos gordo.
Vai dar “Mengão”.
Por tulio
26 abril, 2010 as 16:52
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Andrade era o único treinador do mundo, que tinha uma bandeira com o seu rosto estampado tremulando nos estádios em dias de jogos. A torcida do Flamengo sempre teve um certo pudor em vaiá-lo.
Não existe alegria maior para uma torcida, do que conquistar um título importante como um hexa Campeonato Brasileiro, tendo a frente da equipe um dos seus maiores ídolos.
E Andrade é o meu ídolo, ídolo de uma geração, ídolo de uma nação. O Flamengo jamais terá um volante com a qualidade de Andrade. Andrade era tão refinado, que no futebol que se pratica hoje em dia no Brasil e no mundo, ele deixaria de ser volante e passaria a atuar como meia de armação. Seria o camisa 10 – pelo menos na função – em qualquer equipe que jogasse. E com certeza daria conta do recado e muito bem.
Após deixar os gramados, nunca deixou de freqüentar a Gávea. Treinou todas as categorias das divisões de base e nos últimos dez anos foi auxiliar técnico de todos os treinadores que passaram pelo Flamengo sendo interino inúmeras vezes. Funcionário de carteira e de carreira exemplar, nunca teve o seu trabalho devidamente reconhecido.
Uma conjunção de fatores levou o Flamengo à inesperada e fantástica conquista do hexa brasileiro sob o seu comando.
Tudo deu certo naquela ocasião: as contratações de Álvaro e Maldonado e a fixação de Airton a frente da linha de zaga, atuando às vezes como terceiro zagueiro, arrumaram de vez a defesa do Flamengo, que a certa altura do Brasileirão chegou a ser a mais vazada do campeonato. No meio de campo, Petkovic, que veio a contragosto de tudo e de todos, se transformou no maestro da equipe e com atuações espetaculares em jogos fundamentais acabou se tornando um dos principais responsáveis pela conquista do título. Zé Roberto voltou a jogar seu bom futebol da época de Botafogo e Adriano no auge de sua motivação, fez gols decisivos e acabou como artilheiro do campeonato, embora já nas últimas rodadas tenha começado a se envolver com problemas extra-campo (a tal da bolha assassina) ficando fora de algumas partidas importantes.
Andrade sentiu que aquele era o momento de se valorizar e começar a conquistar sua independência financeira. Nada mais justo. A renovação do seu contrato foi aquela novela que todos já conhecem. As conversas com o vice de futebol Marcos Braz não foram nada amistosas. Enfim houve a renovação, mas com ela veio todo o desgaste de uma negociação conturbada.
Ele conseguiu o reconhecimento financeiro tão sonhado, mas ao mesmo tempo fechou os olhos para os problemas disciplinares que vinham desde 2009 e que o título conseguiu mascarar.
A partir do início da temporada, ele deveria ter imposto seus métodos de trabalho (se é que havia algum) e usado da sua autoridade de “comandante em chefe” da comissão técnica para acabar com os privilégios e desmandos que haviam se instalado na Gávea. No entanto, ao contrário, ele continuou colocando panos quentes em tudo de errado que acontecia no Departamento de Futebol rubronegro e ainda teve que agüentar a oficialização das regalias da dupla Adriano e Vágner Love, estabelecidas pelo diretor de futebol Marcos Braz.
As confusões extra campo, por mais que ele insistisse “que estava tudo bem”, “que tudo no Flamengo é supervalorizado”, “que o grupo está unido (mesmo após os tapas de Bruno em Petkovic)”, refletiram dentro de campo.
O nível técnico ridículo do Campeonato Carioca encobriu nos jogos contra os times “nanicos” o péssimo futebol que o Flamengo vinha – ou vem – jogando em 2010. A prova é tanta, que em duas decisões (uma semifinal e uma final de turno) contra o limitadíssimo Botafogo de Joel Santana, o Flamengo saiu derrotado. A classificação na “bacia das almas” na Libertadores também deixou evidente o baixo nível técnico da equipe de Andrade.
E ele insistia em afirmar nas entrevistas pós jogo que a equipe vinha jogando bem, embora os resultados nunca traduzissem isso. O Flamengo de Andrade era – e continua sendo – uma bagunça dentro e fora de campo.
Enfim, a era Andrade chega ao fim no Flamengo bem antes do que se esperava. Do que eu esperava. A sua falta de pulso na condução desse elenco cheio de estrelas, de “barangas” metidas a besta, de jogadores sem compromisso com o “Manto Sagrado”, levaram o ídolo rubronegro à demissão.
De resto, é esperar que a presidenta consiga colocar o Flamengo novamente nos eixos e o transforme num clube que volte a merecer o respeito e o carinho do torcedor.
