Futebol Internacional
18 agosto, 2010 as 15:33
Categoria Futebol Internacional+ Libertadores
Vá perguntar essa bobagem ao torcedor do Grêmio!
Essa é a maior aberração que existe no futebol. O torcedor de um clube torcer por um rival em competições internacionais porque esse clube “é o Brasil” naquela competição. Essa heresia é sempre apregoada nas transmissões esportivas (principalmente da Rede Globo com o seu padrão “babãobuenista” de narrar e de torcer), quando acontece uma situação como a de hoje: Inter e Chivas na final da Libertadores.
Eu só torço pelo Flamengo ou por outro time de menor expressão. Já torci pelo São Caetano, Paissandu, Criciúma, Sport (apesar do ódio que eles nutrem pelo Mengão)… E quem sabe um dia – afinal sonhar não paga imposto – vou torcer pelo meu “Potiguarzão do Coração” na final de alguma competição internacional.
O Inter que se “ferre” logo mais. Aliás já tenho meu palpite: 1 a 0 Chivas no tempo normal, 0 a 0 na prorrogação e Chivas campeão nos pênaltis.
Prá cima dos “home Chivão”!!!
Por tulio
12 julho, 2010 as 15:21
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
SELEÇÃO DA COPA – Os melhores
GOLEIRO
Casillas (Espanha) – Salvou a Espanha na final.
LATERAL DIREITO
Maicon (Brasil) – O único que se salvou no vexame brasileiro.
ZAGUEIROS
Marco Túlio Tanaka (Japão) – Honrou o nome que carrega, apesar da entrada violenta em Drogbar num amistoso antes da copa. Zico deveria trazê-lo pro Flamengo.
Puyol (Espanha) – Encarnou toda a “fúria” espanhola na fase de mata-mata.
LATERAL ESQUERDO
Muller (Alemanha) – Tinha que achar uma vaga pra ele na minha seleção.
MEIO DE CAMPO
Schweinsteiger (Alemanha) – Excelente no desarme e no passe. Melhor jogador alemão na Copa.
Xavi (Espanha) – Cérebro do meio de campo espanhol. Camisa 8 com futebol de 10. O 10, Fábregas era reserva.
Forlan (Uruguai) – Torci muito pelo Uruguai e por Forlan. Carregou o limitado time uruguaio nas costas, jogou fora de posição e ainda assim fez belos gols. O segundo contra a Alemanha, entra em qualquer lista dos mais belos gols da copa. Tinha até cantado a bola (infelizmente não postei): se o Uruguai pelo menos ganhasse da Alemanha e fosse terceiro, Forlan seria o craque da copa. Mesmo em quarto, ele foi premiado.
Iniesta (Espanha) – O jogador mais habilidoso da copa, capaz de dribles que lembram o futebol “das antigas”, quando o drible era a principal arma numa partida de futebol.
ATACANTES
Sneijder (Holanda) – Justificou a ótima temporada na Internazionale, com belas atuações. E ainda tirou o Brasil da copa.
Villa (Espanha) – Poderia ter terminado a copa como artilheiro isolado se tivesse sido mais incisivo na final. Mas só fato de ter feito 5 dos 8 gols espanhóis, já vale uma vaga na minha seleção.
O MELHOR TREINADOR
O comedor de “catôta” Joaquin Low
SELEÇÃO DA COPA – Os piores
GOLEIRO
Muslera (Uruguai) – “Evitou” que o Uruguai terminasse em terceiro.
LATERAL DIREITO
Otamendi (Argentina) – Péssima invenção de Maradona.
ZAGUEIROS
Demichelis (Argentina) – Comandante da pior defesa da copa. Na hora do “vamos ver” mostrou toda a sua ruindade.
Osório (México) – A melhor assistência da copa no gol de Higuain na derrota para a Argentina por 3 a 1.
LATERAL ESQUERDO
Heinze (Argentina) – Mais um para justificar a péssima safra de laterais esquerdos nessa copa. Outro equívoco fatal de Maradona que não quis levar Zanetti.
MEIO DE CAMPO
Felipe Melo (Brasil) – Precisa dizer alguma coisa?
