27 janeiro, 2012 as 10:02
Categoria Estadual do RN+ Futebol Nacional
Que meus “milhões” de saudosos leitores me perdoem por essa minha ausência injustificada.
Não tem desculpa!
O “Esquisitão” do RN 2012 (logo, logo explico o “Esquisitão”) já entrando para a quinta rodada, as presepadas de dona Patricinha e sua trupe de incompetentes fanfarrões no Flamengo, e eu na praia tomando cerveja. Assim não pode! Assim não dá!
Eu ando assim meio que de férias, meio que não. Todo final de semana (que as vezes começa na quinta-feira e termina na segunda) na ponte térrea entre Natal-Mossoró-Tibau/Tibau-Mossoró-Natal, e o tempo tá apertadíssimo.
Mas vou aproveitar esse curtinho que me surgiu agora, um pouquinho antes de embarcar para a “Melhor Cidade do Mundo”, para comentar algumas “cositas” sobre o que acontece nesse nosso planeta ludopédico que se acaba em dezembro desse ano segundo os Maias. Devem ser parentes daquela “coisa” que chafurda lá por Brasília, o “DEMoníaco” José Agripino Maia.
Bem, o “Esquisitão” do RN 2012, começou da maneira mais inusitada possível. O bicho-papão ABC empatou por 1 a 1 nas duas primeiras rodadas (Baraúnas fora e Corintians de Caicó em casa) e a torcida já queria “comer o fígado” do treinador Leandro Campos. Venceu os dois jogos seguintes e já é líder com oito pontos.
O arqui-rival América, que há quase dez anos não conquista um Estadual, veio com a corda toda depois do retorno à Série B com o treinador Flávio Araújo. Goleou o Caicó na estréia por 5 a 0 e na seqüência venceu o Palmeira de Goianinha por 3 a 1. Perdeu as duas seguintes por 1 a 0 (Baraúnas em casa e Corintians fora) e já entrou em crise. Se perder o clássico no domingo, o treinador dança.
O terceiro clube da capital, o simpático Alecrim, estreou com vitória fora de casa contra o ASSU (3 a 1) e se transformou na sensação da primeira rodada. O treinador Berguinho, foi alçado à condição de gênio e comparado a Pep Guardiola. Não faltaram os tradicionais “agora vai, Verdão!”. Três derrotas seguidas (Caicó 2 a 1, ABC 6 a 1 e Potiguar 3 a 1) e a casa caiu. O time já é o lanterna. Ontem, após a derrota em casa para o Potiguar ,“Pep Berguinho” chutou o balde. Tem que mandar todo mundo embora e contratar um time novo.
A dupla POTIBA de Mossoró tem campanha parecida, mas também com suas esquisitices. O “Time Macho”, o meu “Potiguarzão do Coração” não viu a cor da bola na derrota por 2 a 0 para o Corintians de Caicó na estréia. O time jogou tão mal que já pintava como candidato a rebaixamento. Mas aí venceu o sempre perigoso Santa Cruz por 1 a 0 em casa, já mostrando alguma evolução. Próximo adversário, novamente em casa, o ASSU. Oportunidade de encostar nos líderes. Que nada! Perdeu por 2 a 1. Sinal vermelho acesso novamente. Ontem, um novo gás para o clássico contra o Baraúnas no domingo: vitória por 3 a 1 em cima do Alecrim. Agora vai “Time Macho”! Será?!
O Baraúnas, o “Bichano da Doze” empatou na estréia com o ABC (1 a 1 em casa), perdeu para o ASSU (1 a 0 fora), surpreendeu o então líder América fora de casa (1 a 0) e pra não deixar de ser esquisito também, perdeu para o Caicó por 1 a 0 em casa.
A seguir a classificação do “Esquisitão” 2012 do RN, que também tá muito “esquisitona”: ABC – 8 pontos, Corintians – 7, America – 6, Santa Cruz – 6, Potiguar – 6, ASSU – 6, Palmeira – 6, Caicó – 6, Baraúnas – 4 e Alecrim – 3. Seis times com seis pontos. É mole ou quer mais?