De cara, ela deveria começar com a demissão sumária da “turma da batucada” no vestiário.
E boa sorte para Andrade aonde ele for.
Por tulio
23 abril, 2010 as 15:18
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
Logo após a vitória sobre o Caracas por 3 a 2, resultado que parecia definitivo para o adeus do Flamengo à Libertadores, eu estava injuriado. Xingando e esbravejando com todo mundo e fiz coro com o”time sem vergonha” que vinha das arquibancadas. “Um time que toma dois gols de uma porcaria como esse Caracas, não merece se classificar pra p… nenhuma!”. “Não tô nem aí pro que vai acontecer na quinta”.
Mas não teve jeito. Quando se trata de Flamengo eu sou um fraco. Ontem à noite fiquei sofrendo até o final dos jogos que poderiam salvar o meu “Mengão” e fui dormir mais “alegre do que pinto em beira de cerca” com a definição de que tudo dera certo. Meu humor nessa sexta-feira é outro. Nem a garganta meio derrubada vai me impedir de tomar umas geladas logo após o trabalho. Amanhã eu dou um jeito de curar o estrago.
Não quero nem saber das confusões administrativas (pelo menos Marcos Braz foi-se). Quem vai ser o treinador na primeira partida do mata-mata. Se a presidenta Patrícia Amorim vai finalmente transformar o Flamengo num time sério.
Eu só sei que quarta-feira vai ter um jogão como há muito não se via no futebol brasileiro. Flamengo e Corinthians não tem favorito. O Corithians, que já estava quase jogando essa Libertadores com as faixas de campeão, vai sentir na pele que não adiantou de nada terminar como o melhor de todos. Vai lamentar o Flamengo ter feito uma primeira fase tão ruim.
Para o Flamengo é muito melhor enfrentar o Corinthians do que esses outros times sulamericanos, tudo “carne de pescoço”, principalmente nos jogos fora de casa.
Se os jogadores desse elenco hexa-campeão brasileiro ainda mantêm algum resquício de brio, a hora de demonstrar e de dar a volta por cima é agora.
Menino! Até eu tô surpreso com minha animação.
Por tulio
19 abril, 2010 as 13:39
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional
Andrade já declarou que chegou ao seu meio de campo ideal quando escalou Toró, Maldonado e Willians juntos. Confesso que senti calafrios quando li essa notícia. A primeira vez que isso aconteceu foi no segundo tempo do empate contra o Universidade do Chile. Não sei o que foi que ele viu de tão extraordinário nessa formação. Por infeliz coincidência, foi logo após a entrada do chileno, que o Flamengo começou a ser pressionado depois de conseguir a virada e acabou cedendo o empate. Não que Maldonado possa ser responsabilizado por esse resultado desastroso. Muito pelo contrário. Repito: dos três ele é o único com capacidade de ser titular no Flamengo.
Essas declarações e essas escalações estapafúrdias, só servem para fortalecer a idéia de que Andrade tá “perdidinho da silva” com essa situação imposta pela diretoria rubronegra, de não contar com Petkovic como titular absoluto do seu time.
Ele repetiu essa formação (sempre variando o quarto homem entre Michael, Vinícius Pacheco e Petkovic) nos jogos contra o Vasco – uma vitória que não convenceu ninguém – e contra o Universidad Católica, naquela vergonha que já entrou para a história dos grandes vexames do Flamengo em Libertadores.
E ontem contra o Botafogo ele insistiu com esse seu “meio de campo ideal”. Foi necessário que o Flamengo começasse o jogo sendo dominado pelo limitadíssimo time de Joel Santana até sofrer o primeiro gol (pênalti inexplicavelmente cometido por Angelim), para ele tomar a atitude mais ousada de sua carreira de treinador: trocar o inútil Toró por Vinícius Pacheco ainda aos vinte e cinco minutos. Que ousadia!
O Flamengo melhorou, pressionou um pouco mais e acabou chegando ao empate no final do primeiro tempo. Empate merecido.
E poderia ter chegado à virada no segundo tempo. Mas o “Império dos Privilégios Amorosos” não funcionou e em mais um cruzamento na área, Maldonado – também inexplicavelmente – cometeu pênalti e ainda foi expulso. O Botafogo fez 2 a 1 e se fechou definitivamente explorando os contra-ataques. Em um desses, o xodó de Joel, Caio, poderia ter definido o jogo. Perdeu um gol feito. O castigo pelo gol perdido, quase viria logo depois, quando o juiz marcou outro pênalti em agarra-agarra dentro da área. Pra ficar ainda melhor, Herrera por pouco não agrediu o juiz após a marcação do pênalti e acabou sendo expulso. Era só empatar e partir para a virada, agora que as duas equipes estavam iguais em número de jogadores. Mas prá fechar com chave de ouro a sua atuação discretíssima, Adriano perdeu o primeiro pênalti de sua carreira. Realmente era o dia do Botafogo.