De Jong (Holanda) – Até que vinha fazendo uma copa razoável. Mas depois da tentativa de assassinato na final contra a Espanha, não podia ficar de fora dessa lista.
Rooney (Inglaterra) – Desse aí se pode dizer que realmente não fez nada na copa. Aliás, fez: reclamar de Deus e o mundo.
Lampard (Inglaterra) – A segunda copa que esse rapaz “pipoca”. Deve ter sido a última.
ATACANTES
Ribery (França) – Muito barulho por nada. Principal jogador da tumultuada seleção francesa, afundou junto com as “doidices” do técnico Domenech.
E´too (Camarões) – Mais um que só jogou com o nome. O resto do time não ajudou muito, mas ele fugiu do jogo como o diabo da cruz.
O PIOR TREINADOR
Não é Dunga, que nunca foi e nem nunca será treinador de futebol. O título vai para a “besta quadrada” do Parreira, que conseguiu deixar o país anfitrião fora da segunda fase de uma copa pela primeira vez na história.
Por tulio
12 julho, 2010 as 11:44
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
A Holanda bateu como time pequeno. Até o maior jogador holandês de todos os tempos, Cruyff, ficou laranja de vergonha. A dupla Van Bommel e De Jong consegue ser mais “destrambelhada” e violenta do que Toró e Willians. A voadora que esse De Jong acertou no peito de Xabi Alonso ainda no primeiro tempo merecia expulsão e cadeia. Deveria ter saído do estádio direto para uma delegacia.
Ainda assim os holandeses ameaçaram a Espanha em alguns momentos e perderam dois gols incríveis com o craque Robben. Gols perdidos, mas também méritos para Casillas, o melhor goleiro da Copa.
A Espanha tem um toque de bola refinado, alguns jogadores desequilibram (esse Iniesta joga muito!), mas chega a irritar a falta de objetividade em alguns instantes. Talvez por isso, apesar de maior posse de bola e domínio nos sete jogos que realizou para chegar ao título, marcou apenas oito gols. Muito pouco. O campeão do mundo com o menor número de gols marcados.
E por muito pouco a decisão não vai para os pênaltis, onde a violência holandesa poderia muito bem ter saído premiada.
Iniesta decidiu e fez justiça ao melhor futebol da copa.
Outra justiça feita: apesar da quarta colocação do Uruguai, Forlan foi eleito o melhor jogador da Copa. Prêmio pela bela e surpreendente campanha uruguaia.
Por tulio
10 julho, 2010 as 09:27
Categoria COPA DO MUNDO 2014+ Futebol Internacional
Sei que tô chegando atrasado (até no Linha de Passe da ESPN já foi comentado), mas eu achei essa muito “arretada”. Pois não é que tem tudo a ver mesmo?!

Não sei não… Do jeito que andam as obras para 2014 aqui em Natal, só mesmo forças divinas para evitar um fiasco histórico.
Por tulio
9 julho, 2010 as 11:47
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
A Copa do Mundo da África do Sul teve alguns personagens marcantes fora de campo: o pé frio Mick Jagger, o comedor de “catota” Joacquim Low, a musa paraguaia Larissa Riquelme.
Mas na hora da decisão, os bichos é que estão dando o tom:
O Polvo Paul, que até agora acertou todos os jogos da Alemanha na fase de mata-mata aponta a Espanha como campeã. Mas eis que surge o periquito Mani. Menos famoso do que Paul, ele aposta na Holanda.
O simpático periquito de 13 anos tem também um currículo invejável: acertou todos os jogos das quartas de final e ainda a vitória da Espanha sobre a Alemanha na semifinal.
Vamos ver que bicho vai dar.
De qualquer maneira, nessa final inédita o “bicho, literalmente, vai pegar”.
Até agora, eu estava com o polvo, mas diante do currículo do periquito… não sei não!