Dá pra falar sobre o Flamengo? Rapidinho. Jogando aquela bolinha e com aquela escalação esdrúxula do “Sujeitinho Asqueroso”, mais “besta quadrada” do que nunca, o Flamengo não ganha do potentoso Potosi nem na altitude nem na baixitude. Adeus Libertadores! Wellinton, Daivid Braz, Willians, Renato Abreu, Deivid, Negueba, até quando?!
Por tulio
10 janeiro, 2012 as 11:35
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
E o Flamengo deu adeus a Copinha. Um vexame. O time campeão do ano passado não conseguiu vencer um joguinho sequer e marcou apenas três gols.
Revejo minhas opiniões em relação a Muralha, Thomás e Adrian. É duro tentar criar alguma coisa para um bando de desarvorados dentro de campo. Muita correria, nenhuma objetividade. Apesar de tudo, os raros bons momentos do Flamengo partiram dos três.
Já em relação ao treinador Paulo Henrique, discípulo, fã e seguidor do “Sujetinho Asqueroso”, reitero o que escrevi antes e acrescento: além de besta quadrada é burro e jumento. Com o time precisando vencer, ele manteve em campo até os 35 minutos do segundo tempo, um centroavante horroroso, incapaz de acertar um passe de meio metro e que perdeu gols incríveis no jogo de estréia. Insistiu também com o terrível Lorran, que perdeu um gol feito logo início do jogo, fez um pênalti ridículo, pisou em um adversário covardemente e deveria ter sido expulso. Ainda assim é tido na Gávea como uma promessa. Só se for promessa de um novo Willians.
Tem um zagueiro, que até no nome é igual a outro de triste memória: o capitão Fernando. Vai ser ruim assim lá na casa de Luxemburgo!
Que a grande maioria desses garotos, não se percam no meio do caminho desse sonho de se tornar jogador futebol para melhorar de vida. Alguns precisam urgentemente mudar de profissão e tentar alguma coisa diferente. Estudar por exemplo.
Por tulio
5 janeiro, 2012 as 11:32
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional
O Flamengo estreou na Copa São de Juniores contra o Aquidauanauauianauense. Tudo preparado para uma estréia com goleada na busca do bi na competição. Só que esqueceram de avisar ao Aquidauanauauianauense e as jovens promessas (e não vão passar disso) rubronegras tiveram que amargar um vexatório zero a zero. Conseguiram manter a fantástica média de gols que vem desde o Brasileirão Sub-20 disputado em dezembro no Rio Grande do Sul. Lá foi um gol (irregular) em quatro jogos e na tal Copinha não deve ser diferente. O jogo de estréia já deu uma idéia clara do que virá por aí.
“Marra” não falta. Já futebol…
Muralha, destaque no título do ano passado e que fez algumas boas partidas no time principal pelo Brasileirão, já inventou um cabelo todo “estiloso” (uma mistura de Neymar com Vágner Love) e é a estrela da companhia. Deve tá meio entediado em jogar no meio daquele bando de iniciantes inexperientes. Thomás, outro que teve oportunidades com o “Sujeitinho Asqueroso” no time principal em 2011, além de entediado, joga com uma má vontade desgraçada. Também se sente um peixe fora d’água. Acha que já era pra estar fazendo a pré-temporada no meio dos grandes.
As outras promessas, a dupla “francesa” Adrian e Lorran, não jogam porcaria nenhuma. Alguns dribles de efeito, correria sem produtividade e muita pose e reclamações com a arbitragem. Começaram cedo.
Agora uma coisa é certa: a grande maioria dessa garotada já deve ter empresário, assessoria de imprensa, promessas de grandes contratos no Flamengo ou no exterior. Estudar que é bom, nem passa por suas engalanadas cabeças.
Se tiver que depender dessa promissora geração, o Flamengo tá ferrado.
E aquele velho lema que surgiu na época da geração Zico, “Craque o Flamengo faz em casa”, deve mudar para: “Marrento o Flamengo faz em casa”.