Sobrou agora para esse Flamengo completamente sem comando e seu desarvorado treinador, brigar já nessa quarta-feira por uma vaga na próxima fase da Libertadores contra o inexpressivo Caracas. Uma vitória por dois gols de diferença já é suficiente. Não pensem que vai ser moleza. Com esse “meio de campo ideal” de Andrade, não tem jogo fácil.
Por tulio
15 abril, 2010 as 13:07
Categoria Indefinida
Sem comentários!
Por tulio
14 abril, 2010 as 11:09
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
“Imperador não diz o motivo, mas confirma a separação. ‘Imperatriz’ tem convite para posar nua, hipótese que teria irritado o jogador” – GLOBO.COM
Do Blog: Isso é uma palhaçada (com todo respeito aos dignos palhaços). E o Flamengo penando no Chile, com a obrigação de vencer o seu jogo contra a Universidad Católica para tentar se classificar entre os melhores segundos colocados.
O Universidad do Chile venceu o inexpressivo Caracas fora de casa por 3 a 1 e dificilmente vai perder a primeira colocação.
“Imperatriz”?! Essa imprensa carioca só pode tá de brincadeira.
Por tulio
9 abril, 2010 as 11:28
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
Adriano não está jogando porque está com dor nas costas. Isso é lá doença de jogador! O cara ganha 600 mil por mês e fica de fora de jogos decisivos por causa de uma dorzinha nas costas?!
Coloca uns dez Emplastro Sabiá (esse é um clássico) nas costas e vai pro jogo, idiota!
O que será que provocou essa lombalgia em Adriano? Será que ele tentou ressuscitar a malfada “Dancinha da Boquinha da Garrafa” em uma de suas farras funkeiras?
Por tulio
9 abril, 2010 as 11:20
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Libertadores
O Flamengo não vai se classificar para a segunda fase da Libertadores e a culpa é totalmente de Andrade.
Ele vai entrar com trezentos volantes no jogo da quarta-feira no Chile contra o Universad mais fraco e ainda assim vai perder por 2 a 1. No último jogo em casa contra o ridículo Caracas, só vai empatar em 2 a 2.
O jogo de ontem foi pra matar qualquer um de raiva. Eu tinha cantado o meio de campo com Toró, Willians, Kleberson e Vinícius Pacheco, mas Andrade quis inovar e avançou o meia para o ataque colocando Michael no meio. Mais uma vez o primeiro tempo foi desperdiçado com o “destrambelhamento” natural de Toró e Willians, a lerdeza absurdamente irritante de Kleberson e o cai-cai nojento de Juan e Vinícius Pacheco.
Vou repetir aqui as palavras de um desafeto de Petkovic, o meu irmão Deppe: “Depois de hoje (ontem) não dá pra entender Petkovic ser reserva nesse time”. Sem querer retomar a polêmica, esse Vinícius Pacheco realmente não dá. Erick Flores que tem muito mais potencial que ele para jogar no meio de campo, teve pouquíssimas oportunidades e foi parar no Ceará (clube e estado). Nada contra o Ceará (clube e estado) que fique bem claro. Tomara que Erick Flores faça muito sucesso por lá.
Depois de terminar o primeiro tempo perdendo por 1 a 0, Andrade voltou com Bruno Mezenga no lugar de Kleberson e atribuiu a subida de produção da equipe apenas a essa substituição. Para ele a entrada de Petkovic no lugar do inoperante Vinícius Pacheco não teve serventia nenhuma.
O Flamengo realmente partiu pra cima, criou várias oportunidades de gol e conseguiu chegar à virada que parecia definitiva e garantiria a liderança do grupo. Mas o vírus do retranquismo que se alojou no cérebro de Andrade desde que ele entrou para o “Clube dos Técnicos Milionários” do futebol brasileiro, mais uma vez mostrou o seu poder letal e imediatamente após a virada, ele resolve tirar o melhor jogador em campo, Michael (autor do primeiro gol e coadjuvante no da virada) para colocar Maldonado, chamando o Universidad para o campo do Flamengo. E o castigo veio pouco depois com o gol de empate.
Interessante que nas entrevistas pós-jogo, nenhum repórter questionou a substituição imbecil do treinador. O empate trágico foi atribuído apenas à falta de atenção no minuto final da partida.
Mas é bom Andrade ficar alerta. Domingo já tem a semifinal do segundo turno do Carioca contra o Vasco. Um novo tropeço e sua batata vai começar a assar. “Chefinho” Marcos Braz pode começar a ficar zangado!
Por tulio
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