Novidades
31 agosto, 2010 as 17:54
Categoria Indefinida+ Informações+ Novidades+ Opiniões
Não consigo responder aos comentários que são colocados no blog. Nesse meu editor, e não me perguntem porque, quando eu entro para responder, a resposta sai como um novo comentário. Não fica legal.
Portanto para não deixar os meus “milhões” de leitores sem uma resposta, passarei a editar o comentário (sem alterá-lo em uma vírgula sequer, é claro) e ao final deste colocarei uma RESPOSTA DO BLOG.
É isso.
Amanhã eu volto com comentários sobre a rodada do Brasileirão e outras “cositas más”.
Por tulio
30 abril, 2010 as 11:03
Categoria Humor+ Humor do fim de semana+ Informações+ Notícia Bombástica+ Novidades
Comprinhas
Com silicone novo, Mirella Santos sai para comprar jóias – O Fuxico
Mirella Santos já está batendo perna por aí, depois de ter trocado os silicones e divulgado fotos da cirurgia para a imprensa. Nesta quinta-feira (29), a mulher do cantor Latino foi com a mãe a um shopping de São Conrado, Zona Sul do Rio, para comprar jóias. Após experimentar algumas pulseiras e outros acessórios, ela acabou deixando a loja de mãos vazias.

DO BLOG: TÁ BOM PRA VOCÊS?!
Por tulio
9 abril, 2010 as 13:49
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Humor+ Notícia Bombástica+ Novidades
Empresa de cosméticos lança perfume para torcedoras do São Paulo – UOL Esporte – Blog da Redação

As torcedoras do São Paulo podem ter agora um perfume com as cores de seu time do coração. Fabricado pela LUMI Cosméticos, a fragrância feminina São Paulo FC é um produto certificado pelo clube.
O perfume, que tem classificação olfativa de floral frutal, será vendido desde R$ 49.
A empresa também produz perfumes que levam o nome de Corinthians, Palmeiras e Santos, clubes rivais do São Paulo.
Do Blog: Me perdoem, mas eu não resisti. Esse perfume não seria para “toda” a torcida do São Paulo? E o que é “classificação olfativa de floral frutal”, geeeeeeennnnnnte!
Por tulio
1 abril, 2010 as 12:38
Categoria Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões
Eu aprendi a enxergar o futebol como enxergo hoje – futebol pra mim tem que ser bonito -, lendo as líricas crônicas de Armando Nogueira e alguns dos seus seguidores. Futebol. Esporte rude e violento, praticado por homens rudes e violentos, em praças de esportes que se assemelham às arenas romanas, mas que o MESTRE conseguia transformar em poesia através dos seus textos sempre brilhantes.
Eu sou “dono” de uma relíquia. Em 2004 ganhei de presente de aniversário do meu amigo poeta Kidelmir Dantas, uma edição de 1973 do livro “Bola na Rede” de Armando Nogueira. Confesso que algumas vezes quando escrevia para o site www.futeboldorn.com.br e para a Revista Papangu, andei “roubando” umas “coisinhas” dessa obra histórica. Que o MESTRE me perdoe.
Para comprovar, vejam a capa do livro e a página com a dedicatória.

