Informações
8 março, 2010 as 16:42
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Informações+ Libertadores
Mais uma frase infeliz desse “cavalo batizado” que é o goleiro Bruno, tentando defender o colega de farra e de “Império da Baixaria”:
“Qual homem não saiu na mão com a mulher?”
Esse é um dos líderes do elenco rubro-negro e capitão da equipe.
Que belo exemplo para os garotos das divisões de base do Flamengo.
Por tulio
5 março, 2010 as 18:00
Categoria Humor+ Informações+ Novidades
CADÊ A BOLA?!
Quando eu morava em Martins, lá pelos idos de 1976, houve um campeonato de bairros que prendeu a atenção de toda a cidade.
Os principais bairros da cidade estavam lá representados: Centro, Prédios, Jacu, Canto, Levada e a temível Rua das Pedras.
A Rua das Pedras era uma ruazinha um pouco afastada do centro e cujo solo era totalmente formado por pedras de vários formatos e tamanhos, ideais para lascar o quengo de algum sujeito metido a besta.
Os seus jogadores eram famosos por sua truculência dentro e fora do campo.
O campeonato transcorria tranqüilamente com rodadas no final de semana, até o dia do jogo Centro X Rua das Pedras.
Os jovens do Centro, filhos das famílias mais abastadas da cidade, nunca se deram bem com a turma da Rua das Pedras, de classe mais humilde. Sempre que se encontravam, pintava confusão.
A semana do jogo foi muito tensa. O padre fez sermões durante as missas pedindo paz aos jogadores e torcedores e nos colégios os professores faziam o mesmo durante as aulas. O efetivo policial ficaria atento durante toda a partida para evitar qualquer problema.
Finalmente chega o dia do jogo. Um domingo à tarde.
Havia duas bolas para serem usadas durante a partida, que é iniciada com a bola mais nova e em melhor estado.
Logo nos primeiros minutos, um zagueiro da Rua das Pedras acerta uma bomba em direção a um matagal que havia ao lado do campo e a bola some. Todo mundo se embrenha no meio do mato em busca da bola, mas nada de conseguir encontrá-la. Depois de mais de 10 minutos de paralisação e procura inútil, o jogo recomeça com a outra bola, bem mais surrada e já com algumas costuras se desfazendo.
A partida segue com muita pancadaria dos dois lados e a pobre da bola cada vez mais maltratada, até que aos cinco minutos do segundo tempo, o Centro consegue fazer um gol. A esta altura, a bola já se encontrava em péssimo estado com a borracha interna começando a surgir por entre os gomos descosturados.
Aos 25 minutos o juiz apita uma falta para o Centro, no meio do campo. O jogador encarregado da cobrança coloca a bola no chão com a parte descosturada em sua direção, faz carreira e acerta um bico na borracha exposta. Só se houve o estouro e as gargalhadas do espertinho com o pé enfiado na bola furada.
Corre todo mundo de novo para o meio do mato, mas nada de achar a outra bola que havia se perdido por lá. O juiz encerra a partida por falta de bola e iluminação e dá a vitória ao Centro. Inconformados os jogadores da Rua das Pedras iniciam uma pancadaria generalizada que só termina com a intervenção da polícia.
O Campeonato de Bairros de Martins, primeiro e último, se encerrou por aí, sem nenhum campeão declarado.
Dias depois apareceu um moleque com uma bola bem novinha fazendo embaixadinhas lá pela Rua das Pedras.
Por tulio
1 março, 2010 as 09:44
Categoria Humor+ Informações+ Mundo Maluco+ Opiniões
Casa de Marcos Valério é ‘assaltada’ em Minas Gerais – Do blog de Josias de Souza
Em três dias, a urucubaca apareceu para Marcos Valério duas vezes.
A primeira aparição, já noticiada, ocorreu na quinta (25) passada.
Uma juíza convertera-o em réu no caso do tucanoduto mineiro.
No sábado (27), a casa do multioperador de arcas foi assaltada. Apenas uma funcionária de Valério encontrava-se no imóvel.
Disfarçado de funcionário da prefeitura, um dos assaltantes entrou. Recolheu objetos pessoais, jóias, eletrônicos e dinheiro.
Do lado de fora, aguardava-o um comparsa motorizado. Saíram sem ser importunados. Um observador incauto poderia perguntar: assalto ou expropriação?
Por tulio
2 fevereiro, 2010 as 17:39
Categoria Futebol Internacional+ Informações+ Opiniões
Companheiro de Cabañas no América do México é baleado em tentativa de assalto – GLOBOESPORTE.COM
Juan Carlos Silva é atingido na região glútea, mas ferimento não é grave
Uma semana após Cabañas levar um tiro na cabeça, outro jogador do América do México foi baleado. Juan Carlos Silva, meia de 21 anos, foi atingido na região glútea após uma tentativa de assalto na noite de segunda-feira.
Segundo informou Jaime Ordiales, diretor esportivo do América, a bala entrou e saiu do corpo do jogador sem acertar qualquer osso. O atleta ainda vai passar por mais exames, mas acredita-se que, se houver, seu afastamento dos gramados será curto.
Cabañas, por sua vez, segue melhorando seu estado clínico. O atacante paraguaio já chegou a dizer ao pai que vai se recuperar a tempo de jogar a Copa do Mundo de 2010, em junho.
Por tulio
15 janeiro, 2010 as 11:48
Categoria Campeonato Carioca+ Futebol Nacional+ Indefinida+ Informações
Estou retornando aos comentários no blog aos poucos. O tempo nesse começo de 2010, pra variar, anda escasso.