Por tulio
6 julho, 2010 as 14:47
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Depois de ser demitido via internet, Dunga resolveu se “vingar” de Ricardo Teixeira divulgando uma Carta Aberta ao Presidente, repleta de auto elogios e de palavras chave da “Filosofia Dunguista”, do tipo: doação, empenho, trabalho, dedicação, dignidade, coragem, patriotismo, respeito, paixão, transparência, obediência (na frase: “obediência às suas determinações”, escancarando toda a sua subserviência ao patrão) e como não poderia deixar de ser: comprometimento. Todos já devem conhecer o teor – mesmo que parcial – dessa peça gramatical de péssima qualidade, cheia de erros de pontuação e concordância, que apesar de ser um atentado à “última flor do Lácio”, não deve ser de autoria do Sr. Carlos Caetano Bledorn Verri. Sua capacidade intelectual não chega a tanto.
Surpreendeu-me o uso da palavra “desiderato” na frase: “…todos sem distinção, trabalharam para tal desiderato”. Confesso que nunca tinha lido ou ouvido tal palavra.
Para quem enfrentou a mesma situação que eu e não quis ter o trabalho de buscar o significado no dicionário, aqui vai:
Desiderato: Coisa desejada, aspiração, desideratum. Do latim desideratum, do neutro do particípio passado do verbo latino desiderare.
Deve ser uma palavra muito usada lá pras bandas do Rio Grande.
Por tulio
5 julho, 2010 as 15:59
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Itália e França caíram ainda na primeira fase. Mas chegaram à África do Sul com seleções desgastadas, sem renovação e com treinadores previamente demitidos. Inusitado? Nem um pouco.
A Inglaterra foi literalmente atropelada pela Alemanha nas oitavas, apesar do gol mal anulado. Acreditou demais no treinador mais caro do mundo, Fábio Capelo e nas estrelas Lampard, Gerrard e o estressadinho do Rooney, que só conseguem jogar nos seus clubes. Inusitado? Depois do frango espetacular do goleiro no jogo contra os Estados Unidos e a classificação no sufoco, tava na cara que os britânicos não iriam muito longe.
Pela primeira vez na história das Copas o país sede não passou da primeira fase. Mas o treinador anfitrião era ninguém mais, ninguém menos do que ultrapassado e tapado Parreira. Inusitado? De maneira alguma.
A Argentina chegou à Copa com o melhor elenco, com o melhor jogador do mundo e com uma defesa que não transmitia nenhuma confiança. Nem ao time, nem ao torcedor e nem a imprensa mundial. Fez partidas regulares na primeira fase com atuações magistrais de Messi, que encobriram toda a fragilidade do seu setor defensivo. Nas oitavas contra o México levou vários sustos, teve um gol irregular validado, ganhou outro de presente dos mexicanos, mas mais uma vez a criatividade de Messi e a sorte do “garapeiro” Higuain prevaleceram. Contra a Alemanha a defesa entregou de vez ao tomar um gol com três minutos de jogo e a maionese desandou de vez. Maradona mostrou que embora tenha sido a alegria da Copa com suas atitudes extravagantes (essas sim, inusitadas para um treinador de futebol numa Copa do Mundo), não entende bulhufas de esquema tático de futebol. Tomou um sapeca de 4 da Alemanha. Inusitado? Talvez pelo placar, mas Maradona e seus “bambinos” levaram um “vareio” de bola alemão.
O Exército Brasileiro de Futebol, do comandante Dunga levou um time titular que só sabia jogar no contra-ataque, com alguns resultados e títulos na bagagem que não vão ficar na memória de ninguém e com o seu principal jogador à meia boca. Os reservas, exceção feita a Ramirez, foram para a África do Sul apenas para fazer turismo. O Brasil jogou pro gasto contra adversários inexpressivos (quando a coisa complicou um pouquinho mais contra Portugal, não saiu do zero a zero) até a vitória contra o Chile nas oitavas. Dunga insistiu com o seu alter ego Felipe Melo apesar de todos os avisos e evidências de que esse rapaz não bate bem da “cachola”. Na hora do vamos ver contra a Holanda, adversário um pouco mais qualificado… vocês viram! Inusitado? Simplesmente a “crônica de uma morte anunciada”.
Os “bacanas” ficaram no meio do caminho – só sobrou a cadeira cativa em semifinais Alemanha – e aí vamos pras finais da Copa do Mundo com Uruguai, Espanha e Holanda. Na minha opinião pode dar qualquer um dos quatro, embora o favoritismo penda para a Alemanha pelas goleadas históricas que aplicou até agora.