Pra finalizar. O treinador Paulo Henrique, discípulo do “Sujeitinho Gasturento” é uma besta quadrada.
PS. Tô indo para Mossoró, a “Melhor Cidade do Mundo”. Amanhã, 06/01, é feriado aqui em Natal. Bom final de semana pra todos.
Por tulio
3 janeiro, 2012 as 10:21
Categoria Brasileirão+ Campeonato Carioca+ Estadual do RN+ Futebol Nacional
Só voltei porque prometi.
Mas eu “numguento” esse período de especulações entre o final do Brasileirão e o início dos estaduais. Pense numa coisa chata!
E quando se trata do Flamengo, então…
Ronaldinho fica ou não fica. Compra ou não compra Thiago Neves. Vagner Love vem ou não vem dessa vez.
Uma boa notícia: Felipe renovou.
Péssimas notícias: Renato Abreu renovou e parece que ninguém quer Willians. Acabou meu 2012. Isso, se o próprio 2012 não se acabar em 21/12/2012 como andam prometendo por aí.
A preguiça ainda tá grande, mas vou voltando aos poucos.
E já já começa a maior competição futebolística do planeta: o Campeonato Estadual do RN. O meu “POTIGUARZÃO DO CORAÇÃO” vem fumando numa quenca.
Prá cima dos “home” Time Macho!
Por tulio
23 dezembro, 2011 as 11:12
Categoria Brasileirão+ Futebol Nacional+ Informações+ Opiniões
Estou entrando em recesso a partir de hoje. Volto em 2012, lá pelo dia 3 ou 4.
Quero desejar a todos os meus “milhões” de leitores que me acompanharam nesse 2011 que tá numa “peínha” de nada, um Natal com muita paz, amor, tranquilidade, sossego, diversão, moderação, enfim, tudo de bom!
E que em 2012 o seu time acerte nas contratações.
Beijos e abraços pra todos.
“Inté”.
Por tulio
22 dezembro, 2011 as 10:20
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Mundial de Clubes do Japão
Ainda repercute nos meios futebolísticos nacionais, o passeio do Barcelona em cima do Santos na final do Mundial de Clubes. E vai repercutir muito ainda.
Teses, teorias, opiniões, estudos, análises nem sempre bem fundamentadas, surgem aos montes e de todos os lugares.
Uma coisa é certa. Por mais paradoxal que possa parecer, o melhor time do mundo joga um futebol das antigas. Segundo a maioria dos nossos “profexores-treinadores”, ultrapassado. Como bem frisou Guardiola na entrevista coletiva pós “vareio”: “Eu peço para o time jogar como meus pais e avós diziam que os brasileiros jogavam antigamente”.
O futebol brasileiro perdeu o rumo a partir da Copa de 86, quando a melhor geração de jogadores depois da de 1970, não conseguiu ser campeã em duas tentativas (1982 e 1986). A partir daí os “revolucionários do futebol brasileiro” concluíram que o futebol do país do futebol estava ultrapassado e que tínhamos que combater os europeus com as mesmas armas: força, velocidade e ruindade. E ganhamos de presente, Lazaroni em 1990. Em 1994, com uma conquista completamente sem brilho, Parreira provou ao mundo, que o “gol é apenas um detalhe” ao fazer do Brasil o primeiro campeão mundial numa disputa nos pênaltis e ainda por cima depois de mais de 120 minutos de futebol sem um golzinho sequer. Em 1998, foi aquele vexame da “geração Dunga” com direito a “piti” do melhor jogador na final. E felizmente não foi necessário ninguém “engolir” Zagallo.
O Brasil voltou a ganhar uma copa em 2002, com a “família Felipão”. A seleção só mostrou algo parecido com o verdadeiro futebol brasileiro, na final. Até chegar a ela, contou com uma grande ajuda da sorte e da arbitragem.