Na medida do possível, prometo retomar o ritmo normal.
Por enquanto, não me abandonem!
Por tulio
23 dezembro, 2009 as 13:45
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Opiniões+ Sem categoria
Esse Natal, sem dúvida terá um sabor diferente dos anteriores.
As festas de fim de ano em nossa família sempre foram muito divertidas. Todo mundo reunido, música boa, comida melhor ainda, distribuição de presentes, brincadeiras, amigo secreto, sorteio de presentes “mixurucas” (que a gente convencionou chamar de “um e noventa e nove” embora não exista praticamente mais nada pra se comprar por esse valor), enfim, diversão a rodo apesar das decepções futebolísticas que enfrentávamos durante o ano.
Agora, vocês imaginem o Natal de uma família em que todos os membros e agregados são flamenguistas “rubro-negros” (pra não dizer roxos), alguns dias após o “Mengão” ter nos presenteado com um hexa-campeonato maravilhoso, espetacular, sensacional, fantástico, lindo?! Será mais um adendo à comemoração que se iniciou em 06/12 e não tem data pra acabar.
Nesse momento solene, o blog entra em férias até meados de Janeiro de 2010 e eu quero desejar a todos que passeiam por aqui, um Natal e um Reveillon tranqüilos igual a Andrade, elegantes igual a Petkovic, emocionantes igual a Ronaldo Angelim, revigorantes igual a Adriano, inexplicáveis igual a “Nação Rubronegra” e “HEXAGERADOS” de bons, tal e qual o “MENGÃO”!
Até mais!
Por tulio
18 dezembro, 2009 as 11:14
Categoria Indefinida+ Informações+ Notícia Bombástica+ Novidades+ Opiniões
Uma cidade chamada Natal, tem a decoração natalina mais tosca do mundo. Chega a ser constrangedor.
A prefeita verde, “Mi Carla, su Carla” de Souza, torrou toda a verba da decoração em uma viagem para Portugal logo após a posse – levou o marido, a sogra, o cunhado, periquito, papagaio, cachorro, a miss e o namorado – e com uma história de ecologicamente correto, encheu a cidade com uns bonecos horrorosos sem cor, sem brilho, sem iluminação alguma. Até um coringa – ou “melé”, como a gente chama essa carta do baralho lá em Mossoró – tem no meio. O que é que tem a ver com o Natal, não me perguntem.
A Avenida Eng. Roberto Freire, uma das principais da cidade e que dá acesso as praias do Litoral Sul, foi enfeitada com alguns deprimentes anjinhos nordestinamente estilizados pendurados nos postes dos canteiros centrais e a iluminação fica a cargo daquelas luzinhas pisca ou não pisca que a gente compra nas lojas de R$ 1,99, enroladas em algumas árvores.
O principal atrativo continua sendo a Praça da Árvore no Conjunto Mirasol. Mas a única mudança em relação aos anos anteriores é o “pinguelo” que fica no alto da gigantesca árvore. O “pinguelo” do prefeito anterior era vermelho e o “pinguelo” da prefeita é verde. Por falar nisso, ontem a iluminação da árvore deu “chabu”.
O resto é melhor vocês virem conferir. Afinal, nossas praias continuam belas, os preços dos serviços continuam exorbitantes e aqui tá fazendo 40 graus à sombra.
Por tulio
3 dezembro, 2009 as 10:29
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Novidades+ Opiniões
Para criar um pouco de polêmica nessa reta final de Campeonato Brasileiro e até porque eu não estou com a cabeça muito boa – e vocês sabem por que – para escrever sobre futebol, vou republicar um texto de 16/05/2006 que escrevi para a revista “Papangu”, lá de Mossoró. Não reclamem do tamanho do texto. Juca Kfouri já publicou coisa maior no seu famoso blog e recebeu mais de 200 comentários:
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio
30 novembro, 2009 as 11:07
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Notícia Bombástica+ Novidades+ Opiniões
Olha só que número bonito!
Às 10:46 hs aqui do RN o contador do nosso blog marcava 50.000 acessos. Merece um churrasco!
Obrigado a todos.

Por tulio
6 novembro, 2009 as 15:49
Categoria Indefinida+ Informações+ Opiniões
Esse negócio de pesquisa na internet é muito interessante. No dia 18/09 eu coloquei no blog um comentário sobre o péssimo atendimento dos funcionários das Lojas Insinuante aqui em Natal. Mais de um mês depois, 29/10, alguém pesquisando sobre algum assunto relacionado, acessou o meu texto e colocou um comentário me esculachando e que reproduzo abaixo (os erros de grafia e de concordância não são desse humilde blogueiro, que fique bem claro):
“silvio
Enviado em 29/10/2009 às 22:47
descordo plenamente…a Insinuante investe e capacita todos os vendedores para o melhor atendimento!!!!
Na verdade voçê e como outros só perguntou o preço daquele produto só porque justamente aquele produto estava sem preço !!!
de mil produtos se um não estiver cartaziado , este voçê vai querer saber .
Meu querido , falar mal de umas das empresas que mais gera emprego no norte nordeste ??? vai procurar o que fazer ou vai caroçar em outra rede!!!”.
Não mudo uma vírgula em minha opinião. E para reforçá-la, comentando com alguns amigos sobre o assunto, surgiram vários relatos de mal atendimento nessas lojas. Não vale a pena reproduzi-los para não polemizar ou passar uma idéia de que estou fazendo campanha contra a dita cuja. Deve ter gente que adora comprar lá. E atenção: NÃO ESQUEÇAM A SENHA!
Por tulio
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