Inusitado? Nem tanto!
Por tulio
24 junho, 2010 as 15:02
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Todo ano de Copa do Mundo é a mesma coisa. Eu tenho que me explicar com os parentes, agregados, amigos e conhecidos eventuais porque não torço pela Seleção Brasileira. Lá se vão vinte anos e cinco copas. Em maio de 2006 eu escrevi esse artigo para a Revista Papangu. Pra mim, ele continua atualíssimo. É só acrescentar Dunga como treinador no contexto.
…E NUNCA MAIS TORCI PELO BRASIL
Em 1966 eu tinha cinco anos, e pouco me lembro do que aconteceu na Copa do Mundo daquele ano. Ainda não existia televisão em Mossoró e a imagem que me vem daqueles dias, é a de meus tios bebendo e roendo as unhas ao pé de um rádio “ABC – A Voz de Ouro”. Lembro-me também que teve um dia em que eu estava brincando na calçada de casa, quando papai surgiu coçando a cabeça e balbuciando: “Quebraram a perna de Pelé”. E parece que a Copa acabou por ali mesmo. Não havia mais barulho pelas ruas, acabou-se o foguetório e os meus tios abandonaram o rádio.
Nos anos seguintes eu descobri a paixão pelo futebol e pelo Flamengo. Na Copa de 70, eu já sabia a escalação da Seleção Brasileira de cor e salteado. Aquela foi a Copa da televisão e da redenção de Pelé. Assisti todos os jogos na casa de Seu João Diógenes, um dos poucos que tinha televisão na nossa rua, e comemorei como gente grande a conquista do Tri naquela final histórica contra a Itália. Não podia ouvir “Noventa milhões em ação…” que começava a chorar.
Em 1974 nossa família já havia se mudado para Martins e assistir a Copa foi um tormento. Não só pelo time que não conseguia engrenar como pela péssima qualidade do sinal de televisão. Quando tinha som, não tinha imagem nenhuma. Quando tinha imagem, ainda que só o “vulto”, não tinha som. A solução era baixar todo o volume e colocar um rádio em cima da TV. A nossa seleção, apesar de cheia de craques, chegou para aquela Copa sem uma escalação definida e sofreu para se classificar na primeira fase. Aos trancos e barrancos conseguiu chegar a semifinal, quando foi literalmente atropelada pelo “Carrossel Holandês” de Cruyff e companhia.
Foi por essa época, que surgiu Zico, o meu ídolo maior no futebol. O melhor jogador do mundo pós Pelé. O craque que encantava e que levou o Brasil sem nenhuma dificuldade ao Mundial de 78, na conturbada Argentina daquele período. Aquela Copa já começou com um mau presságio, quando o juiz anulou o gol de Zico nos acréscimos do jogo de estréia contra a Suécia, que nos levaria a vitória e poderia ter evitado o confronto contra os donos da casa na segunda fase. E foi então que tivemos a, até hoje, muito mal explicada goleada dos “hermanos” sobre o Peru, que nos tirou da final. Dessa Copa nos restou uma séria contusão em Zico, que o afastou dos gramados por nove meses e o malfadado título de “Campeão Moral”, infeliz idéia do finado Capitão Coutinho.
Em 82… Ah! 82. A minha maior frustração no futebol, desde que eu me entendo por gente. Leandro, Luisinho, Oscar, Júnior, Cerezzo, Falcão, Sócrates, Zico e Éder. Um grupo que se não era melhor, era igual ao de 70 em qualidade. Tinha minhas restrições quanto a Valdir Perez e Serginho, duas obras da teimosia do mestre Telê Santana. Nesse ano, eu estava convalescendo de uma tuberculose e não podia beber – ingerir bebidas alcoólicas, para ser mais específico. Mas participei de todas as festas após as vitórias, até que aconteceu a “Tragédia de Sarriá”. Demorei a me recuperar daquele baque. Não da tuberculose, cujo tratamento durava apenas seis meses, mas da derrota para a Itália que até hoje me provoca pesadelos.