Volta Parreira em 2006 com o famoso “Quarteto Fantástico”: Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Ronaldo “Fenômeno”. Esse time era tão bom, que não precisava nem treinar. E essa seria a copa mais fácil de se ganhar. Deu no que deu. O fiasco de Parreira ficou marcado pelo “meião” de Roberto Carlos na derrota para a França ainda nas quartas de final.
Mas o melhor – ou pior – ainda estava por vir. Numa jogada de rara inteligência (isso é ironia, viu gente), o dono da Seleção Brasileira Ricardo Teixeira, resolve radicalizar e ressuscita a malfadada filosofia da geração Dunga (com o seu mentor dessa vez como treinador) para tentar reconquistar a hegemonia do futebol mundial na Copa de 2010. O novo conceito agora é do “volante, volante”, caracterizado na figura assombrosa de Felipe Mello. O alterego de Dunga na seleção. E o Brasil mergulhou definitivamente na idade das trevas ludopédica, de onde não deve emergir tão cedo.
Já tivemos até o ineditismo de um treinador recusando convite para treinar a seleção. E o que aceitou, até agora não tem uma equipe base, não tem um esquema, não tem inteligência. A única coisa que ele tem é medo de perder o emprego.
Que o torcedor brasileiro se prepare para pagar mico em casa em 2014.
PS.: Enquanto Guardiola no Barcelona se preocupa com a técnica e prioriza os jogadores da base, a prioridade do “Sujeitinho Asqueroso” para o Flamengo na pré-Libertadores em 2012 é a contratação do quase assassino Bolívar do Internacional. Aliás, esse era o assunto principal desse comentário, mas acabei mudando de rumo.
Por tulio
19 dezembro, 2011 as 12:42
Categoria Brasileirão+ Futebol Internacional+ Futebol Nacional+ Mundial de Clubes do Japão
No futebol brasileiro é sempre assim. Neymar entra numa lista de pré-candidatos a melhor do mundo e lá vem um bando de ufanistas “abestados” com declarações absurdas do tipo: “Neymar é muito melhor do que Messi” (Não é só melhor não. É muito melhor!). “Cristiano Ronaldo, Xavi, Iniesta, se jogassem no futebol brasileiro, seriam reservas em qualquer time da primeira divisão”.
O cúmulo da imbecilidade nesse período que antecedeu a final Barcelona e Santos partiu de Muricy Ramalho: “Mourinho e Guardiola só podem ser considerados treinadores nota 10 se treinarem algum time no Brasil”. “Mui” educadamente, Guardiola retrucou: “Ainda não recebi proposta”. Muricy é ainda autor de uma frase que é um deleite para os ditos “profexores” do futebol brasileiro, que só se preocupam com a marcação, com a pancadaria (em promover, não em evitar) e em entupir o meio de campo dos seus times com “brucutus”. Que vencem um jogo por 1 a 0 sem jogar nada, mas não ficam nenhum pouco constrangidos em afirmar que o “o futebol moderno é assim mesmo”. Assim falou Muricy no dia 09/07/2008 após uma derrota por 2 a 1 para o Náutico pelo Brasileirão: “A torcida paga ingresso para ver o time vencer. Quem quiser ver espetáculo que vá ao Teatro Municipal”.
Pois é. Que ironia. Muricy não precisou ir a um teatro para ver espetáculo. Foi num estádio de futebol mesmo. O “Maior Espetáculo da Terra”. Vários dos seus jogadores que estiveram no Circo de Soleil, enquanto jogavam Kashiwa e Auckland (NZL) uma semana atrás, talvez tenham visto algo parecido. E Muricy teve participação especial no espetáculo transmitido para o mundo inteiro direto do Estádio Internacional de Yokohama (Yokohama Kokusai Sōgō Kyōgi-jō em japonês). Escalou o Santos numa formação que nunca treinou junta, com Neymar e Borges isolados na frente à espera do milagre de uma falha da defesa do Barcelona ou um passe perfeito de Ganso. Em noventa e poucos minutos, aconteceu apenas um – passe e não milagre – e que Neymar desperdiçou.