Por tulio
8 março, 2010 as 19:31
Categoria Indefinida+ Novidades+ Opiniões
Mulheres de todos os dias, de todas as lutas, de todas as alegrias, de todas as conquistas, de todas as dores. Mulheres de todos os amores e carinhos.
Que nos faz felizes a cada instante que nos presenteia com sua visão.
Minhas mulheres. Nossas mulheres.
Amo todas vocês.
Por tulio
5 março, 2010 as 18:00
Categoria Humor+ Informações+ Novidades
CADÊ A BOLA?!
Quando eu morava em Martins, lá pelos idos de 1976, houve um campeonato de bairros que prendeu a atenção de toda a cidade.
Os principais bairros da cidade estavam lá representados: Centro, Prédios, Jacu, Canto, Levada e a temível Rua das Pedras.
A Rua das Pedras era uma ruazinha um pouco afastada do centro e cujo solo era totalmente formado por pedras de vários formatos e tamanhos, ideais para lascar o quengo de algum sujeito metido a besta.
Os seus jogadores eram famosos por sua truculência dentro e fora do campo.
O campeonato transcorria tranqüilamente com rodadas no final de semana, até o dia do jogo Centro X Rua das Pedras.
Os jovens do Centro, filhos das famílias mais abastadas da cidade, nunca se deram bem com a turma da Rua das Pedras, de classe mais humilde. Sempre que se encontravam, pintava confusão.
A semana do jogo foi muito tensa. O padre fez sermões durante as missas pedindo paz aos jogadores e torcedores e nos colégios os professores faziam o mesmo durante as aulas. O efetivo policial ficaria atento durante toda a partida para evitar qualquer problema.
Finalmente chega o dia do jogo. Um domingo à tarde.
Havia duas bolas para serem usadas durante a partida, que é iniciada com a bola mais nova e em melhor estado.
Logo nos primeiros minutos, um zagueiro da Rua das Pedras acerta uma bomba em direção a um matagal que havia ao lado do campo e a bola some. Todo mundo se embrenha no meio do mato em busca da bola, mas nada de conseguir encontrá-la. Depois de mais de 10 minutos de paralisação e procura inútil, o jogo recomeça com a outra bola, bem mais surrada e já com algumas costuras se desfazendo.
A partida segue com muita pancadaria dos dois lados e a pobre da bola cada vez mais maltratada, até que aos cinco minutos do segundo tempo, o Centro consegue fazer um gol. A esta altura, a bola já se encontrava em péssimo estado com a borracha interna começando a surgir por entre os gomos descosturados.
Aos 25 minutos o juiz apita uma falta para o Centro, no meio do campo. O jogador encarregado da cobrança coloca a bola no chão com a parte descosturada em sua direção, faz carreira e acerta um bico na borracha exposta. Só se houve o estouro e as gargalhadas do espertinho com o pé enfiado na bola furada.
Corre todo mundo de novo para o meio do mato, mas nada de achar a outra bola que havia se perdido por lá. O juiz encerra a partida por falta de bola e iluminação e dá a vitória ao Centro. Inconformados os jogadores da Rua das Pedras iniciam uma pancadaria generalizada que só termina com a intervenção da polícia.
O Campeonato de Bairros de Martins, primeiro e último, se encerrou por aí, sem nenhum campeão declarado.
Dias depois apareceu um moleque com uma bola bem novinha fazendo embaixadinhas lá pela Rua das Pedras.
Por tulio
18 dezembro, 2009 as 11:14
Categoria Indefinida+ Informações+ Notícia Bombástica+ Novidades+ Opiniões
Uma cidade chamada Natal, tem a decoração natalina mais tosca do mundo. Chega a ser constrangedor.
A prefeita verde, “Mi Carla, su Carla” de Souza, torrou toda a verba da decoração em uma viagem para Portugal logo após a posse – levou o marido, a sogra, o cunhado, periquito, papagaio, cachorro, a miss e o namorado – e com uma história de ecologicamente correto, encheu a cidade com uns bonecos horrorosos sem cor, sem brilho, sem iluminação alguma. Até um coringa – ou “melé”, como a gente chama essa carta do baralho lá em Mossoró – tem no meio. O que é que tem a ver com o Natal, não me perguntem.
A Avenida Eng. Roberto Freire, uma das principais da cidade e que dá acesso as praias do Litoral Sul, foi enfeitada com alguns deprimentes anjinhos nordestinamente estilizados pendurados nos postes dos canteiros centrais e a iluminação fica a cargo daquelas luzinhas pisca ou não pisca que a gente compra nas lojas de R$ 1,99, enroladas em algumas árvores.
O principal atrativo continua sendo a Praça da Árvore no Conjunto Mirasol. Mas a única mudança em relação aos anos anteriores é o “pinguelo” que fica no alto da gigantesca árvore. O “pinguelo” do prefeito anterior era vermelho e o “pinguelo” da prefeita é verde. Por falar nisso, ontem a iluminação da árvore deu “chabu”.
O resto é melhor vocês virem conferir. Afinal, nossas praias continuam belas, os preços dos serviços continuam exorbitantes e aqui tá fazendo 40 graus à sombra.
Por tulio
3 dezembro, 2009 as 10:29
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões
Para criar um pouco de polêmica nessa reta final de Campeonato Brasileiro e até porque eu não estou com a cabeça muito boa – e vocês sabem por que – para escrever sobre futebol, vou republicar um texto de 16/05/2006 que escrevi para a revista “Papangu”, lá de Mossoró. Não reclamem do tamanho do texto. Juca Kfouri já publicou coisa maior no seu famoso blog e recebeu mais de 200 comentários:
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio
30 novembro, 2009 as 11:07
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Notícia Bombástica+ Novidades+ Opiniões
Olha só que número bonito!
Às 10:46 hs aqui do RN o contador do nosso blog marcava 50.000 acessos. Merece um churrasco!
Obrigado a todos.

Por tulio
25 setembro, 2009 as 17:55
Categoria Mundo Maluco+ Notícia Bombástica+ Novidades
Eu não poderia sair pra tomar umas, sem antes repassar essa notícia pra vocês. Fiquem atentos aos “famosos” que compareceram à gravação do DVD da dupla sensação do momento.

Ao Vivo e Em Cores
Ex-BBBs no segundo dia da gravação do DVD de Victor e Leo – O Fuxico
A segunda noite de gravação do novo DVD de Victor e Leo, Ao Vivo e Em Cores, na quinta-feira (24), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, foi repleta de famosos como no primeiro dia (quarta-feira, 23).
As ex-BBBs Milena Fagundes e Josy Oliveira curtiram o show da dupla que é a sensação do momento, responsável pelo tema de abertura da novela global Paraíso, Deus e Eu no Sertão.
Sérgio Malandro, Rafael Vanucci, Sebá (vocalista do Inimigos da HP) e Tiago (da dupla Pedro & Tiago) também foram conferir o espetáculo, que teve um cenário de superprodução, e cantaram juntos as músicas com Victor e Leo.
Por tulio
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