Nas eliminatórias para a Copa de 1986, o treinador da Seleção era Evaristo Macedo que não conseguia acertar a equipe e pela primeira vez na história dos Mundiais, corríamos sérios riscos de ficar de fora. A solução foi mandar buscar Telê lá nas Arábias, pra ver se ele dava um jeito na nossa Seleção. O “mestre” chegou e resolveu bancar a convocação dos veteranos de 82. Zico, com problemas sérios em um dos joelhos, foi para a Copa no sacrifício, com apenas 50% de suas condições físicas.
Aí veio o jogo contra a França, quando ele entrou com o placar de 1 a 1 e no seu primeiro lance fez um passe de gênio para Branco que sofreu o pênalti que se convertido nos colocaria a um passo da fase seguinte da competição. Zico, mesmo tendo acabado de entrar no jogo, foi o único que se apresentou para a cobrança. E perdeu. Muitos imbecis até hoje creditam a perda daquela Copa ao nosso “Galinho de Quintino”. Esquecem eles que na decisão por pênaltis ele converteu o seu, enquanto que Sócrates e Júlio César desperdiçaram.
A partir daí, foi decretado, através de rito sumário, o fim do “futebol arte” em privilégio de um esdrúxulo “futebol de resultados” e nunca mais consegui torcer pelo Brasil. Lazaroni, a geração Dunga de 90 e o que veio a seguir, foram demais para mim. A safadeza da alta cúpula da CBF, a arrogância dos treinadores que assumem a Seleção, as convocações de alguns jogadores para favorecer empresários ligados ao treinador e a dirigentes da CBF, a “babação” e o nacionalismo exacerbado de grande parte de nossa imprensa esportiva – em especial dos palhaços da Rede Globo – e ainda o fato de não conseguir engolir Zagallo, também contribuíram para esse meu desencanto.
E não me venham com argumentos infantilóides do tipo: quem não torce pelo Brasil não é brasileiro, não é patriota e outras baboseiras do gênero. No século XVIII o escritor inglês Samuel Johnson já escrevera: “O patriotismo é o último refúgio dos canalhas”. E eu acrescentaria: E TAMBÉM DOS IDIOTAS.
Por tulio
24 junho, 2010 as 14:39
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
O juiz “franco-brasileiro” Stéphane Lannoy que comemorou abraçado com Luis Fabiano o gol ilegal do Brasil contra a Costa do Marfim, voltou pra casa no mesmo vôo da seleção francesa.
O engraçadinho não tinha mais condições morais de apitar qualquer jogo na Copa do Mundo depois que o mundo todo assistiu à troca de gentilezas entre ele e Luis Fabiano logo após o gol. E olha que ele tinha tudo pra ir longe na Copa já que a França foi eliminada já na primeira fase.
A França só fez vergonha nessa copa. O time que mandou foi uma verdadeira droga e o juiz conseguiu ser pior.
Por tulio
24 junho, 2010 as 10:28
Categoria Copa do Mundo 2010+ Futebol Internacional
Dunga não cumprimentou o presidente Lula quando de sua passagem por Brasília com destino a África do Sul, porque Lula a exemplo de 99,99% dos torcedores brasileiros manifestou a sua vontade de ver Ganso e Neymar na Seleção Brasileira. Segundo os padrões “dunguianos” o Presidente da República Federativa do Brasil também não torce pelo Brasil.
Então é bom Lula ficar atento. Se o Brasil for hexa, com certeza a comitiva vitoriosa fará uma escala em Brasília e nem os 85% de aprovação ao presidente segundo a última pesquisa do Ibope podem evitar que o Coronel Dunga tente um golpe de estado para assumir a presidência. Afinal se a Seleção Brasileira já é dele, porque não o país todo de uma vez? É claro que isso é brincadeira, embora “CUMDUNGA” tudo seja possível e imaginável.
Mas é bom a turma do Planalto se preparar para cenas constrangedoras – caso o Brasil seja campeão – durante essa visita. Se Dunga não cumprimentou Lula na despedida para a Copa, quando sua convocação era bastante questionada por toda a nação, imagine se ele voltar por cima da carne seca e nos braços do povo?
Abra o olho, Lula!
Por tulio
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