No mais foi um “vareio” de bola como eu jamais tinha visto em minha vida de apaixonado por futebol. E é que eu já vi muito time grande massacrar um pequeno sem dó nem piedade. Mas o que o Barcelona fez com o Santos nessa final de Mundial de Clubes, chegou a ser constrangedor. E a cara de “panaca” do arrogante treinador do Santos, atônito e encolhido no banco de reservas, doido pra sair correndo do estádio tal era a vergonha que o seu time passava dentro de campo, foi o retrato do jogo. E na entrevista coletiva depois do jogo tava mansinho que era uma beleza. Mas não deixou de alfinetar um jornalista que lhe perguntou sobre o esquema de jogo do Barcelona: “É uma espécie de 3-7-0. Se algum treinador tentar jogar assim no Brasil, pode acabar preso”.
E o mais incrível, foi a maneira como grande parte da imprensa, dirigentes, comissão técnica e jogadores do Santos encararam esse vexame histórico. Tinha-se a impressão de que nada de extraordinário havia acontecido naqueles noventa e poucos minutos de êxtase. Nenhuma indignação. Todo mundo numa boa. Como se fosse a “Crônica de uma morte anunciada”: “O Barcelona é o melhor do mundo, vamos pra lá ficar de quatro e depois voltar pra casa”. Só falta agora desfilar num carro dos bombeiros no retorno a Santos.
Se era para ser assim, então pra que abdicar do Campeonato Brasileiro e passar três meses se preparando para o jogo mais importante da sua história pós Pelé? Para voltar com o rabinho entre as pernas e arrotando uma humildade que nunca demonstrou em nenhum momento desde o desembarque no Japão e ainda achando a coisa mais natural do mundo tomar de quatro numa final de campeonato?
A maneira como o considerado “Melhor Time do Brasil” – muitos esquecem que o Santos tem o melhor jogador do Brasil, mas tem também Edu Dracena, Durval, Léo, Elano, Henrique, Arouca, Alan Kardec, Pará, Ganso sem qualquer vontade jogar e outras barangas mais – foi dominado, humilhado, vilipendiado, subjugado, pelo – esse sim – “Melhor do Mundo”, virou motivo de profunda reflexão para todos que estão envolvidos com o universo do futebol brasileiro. Não se fala em outra coisa desde domingo às 9:30hs (Horário de Brasília). Inacreditável é que somente a partir de ontem, alguns jornalistas, treinadores, especialistas, descobriram que o futebol brasileiro está em franca decadência. O futebol brasileiro está uma porcaria e não é de hoje, nem de ontem. É de décadas. O nosso principal campeonato é de uma pobreza técnica franciscana. Mas sempre surge um que diz: “O nosso campeonato é o mais difícil do mundo”. Outro esbraveja convicto: “Barcelona e Real Madrid se jogassem o Brasileirão, chegariam ao máximo na zona de Sulamericana”. E por aí vai o grau de insanidade.
As equipes brasileiras não tem padrão de jogo. A Seleção Brasileira é um balaio de gatos sem qualquer identificação com a torcida. Noventa e nove por cento dos nossos dirigentes são picaretas. As divisões de base dos clubes são dominadas por empresários corruptos. E só quem acredita que os treinadores brasileiros estão entre os melhores do mundo são eles mesmos.
Não é Muricy?
Por tulio
16 dezembro, 2011 as 10:31
Categoria Futebol Internacional+ Mundial de Clubes do Japão


O Santos depende muito (quase que exclusivamente) de Neymar e Ganso. Conta também com Borges em grande fase. Mas o futebol de Borges é conseqüência de uma boa atuação ou não de Ganso e Neymar. O jogo contra o Kashiwa estava complicado para o Santos até o gol de Neymar. O time japonês àquela altura detinha maior posse de bola, para desespero de alguns comentaristas e narradores que acham que essa estatística serve para alguma coisa. A defesa do Santos é uma baba. Durval na lateral esquerda só pode ser piada de mau gosto de Muricy. Aliás, todo treinador por melhor que seja, sempre gosta de uma frescurinha. Essa de Muricy com o “banguelo” Durval de lateral é uma. Depois da mancada, deve voltar com Leó, que também já não é lá essas coisas, no domingo. Volta também a dupla de zaga Edu Dracena e Durval, que conseguiu levar cinco gols do Flamengo. No meio de campo, além de Ganso, só tem Arouca. Elano ainda não tirou Nívea Stelman da cabeça.
