UM TIME SEM CABEÇA.

Por tulio em 19 novembro, 2009 as 10:19

O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzo, umas das maiores cabeças pensantes deste país (pesquisem na Wikipédia) perdeu a sua – cabeça – e o prumo depois daquela derrota para o Fluminense no Maracanã, quando Simon anulou um gol legítimo de Obina. Foi julgado pelo STJD pelas sandices que disparou depois desse jogo e pegou um gancho de nove meses.

Depois de empatar na sequência com Sport em casa (dessa vez com a ajuda da arbitragem), o jogo da redenção seria o de ontem contra o Grêmio no Olímpico.

O discurso da diretoria e de Murici Ramalho – apesar dos últimos tropeços que provocaram o fim da liderança e o risco de até ficar de fora da Libertadores – era de tranqüilidade. O esquentado treinador concedeu uma entrevista coletiva em que mais parecia um monge budista, pregando o clima de família que existia no elenco palmeirense e a volta da alegria de jogar futebol. Tudo muito bonito. Começou barrando a estrela Wagner “Love” que quase arranca as tranças de tanto ódio.

Foi só o Grêmio fazer 1 a 0 e o juiz apitar o fim do primeiro tempo, que o “pau cantou na casa de Noca”. Obina, o “Da Paz”, e o zagueiro prata da casa Maurício, perderam a cabeça, trocaram bofetões a torto e a direito, um acertou a cabeça do outro e não voltaram para o segundo tempo.

Com dois jogadores a mais o Grêmio ficou “frescando” no segundo tempo e só conseguiu fazer mais um gol.

Definitivamente o Palmeiras é um time sem “o cabeça” e sem cabeça. E também não chega mais “nas cabeça”.

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Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional

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