Por outro lado, o Barcelona não é tão refém assim de Messi. Contra o Al sei lá das contas, o argentino fez um primeiro tempo discretíssimo. Errou quase tudo. Mas o time do Barcelona troca tantos passes em velocidade e com qualidade, ronda tanto a área do adversário, que os caras acabam entregando. É difícil resistir à pressão. Foi o que aconteceu nos dois gols do primeiro tempo.
No segundo, mas relaxado, Messi passeou e mostrou alguma coisa do melhor futebol do mundo. O Barcelona perdeu Villa para o jogo de domingo. Mas isso não se transforma em nenhum trunfo para o Santos. O seu substituto com certeza vai conseguir manter o mesmo nível de qualidade no ataque catalão.
O favoritismo para domingo é todo do Barcelona. Time por time, não existe comparação. Mas futebol é uma caixinha de surpresas e tudo pode acontecer. Ai novo! O Santos com certeza vai tomar gols. E Neymar vai ter que se virar nos onze para evitar que o título do Mundial de Clubes vá para a Espanha.
Meu palpite: Barcelona 3 a 1.
Por tulio
16 dezembro, 2011 as 09:57
Categoria Indefinida
À guisa de informação.
O Flamengo encerrou sua participação no Brasileirão Sub-20 com um empate em 1 a 1 contra o Figueirense. Começou perdendo e só chegou ao empate com um gol marcado em completo impedimento. O único na competição. Foi o lanterna do seu grupo.
A mais pura filosofia “Wandemburgueana”.
Por tulio
16 dezembro, 2011 as 09:50
Categoria Humor+ Indefinida+ Informações

Sensacional essa idéia. Tomara que a cachaça preste. Alô amiga Carmen, aí em “Belzonte”! Consegue uma pra mim.
Uísque Johnnie Walker tenta derrubar cachaça João Andante – Folha.com – Reportagem de Paulo Peixoto
A holding inglesa Diageo, detentora da marca do uísque Johnnie Walker, abriu processo administrativo no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) contra a cachaça João Andante. A Diageo acusa a empresa mineira de ser “imitação” de sua marca –segundo ela, avaliada em US$ 3,5 bilhões.
Mas o processo gerou publicidade para a cachaça e fez suas vendas dispararem. Nas últimas duas semanas, os pedidos feitos via e-mail já chegam a mil garrafas. Até então, as vendas eram de apenas 200 garrafas por mês.
“Os pedidos estão aumentando muito e nós sempre trabalhamos com margem e volume pequenos”, disse Gabriel Lana, 25, um dos donos.
A João Andante foi organizada em 2008 por quatro jovens que viam a atividade mais como um hobby do que propriamente um negócio empresarial. Cada um deles segue com sua profissão.
O desenho das duas marcas é representado pela figura de um andarilho, embora de classes sociais distintas: enquanto um é lorde, o outro é um jeca, ou capiau, conforme o regionalismo mineiro.
“Apesar de ambos os personagens mostrarem algumas distinções, o uso da expressão ‘João Andante’, que é a tradução literal de ‘Johnnie Walker’, evidencia a intenção de criar uma ‘versão local’ da marca”, argumenta a holding inglesa por meio do escritório de advocacia Dannemann Siemsen.
Os mineiros negam que o uísque tenha sido a inspiração e sustentam que o Walker da marca inglesa nada tem a ver com andar ou caminhar –é um sobrenome.
Afirmam que a ideia é a de um caixeiro-viajante, que é um andarilho, segundo o escritório de advocacia Hidelbrando Pontes e Associados.
Por tulio
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